
As muitas conexões de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com Daniel Vorcaro acabaram saindo mais custosas para a imagem do Supremo Tribunal Federal do que o valor do whisky que eles tomaram num evento patrocinado pelo Banco Master em Londres. E isso considerando que a tal degustação de destilados nobres saiu por mais de 3 milhões de reais. O prejuízo reputacional para a corte é incalculável e intangível, se evidenciando nos números recentes dos institutos de pesquisa.
O último levantamento da Quaest mostra que o índice de confiança da população na corte afundou, caindo para 43%, numa trajetória de quedas desde meados de 2023. Na medida inversa, a desconfiança explodiu, num salto de 40% em 2023 para 49% em março de 2026. Um claro reflexo do momento em que, sob olho do furacão, o STF continua se comportando de forma corporativista, mesmo flagrado protagonizando um escândalo que começou no ambiente bancário, mas que se estendeu perigosamente para desmoralizar toda a institucionalidade.
Quem quer que ache a rejeição crescente ao STF é relativa apenas ao espectro oposicionista, estará fazendo uma leitura torta ou ignorante da realidade
Essa visão negativa se desdobra em outros reflexos importantes. 72% dos entrevistados entendem que o STF tem poder demais. Outros 66% afirmaram que candidatos ao Senado devem se comprometer em votar o impeachment de ministros da corte. Lida sob o ponto de vista político, a pesquisa mostra que há uma inclinação crescente da população por colocar alguma forma de aresta no que considera uma influência danosa excessiva do STF. E essa é bandeira identificada com o campo da oposição de direita ao governo.
Ainda que o escândalo do Master não tenha identificação ideológica (pois afeta gente na direita, na esquerda e no Centrão), acabou colando no governo petista. E talvez a percepção dos entrevistados da Quaest ajude a entender a razão disso. Para 59% dos que responderam, o Supremo é aliado do governo Lula. E isso significa que, na cabeça de parte considerável do eleitorado, a corte e o presidente são uma coisa só.
É improvável que a publicidade oficial do governo consiga produzir uma dissociação entre Lula e o STF. Isso por uma série de fatores que incluem as recentes indicações de nomes próximos a ele para configuração da corte, bem como o fato de que Alexandre de Moraes é visto como o responsável pela prisão de Bolsonaro (que teria se revertido em fato positivo para o petista), e pela própria nomeação de Toffoli, que já atou juridicamente para o PT.
Quem quer que ache a rejeição crescente ao STF é relativa apenas ao espectro oposicionista, estará fazendo uma leitura torta ou ignorante da realidade. O caso Master furou a bolha ideológica. Entre eleitores autodesignados “independentes”, 51% dizem não confiar no Supremo. É aquela parte do eleitorado que é fiel da balança para vencer uma eleição. O STF sangra em praça pública, e Lula vem arrasto, com sua busca pela reeleição contaminada pelo caso.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/guilherme-macalossi/governo-lula-sangra-junto-com-stf-no-banco-master/
José Dirceu ataca Flávio Bolsonaro de que eventual vitória significa “guerra e submissão” a Trump

O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu (PT), afirmou neste domingo (15) que uma eventual vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na eleição presidencial de outubro representaria, segundo ele, uma “aliança com Trump, com a guerra e com a submissão do Brasil”. A declaração foi feita durante discurso no evento que marcou seus 80 anos, realizado em São Paulo diante de militantes e apoiadores.
Durante a fala, Dirceu associou a possível candidatura de Flávio Bolsonaro a um alinhamento político do Brasil com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua política externa.
“O que significa o Flávio Bolsonaro? Aliança com Trump, com a guerra, com a submissão do Brasil, o fim da nossa soberania e da nossa independência”, afirmou segundo registrou o site Poder360.
José Dirceu também sugeriu que setores da elite brasileira estariam incentivando o surgimento de uma candidatura ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais.
“Quando se fala agora claramente na candidatura do Flávio, porque não falam mais Bolsonaro, é que parte das elites está namorando a volta do bolsonarismo no governo do Brasil”, declarou.
Dirceu ainda acusou lideranças associadas ao ex-presidente de representarem ameaças institucionais e voltou a citar os atos de 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília. Na avaliação do ex-ministro, o episódio representou uma tentativa de “golpe de Estado militar”.
Durante o evento, o petista confirmou que pretende disputar uma vaga de deputado federal por São Paulo nas eleições de 2026, candidatura que, segundo ele, ocorreu a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A organização do encontro informou que o ato teve como objetivo principal reunir a militância paulista e discutir o cenário político nacional.
Uma segunda celebração do aniversário de Dirceu está prevista para terça-feira (18), em Brasília, com a presença de dirigentes partidários e outras lideranças políticas.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/dirceu-ataca-flavio-eventual-vitoria-significa-guerra-submissao-trump/

