O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) reagiu com indignação à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que autorizou a realização de um exame de ultrassom no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas dependências da Polícia Federal (PF), em Brasília.
Em manifestação pública, Carlos Bolsonaro questionou a medida e afirmou ver excesso de rigor na determinação.
“Meu Deus do céu! Até quando, meu Deus? Pra que tanta maldade?”, declarou o parlamentar nas redes sociais, ao comentar o fato de o pai não poder realizar o exame em um hospital, mesmo diante de recomendações médicas.
A decisão de Moraes foi tomada neste sábado (13), após pedido apresentado pela defesa do ex-presidente. O ministro autorizou a realização do exame, mas determinou que o procedimento ocorra na Superintendência da Polícia Federal, onde Bolsonaro está preso desde o dia 25 de novembro, em cumprimento de pena relacionada à tentativa de golpe de Estado.
De acordo com os advogados, a realização do ultrassom é necessária para comprovar um quadro de hérnia inguinal bilateral. Ainda segundo a defesa, a condição levou a equipe médica que acompanha Bolsonaro a recomendar, na última terça-feira (9), a realização de uma nova cirurgia.
Na quinta-feira (11), Moraes determinou que a PF realize uma perícia médica para atestar a real necessidade de cirurgia em Bolsonaro.
Direita vence no Chile com Kast pedindo ajuda ao povo para fazer o bem

O candidato de direita a presidente do Chile, José Antonio Kast, venceu as eleições de segundo turno realizadas neste domingo (14), confirmando seu favoritismo contra a candidata do Partido Comunista do Chile (PCC), Jeanette Jara, em derrota contundente do governo do comunista Gabriel Boric. Em discurso celebrando a vi†øria,, ele agradeceu a todos que o ajudaram e ao povo chileno, a quem pediu ajuda para fazer o bem, durante seu governo:
“Ajudem-me, todos, para que nestes quatro anos consigamos fazer o bem. Assim como temos mantidos nossa unidade, peço esse sacrifício adicional que me sigam acompanhando na Presidência da República.”
A vitória de Kast, gosta de ser comparado ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, foi reconhecida oficialmente pela entidade que realiza as eleições. O novo presidente chileno tem 59 anos de idade, é católico praticante e tem cinco filhos.
Kast foi candidato pelo Partido Republicano, que ele prøprio fundou há cinco anos, defendendo abordagem linha-dura contra o crime, além do compromisso de deportar mais de 340 mil imigrantes ilegais, na maioria venezuelanos.
O vitorioso deverá governar com maioria no parlamento porque seu partido ganhou mais assentos na Câmara e no Senado e terá apoio de outros partidos de direita.
Após votar perto de Santiago, o novo presidejte foi ovacionado por uma multidão que gritava “Presidente!”. Ele prometeu um governo de unidade. “Quem vencer, terá que ser presidente de todos os chilenos”, disse à imprensa após votar.
Terrorismo em Sidney: sobem para os 16 mortos em ataque a judeus

Subiu para 16 o número de mortos o ataque terrorista a tiros ocorrido neste domingo (14) na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália.
As autoridades também confirmaram que 40 pessoas permanecem hospitalizadas.
“A polícia pode confirmar que 16 pessoas morreram e 40 permanecem no hospital após o ataque a tiros de ontem em Bondi”, escreveu a polícia de Nova Gales do Sul na rede social X, antigo Twitter.
O atentado, classificado pela polícia como um ataque terrorista de cunho antissemita, teve como alvo a comunidade judaica reunida para celebrar o Hanukkah, segundo confirmação da polícia local.Ver Comentários
Manifestante picha estátua durante ato da esquerda em BH

