CPMI do INSS e investigações do Master estão prorrogadas

Alexandre Garcia
André Mendonça prorrogou CPMI do INSS e investigação da PF sobre Banco Master. (Foto: Gustavo Moreno/STF)

O ministro André Mendonça, relator da investigação sobre o desvio nas contas dos velhinhos da Previdência, atendeu o pedido da chefia da CPMI do INSS, que também investiga o roubo de R$ 6 bilhões dos idosos, para prorrogar a comissão, que se extinguiria no próximo dia 28. Mendonça, que está mostrando ser o melhor e o mais confiável no Supremo – as pesquisas indicam – também já havia prorrogado a investigação sobre o Banco Master por parte da Polícia Federal.

A CPMI vai durar mais quatro meses, terá tempo de apurar muita coisa ainda. Os parlamentares estão examinando até as coisas do Master, naquilo que tem relação com o esquema. Há até uma sala blindada onde se guarda o material, as fotos, os vídeos das festas que Daniel Vorcaro oferecia às sedentas autoridades que queriam se divertir. Está blindado lá, talvez até para não desfazer casamentos, mas os representados – nós, os eleitores – temos todo o direito de saber como se portam os nossos representantes.

Justiça volta a impedir uso de patrimônio do DF para socorrer BRB

Ainda sobre o Master, a Justiça impediu de novo que o governo do Distrito Federal use, para salvar o BRB, o banco estatal local, imóveis que são patrimônio público – no caso, uma área de proteção ambiental da Terracap, com  716 hectares e avaliada em R$ 2,3 bilhões. O juiz aprovou uma ação movida pela senadora Leila Barros e por parlamentares do Partido Verde. O governador Ibaneis Rocha reclamou da decisão da Justiça, dizendo que é “falta de compromisso com o BRB”. Que incrível! Foi ele quem mobilizou todo mundo para comprar o Master. É esse o “compromisso” dele com o BRB?

Penduricalhos são parte da triste tradição brasileira de mordomias

Estou há 50 anos em Brasília, e já vi de tudo aqui. As mordomias são uma espécie de moda, assim como as promessas de acabar com elas. Eu lembro que repórteres iam até a Península dos Ministros, onde moravam os ministros, mexer no lixo para ver se encontravam alguma coisa. Um dia, encontraram filé no lixo de Arnaldo Prieto, ministro do Trabalho no governo Ernesto Geisel. O filé estava estragado, foi para o lixo; denunciaram que o ministro estava comendo filé. Depois Collor se elegeu como “caçador de marajás”; Lula perdeu a eleição porque ironizou, falou em “maracujá”. Tivemos mensalão, petrolão, tem de tudo neste país, e não para nunca.

Agora temos a história dos penduricalhos. Juízes, promotores, defensores públicos, advogados públicos se mobilizando para não perder os penduricalhos. Segundo um levantamento, eles custam cerca de R$ 15 bilhões por ano, com remunerações além do limite que está na Constituição brasileira. Imaginem aqueles que trabalham no Judiciário e que não respeitam a Constituição: que moral têm para condenar alguém que está desrespeitando a lei infraconstitucional? É um enorme paradoxo. Mas isso vem de longe, é tradição brasileira. Eu me lembro que Jânio Quadros mandou escrever na porta dos veículos oficiais “uso exclusivo em serviço”: só podiam usar quando estavam trabalhando, e não para transportar família de ministro do Supremo em São Luís, por exemplo.

Boletim Focus mostra que preocupações com economia estão crescendo 

O mais recente Boletim Focus, do Banco Central, mostrou as expectativas do mercado financeiro. A previsão de inflação para este ano está subindo, agora é de 4,17%; a meta é 3%. A estimativa para o PIB está inferior a 2%, é de 1,84%. E, pelo jeito que vão as coisas, pode piorar. Para o fim do ano, a projeção do mercado é Selic de 12,5% e dólar a R$ 5,40.

Há preocupações com o preço do diesel e até com desabastecimento, em relação à colheita em andamento de um grande produto, uma grande commodity agrícola, que é a soja. As colheitadeiras têm motores muito potentes que gastam muito diesel, mas o Brasil produz pouco diesel, depende muito da importação, embora o Brasil exporte petróleo. É uma questão de mercado. E até o fertilizante está mais caro com os problemas de navegação no Estreito de Ormuz.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/prorrogacao-cpmi-inss-investigacoes-banco-master/

Rodrigo Constantino

Trump vai vencer no Irã?