Sete respostas que Moraes deve ao Brasil

Há uma palavra que Alexandre de Moraes repete como mantra: respeito. Respeito às instituições. Respeito ao Supremo. Respeito à toga. Curioso que um homem tão exigente de respeito alheio seja tão avesso a prestá-lo à lei, à Constituição e, sobretudo, ao cidadão brasileiro que paga seu salário.
O caso que envolve o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, não é mais um escândalo isolado num país acostumado a escândalos. É o retrato de um sistema. Um sistema em que o mesmo ministro que prende, censura e condena cidadãos usa mensagens de visualização única para se comunicar com um banqueiro criminoso na noite da própria prisão dele. Que coincidência…
Há anos venho denunciando os abusos da ditadura da toga. E, por isso, sou um dos milhares de perseguidos políticos do consórcio PT-STF. Hoje, até a imprensa internacional, como a revista The Economist, noticia o que esta Gazeta e eu denunciamos há anos. O despertar da imprensa é tardio, mas com certeza bem-vindo.
Alexandre de Moraes deve ao Brasil respostas. Não notas protocolares e cheias de narrativas que não se sustentam nem na primeira análise. O Brasil não quer evasivas jurídicas. Exigimos respostas. E Moraes tem o dever de dar respostas claras, ao menos, para as seguintes perguntas sobre o caso Daniel Vorcaro:
Alexandre de Moraes silencia. E o silêncio, como ele próprio já sentenciou, “indica consciência sobre a ilegalidade dos atos”. Se não conseguir responder a perguntas legítimas feitas por qualquer cidadão brasileiro, o gesto mais digno é um só: tirar a toga e sair do Supremo Tribunal Federal
* No dia 17 de novembro, quando Vorcaro foi preso pela primeira vez, Vossa Excelência e o banqueiro investigado trocaram várias mensagens. Numa delas, Vorcaro pergunta: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?” O que ele queria que o senhor bloqueasse, ministro? Por que um banqueiro preso acreditou que o senhor bloquearia alguma coisa para ele?
* Vossa Excelência respondeu àquela mensagem com prints de visualização única, que se apagam depois de lidos. O que ele respondeu? Se era uma conversa banal, por que o segredo? Ministros do STF têm obrigação de transparência ou isso vale só para os todos os demais funcionários públicos?
* Poucas horas depois, Vorcaro voltou: “Alguma novidade?”. Vossa Excelência respondeu mais duas vezes, de novo, com mensagens que desaparecem. Ministro, o que havia nessas mensagens tão delicadas que não podiam ser guardadas?
* O STF emitiu nota, a seu pedido, alegando que os prints de Vorcaro eram destinados a outras pessoas. O jornal O Globo desmentiu: a análise técnica da Polícia Federal vinculou as mensagens a arquivos enviados. Ministro, a nota oficial de seu gabinete no STF continha uma inverdade? Vossa Excelência mentiu através da corte?
* O ordenamento brasileiro estabelece que servidor público não pode receber presente acima de valor simbólico, que, hoje, é de de R$ 416,50. Vossa Excelência participou de uma degustação de whisky em Londres custeada por Daniel Vorcaro, a um custo de R$ 3,2 milhões. Ministro, essa lei, como tantas outras, não vale para Vossa Excelência?
* No julgamento de Débora dos Santos, que rabiscou com batom a estátua do STF e foi condenada a 14 anos, Vossa Excelência afirmou que “apagar dados do celular também indica uma consciência sobre a ilegalidade dos atos praticados”. Então, ministro: o que a consciência de Vossa Excelência lhe dizia enquanto enviava a Vorcaro mensagens programadas para se autodestruir?
* O escritório da esposa de Vossa Excelência, Viviane Barci de Moraes, fechou contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master. Não há precedente no país para honorários advocatícios nesse patamar, nem nas bancas mais caras de São Paulo. Porém, prestes a ser preso, Vorcaro mal falou com sua advogada. Em lugar disso, preferiu falar com Vossa Excelência, ministro. Afinal o contrato era com sua esposa ou com Vossa Excelência?
Respeito, dizia o ministro. Pois bem. Respeito não se decreta. Não se impõe sob ameaça de multa ou prisão. Não nasce de inquéritos sigilosos, de mensagens que somem e de contratos milionários. Respeito se conquista com transparência, com probidade, com a coragem de se explicar.
Alexandre de Moraes silencia. E o silêncio, como ele próprio já sentenciou, “indica consciência sobre a ilegalidade dos atos”. Se não conseguir responder a perguntas legítimas feitas por qualquer cidadão brasileiro, o gesto mais digno é um só: tirar a toga e sair do Supremo Tribunal Federal (STF). Como Vossa Excelência não dá o menor sinal de que terá um gesto de tal grandeza, restará ao Senado da República, o atual ou o próximo, impichá-lo. E à Justiça – a verdadeira, hoje tão em falta – avaliar e julgar seu comportamento de acordo com a lei e com a Constituição brasileira.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/marcel-van-hattem/sete-respostas-que-moraes-deve-ao-brasil/
Oposição vai intensificar pressão no STF para conceder prisão domiciliar a Bolsonaro

