
Ficou sabendo que o presidente da Câmara dos Deputados está contratando a Fundação Getulio Vargas para limpar a imagem da Câmara? E nós, contribuintes, pagadores de impostos, vamos pagar quase cinco milhões de reais por isso. Gente, era tão fácil ter uma boa imagem na Câmara – bastaria o Hugo Motta ser verdadeiro. No dia em que ele brandiu a Constituição, imitando o gesto do doutor Ulisses, em 5 de outubro de 1988, todo mundo acreditou que Mota iria cumprir a Constituição que jurou cumprir. E defendê-la também, porque, afinal, ele como deputado faz parte – ele é o presidente de uma Câmara que fiscaliza o governo.
O governo significa Executivo, Legislativo e Judiciário. E se algum ponto do governo não está cumprindo a Constituição, cabe à Câmara e ao Senado denunciar. Mas tem todas essas lambanças acontecendo. Por exemplo: faz mais de um mês que se aprovou urgência para o projeto de anistia – e não tem sequer projeto fechado.
Teve um projeto muito interessante – mas depois eu vou falar para vocês desse projeto, eu quero ler bem para verificar se é plausível. Voltando ao assunto, a Fundação Getulio Vargas diz que a proposta é para “mapear os gargalos”. Bom, tem lá na Câmara um gargalo de um uísque Chivas, aquele que saiu na foto do presidente da Câmara tomando no gargalo. E também para fazer oficinas. Não sei se é para consertar os carros da Câmara. Meu Deus. Pelo menos a gente acha graça de certas coisas.
Barroso desertou
Outra questão: Barroso saiu do STF. E vejam só a chave de ouro com que ele encerrou os 12 anos de Supremo – votando a favor do aborto. O artigo 5º da Constituição, que é cláusula pétrea, começa com o direito à vida. Segundo o artigo do Código Civil, são garantidos os direitos do nascituro desde a concepção.
Então, Barroso saiu do STF coerente – ele sempre foi a favor desse progressismo que quer afundar os valores da maioria da sociedade brasileira, e sempre fingindo que a Constituição não existe, que a lei não existe. Saiu triste, saiu cabisbaixo. Não foi uma saída – eu tenho chamado de deserção, porque Barroso saiu de repente.
Não existe acordo com o Hamas
E eu falei pra vocês um dia antes do acordo de paz na Faixa de Gaza e no dia do acordo, depois do acordo, que eu não acreditava que esse acordo daria certo, porque participa dele o Hamas. Se tiver o Hamas num acordo, não dá para participar. Pois bem: ontem o Hamas matou dois soldados israelenses e feriu três – e Israel reagiu. E antes disso, o Hamas reuniu palestinos de outras facções, colocou-os de joelhos na praça pública e os executou.
Quem defende o Hamas defende isso – esses radicais que matam seu próprio povo para impor a ordem, para serem obedecidos. Eles sempre fizeram isso. O acordo de paz mesmo foi feito com a Organização para a Libertação da Palestina, de Yasser Arafat – e com isso criou-se a Autoridade Palestina, que tem inclusive um embaixador no Brasil. Mas, quando surgiu o Hamas, ele impôs uma ditadura – e apoiada por quem? Pelo Irã. O Irã põe enclaves lá em Israel.
Mais um crime chocante
Para encerrar, eu queria falar de um crime em Brasília que chocou a cidade. Foi em pleno Plano Piloto, na 112, um crime que matou um jovem aluno do Colégio Militar, o Isaac Vilhena, de 16 anos. Ele estava jogando bola com seus amigos no bloco e veio uma turma de seis ou sete adolescentes roubando celulares. O Isaac correu atrás de um para pegar o celular dele de volta e recebeu uma facada no peito.
Vocês já imaginaram a mãe e o irmão do Isaac descendo do apartamento para ver o filho morto numa poça de sangue? O pai dele é médico do Exército Brasileiro. Chocante. Num país sério – num país sério –, menor que pratica crime de adulto é tratado como adulto, é julgado como adulto. O crime que ele praticou é um crime de adulto. Aqui no Brasil fizeram essas leis boazinhas que não deram certo. Foi com faca. Não sei se vão fazer campanha contra a faca, alguma coisa assim. Eu tenho dito que a arma na mão é secundária – o que mata é o cérebro, não é?
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/quem-vai-conseguir-limpar-a-imagem-da-camara-dos-deputados/

Inferno celebra votos pró-aborto de Barroso: “Esse é dos nossos!”