O presidente Donald Trump durante coletiva na Casa Branca. (Foto: AARON SCHWARTZ/EFE/EPA/POOL)

O Irã certamente não é a Venezuela. O buraco é bem mais embaixo quando se parte para cima de um regime como o dos aiatolás xiitas. Várias lideranças já foram mortas, inclusive o próprio aiatolá Khamenei, mas a hidra segue viva, atacando. A Guarda Revolucionária ainda detém o poder e o povo, desarmado, não tem condições de enfrentá-la. Restou a Donald Trump subir o tom das ameaças e buscar alguma negociação.

O presidente dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (23) o adiamento, por cinco dias, de ataques contra a infraestrutura energética do Irã. A decisão, segundo ele, foi tomada após o que descreveu como “conversas muito boas e produtivas” entre Washington e Teerã no fim de semana – versão contestada por autoridades iranianas.

A agência Fars, ligada à Guarda Revolucionária do Irã, citou uma fonte não identificada que negou qualquer diálogo, afirmando não haver “nenhum contato direto ou indireto com Trump”. Segundo essa fonte, o republicano teria “recuado” após ser informado de que o Irã atingiria usinas de energia na chamada “Ásia Ocidental”.

O Ocidente precisa neutralizar de vez o regime iraniano, o maior financiador do terrorismo islâmico no mundo. A estratégia democrata, de Obama a Biden, de mandar dinheiro e confiar nos aiatolás se mostrou um fiasco

As falas de Trump têm sido um tanto erráticas, talvez como uma estratégia deliberada para confundir o adversário, talvez por ele realmente estar reavaliando suas opções o tempo todo – e não são opções fáceis. Com o estreito de Ormuz praticamente fechado, por onde passa 20% do petróleo mundial, os preços dispararam e cobram um alto custo, principalmente dos países asiáticos e europeus (os Estados Unidos possuem reservas estratégicas que vêm sendo liberadas no mercado).

Com esse quadro, não faltam reportagens, editoriais e colunas de opinião em tom catastrófico. Muitos, que já eram críticos de Trump, acham que ele cometeu um grave erro ao atacar o Irã e que não possui uma estratégia clara de saída. Alguns já falam numa recessão global por conta da guerra. Nesse contexto tão pessimista, achei adequado trazer a visão mais otimista de Victor Davis Hanson, que estuda guerras há meio século. Para o professor, a maré está virando a favor dos Estados Unidos no conflito. Eis seus principais pontos:

Europeus: Eles nunca tocam num conflito até sentirem o cheiro da vitória. No início? Silêncio total. Agora estão movendo ativos discretamente e oferecendo apoio. Puro cálculo – eles leram o campo de batalha e decidiram de que lado está a vitória.

Estados petroleiros do Golfo: Sauditas, emiradenses, qataris sobrevivem lendo perfeitamente o ambiente. Estão expulsando adidos iranianos, interceptando silenciosamente mísseis iranianos sobre suas capitais, e os Emirados Árabes Unidos acabam de reafirmar seu compromisso de investimento de US$ 1,4 trilhão nos EUA no meio da guerra. Isso não são gestos – são apostas. E eles estão “all-in” na América.

Al Jazeera: A rede estatal do Qatar, que normalmente ataca ações dos EUA (e abriga escritórios do Hamas), agora está chamando a campanha de bombardeios americana de “brilhante” e “subestimada”. Quando o canal que hospeda tanto a maior base aérea dos EUA quanto o Hamas elogia a efetividade americana, a mensagem é inequívoca: eles acham que estamos vencendo.

Realidade militar: A-10 Warthogs e helicópteros Apache estão agora voando em missões de ataque dentro do espaço aéreo iraniano à vontade. Essas plataformas lentas e de baixa altitude só aparecem quando as defesas aéreas inimigas estão efetivamente neutralizadas. Isso confirma o que realmente está acontecendo no terreno.

Por essa ótica, a única cartada do Irã é a opinião pública, torcer para as críticas ao governo Trump aumentarem muito, o que poderia ser prejudicial para as eleições de meio-termo este ano. O veredito de Hanson é que se Trump aguentar o rojão – e ele acha que aguenta – o regime iraniano pode cair. Não em anos, mas logo. Resumo: observe o que as pessoas fazem, não o que elas dizem. Todo jogador com “skin in the game” está apostando na América. Os sinais não mentem.

Joguei no Grok esta opinião, e ele concordou: “A narrativa de que o Irã está resistindo ou virando o jogo não se sustenta nos fatos no terreno: as ações concretas – de aliados regionais a movimentações militares americanas – apontam para uma aposta clara na vitória dos EUA e aliados.Os sinais são consistentes: quem tem algo a perder está alinhado com o lado que parece prevalecer”.