Parlamentares da oposição se reunirão nesta segunda (16) para traçar novas estratégias para pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a conceder o direito à prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso desde janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar – conhecida como “Papudinha” – em Brasília. Eles utilizarão a recente crise da Corte em meio ao caso do Banco Master para insistir no benefício.
A promessa de pressão ocorre três dias depois de Bolsonaro ser novamente hospitalizado com um quadro de broncopneumonia bilateral, um problema respiratório que seria causado ainda pela facada que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018. Neste final de semana, ele chegou a ter uma piora na função renal.
“Vamos continuar pressionando politicamente até o presidente ficar em casa, para que ele possa ter mais dias de vida. A Suprema Corte está envolvida em diversos escândalos de corrupção, tráfico de influência, decisões arbitrárias, perseguição. A gente vai bater pesado nesse sentido”, afirmou o deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara, em entrevista à Folha de S. Paulo publicada neste início de semana.
O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal que levou Bolsonaro à prisão, negou neste mês um pedido da defesa para transferir o ex-presidente à prisão domiciliar. Mesmo após a decisão, aliados do ex-presidente indicaram que um novo requerimento será apresentado ao STF nos próximos dias.
A internação reforçou o argumento de aliados de que o estado de saúde do ex-presidente exige medidas humanitárias. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já informou que pretende protocolar outra solicitação à Corte, reforçando o argumento de que o estado de saúde do pai exige tratamento em casa.
Neste domingo (15), o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o pai está “inchado” devido aos antibióticos e “naturalmente irritado” com a situação de saúde. Ele ainda ressaltou que Bolsonaro correu sério risco de morte antes de receber atendimento médico.
“Conversei com os médicos, que foram muito claros: mais uma ou duas horas no estado em que ele se encontrava e, muito provavelmente, a morte teria ocorrido”, afirmou acrescentando que isso é exatamente o que “os canalhas querem”.
Carlos Bolsonaro voltou a defender a transferência do pai para prisão domiciliar, alegando que seria uma medida para “preservação da sua vida”. Ele lamentou que Bolsonaro, “um homem que jamais desviou um centavo dos cofres públicos”, permaneça preso enquanto criminosos estariam soltos e dando ordens no país.
O último boletim médico indicou evolução clínica e melhora na função renal, mas os marcadores inflamatórios no sangue apresentaram nova elevação, exigindo aumento da medicação antibiótica. Jair Bolsonaro segue recebendo suporte clínico intensivo, com intensificação da fisioterapia respiratória e motora, e ainda não há previsão de alta da UTI do Hospital DF Star, na capital federal.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/oposicao-intensificar-pressao-stf-prisao-domiciliar-a-bolsonaro/
Vorcaro tem surto de raiva, soca parede da cela e grita nomes de autoridades