O inferno está em festa e as ruas de lava do subterrâneo estão tomadas por demônios embriagados depois que o próprio diabo (sempre em minúsculas) decretou 3 dias de esbórnia e alívio temporário no sofrimento eterno das almas condenadas. Tudo por causa do voto, ou melhor, dos votos (sim, no plural) pró-aborto do agora ex-ministro do STF Luís Roberto Barroso.
“Esse é dos nossos!”, disse o diabo, aplaudido por almas de puxa-sacos. Em seguida, o coxo emendou que “ele [Barroso] pode ter até perdido o visto de entrada nos Estados Unidos. Mas aqui a entrada dele está mais do que garantida. Aliás, estamos pensando em criar um círculo especial só para o Barroso passar a eternidade admirando a própria pusilanimidade no espelho. Ele merece”.
Diabolicamente covarde
O bom humor do tinhoso é justificável. Afinal, o ex-ministro, num gesto diabolicamente covarde, pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, que abrisse uma sessão virtual excepcional da Corte em seu último dia vestindo a suprema toga. Apenas para contribuir para a legalização do aborto. Estratégia semelhante tinha sido usada pela ex-ministra Rosa Weber, outra celebridade jurídica brasileira que é aguardada ansiosamente no reino de Hades.
Mas você acha que Barroso se deu por satisfeito ao chancelar o assassinato de inocentes? Que nada! Ele foi lá e, ainda por cima, tentou permitir que enfermeiros realizassem abortos. “É aquele esforço extra, aquele plus a mais que a gente gosta de ver em nossos súditos e que realmente mostra o comprometimento deles com a causa infernal”, disse o diabo, interrompendo subitamente a coletiva de imprensa para atender a uma ligação. O DDD é 61. Quem será, hein?
Eutanásia e eugenia
Com a súbita saída do diabo, quem assumiu a coletiva foi Fidel Castro. “Barroso é um verdadeiro comandante da liberdade feminina”, disse. Mas infelizmente ele também teve de se ausentar para atender a uma ligação. DDI 58. Quem será? “Ainda bem, senão ele ficaria falando disso pelos próximos oito séculos”, comentou a doutora Margaret Sanger, fundadora da Planned Parenthood, antes de acrescentar que “Barroso está de parabéns por dar continuidade ao projeto civilizatório de controle populacional com verniz humanitário”.
Logo depois, falou ninguém menos do que Simone de Beauvoir. “Barroso entende o verdadeiro sentido da autodeterminação do corpo”, disse ela, condenada a passar a eternidade assistindo às peças de Sartre. E… Mas o que é isso? Veja só quem eu encontrei aqui. Se não é ele, o próprio Adolf todo saltitante, celebrando o voto de Barroso ao lado de Mengele e seu parceiro de danação eterna, Stalin. Vem cá, seu Hitler. Dá uma palavrinha pra gente. “O aborto é só o começo. Falta ainda a eutanásia e a eugenia em larga escala”, disse ele, notório estraga-prazeres.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/polzonoff/inferno-aborto-barroso/

Tem algo de muito errado com os dados da economia brasileira

Há algo de estranho se movendo silenciosamente nos porões da economia brasileira. Um fenômeno que, embora ainda pouco visível nas estatísticas oficiais, parece ganhar força e produzir efeitos concretos nas ruas do país. Algo de errado está acontecendo — e os dados econômicos não estão captando.
Por trás dos números aparentemente positivos, cresce o número de pessoas vivendo nas ruas e pedindo ajuda nos grandes centros urbanos. Esse aumento contrasta com o cenário econômico e social descrito pelos indicadores oficiais. Desde 2021, o desemprego caiu para mínimas históricas, a renda média do trabalhador aumentou e as transferências de renda se mantêm em níveis elevados.
Em 2019, o valor médio do Bolsa Família girava em torno de R$ 189. Em 2022, esse valor saltou para pouco mais de R$ 600, e o número de famílias beneficiadas subiu de 17 para cerca de 21 milhões. Desde então, os dados indicam estabilidade tanto no valor do benefício quanto na quantidade de beneficiários. À primeira vista, tudo sugeriria uma melhora das condições socioeconômicas das famílias pobres. Contudo, a realidade nas ruas conta outra história. Por que vemos cada vez mais pessoas pedindo esmolas e morando nas ruas dos grandes centros urbanos?
Não há, por enquanto, uma resposta definitiva. O que se pode fazer é levantar hipóteses. Estariam os programas sociais produzindo efeitos colaterais sobre a oferta de trabalho? O aumento das transferências teria incentivado a migração de populações pobres de regiões isoladas para os grandes centros urbanos? Ou será que a pandemia deixou marcas mais profundas no endividamento e no empobrecimento das famílias do que os dados conseguem mostrar? Seria possível que as estatísticas do IBGE estejam enfrentando limitações metodológicas para retratar o verdadeiro quadro da pobreza e do desalento?
Contudo, a realidade nas ruas conta outra história. Por que vemos cada vez mais pessoas pedindo esmolas e morando nas ruas dos grandes centros urbanos?
Reitero: não tenho a resposta. Mas é urgente que especialistas e formuladores de políticas públicas se debrucem sobre essa aparente contradição. Talvez os indicadores tradicionais estejam mascarando uma transformação mais profunda — e preocupante — que ocorre nas entranhas da economia brasileira.
Algo se move de forma invisível, mas perceptível a olho nu nas ruas das grandes cidades. O aumento da população de rua é real, mesmo que não apareça nas planilhas oficiais. Ignorar esse sinal pode custar caro. Cabe aos formuladores de política econômica enxergar o que os números falham em captar — e agir antes que o invisível se torne insustentável.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/adolfo-sachsida/tem-algo-de-muito-errado-com-os-dados-da-economia-brasileira/

