As instituições da República não podem mais tolerar que o ministro Dias Toffoli continue à frente das investigações sobre o Banco Master, caso que a rigor nem deveria estar no STF. Aceitar que Toffoli continue atropelando a ordem institucional sem nenhum constrangimento seria abdicar de vez de qualquer resquício de seriedade que ainda possa existir no país. E isso porque, ao absurdo dos demais abusos do Supremo, todos intoleráveis, o caso do Banco Master acrescenta matizes de pantomima e desfaçatez.
Ainda que o ministro insista em não admitir qualquer impedimento ou suspeição para atuar no caso Master, os fatos trazidos à tona pela imprensa e que se acumulam de forma assustadora, são mais que suficientes para embasar a abertura de um processo de impeachment contra o ministro do Supremo.
Desde o início de sua atuação, a conduta de Toffoli levantou graves questionamentos. Como já recordado várias vezes nos últimos dias, pouco antes de assumir a relatoria do caso Master, Toffoli compartilhou uma carona de jatinho com o advogado de um dos investigados, sócio de Vorcaro, rumo ao Peru, onde assistiram à final da Libertadores.
O que se seguiu foram sucessivos atropelos, como ordenar uma acareação sem propósito e claramente enviesada, incluindo até mesmo um dos diretores do Banco Central, e negar acesso à Polícia Federal acesso às provas apreendidas, que deveriam ser entregues no STF, lacradas. Só após muita pressão ele aceitou o envio do material à Procuradoria-Geral da República (PGR); por fim, ao permitir que apenas quatro peritos da PF nomeados por ele (e apenas eles) tivessem acesso aos celulares e computadores aprendidos, sinalizou que pretendia influir na própria investigação.
Iniciar um processo de impeachment contra Toffoli é urgente – e o Senado, a quem cabe tal tarefa, não pode, como já fez tantas vezes diante dos abusos cometidos pelo Judiciário, adotar a covardia e a inação
Ao mesmo tempo em que Toffoli mandava e desmandava como relator do caso Master, a imprensa escancarava os intrincados laços das empresas dos irmãos de Dias Toffoli e um primo com o cunhado de Vorcaro e um fundo de investimentos que integrava a rede do Banco Master. No centro dessas relações está o resort Tayayá, empreendimento de luxo no interior do Paraná, na cidade de Ribeirão Claro. Oficialmente, o ministro nunca teve participação no empreendimento, e sim dois de seus dois irmãos – versão contestada pela cunhada de Toffolli, que, como revelou reportagem do Estadão, negou o vínculo do marido, José Eugênio Dias Toffoli, com o resort de luxo – mas a associação entre Toffoli e o empreendimento é pública e antiga.
Em 2017, ele recebeu o título de cidadão honorário de Ribeirão Claro, justamente por ter colaborado com a instalação do resort. Segundo o portal Metrópoles, Toffoli teria frequentado o resort ao menos 168 vezes desde 2022 – o equivalente a passar ali um de cada sete dias, sendo tratado por funcionários do local como “dono” do resort, que possui até uma espécie de cassino.
Ora, o Código de Processo Penal é claro: pelo artigo 252, inciso IV, o juiz está impedido quando ele próprio ou seus parentes até o terceiro grau tiverem interesse direto no feito. A situação envolvendo os familiares de Toffoli atende plenamente a esse critério. Toffoli sequer poderia se manifestar sobre o caso, quanto mais ser relator das investigações do Banco Master. A Lei do Impeachment (1.079/50) considera crime de responsabilidade o ato de “proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa” – e o impedimento é mais grave do que a suspeição, pois, enquanto esta envolve uma presunção relativa de parcialidade, aquele envolve presunção absoluta de parcialidade.
Iniciar um processo de impeachment contra Toffoli é urgente – e o Senado, a quem cabe tal tarefa, não pode, como já fez tantas vezes diante dos abusos cometidos pelo Judiciário, adotar a covardia e a inação. Uma vez aberto o processo, Toffoli deixaria a relatoria do caso Master, sendo impedido de continuar a tumultuar as investigações como tem feito até agora, e poderia esclarecer as muitas dúvidas que pairam sobre suas ações. Se comprovado o crime de responsabilidade – e, como apontamos, há indícios disso – Toffoli será cassado, num processo que, longe de significar uma ruptura da ordem institucional, seria um passo para seu restabelecimento. Ministros do Judiciário não estão acima das leis, nem imunes ao escrutínio público.
Até agora, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a quem cabe dar início ao processo de impeachment, tem-se mantido em silêncio, numa postura nada condizente com a de chefe do Legislativo. Sempre pouco disposto a contrariar a corte suprema, Alcolumbre parece preferir enxovalhar o próprio Congresso a cumprir, por vontade própria, seu papel. Diante de sua covardia, faz-se necessária a pressão forte e reiterada das instituições – das que ainda estão comprometidas com a legalidade –, políticos, imprensa e sociedade, para forçar Alcolumbre a exercer seu dever. Toffoli não pode continuar agindo livremente.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/toffoli-constrange-o-pais-banco-master/
STF contraria todas as expectativas e dá prestígio a Toffoli