Após a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve sua prisão, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, teve um surto de raiva dentro da cela na Penitenciária Federal de Brasília onde está custodiado desde a semana passada.
Na noite de sexta-feira (13), relatos apontam que Vorcaro teria gritado nomes de autoridades e de pessoas de quem possivelmente esperava ajuda ou medidas mais efetivas para tirá-lo da prisão, enquanto desferia socos nas paredes da cela, causando ferimentos nas próprias mãos. O episódio ocorreu após a decisão colegiada confirmar sua detenção preventiva no âmbito da operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras e obstrução de Justiça.
Segundo fontes que acompanham o caso, o comportamento reforçou especulações sobre a possibilidade de delação premiada, com Vorcaro ameaçando “trazer todos juntos” com ele. Vorcaro precisou de atendimento médico, e a penitenciária teria registrado o episódio como um surto emocional, em meio a um clima de tensão envolvendo chefes de facções criminosas também abrigados no presídio de segurança máxima.
Naquela mesma noite, Vorcaro recebeu a visita do seu novo advogado no caso, José Luís Oliveira Lima, conhecido em Brasília por grandes articulações de acordos de delação premiada.
Essa foi a segunda prisão de Vorcaro. Ela foi determinada pelo ministro André Mendonça, que justificou a necessidade de impedir que ele interferisse nas investigações e intimidasse testemunhas, já que mensagens e provas coletadas apontariam, segundo o magistrado, para a existência de um grupo de operadores que teria atuado para obstruir a Justiça, inclusive com o uso de violência física. A defesa do ex-banqueiro ainda não se pronunciou sobre o episódio. Com maioria pela manutenção da prisão, Vorcaro segue no presídio até o encerramento das diligências.
Veja o perfil do novo advogado de Vorcaro
A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro passou a ser conduzida por um dos criminalistas mais conhecidos do país, José Luís de Oliveira Lima. Com mais de três décadas de atuação na advocacia criminal, o advogado construiu carreira representando empresários, executivos e figuras políticas em processos de grande repercussão nacional. Conhecido no meio jurídico como “Juca”, ele ganhou projeção ao atuar na defesa do ex-ministro José Dirceu no julgamento do escândalo do Mensalão, no Supremo Tribunal Federal.
Anos depois, também integrou a equipe responsável pela defesa do general Walter Braga Netto em processos ligados à investigação sobre a suposta tentativa de golpe de Estado.
O advogado também tem trajetória destacada em entidades da classe, tendo presidido a Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo, além de ter sido conselheiro da instituição e presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo.
Ao longo da carreira, consolidou reputação como especialista em direito penal econômico e em casos complexos com repercussão política e empresarial, sendo frequentemente citado entre os principais nomes da advocacia criminal no Brasil.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/vorcaro-tem-surto-de-raiva-soca-parede-da-cela-e-grita-nomes-de-autoridades/

Longe de ser um estadista, Lula se posiciona contra os EUA

À medida que o tempo passa, qualquer presidente da República que seja de fato um estadista também é pragmático. Percebe que seus aliados estão se entregando e trata de levar o país para uma senda segura. Não é o que Lula está fazendo.
No momento em que Maduro está na cadeia, o regime venezuelano está abandonando seus tradicionais mantenedores. Irã, China e até Cuba, que também está acabando e já quer negociar com Trump. O Irã está abandonado pelos seus supostos protetores.