Tomara que sim! O Ocidente precisa neutralizar de vez o regime iraniano, o maior financiador do terrorismo islâmico no mundo. A estratégia democrata, de Obama a Biden, de mandar dinheiro e confiar nos aiatolás se mostrou um fiasco. Estavam apenas empurrando com a barriga o problema, que só cresce. Era hora de agir, e Trump tem coragem de tomar as decisões duras. Será um legado e tanto se ele for capaz de derrubar esse regime nefasto.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/trump-vai-vencer-no-ira/

José Fucs

O cheiro de naftalina no discurso antiamericano de Zé Dirceu

José Dirceu rejeita política moderada do PT do “Lulinha paz e amor” e diz que Flávio Bolsonaro é “golpista como o pai”. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

“O Brasil governado por Flávio Bolsonaro será governado pelo Trump e pelos interesses dos Estados Unidos. O que está em jogo (nesta eleição) é a soberania do Brasil.”

A afirmação de José Dirceu, ex-presidente do PT, ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato a deputado federal, feita na semana passada durante a comemoração de seus 80 anos, diz muito sobre qual deve ser o tom da campanha do partido, em especial a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no pleito de outubro.

Não fosse pela menção a Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, a impressão de quem ouve a fala do líder petista seria de que ele tirou uma roupa velha, com cheiro de naftalina, do armário. Ou de que entrou no túnel do tempo e voltou aos anos 1950 e ao início da década de 1960, quando o antiamericanismo, o anti-imperialismo e o nacionalismo recheavam o discurso da esquerda no Brasil e no mundo.

Só faltou Zé Dirceu – que prepara seu retorno à vida política 21 anos após ser condenado no escândalo do mensalão pelo STF (Supremo Tribunal Federal) – bradar o lema “yankees go home”, que amalgamava a turba na época.

Qualquer cidadão comprometido com a democracia e o respeito aos direitos individuais sabe para que lado sopram os ventos da liberdade. Zé Dirceu, Lula, o PT e seus aliados fizeram sua escolha, ao se alinhar com regimes tirânicos e ressuscitar o discurso antiamericano do século passado

Pode parecer piada, mas não é. Infelizmente. Lula já vinha dando a letra de que essa seria a narrativa do PT nas eleições, com suas bravatas “nacionalisteiras”, desde que o presidente americano, Donald Trump, impôs um aumento pesado de tarifas sobre as importações brasileiras, em meados de 2025.

Seu discurso em defesa da tal “soberania nacional” ganhou força também com o cancelamento dos vistos de ministros do STF e de outras autoridades para os EUA e o enquadramento de Alexandre de Moraes e de sua mulher Viviane Barci na Lei Magnitsky – o dispositivo que permite ao governo americano aplicar sanções a estrangeiros envolvidos em graves violações de direitos humanos ou em atos de corrupção.

É incrível, mas em plena era digital e da inteligência artificial, enquanto o mundo se preocupa com semicondutores e hegemonia tecnológica, Zé Dirceu, Lula e sua tropa de choque continuam batendo na mesma tecla de quando eles ainda estavam no berço ou davam seus primeiros passos, no auge da Guerra Fria. Em vez de buscarem a modernização do país de olho no presente e no futuro, querem repaginar o velho getulismo, acorrentando o Brasil a um passado que já deveria ter sido esquecido para sempre.

A estagnação econômica registrada nas últimas décadas pelo país se deve, em boa medida, a essa mentalidade retrógrada, ancorada no protagonismo do Estado nos negócios, no protecionismo que privilegia o “conteúdo nacional” e taxa as blusinhas chinesas, na gastança sem lastro e na taxação ilimitada das empresas e dos empreendedores que geram a riqueza do país.

A ironia é que, sob o pretexto de defender a “soberania” brasileira contra o Trump “malvadão” e os EUA, o nacionalismo pregado por Zé Dirceu, por Lula e pelo PT não hesita em se aliar à China, hoje o principal adversário americano no tabuleiro geopolítico e econômico. Aí, a preocupação com a tal da “soberania” vai para o brejo.

Tido como grande estrategista político, Zé Dirceu também procurou contrapor as guerras promovidas por Trump ao espírito pacifista dos brasileiros, que, em tese, o Brasil de Lula encarnaria, como paladino da paz e mediador de conflitos globais. Não por acaso, Lula tinha a ambição de ganhar o prêmio Nobel da Paz, como coramento de suas supostas ações pela desarmamento mundial, que ficou para as calendas com sua atuação pífia no plano externo no atual mandato.