Uma manifestante foi flagrada pichando uma estátua durante um ato organizado por movimentos de esquerda contra o Projeto de Lei da Dosimetria, realizado na Praça da Estação, região central de Belo Horizonte, capital mineira.
O memorial atingido foi o Monumento à Terra Mineira, patrimônio público localizado na praça.
Nas imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver palavras de ordem pichadas na estátua, como “demarcação” e “Brasil, terra indígena”, frases associadas à defesa dos direitos dos povos indígenas.
O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) reagiu ao episódio, destacando a contradição do ato: a manifestante protestava contra um projeto de lei que reduz a pena de pessoas presas por sujar ou depredar monumentos públicos, justamente enquanto cometia esse tipo de infração.
“Em manifestação em BH contra o PL que reduz as penas dos perseguidos políticos do 8 de janeiro, mulher vestida de indígena vandaliza o monumento principal da praça pichando palavras de ordem. A ironia é escancarada: ela protesta contra um projeto que diminui a pena de pessoas presas por sujar monumentos… fazendo exatamente isso — e de forma ainda mais grave”, escreveu o parlamentar.
O deputado federal André Fernandes (PL-CE) comentou o episódio e fez uma referência indireta ao caso de Débora Rodrigues dos Santos. Em abril deste ano, Débora foi condenada a 14 anos de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023 e por pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede da Corte.
A condenação incluiu os crimes de deterioração de patrimônio tombado, dano qualificado, golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e associação criminosa armada. Ao comentar o caso, Fernandes criticou o que classificou como tratamento desigual em episódios de vandalismo político.
“Como o vandalismo da esquerda foi com tinta, eles vão falar que foi legítimo. Se fosse com um batom, era ataque à democracia”, afirmou o parlamentar.
Veja o vídeo abaixo:
Suspeito de ajudar Ramagem a fugir é preso pela PF em Manaus, diz empresário

A Polícia Federal prendeu no sábado (13), em Manaus, Celso Rodrigo de Mello, filho do empresário Rodrigo Cataratas, no âmbito das investigações sobre a fuga do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) para os Estados Unidos.
Segundo nota divulgada pela assessoria de Cataratas (confira abaixo), a prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e está relacionada à apuração das circunstâncias que permitiram a saída do parlamentar do país.

Ramagem foi condenado pelo STF a mais de 16 anos de prisão por envolvimento em suposta tentativa de golpe de Estado e é considerado foragido pelo tribunal. Alguns veículos de imprensa afirmam que ele deixou o Brasil em setembro, viajando primeiro até Boa Vista (RR) e seguindo por via terrestre até a região de fronteira, com indícios de que tenha atravessado a algum país vizinho para pegar um avião para os Estados Unidos.
No início de dezembro, o STF determinou o bloqueio do salário e da cota parlamentar de Ramagem. O Supremo afirma que ele teria integrado uma suposta organização criminosa e utilizado a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da qual foi diretor, para monitorar adversários políticos e questionar o sistema eleitoral.
Confira a nota da assessoria de Rodrigo Cataratas, pai de Celso Rodrigo de Mello, na íntegra:
A assessoria de Rodrigo Cataratas esclarece que, neste sábado (13), a Polícia Federal cumpriu, em Manaus (AM), mandado de prisão contra Celso Rodrigo de Mello, filho de Rodrigo Cataratas, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, no âmbito de investigação relacionada à apuração sobre a suposta fuga do deputado federal Alexandre Ramagem.
O caso tramita em sigilo, não há sentença definitiva, e a defesa de Celso já informou que ele é inocente e que a decisão está sendo recorrida.
A assessoria reforça a importância do respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência, destacando que qualquer conclusão antecipada não condiz com os fatos.
No momento, não haverá novos pronunciamentos. Eventuais atualizações serão divulgadas exclusivamente pelos canais oficiais.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/homem-suspeito-de-ajudar-ramagem-a-fugir-e-preso-pela-pf-em-manaus-diz-empresario/
O domingo de Caetano, Gil, Chico e Fernanda Torres contra a dosimetria