Eles estão cuidando de seus próprios problemas: a Rússia com a Ucrânia; a China com seu abastecimento de petróleo, que já não vem mais da Venezuela nem do Irã.
E Lula faz o caminho contrário. Exacerba ainda mais a hostilidade com os Estados Unidos. Foi o caso da visita do conselheiro adjunto de Trump, que tinha marcado presença no Brasil em um seminário sobre minerais raros, em São Paulo. No dia 18, aproveitaria para visitar Bolsonaro e iria ao Itamaraty visitar o Departamento de Europa e América do Norte.
De repente, o Itamaraty disse não ao pedir visto, pois o conselheiro da Casa Branca teria omitido dados. A visita a Bolsonaro já tinha sido concedida, imediatamente, pelo ex-Magnitsky, o ministro do STF Alexandre de Moraes.
Então, o Lula declarou no Rio: “esse cara não vem para cá porque eu não deixo.” E acrescentou: “enquanto não devolverem o visto para o meu ministro da Saúde, Alexandre Padilha, eu não dou visto para esse cara.”
O Itamaraty apresentava a explicação de que a negativa era por omissão de dados sobre o que ele faria no Brasil. Moraes, sem saber o que fazer, desfez o que havia feito e disse que era por causa do artigo 4º, inciso IV, da Constituição, um dos princípios da República Federativa do Brasil: a não intervenção.
Ou seja, Moraes estaria dizendo que o norte-americano iria intervir no Brasil. Assim como o chanceler Mauro Vieira também havia afirmado que poderia haver intervenção em questões internas do Brasil. Tudo isso por causa da visita a um ex-presidente que está preso e inelegível — uma visita que poderia ser considerada humanitária. Mesmo assim, Lula afirmou que foi ele quem mandou e vetou a visita do conselheiro de Trump ao Brasil.
Lula x Estados Unidos (parte 2)
Há ainda outra briga envolvendo o presidente Lula. O governo dos Estados Unidos, junto com mais 12 países do continente, quer declarar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, para que possa ser aplicada a lei antiterror. Mas o governo brasileiro não quer, prefere dizer que não são terroristas.
O depoimento na CPMI do INSS
O ministro do STF André Mendonça lembrou um princípio de direito: ninguém é obrigado a criar prova contra si. Ninguém é obrigado a se incriminar.
Por isso, o ex-presidente da Contag Aristides Veras dos Santos, convocado pela CPMI do INSS, que investiga os descontos nos vencimentos de aposentados e pensionistas — dinheiro dos velhinhos, cerca de R$ 2 bilhões — poderá exercer esse direito.
Segundo o ministro André Mendonça, que é o relator, se ele quiser ir, vai; se quiser ficar em silêncio, fica. Porque ninguém é obrigado a se incriminar.
Comunicação oficial e língua portuguesa
Há algo curioso na comunicação do governo. Quem acompanha diariamente a agência oficial de notícias percebe que ela publicou recentemente uma espécie de manual sobre ofensas contra mulheres.
A intenção, certamente, é denunciar o problema. Mas o resultado parece quase um guia explicando quais termos podem ser usados para ofender mulheres, inclusive apresentando expressões em inglês.
Isso revela uma ingenuidade jornalística enorme. Aliás, não é só isso. Parece que muita gente simplesmente abandonou o português correto.
Basta ouvir alguns repórteres em entradas ao vivo: “ali, ali, ali”. “O presidente ali disse ali”. A pessoa fica procurando onde está a notícia no meio da frase. Se “Ali” fosse nome próprio, até faria sentido. Mas não é o caso.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/longe-de-ser-um-estadista-lula-se-posiciona-contra-os-eua/
Para proteger Dino, Moraes ataca a imprensa livre