Não se trata de ser a favor da guerra ou da paz, como afirmou Dirceu, mas de estar do lado certo da história e de não se aliar a regimes tirânicos pelo mundo afora, como faz Lula. Trata-se de apoiar a captura do ditador da Venezuela Nicolás Maduro pelos EUA e a redemocratização do país, com a libertação de centenas de presos políticos, em vez de chorar pela sua queda e pelo colapso do multilateralismo de conveniência pregado por Lula e pelo PT.

Trata-se também de defender o cerco econômico ao regime comunista cubano, que vivia às custas do petróleo barato da Venezuela, em vez de enviar “ajuda humanitária” ao país para tentar lhe dar uma sobrevida. E de endossar as ações contra a teocracia islâmica do Irã – que há quase 50 anos controla com mão de ferro o país, além de patrocinar o terrorismo internacional e atuar para minar a civilização ocidental – em vez de passar pano para o regime, que matou mais de 40 mil pessoas que protestavam nas ruas pelo fim da tirania dos aiatolás.

Não é preciso ser Flávio Bolsonaro, bolsonarista ou de “extrema direita” para se dar conta de quais são as causas do bem, ainda que elas envolvam ações militares, que devem ser evitadas sempre que possível. E de quem se aproxima do “Eixo do Mal”, sob a embolorada justificativa de defesa da “soberania” do país e da “autodeterminação dos povos”.

Qualquer cidadão comprometido com a democracia e o respeito aos direitos individuais sabe para que lado sopram os ventos da liberdade. Zé Dirceu, Lula, o PT e seus aliados fizeram sua escolha, ao se alinhar com regimes tirânicos e ressuscitar o discurso antiamericano do século passado.

Se o Brasil seguir por esse caminho, a gente corre o risco de descobrir, da pior forma, que a “soberania” que eles pregam vai condenar o país a se manter na vanguarda do atraso, como dizia o filósofo e diplomata José Guilherme Merquior (1941-1991) – e, no fim, quem vai pagar a conta, mais uma vez, somos todos nós.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jose-fucs/o-cheiro-de-naftalina-no-discurso-antiamericano-de-ze-dirceu/

Delação deve revelar quem recebeu dinheiro e o ‘Cine Trancoso’

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro | Foto: Reprodução / Esfera Brasil

Advogados ligados ao caso avaliam que a delação de Daniel Vorcaro, no caso do Banco Master, pode envolver dois grupos de agentes públicos ou autoridades dos Três Poderes: aqueles que se locupletaram de negócios familiares com o banqueiro e os frequentadores de farras com garotas de programa, com direito a champanhe e vinhos caros. Neste grupo estaria importante magistrado. Segundo essas fontes, os principais personagens do Congresso estariam enrolados em ambos os grupos.

Chances remotas

Em Brasília, há ceticismo sobre Vorcaro contar os segredos de suas relações com ministros do STF, que participarão do seu julgamento.

Cine Trancoso

Importante magistrado não tinha negócios com Vorcaro, nem mesmo por meio de escritório de advocacia, mas não perdia suas farras épicas.

Sem negócios

Há políticos já citados, como Ciro Nogueira (PP-PI), mas a surpresa é que ainda não há prova de que tenham feito negócios com Vorcaro.

Sem desculpas

À luz da lei, explicam os advogados, quem fez negócio aceitou dinheiro, mas farras com mulheres também são consideradas atos de corrupção.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/delacao-deve-revelar-quem-recebeu-dinheiro-e-os-que-frequentavam-cine-trancoso

Flávio supera Lula já no primeiro turno em Mato Grosso

Lula e Flávio Bolsonaro

Pesquisa do instituto Real Time Big Data (BR-05763/2026.) divulgada nesta terça-feira (24) mostra vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PT) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenários de primeiro turno para a disputa presidencial em Mato Grosso.

No principal cenário estimulado, Flávio aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Lula registra 30%. Na sequência, surgem Ratinho Júnior com 3%, Romeu Zema com 2% e Aldo Rebelo com 1%. Votos em branco ou nulos somam 8%, e 10% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O levantamento também testou variações de cenário. Com a inclusão de Eduardo Leite, Flávio mantém 46%, contra 31% de Lula, enquanto o governador gaúcho aparece com 2%. Já em simulação com Ronaldo Caiado, o senador marca 45%, Lula tem 30% e o governador de Goiás chega a 5%.