Neste domingo, 14, as ruas brasileiras voltaram a ser palco de um dos debates mais importantes da política nacional: a reação à tramitação no Congresso do chamado PL da dosimetria – projeto que, se aprovado, reduz de forma significativa as penas de condenados pela tentativa de golpe bolsonarista.
O que se viu em Copacabana, na Avenida Paulista, em Brasília e em diversas capitais do país não foi apenas um protesto contra uma medida legislativa. Foi uma expressão de inquietação democrática que une setores da sociedade contra a sensação de que o sistema de justiça está sendo dilacerado por um arranjo político de curto prazo.
A pergunta é: quando a diminuição de penas ou a anistia resolveram crimes de um estado ditatorial ou contra o estado democrático?
Nunca. Não há nenhuma experiência política no mundo.
Em Copacabana, a princesinha do mar, a atmosfera foi festiva e combativa.
Ainda bem.
Artistas como Caetano Veloso, o maior musicista da história do Brasil, Gilberto Gil, Chico Buarque e Paulinho da Viola assumiram o centro do palco no “Ato Musical II: O Retorno” para tentar devolver o Congresso ao povo e barrar retrocessos que muitos brasileiros consideram perigosos para a estabilidade institucional.
Não se tratou de um ato cultural isolado. Foi a continuação de uma mobilização que começou meses atrás e que, ao som de música popular, expressou a indignação de uma parcela da sociedade. Punições por tentativa de subverter a ordem constitucional não podem ser relativizadas por uma manobra legislativa.
O PL da dosimetria – espécie de anistia camuflada – teve mais do que a resposta carioca. Mobilizações de norte a sul do país insistiram que a democracia não é negociável nem passível de atalhos jurídicos.
O protagonismo cultural – que já havia sido percebido em manifestações anteriores organizadas por Paula
Lavigne – mostra que, quando partidos institucionalizados falham em traduzir a insatisfação popular em mobilização, incluindo o PT, outras formas de articulação emergem. E, enquanto o PL segue sua tramitação, a pergunta que fica é a mesma que pairou sobre as manifestações: qual democracia queremos defender? A que pune atentados contra sua própria ordem ou que relativiza princípios em nome de acordos para favorecer golpistas?
FONTE: VEJA https://veja.abril.com.br/politica/o-domingo-de-caetano-gil-chico-e-fernanda-torres-contra-a-dosimetria/

Ataque judeofóbico na Austrália

Um ataque terrorista a uma celebração judaica de Hanukkah na Bondi Beach, em Sydney, Austrália, matou pelo menos 15 pessoas e feriu dezenas, segundo as autoridades, marcando o ataque antissemita mais mortal desde o massacre de 7 de outubro de 2023 pelo Hamas em Israel.
O tiroteio ocorreu enquanto cerca de 2.000 pessoas se reuniam para celebrar a primeira noite de Hanukkah. A polícia afirma que o ataque teve como alvo deliberado a comunidade judaica, envolveu pelo menos dois atiradores e incluiu dispositivos explosivos improvisados encontrados nas proximidades. Um dos atiradores foi morto e outro está em estado crítico.
“Um dos supostos atiradores nos ataques mortais na Bondi Beach, em Sydney, era Naveed Akram, um homem do sudoeste da cidade”, informou a ABC News, citando uma autoridade sênior das forças de segurança.
Não são todos os muçulmanos que defendem o terror, claro, e basta lembrar que o civil que desarmou o terrorista também é muçulmano. Mas é inegável que a imensa maioria dos ataques terroristas hoje vem de islâmicos que aprendem a odiar judeus desde cedo
Um civil desarmado derrubou um dos terroristas enquanto ele atirava contra a celebração judaica, e é possível ver em imagens o momento em que ele luta para tirar a arma do terrorista. Trata-se de um homem chamado Ahmed al Ahmed, dono de uma frutaria local, de origem síria, que correu em direção a um dos atiradores e conseguiu arrancar a arma de suas mãos, salvando vidas. Ele foi baleado durante a ação, mas é amplamente elogiado como herói pelas autoridades australianas.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, culpou o governo australiano pelo aumento do antissemitismo no país. Na paranoia da pandemia, o jogador de tênis Djokovic não pode entrar no país por falta de vacina contra a Covid, mas a entrada de muçulmanos sem o devido critério segue em alta. E o discurso inflamado contra Israel e o povo judeu também.
O antissemitismo parece em alta no Ocidente como um todo, e em países em que o próprio governo alimenta a narrativa falsa de que Israel é responsável por um “genocídio” em Gaza, isso fica ainda pior. É o caso do Brasil de Lula, que tem visto mais e mais casos de judeofobia. O presidente levou mais tempo para se manifestar sobre o ataque terrorista na Austrália do que o prefeito muçulmano eleito por Nova York. Lula escreveu:
Recebi com profunda consternação a notícia do brutal atentado terrorista ocorrido neste domingo na Austrália, que tirou a vida de 15 pessoas e deixou dezenas de feridos. É inaceitável que atos de ódio e extremismo ceifem a vida de pessoas inocentes e atentem contra valores de paz, coexistência pacífica e respeito. Manifesto a mais sincera solidariedade às famílias das vítimas, à comunidade judaica, ao governo e ao povo australiano. O Brasil reitera o seu compromisso inabalável com a defesa da vida, da tolerância e da liberdade religiosa.
Faltou o presidente mencionar que foi um atentado muçulmano. Não são todos os muçulmanos que defendem o terror, claro, e basta lembrar que o civil que desarmou o terrorista também é muçulmano. Mas é inegável que a imensa maioria dos ataques terroristas, como o na Austrália, hoje vem de islâmicos que aprendem a odiar judeus desde cedo, numa intensa lavagem cerebral.
A civilização judaico-cristã está sob ataque, mas muitas autoridades se recusam a encarar o problema, falar abertamente da imigração desenfreada e do que isso representa para o Ocidente. Os judeus representam uma minoria perseguida, mas dentro do discurso esquerdista, eles nunca podem ser as vítimas. A demonização de Israel tem cobrado um alto preço e os judeus não se sentem mais seguros em vários países ocidentais.
Ou as democracias liberais do Ocidente mudam o quanto antes essa postura, ou esses países estarão irreconhecíveis em poucos anos, dominados por radicalismo islâmico e sem oferecer qualquer segurança aos judeus ou mesmo cristãos.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/ataque-judeofobico-na-australia/