A liberdade de imprensa e a proteção constitucional ao sigilo da fonte jornalística são as novas baixas da investida liberticida de Alexandre de Moraes. Para blindar o colega Flávio Dino, o ministro do STF determinou busca e apreensão na residência do jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida (que assina seus conteúdos apenas como Luís Pablo), que denunciou um suposto uso para fins pessoais e familiares, por parte de Dino, de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão. Os policiais levaram computadores e celulares do jornalista, que teria cometido o recentemente tipificado crime de “perseguição”.
Em 20 de novembro do ano passado, o blog de Luís Pablo afirmou que um veículo blindado do TJ-MA estava sendo usado pela esposa e pelo filho de Dino em seus deslocamentos por São Luís, capital do Maranhão, estado de origem do ministro do STF. O carro havia sido adquirido com recursos de um fundo “destinado exclusivamente à segurança institucional de magistrados e às atividades do próprio Judiciário estadual”, segundo o blog, e era usado por Dino e sua família “de forma contínua e sem ato público que formalize a cessão” – o ministro, por ser ex-governador do Maranhão, ainda tem direito legal a outro veículo e segurança de policiais militares quando está no estado. O jornalista ainda afirmou que esse uso contraria normas do Conselho Nacional de Justiça. Apenas neste mês o STF formalizou ao TJ-MA o pedido para que um veículo seja colocado à disposição de Dino.
Basta juntar os pontos para concluir que Moraes quer saber quem passou a Luís Pablo a informação de que a família de Dino estaria usando indevidamente o veículo oficial
Em mais um dos malabarismos jurídicos que Polícia Federal (autora da representação contra Luís Pablo), Procuradoria-Geral da República (que deu parecer favorável à busca e apreensão) e STF dominam com maestria quando se trata de perseguir pessoas consideradas inconvenientes, o que era uma denúncia de mau uso de recursos públicos se tornou possível crime de perseguição. A publicação de imagens do veículo, com o número da placa – uma informação de indubitável interesse público –, se tornou evidência de uma intenção maligna do jornalista: não a de expor o uso indevido de um veículo funcional, mas a de “atentar contra ministro do STF” e provocar “ameaças à integridade física ou psicológica da vítima”. É o modus operandi usado contra os Mantovani, repetido com exatidão de detalhes, e acrescido de um detalhe grotesco.
Enquanto atribui a Luís Pablo intenções escusas por trás de seu trabalho jornalístico investigativo, Moraes nem mesmo esconde qual é a sua verdadeira intenção. O ministro menciona “possível acesso [da parte do jornalista] a informações restritas, com utilização de ferramentas institucionais, mediante participação de outros indivíduos na ação” e ordena “acesso e análise do conteúdo (dados, arquivos eletrônicos, mensagens eletrônicas e e-mails armazenado” nos computadores e celulares apreendidos. Basta juntar os pontos: Moraes quer saber quem passou a Luís Pablo a informação de que a família de Dino estaria usando indevidamente o veículo oficial. Em bom português, o nome do que Moraes pretende fazer é violação do sigilo da fonte, sigilo este protegido pelo inciso XIV do artigo 5.º da Constituição.
Acrescente-se a esse absurdo a tentativa canhestra, por parte do STF, de esconder a ligação entre o mandado contra Luís Pablo e o sigiloso e abusivo inquérito das fake news. Em nota, a corte afirmou que a operação contra o jornalista “não tem correlação com crimes contra a honra ou liberdade de expressão ou inquérito das fake news”, o que é desmentido pela própria ordem de Moraes. O ministro afirma que os autos foram distribuídos inicialmente a Cristiano Zanin, que no entanto “reconheceu a prevenção ao Inq. 4.781/DF, de minha relatoria”, e “requereu a redistribuição (…). Os autos foram então a mim distribuídos em 18/2/2026, por prevenção ao Inq. 4.781/DF” – o número é exatamente o do inquérito das fake news.
É tudo tão aberrante que é impossível não questionar se Moraes não estaria testando a temperatura da água para, quem sabe, agir em outro caso, bem mais rumoroso. É evidente que os ministros do Supremo estão interessadíssimos em descobrir quem anda repassando a jornalistas de grandes veículos brasileiros informações comprometedoras que ligam os membros da corte ao banqueiro Daniel Vorcaro. Mas ordenar busca e apreensão, ou intimar para depor repórteres célebres de jornais e portais de notícias de alcance nacional acabaria de vez com o apoio explícito ou tímido que ainda resta à corte. Melhor, primeiro, usar como cobaia um blogueiro sem vinculação com nenhum grande veículo de imprensa, em um caso de dimensões locais (ainda que envolvendo ministro do STF), e aguardar a repercussão, para só então analisar se valeria a pena investir contra alguém mais renomado.
O sigilo da fonte não é uma proteção apenas a jornalistas; é uma garantia para todos os cidadãos
Independentemente desta hipótese, não há como a sociedade permanecer inerte diante desta nova agressão a liberdades democráticas. Já se vão anos de ataques contínuos ao devido processo legal e à liberdade de expressão, com a banalização da censura, e a garantias como a individualização da conduta na acusação penal e o direito à ampla defesa; anos de investigações sigilosas, inversão do ônus da prova, condenações por supostos crimes jamais tentados; anos de perseguição implacável não só aos Mantovani, no episódio do aeroporto de Roma, mas também a tantos outros, como empresários que compartilham opiniões em conversas privadas, ou quem ousou escancarar os arbítrios supremos, como o ex-assessor Eduardo Tagliaferro. A Gazeta do Povo esteve na linha de frente da denúncia a tudo isso desde o início, enquanto outros têm se insurgido apenas mais recentemente, depois de um longo sono.
A operação ordenada por Moraes contra o jornalista maranhense testa mais uma vez a opinião pública e as instituições brasileiras. O sigilo da fonte não é uma proteção apenas a jornalistas; é uma garantia para todos os cidadãos – dos poucos que descobrem e denunciam um delito aos inúmeros que são lesados pelas práticas ilícitas e que têm o direito à informação. A seccional maranhense da OAB e entidades ligadas ao setor de comunicação, como a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) já se manifestaram. Mas o repúdio tem de ser ainda mais forte e inequívoco. O país está cansado de déspotas que, em causa própria, destroem uma a uma as garantias constitucionais dos brasileiros.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/alexandre-de-moraes-flavio-dino-luis-pablo-sigilo-da-fonte/