Os dados de rejeição indicam cenário mais desfavorável para o atual presidente no estado: Lula é rejeitado por 60% dos eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro tem 38%. A avaliação do governo federal em Mato Grosso também é majoritariamente negativa, com 67% de desaprovação e 30% de aprovação.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre os dias 21 e 23 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/flavio-supera-lula-ja-no-primeiro-turno-em-mato-grosso

No Pará, Flávio está na frente de Lula em 1º e 2º turnos

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é nome de Jair Bolsonaro contra a reeleição de Lula. (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem a preferência do eleitor do Pará na disputa contra a reeleição do presidente Lula (PT) ao Palácio do Planalto. Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (24) pelo instituto Paraná Pesquisas, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera numericamente contra petista em cenário estimulado para o 1º turno, e tem 4,5 pontos de vantagem sobre Lula, na simulação de 2º turno entre os eleitores do Pará.

Flávio Bolsonaro obteve 41% das intenções de votos dos paraenses, em cenário de 1º turno, seguido por Lula, com 38,3%. O desempenho ainda representa um empate técnico, de acordo com a margem de erro de 2,7 pontos do levantamento estatístico. E expõe uma polarização consolidada no Pará, já que o terceiro colocado, governador do Paraná Ratinho Junior (PSD), obteve apenas 3,1% das intenções de voto, seguido de outros quatro concorrentes que pontuam entre 2,4% e 0,6%.

Na simulação de 2º turno, Flávio tem 47,4% da preferência de voto dos paraenses. Enquanto Lula seria derrotado com 42,9%. A pesquisa ainda mostra que o presidente petista seria reeleito com 43,9%, se seu adversário em 2º turno fosse Ratinho Junior, que obteve 37,7%. Mas o governador paraense já anunciou que não será candidato a presidente.

No Pará, Lula somente lidera sobre Flávio no cenário espontâneo, quando o eleitor diz sua preferência de voto sem o auxílio de uma lista com opções de pré-candidatos. Neste contexto, o presidente petista tem 22,8% e o senador do PL tem 18,9%, ainda em empate técnico. O ex-presidente Jair Bolsonaro é o preferido de 4,8% dos paraenses, mesmo estando internado e preso, cumprindo pena de 27 anos e três meses por crimes na “trama golpista”.

Esta pesquisa foi registrada pela Paraná Pesquisas no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º BR04700/2026 para o cargo de Presidente. E uma amostra de 1.400 eleitores ouvidos pessoalmente entre os dias 18 e 21 deste mês de março, em 59 municípios. Tal amostra representativa do Estado do Pará atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,7 pontos percentuais para os resultados gerais.

Veja os números:

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/no-para-flavio-esta-na-frente-de-lula-em-1o-e-2o-turnos

Lula tem reprovação de 53,7% e gestão é péssima para 39,1%, no Pará

Presidente Lula com o governador do Pará Helder Barbalho. (Foto: Arquivo/Ricardo Stuckert/PR)

O governo do presidente Lula (PT) é reprovado por 53,7% dos eleitores do Pará, onde é avaliado como péssimo por 39,1%, de acordo com os números da Paraná Pesquisas, divulgados nesta terça-feira (24).

O desempenho negativo é resultado de uma alta de 10,4 pontos de reprovação do governo Lula e da queda de 9,7% na sua aprovação, desde dezembro do ano passado. E ocorre no estado em que o presidente tem como aliado o governador Helder Barbalho (MDB) e seu irmão Jader Barbalho Filho como ministro das Cidades, uma das pastas mais importantes do governo petista.

Somente 13,2% avaliam como ótima a gestão de Lula, e 18,5% como boa. Somada com a avaliação ruim de 8,1%, a classificação péssima amplia a avaliação negativa para 47,2%. Enquanto 19,8% dos eleitores paraenses consideram o governo petista como regular.

A pesquisa é a mesma que mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com a preferência do eleitor do Pará na disputa contra a reeleição do presidente Lula ao Palácio do Planalto. 

Esta pesquisa foi registrada pela Paraná Pesquisas no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º BR04700/2026 para o cargo de Presidente. E uma amostra de 1.400 eleitores ouvidos pessoalmente entre os dias 18 e 21 deste mês de março, em 59 municípios. Tal amostra representativa do Estado do Pará atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,7 pontos percentuais para os resultados gerais.

Veja os números:

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/lula-tem-reprovacao-de-537-e-gestao-e-pessima-para-391-no-para

Be the first to comment on "CPMI do INSS e investigações do Master estão prorrogadas"

Leave a comment

Your email address will not be published.


*