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, divulgou nota oficial nesta quinta-feira (22) em defesa da atuação do ministro Dias Toffoli na relatoria do inquérito que investiga suspeitas de fraudes e irregularidades no Banco Master.
Contrariando as expectativas da opinião pública e as pressões por suspeição ou afastamento de Toffoli — motivadas por indícios de conflito de interesses e decisões controversas no caso —, Fachin classificou a conduta do colega como “regular supervisão judicial”. Ele destacou que o STF cumpre seu papel constitucional de guarda da Constituição, devido processo legal, contraditório e ampla defesa, respeitando as atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal, mas mantendo a supervisão exercida por Toffoli.
A nota surge em meio ao desgaste da imagem da Corte, arrastada para a crise junto com o relator. Fachin rebateu críticas intensas, afirmando que algumas delas extrapolam para tentativas de “desmoralizar” a instituição com o objetivo de provocar “caos” e “diluição institucional”. “O Supremo Tribunal Federal não se curva a ameaças ou intimidações”, declarou o presidente, enfatizando que nenhuma pressão política, corporativa ou midiática pode revogar o mandato constitucional da Corte. Ele reconheceu a legitimidade da crítica, mas alertou que a história é “implacável” com quem tenta destruir instituições.
Fachin mencionou indiretamente decisões tomadas no recesso — como a abertura de investigação por eventual vazamento de informações por Receita Federal e COAF, atribuída ao vice-presidente Alexandre de Moraes (que responde pela presidência no período) —, afirmando que matérias decididas individualmente serão submetidas ao colegiado oportunamente. “A colegialidade é método”, ponderou.
A manifestação também incluiu gestos de deferência a outras instituições: reconheceu a “indispensável” atuação da Polícia Federal na apuração de crimes financeiros, a autonomia técnica e indelegável do Banco Central na estabilidade do sistema financeiro, e o papel da Procuradoria-Geral da República (PGR) na persecução penal e controle da legalidade das investigações. Vale lembrar que o procurador-geral Paulo Gonet arquivou ao menos um dos pedidos de afastamento de Toffoli da relatoria, alegando ausência de providências a adotar.
Gilmar Mendes, decano do STF, já havia defendido mais cedo o arquivamento pela PGR, classificando-o como demonstração do funcionamento regular das instituições.
Fachin encerrou a nota reforçando que transparência, ética, credibilidade e respeitabilidade fortalecem o Estado de Direito — compromisso de todos os democratas. A posição da presidência do STF sinaliza clara intenção de preservar a relatoria de Toffoli e blindar a Corte contra pressões externas, optando por soluções internas e regimentais para eventuais questionamentos.
Reprovação de Lula sobe para 53,5%, aponta pesquisa

Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quinta-feira (22) indica que 53,5% dos brasileiros desaprovam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 43,0% afirmam aprová-lo. A diferença permanece fora da margem de erro.
O levantamento ouviu 2.000 pessoas em 849 cidades, entre 15 e 19 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Na comparação com a rodada anterior, publicada em dezembro de 2025, a desaprovação oscilou 0,2 ponto percentual para cima, enquanto a aprovação avançou 1,3 ponto no período. A pesquisa também mediu a avaliação do governo:
- 48,7% classificam a gestão como ruim ou péssima;
- 33,5% como ótima ou boa;
- e 16,4% como regular.
Outros 1,4% não souberam responder.
FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/lula-tem-535-de-desaprovacao-diz-pesquisa
ONG pede investigação sobre ligação de Toffoli com resort de luxo