Não foi dessa vez…

O filme O agente secreto não levou nenhuma estatueta no Oscar deste domingo. Nem de “melhor filme”, nem de “melhor ator” para Wagner Moura, que muitos consideravam já um fato consumado. O presidente Lula já tinha até preparado festa para explorar politicamente a “cultura nacional”. Mas não foi dessa vez. Quem sabe no próximo filme sobre nossa ditadura, não a atual, que os artistas não enxergam, mas o regime militar?
“Torceu contra, Rodrigo?” Algumas pessoas apontam que é falso o patriotismo de quem não torceu pelo diretor e pelo ator. Uma concepção equivocada de patriotismo. O que essa turma de esquerda faz é usurpar a arte para fins políticos e eleitorais. Wagner Moura deu várias entrevistas nos Estados Unidos: só falava de Bolsonaro! Parece uma obsessão…
Sim, torci contra. E fiquei feliz com o resultado. O Brasil não precisa desse ufanismo patético regado a recursos públicos. São nos regimes comunistas que a ‘arte’ se presta ao papel de ser instrumento dos tiranos e corruptos
Ficou com seu discurso de vencedor entalado na garganta, mas podemos especular o teor. Certamente atacaria o governo Bolsonaro e bancaria a vítima de perseguição, traçando um paralelo entre o regime militar e o governo do ex-presidente, em vez de constatar o óbvio: hoje é que vivemos um regime de exceção, implantado pelo consórcio PT-STF, justamente aquele defendido por artistas como Wagner Moura.
Portanto, eu respondo: sim, torci contra. E fiquei feliz com o resultado. O Brasil não precisa desse ufanismo patético regado a recursos públicos. São nos regimes comunistas que a “arte” se presta ao papel de ser instrumento dos tiranos e corruptos. Não haveria qualquer “orgulho nacional” se nosso Oscar fosse para um filme “lacrador” ou para um ator militante.
Aliás, parêntese: que papelão ridículo o de Javier Bardem. Chegou gritando “Sem guerra” e “Libertem a Palestina”. Os clichês de sempre. Sobre os cerca de 40 mil iranianos massacrados pelo regime dos aiatolás xiitas defendido por Lula, nem uma só palavra! Como a “empatia” dessa gente é seletiva, não é mesmo? Fecho o parêntese.
Artista adora escolher “causas nobres” para chamar a atenção e pagar pedágio para uma indústria tomada por “progressistas”. Seria, então, vexaminoso para um brasileiro patriota, decente, honesto, ter de ver um vitorioso Wagner Moura enaltecendo o que não presta e mentindo sobre o período em que o país estava justamente se endireitando.
Mas tudo bem. A Lei Rouanet vai continuar irrigando os cofres dessa turma que só tem esse tema único na cabeça, novos filmes serão feitos sobre nossa “terrível ditadura militar”, e nada, absolutamente nada será produzido para expor os atuais tiranos corruptos, aqueles que realmente censuram, perseguem, prendem e, como Clezão pode atestar, matam.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/oscar-wagner-moura-nao-foi-dessa-vez/
STF blindou na CPMI chefe da Contag que faturou R$3,8 bilhões de aposentados

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), lamentou a nova dispensa da obrigatoriedade do depoimento de peças-chave para esclarecer o roubo bilionário a aposentados e pensionistas do INSS. O parlamentar alagoano ressalta que, desta vez, o Supremo Tribunal Federal (STF) amparou com habeas corpus Aristides Veras dos Santos, nada mais que o ex-presidente da Contag, entidade responsável por quase 40% dos descontos usados como meio de roubar beneficiários da Previdência, ao longo de dez anos.
“É lamentável que peças importantes para esclarecer o roubo contra aposentados e pensionistas estejam se amparando em habeas corpus para não comparecer às oitivas. Mais uma vez somos obrigados a suspender reuniões por ausência de depoentes”, criticou Alfredo, após a decisão do ministro André Mendonça ter favorecido Veras.

Alfredo Gaspar, relator, e Carlos Viana, presidente da CPMI. (Foto: Carlos Moura/AgSenado).
A Contag é uma das entidades investigadas pela Polícia Federal, na Operação Sem Desconto, por ter faturado R$ 3,8 bilhões com descontos em contracheques de beneficiários do INSS, desde 2016. E já foi alvo da indignação de Alfredo Gaspar, em fevereiro, quando o relator condenou o fato de o órgão previdenciário do governo do presidente Lula (PT) manter vigente o acordo de cooperação técnica (ACT), viabilizando a continuidade dos descontos nos rendimentos de brasileiros vulneráveis.
“Mesmo sem alguns depoimentos importantes, o trabalho da relatoria segue firme, analisando documentos, catalogando provas e estruturando um relatório técnico e firme. O compromisso permanece o mesmo, buscar a verdade e a justiça para milhares de vítimas”, assegurou Alfredo.
A Contag mantém ligações com o presidente Lula (PT) e segue controlada por petistas, como sempre foi, ao longo de décadas. E Aristides é irmão do deputado federal Carlos Veras (PT-PE).
A nova dispensa do STF da obrigação de um convocado comparecer à CPMI ocorreu dias depois de o ministro André Mendonça ter recebido o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG) e o relator Alfredo Gaspar, em audiência marcada por apelos para que não houvesse interferência judicial nos trabalhos da comissão parlamentar.
Após o encontro, Viana chegou a dizer que Mendonça iria rever o habeas corpus que desobrigou o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, de ir depor à CPMI. E, na sexta-feira (13), a comissão apelou ao STF pela prorrogação dos trabalhos da CPMI, prevista para encerrar neste mês de março.
Senado: Conselho de Ética não trabalha há 610 dias