A maravilhosa ascensão do companheiro Bessias

Onde você estava no dia 16 de março de 2016? Lembro-me bem: era uma tarde ensolarada e eu estava escrevendo uma crônica aqui em casa, quando ouvi uma estranha conversa entre Dilma, a Mulher Sapiens, e seu padrinho político. Ali nascia oficialmente uma das figuras mais bizarras da nossa tragicomédia institucional: o Bessias.
Nasceu de uma ligação telefônica, não de uma conversa republicana, mas de um sussurro conspiratório. A então presidente, aflita com a iminência da prisão de seu mentor, profere a senha:
— Tô mandando o Bessias com o papel.
Era o termo de posse. Era o escudo. Era a tentativa de transformar um réu em ministro e o Palácio Presidencial em valhacouto.
— Só use em caso de necessidade — continuou Dilma — como quem entrega um salvo-conduto.
O país ouviu. Todo mundo ouviu. Alguns riram. Outros gritaram. Muitos entenderam que ali morria de vez o pudor republicano — e nascia um personagem.
Naquele dia, o Brasil não conheceu um jurista, conheceu um office-boy: um carteiro de ocasião com função sacramental, impedir a Justiça de alcançar seu destinatário.
Ele não deu entrevista. Não apareceu em vídeo. Não assinou nada. Mas entrou para a história com um apelido e uma frase:
— O Bessias tá indo.
O tempo passou. Pouco mais de nove anos depois, o país acorda com a notícia de que o portador virou destinatário.
O garoto do papel agora será ministro da Suprema Corte. Não por concurso, nem por reputação construída em décadas de jurisprudência, mas porque permaneceu fiel à sua função original: carregar o recado
Entre o “tá indo” e o “está nomeado”, houve apenas um verbo que explica tudo: recompensar.
Não se trata de mérito jurídico, embora diplomas sempre se encontrem para justificar o já decidido (o Brasil é o país dos diplomados). Trata-se de fidelidade ao Partido e coerência interna: quem leva um termo de posse em 2016 recebe um cargo vitalício em 2025.
A história não premiou um jurista: premiou um funcionário e fez dele guardião da Constituição. Bem, nós já sabemos como se comportam esses guardiões.
O office-boy virou oráculo. O estafeta virou estrela. O subalterno virou supremo.
Nada disso, porém, acontece por acaso. Não existe petista de graça. O Bessias não subiu ao altar da toga por flutuação mística: a ascensão do ex-carteiro da Dilma foi pavimentada com selos dos Correios.
Três diretorias da estatal — que acaba de anunciar um rombo recorde de 20 bilhões — foram oferecidas ao Senado em troca do sim sacramental. É a liturgia do balcão. Davi Alcolumbre, o sacerdote da sabatina, precisava ser acalmado. E não há calmante melhor do que uma estatal sangrando com vaga aberta.
A moeda de troca já foi o ouro. Hoje é o carteiro. O Bessias sobe ao Supremo como quem foi despachado por PAC expresso. Chamam isso de articulação política. Mas qualquer um que já entrou em repartição sabe o nome certo.
A instituição é suprema, mas o caminho até ela continua sendo o mesmo: o da velha escada do vale-tudo. Com selo, carimbo e código de rastreamento. Só assim para os Correios funcionarem!
Mas a trajetória do Bessias não parou no despacho de papéis ou nas diretorias trocadas por bênçãos senatoriais. Em 2023, ele fundou sua obra-prima: a Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia — um nome que, como todo nome soviético, diz o contrário do que faz.
A função oficial é combater a desinformação. A função real é combater a dissidência.
Sob seu comando, o governo passou a decidir o que é verdade. Criou-se uma espécie de Procuradoria da Verdade, um ministério informal encarregado de proteger o bom nome das políticas públicas — e, se possível, calar os que ousam discordar delas.
Nada mais coerente. O mesmo funcionário que um dia correu para salvar seu chefe da Justiça hoje corre para censurar quem ousa questionar seus chefes. O Bessias virou o guardião do discurso autorizado. Da função de levar o papel, passou à missão de controlar a palavra.
Parabéns, companheiro Bessias! Já pode assinar o termo de posse — e a certidão de óbito da República.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/paulo-briguet/a-maravilhosa-ascensao-do-companheiro-bessias/
Dilma vive na China, mas sua estrutura de ‘ex’, com aspones e carrões, custa caro ao País