A Transparência Internacional, Brasil divulgou nesta quinta-feira (22) um apelo público às autoridades brasileiras requerendo a instauração de investigações formais sobre as ligações entre o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o Resort Tayayá, empreendimento de luxo localizado em Ribeirão Claro, no interior do Paraná.
Segundo a entidade, as informações já tornadas públicas pela imprensa configurariam indícios suficientes de possíveis conflitos de interesse e outras irregularidades que merecem apuração institucional por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Senado Federal.
Relatórios e reportagens recentes apontam que, entre 2021 e 2025, empresas ligadas aos irmãos de Toffoli teriam sido registradas como controladoras de participações no resort, e que aportes milionários no empreendimento teriam sido feitos por pessoas físicas e estruturas jurídicas associadas à JBS e ao Banco Master, este último já alvo de investigações que envolvem movimentações financeiras complexas e teias societárias.
Além disso, documentos públicos e levantamentos da imprensa revelam que o ministro passou pelo menos 168 dias hospedado no Resort Tayayá desde dezembro de 2022, com despesas de segurança custeadas pelo poder público que somaram cerca de R$548,9 mil, de acordo com dados oficiais do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.
As apurações também destacam que um fundo de investimentos que seria proprietário de cotas do resort estava registrado em um endereço considerado de fachada, e que cerca de R$33 milhões foram transferidos para uma offshore em um paraíso fiscal no decorrer da desmobilização dessa estrutura societária.
A Transparência Internacional sustentou em sua postagem que a soma desses elementos, relações societárias, aportes financeiros com conexões a grupos empresariais que já tiveram casos sob a relatoria de Toffoli no STF, uso frequente do resort pelo ministro e movimentações de capital para o exterior, indica a existência de “indícios robustos” que justificam investigações formais pelas autoridades competentes.
Até o momento, não há confirmação pública de que a PGR ou o Senado tenham iniciado procedimentos formais, e a defesa de Toffoli, bem como seus representantes, não se pronunciaram oficialmente sobre os pedidos de investigação.
A continuidade das apurações dependerá agora das decisões institucionais sobre a abertura ou não de procedimentos de investigação a respeito dessas conexões.
Senado cria grupo de trabalho para acompanhar investigações do Master

Com a promessa de autonomia para convocar autoridades, solicitar documentos e sugerir novas leis para aperfeiçoar a fiscalização, o Senado Federal instalou nesta quinta-feira (22) um grupo de trabalho que irá se dedicar aos assuntos levantados pelo parlamento a respeito do caso do Banco Master.
O grupo é formado por oito senadores, sendo eles: Fernando Farias (MDB-AL), Eduardo Braga (MDB-AM), Esperidião Amin (PP-SC), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Alessandro Vieira (MDB-SE), Leila Barros (PDT-DF), Damares Alves (Repuplicanos-DF), Soraya Thronicke (União-MS) e Omar Aziz (PSD-AM).
A iniciativa irá ocorrer dentro da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e os parlamentares deverão se reunir após o fim do recesso para discutir a atuação do grupo.

Brasil bate recorde: R$ 2,89 trilhões tirados do contribuinte

Você está sentindo, como todos nós, que está pagando muito mais imposto? Pois é. O governo está festejando que cobrou o recorde histórico de imposto de nós brasileiros, pagadores de impostos e recebedores de serviços públicos medíocres. Foi o ano em que o governo nos tirou R$ 2,890 trilhões de impostos. Em relação ao ano anterior, se a gente tirar a inflação, a gente pagou 3,75% a mais de imposto. O secretário da Receita festejou dizendo que são números bonitos. Para os pagadores de impostos, são números horríveis. Não é?! Depende do ponto de vista entre o coletor e o pagador.
O colapso cubano
Por falar em pagar, Cuba já está sentindo, porque quando o Trump tirou Maduro – Trump é um calculista, né?! Você vê que ele tirou o Barroso aqui, que foi o presidente do Supremo, que botou na cabeça do Supremo que tinha que ser um tribunal político e não constitucional. Ele mirou no Moraes, assustou o Barroso, a ponto de o Barroso cair fora.
E agora tirou só o Maduro e negociou com a vice do Maduro, com a Delcy Rodriguez: “Olha, não vai mais petróleo de graça para Cuba”. E Cuba está com filas imensas de abastecimento, crise de abastecimento de combustíveis, está sem dinheiro, e apelou para a Rússia.
Vocês viram que veio o emissário russo e foi falar com o Díaz-Canel, e agora a Rússia anuncia que vai dar um dinheiro de emergência, 80 milhões de dólares de emergência, e vai dar arroz para os cubanos. Sessenta mil toneladas de arroz. Vai dar comida para os cubanos.
Só para você ter ideia de que um país que já foi rico, já foi a maior renda per capita da América Latina, já teve opulência, abundância, está com problema de comida. Por quê? Por causa de um regime que se instalou lá faz 67 anos. Não dá certo, como não deu certo na União Soviética. Não dá certo. Na China tiveram que botar capitalismo. Não dá certo essa história de o Estado ser o empresário. É péssimo empresário. Não dá certo! Bom, 60 mil toneladas de arroz para Cuba.
Médicos sem preparo
E um assunto que nos preocupa, depois deste exame nacional dos cursos de medicina, um terço é ruim ou péssimo. O que não pode! É medicina! Medicina não pode nem ser bom. Medicina tem que ser excelência, tem que ser muito bom. Então está agora uma discussão, que tem 13 mil formandos aí que são ruins e péssimos, e vão salvar a vida de pessoas, tratar de doenças.
O Conselho Federal de Medicina está procurando saídas, pegando esse exame e tentando dizer: “Olha, os conselhos regionais não podem registrar quem tem a nota 1 ou 2, no máximo de 5, porque tem que se preparar mais. Não tem notável saber médico. Tem que se preparar mais”.
Mas está um problema de direito, um problema jurídico. Será que tem o conselho, os conselhos de medicina? Meu Deus! A OAB não faz uma prova? É importante o direito, mas mais importante a medicina, porque diz respeito à vida. Para dar um registro de médico, de poder clinicar, de poder operar, de poder receitar, não pode ser para quem está mediocremente formado.
E só para constar, o Tribunal Regional Federal, lá em Pernambuco, confirmou que a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco tem que reservar vagas para o MST, oriundos do MST. É por cor… gente, é por mérito, é por saber, não é? Aí não dá certo.