Deve dar em nada a representação do Partido Novo contra Davi Alcolumbre (União-AP) no Conselho de Ética do Senado. A sigla questiona a condução institucional do presidente da Casa, que sentou em cima dos pedidos de CPIs do Banco Master, além de não andar com análise dos pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Eduardo Girão (Novo-CE) quer ainda a prorrogação da CPMI que investiga os cambalachos no INSS.
Nada anda
Acontece que o Conselho de Ética está longe de ser conhecido pela produtividade. O colegiado não se reúne desde julho de 2024.
Gavetão
Na última reunião do conselho, os senadores analisaram quatro representações contra os colegas. Votaram para arquivar tudo.
Nem virtual
Como ninguém é de ferro, em 2024 foi apenas uma reunião. Antes disso, duas em 2023. Em 2020, 2021 e 2022, pode esquecer, não teve sessão.
Sem pressa
A representação do partido foi apresentada à Secretaria-Geral da Mesa. O Conselho de Ética nem mesmo foi instalado este ano.
Filme brasileiro fracassa no Oscar e não ganha uma só estatueta

O filme brasileiro “O agente secreto” perdeu em todas as categorias que disputou no Oscar 2026, frustrando as expectativas geradas por setores da cultura e da mídia do Brasil que davam como certa a consagração do filme estrelado por Wagner Moura e dirigido por Kleber Mendonça Filho.
“Uma batalha após a outra” ganhou seis estatuetas desta 98ª edição do Oscar, incluindo melhor filme, em uma noite em que o Brasil perdeu todas as cinco categorias que disputou, sendo quatro por “O Agente Secreto” e também a categoria de Melhor Fotografia, disputada pelo d diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso, pelo seu trabalho no filme “Sonhos de Trem” (Netflix). A estatueta foi para o filme “Pecadores”.
O fiasco do filme brasileiro “O Agente Secreto” era previsto por especialistas desde sua derrota em todas as categorias que disputou semanas atrás no Bafta, considerado o “Oscar do cinema britânico”, o mais prestigiado da indústria cinematográfica no Reino Unido, concedido pela Academia Britânica de Artes da Televisão e do Cinema, em Londres.
“Pecadores”, que era considerado o azarão que tinha chances de estragar a festa de Leonardo DiCaprio e companhia, venceu quatro de suas históricas 16 indicações. Entre elas, Michael B. Jordan levou como melhor ator.
Apesar do lobby, o filme brasileiro não conseguiu nem mesmo o Oscar de Melhor Filme Internacional, onde espertava ter chances. Perdeu para o norueguês “Valor Sentimental”.
Perdeu, mané
Outra derrota relevante foi a do ator Wagner Moura, militante de esquerda que sempre apequena seus discursos, nessas ocasiões, com ataques agressivos aos adversários do PT. Ele foi derrotado pelo ator Michael B. Jordan, do filme “Pecadores”, que não precisou fazer lobby para arrebatar a estatueta. Ao subir ao palco, Jordan procurou por seus pais na plateia e contou que seu pai viajou de Gana até Los Angeles para ver a premiação.
“Estou aqui por causa das pessoas que vieram antes de mim. Sidney Poitier, Denzel Washington, Halle Berry, Jamie Foxx, Forest Whitaker, Will Smith. E estar entre esses gigantes, entre esses grandes, entre meus ancestrais… obrigado”, disse o ator, que é o sexto negro a vencer nesta categoria.
Um filme, seis Oscar
“Uma batalha após a outra” ganhou o prêmio de melhor filme e outras cinco categorias no Oscar 2026, enquanto o Brasil tinha representantes com cinco indicações no total, saiu derrotado em todas elas vitórias.
“Pecadores”, que era considerado o azarão que tinha chances de estragar a festa de Leonardo DiCaprio e companhia, venceu quatro de suas histórias 16 indicações. Entre elas, Michael B. Jordan levou como melhor ator.
No fim, o que tinha tudo para ser uma disputa acirrada entre os dois filmes acabou como uma vitória até um pouco previsível da obra do cineasta Paul Thomas Anderson, favorita desde o começo da temporada de premiações.

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