Trump espera anistia para tirar outros bodes da sala

O fim de semana rendeu muita notícia, como a renúncia de Carla Zambelli, embora a anulação feita pelo Supremo da votação não encontre guarida na Constituição. A Constituição é muito clara, dizendo que é preciso passar por uma votação.
Ele (Moraes) disse que não, que era automático. Não é o que diz a Constituição, mas, enfim, a gente não sabe mais se está valendo a Constituição Brasileira.
Sobre a retirada da Magnitysk de Moraes, eu vejo como uma tática que Trump usa muito. Ele bota bode, depois tira o bode em troca de alguma coisa. Ele botou três bodes, não é? A Magnitsky, a tarifa e os vistos para entrar nos Estados Unidos. Ainda tem mais dois bodes esperando um passo do Brasil, que talvez seja o projeto de lei da dosimetria que se transforme em anistia.
Brasil, 7º país mais perigoso do mundo
Outra questão. Fiquei muito chocado porque esse vai ser o grande assunto na campanha eleitoral do ano que vem. Saiu um dado mundial sobre violência armada nos países. O Brasil é o sétimo país mais perigoso do mundo. Não se trata nem segurança pública, mas conflitos armados. Primeiro lugar, Gaza. Depois Mianmar, Síria, México, Nigéria, Equador. E em sétimo vem o Brasil. O Brasil é mais perigoso do que o Haiti. É uma coisa incrível.
Tem uma festa judaica que comemora o reerguimento do templo. E a reconstrução de Jerusalém. É o Hanukkah. E dois sujeitos, pai e filho, de 53 e 24 anos, de fuzil, atiram sobre a multidão de judeus que estava numa praia em Sydney, Austrália. Mataram 15 pessoas, inclusive um rabino de 41 anos. Fizeram 40 feridos, dois policiais. Um dos atiradores foi morto e o outro está preso, muito ferido.
Teve um herói, sujeito desarmado, vendedor de frutas, de 43 anos. Levou um tiro no braço, um tiro na mão e se agarrou ao atirador e tirou o fuzil dele. Imagina só. Enfim, terrorismo antissemita é aquilo que Hitler fazia. Ainda tem gente hoje agindo assim.
Tuca, a distribuidora de emendas
Falei do Brasil país perigoso. Não custa lembrar, a Polícia Federal fez busca e apreensão na Câmara dos Deputados de novo, no gabinete de uma funcionária, minha conterrânea gaúcha. Eu não vou dar o nome porque não sei ainda se ela é culpada ou não. Estão investigando. Parece que o apelido é Tuca. E ela trabalhava com o Arthur Lira no gabinete da presidência da Câmara. Agora está trabalhando na liderança do Partido Progressista. Dizem que ela era uma espécie de distribuidora de emendas. Alterava a emenda de um deputado para o outro e tal. O caso está sendo investigado.
O presidente Hugo Mota numa nota disse que ela é uma excelente funcionária, digna de confiança, competente. Mas não entra no mérito da questão. Então tem todos os requisitos de competência como funcionária, mas ele não entra nessa de dizer que ela fazia ou não fazia. Então fica aí, fica no ar.
Governo impõe dificuldades, agro vai semear menos
Outra coisa, que já falei aqui antes, é sobre como anda a economia. A economia vai mal, os discursos vão bem, mas a economia vai mal. Veja a safra prevista para o ano que vem. A safra é a coisa mais forte que nós temos nesse país, é o que permite que a gente importe, porque garante o equilíbrio, as divisas que nos dão direito a importar.
A safra vai ser 10 milhões de toneladas a menos. Previsão do IBGE. Em 2025 vai fechar com 345,9 milhões de toneladas, mas no ano que vem será de 335 milhões de toneladas. 10 milhões a menos. Isso é gente que está semeando menos, que está ficando triste com as dificuldades que o governo atual impõe ao agro.
A safra está caindo. Milho, quase 10 milhões de toneladas a menos; sorgo, menos 15%; arroz, 1 milhão de toneladas a menos; algodão, 11 a 12% a menos; trigo, 4% a menos. Isso significa 320 mil toneladas de trigo a menos. Feijão, menos 33 mil toneladas. Trigo e feijão é pão e prato. Prato brasileiro.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/trump-espera-anistia-para-tirar-outros-bodes-da-sala/
Cade diz que mulher de Moraes não atuou no caso Master