Trump está vencendo a guerra contra o tráfico

Os números divulgados recentemente pelo CDC, instituição americana que estuda e controla casos de doenças e estatísticas de mortes nos Estados Unidos, trouxeram uma notícia que deveria estar estampada no lugar de todas as polêmicas laterais do primeiro ano deste segundo mandato de Donald Trump.
As mortes por overdose caíram de forma consistente por dois anos consecutivos. Não se trata de um soluço estatístico, mas de uma inflexão real. Depois de atingir um pico histórico em torno de 114 mil mortes anuais no ciclo encerrado em 2023, o número de overdoses caiu para cerca de 87 mil em 2024 e agora para aproximadamente 73 mil no período encerrado em meados de 2025. Nada menos que 41 mil vidas foram salvas nos Estados Unidos.
Para se ter ideia da dimensão desse feito, 58.220 americanos morreram em oito anos de guerra no Vietnã. Considerando uma média anual de 7.278 mortes por ano naquele conflito, pode-se dizer que, mesmo nesse cenário positivo, o número de vítimas fatais do narcotráfico ainda é trágico. Morrem dez vezes mais por ano por overdose do que morriam americanos nesse conflito.
A queda começou no governo Biden mais como uma tentativa de sobrevivência eleitoral do que como política pública consistente. Depois de transformar a fronteira em uma porteira aberta, Biden se viu diante dos números mais trágicos da história dos Estados Unidos. O país estava tomado por traficantes que enviavam soldados pela fronteira disfarçados de pobres imigrantes.
O caso mais célebre é o da gangue Tren de Arágua, da Venezuela. Durante seu mandato, a fronteira foi tratada de forma errática, com sinais contraditórios e uma tentativa desastrada de terceirizar o problema para a vice-presidente Kamala Harris, sob o rótulo vago das “causas estruturais” da migração. Na prática, isso significou anos de apatia operacional e a consolidação de uma percepção pública de descontrole.
O então candidato Donald Trump prometeu arrumar a lambança dos democratas, com políticas de fechamento de fronteira e deportações de criminosos e imigrantes ilegais. Foi apenas diante dessa mensagem que, em 2024, um ano eleitoral, com a imigração se tornando um dos temas mais tóxicos para a Casa Branca, Biden resolveu agir. Deu uma ordem executiva restringindo o asilo, trocou seus assessores para a América Latina e passou a tentar mitigar o estrago.
Mesmo fora do governo, Trump forçou Biden a se mover. Indiretamente, então, pode-se dizer que foi por ele que os números começaram a cair. Muita gente tenta desviar o assunto, dizendo que a curva já mostrava a tendência. Mas, se não fosse o medo de perder a eleição (o que acabou ocorrendo), os democratas muito provavelmente teriam seguido com sua política de populismo migratório.
Se assumirmos que Biden só endureceu quando percebeu o custo eleitoral da inação, podemos dizer que Trump pode, sim, celebrar uma influência indireta — e talvez a mais incômoda para seus adversários —, que foi ter empurrado o governo democrata a agir onde não queria.
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É aqui que entra a Venezuela. Um cerco inédito e efetivo ao regime venezuelano estrangulou as organizações criminosas, que viram as rotas para os Estados Unidos serem interrompidas. As imagens de lanchas lotadas de cocaína voando pelos ares depois de serem atingidas pelas forças militares dos Estados Unidos tiveram seu ápice com a prisão de Nicolás Maduro.
O esforço de fazer uma transição na Venezuela terá um impacto direto no envio de drogas para os Estados Unidos, que cairá drasticamente. A missão agora é manter isso, considerando que o crime organizado já está trabalhando para redesenhar suas redes logísticas. Mas esse é o desafio que o presidente Trump tem para 2026. Goste dele ou não. Goste de seus métodos ou não, há como não comemorar que 41 mil vidas foram salvas?
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/leonardo-coutinho/trump-esta-vencendo-a-guerra-contra-o-trafico/

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