Instalada na boquinha arranjada por Lula como presidente do banco dos Brics, em Xangai (China), Dilma Rousseff não alivia para os pagadores de impostos que ficaram no Brasil e sustentam sua estrutura de ex-presidente, que, memo no ócio, custou R$1.694.114,57 só entre janeiro e setembro deste ano. As despesas incluem R$94,1 mil em diárias, além de R$7,2 mil em combustível e R$14,9 mil com a manutenção dos carrões oficiais que ela não usa, mas seguem sugando dos impostos.
Encheu as burras
Assessores e seguranças de Dilma, que ficam no Brasil coçando o bolso, custaram R$742,6 mil desde janeiro. Em “seguro”, mais R$18,2 mil.
Pobre Dilma
Ainda que não seja obrigada a viver na China, Dilma recebe uma gorda “indenização” por estar no exterior. Lá se vão mais R$87,7 mil.
Caminhão de dinheiro
Há ainda uma “retribuição” por ela estar fora, além de um belo auxílio-moradia. Somados, passa dos R$249 mil este ano.
Inveja a aposentados
Os dados obtidos pela coluna são da Casa Civil, que registra o “custo Dilma” em R$8.421.075,05 entre 2021 e o mês passado.
Rodrigo Paz é eleito presidente da Bolívia em 2º turno só de candidatos de direita

O senador de centro-direita Rodrigo Paz foi eleito neste domingo (19) presidente da Bolívia, ao derrotar no segundo turno o ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga, também de direita. A esquerda nem sequer conseguiu votos para disputar o segundo turno das eleições presidenciais do país vizinho.
Com mais de 97% das urnas apuradas, Paz obteve 54,5% dos votos, contra 45,4% de Quiroga, segundo dados oficiais do Tribunal Supremo Eleitoral do País.
Aos 58 anos, o economista e político do Partido Democrata Cristão (PDC) assume o cargo pela primeira vez, sucedendo um ciclo de instabilidade política e eleitoral no país.
Filho do ex-presidente Jaime Paz Zamora (1989–1993), Rodrigo Paz marca também a primeira vitória em segundo turno desde que o mecanismo foi adotado na Bolívia. O novo presidente assume o cargo em 8 de novembro.
O segundo turno foi convocado após o resultado do pleito de 17 de agosto, quando a esquerda boliviana sofreu uma derrota expressiva.
Na ocasião, Paz liderou com 32,18% dos votos, seguido por Quiroga, da coalizão de direita Alianza Libre, com 26,94%.
Candidatos esquerdistas, como Andrónico Rodríguez e Eduardo del Castillo, obtiveram apenas 8% e 3,2% dos votos, respectivamente.
Israel lança ofensiva em Gaza depois de o Hamas matar 2 soldados

O Exército de Defesa de Israel (IDF) realizou, nas últimas horas, uma nova onda de ataques aéreos e de artilharia contra posições do Hamas na Faixa de Gaza, em resposta ao ataque da manhã deste domingo, 19, que matou dois soldados e deixou outros três feridos.
Segundo Avichay Adraee, porta-voz oficial do Exército de Israel (IDF) para a mídia árabe, a operação foi desencadeada depois de o grupo terrorista Hamas violar o acordo de cessar-fogo firmado com mediação internacional: “O Exército de Defesa continuará a operar para eliminar qualquer ameaça ao Estado de Israel”.
“Nas últimas horas, o Exército de Defesa realizou ataques aéreos e bombardeios de artilharia contra dezenas de alvos terroristas afiliados ao Hamas em toda a Faixa de Gaza, após a violação do acordo de cessar-fogo pelo Hamas hoje mais cedo”, informou Adraee. “Entre os locais visados estavam locais utilizados para armazenar equipamentos de combate e infraestrutura militar utilizada pelos terroristas para atividades terroristas, além de posições de tiro, células de sabotador e infraestrutura adicional.”
Em uma das ações mais significativas, caças israelenses lançaram cerca de 120 bombas contra um túnel subterrâneo de seis quilômetros usado pelo Hamas para planejar ataques contra
Israel.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/mundo/israel-lanca-ofensiva-em-gaza-depois-de-o-hamas-matar-2-soldados/?utm_medium=personalized-push&utm_source=taboola

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