Informações sobre o contrato milionário entre a advogada Viviane Barci de Moraes e o Banco Master revelam que, apesar da previsão de atuação em órgãos estratégicos, não houve registro de participação dela no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), segundo comunicado do órgão. O contrato, firmado em 16 de janeiro de 2024, estabelecia remuneração mensal de R$ 3,6 milhões por três anos, o que totalizaria cerca de R$ 130 milhões até o início de 2027, período em que Alexandre de Moraes deve assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF).
No contexto da tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), o Cade era peça-chave para aprovação do negócio, anunciado em março deste ano. O Banco Central acabou vetando a operação depois de identificar irregularidades na negociação de créditos, mas o Cade deu aval ao processo em junho, sem impor restrições. O órgão informou que nem Viviane nem membros do escritório Barci de Moraes solicitaram reuniões para tratar do caso ou de outros temas relacionados ao Master desde o começo do contrato.
O acordo entre o Banco Master e o escritório previa atividades estratégicas e consultivas em órgãos do Judiciário, Legislativo, Ministério Público, Banco Central, Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e Cade
Documentos mostram que o escritório Barci de Moraes não consta nos autos do processo no Cade, sendo o escritório Pinheiro Neto o responsável pela defesa do Master perante o órgão. O acordo entre o banco e o escritório previa atividades estratégicas e consultivas em órgãos do Judiciário, Legislativo, Ministério Público, Banco Central, Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e Cade, este último vinculado ao Ministério da Justiça.
O Ministério Público Federal declarou que o BRB buscou adquirir o Master para evitar sua falência, mesmo sabendo de fraudes contábeis destinadas a inflar ativos e prejudicar investidores. “Apesar das evidências de que o Banco Master comercializava carteiras de créditos inexistentes – apenas em 2025, no montante de R$ 12,2 bilhões —, a direção do BRB insistiu em sustentar a operação de aquisição até a negativa final do Bacen [Banco Central]”, afirmou o procurador da República Gabriel Pimenta.
Segundo o procurador, “esse comportamento demonstra que os gestores do banco público não foram enganados pela administração do Master, mas, ao contrário, tinham plena consciência e participaram das fraudes. Nesse cenário, a aquisição do Banco Master configurava não apenas uma manobra para salvar a instituição privada, mas também uma tentativa de ocultar crimes graves contra o sistema financeiro nacional e contra o patrimônio público do Distrito Federal.”
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/master-cade-diz-que-mulher-de-moraes-nao-atuou-no-caso-do-banco/?utm_source=taboola&utm_medium=personalized-push

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