Não adianta governo Lula reclamar de taxação e continuar agindo como ditadura primitiva

J.R. Guzzo
Reciprocidade aos americanos, diz Lula, será aplicada a partir de 1º de agosto se não houver nenhuma solução. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O consórcio Lula-STF, a esquerda e as classes que habitam o território não mapeado que vai dos bilionários socialistas aos pensionistas da Lei Rouanet estão em transe patriótico. É de onde menos se poderia esperar algo parecido, pois a ideia de “pátria”, ali, é uma quase prova de direitismo, quando não de bolsonarismo explícito. Mas o presidente Donald Trump assinou uma carta descendo a lenha na farsa judicial dos processos ora em curso contra Jair Bolsonaro, hoje um escândalo de categoria mundial, e na parceria entre o governo e o STF para linchar inimigos políticos. Pronto: Lula, a esquerda e seu sistema de sustentação saíram gritando que a pátria amada foi ultrajada, e que lutaremos sem temor em defesa da soberania do Brasil. Rebrilha a glória. Fulge a vitória.

Tudo isso tem a sinceridade do Coringa mostrando a flor que solta ácido da sua lapela – uma coisa tão falsificada que corre o risco de não colar, mesmo neste Brasilzão de ignorância maciça. De um lado, há a vasta desconfiança por parte da população de que, entre os Estados Unidos e o Brasil, que ninguém nos ouça, os Estados Unidos provavelmente têm razão. País por país, governo por governo, Lula por Trump, em quem você acha que o povão acredita mais? De outro lado, há a velha história de sempre: país que precisa dizer que é soberano obviamente não é soberano; se fosse, não diria nada. É como o político que proclama em público: “Eu sou honesto”. É mesmo? Se fosse, não precisaria ficar falando.

O governo não pode engolir o que Trump lhe disse, nem a taxação de 50% sobre todas as exportações brasileiras para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo, não pode se comportar como uma ditadura primitiva e esperar apoio e admiração do mundo livre

A realidade dos fatos, em matéria de patriotismo, mostra exatamente o contrário do que a esquerda pretende parecer. Há não muito tempo, uma de suas artistas militantes, filha de um compositor reverenciado, pisoteou a bandeira nacional em pleno palco, num de seus shows. Pendurar a bandeira na janela ou sair com ela na rua é um ato denunciado como “fascista” por altos magistrados, professores da universidade e jornalistas oficiais. O ex-presidente do Banco Central quase se viu metido num caso judicial porque foi votar de camisa amarela; a “justiça eleitoral” do consórcio viu nisso uma suspeita de crime. Todos eles, agora, se declaram apaixonados pelo Brasil varonil de céu de anil e glórias mil, porque tiveram de ouvir uns desaforos de Trump. “Tenha dó”, diria o ministro Alexandre de Moraes.

Para piorar tudo, o Brasil tem uma causa juridicamente forte, mas muito ruim perante os jurados. Nenhum país, é claro, pode levar o esporro que o Brasil levou dos Estados Unidos e dizer “tudo bem, desculpa aí alguma coisa”. É obrigado a dizer que o país não recebe ordens de ninguém, e nem pode mudar o que está fazendo porque recebeu uma carta mandando que mude. Mas o que o Brasil está fazendo, por meio do regime Lula-STF, é uma coisa horrível – e não é só Donald Trump que acha isso. Nenhum tribunal sério do mundo democrático aceitaria uma denúncia tão inepta como a que a PGR apresentou contra o “golpe” de Jair Bolsonaro – nem consideraria como “prova” a montoeira de alegações da polícia e da acusação. Quanto ao juiz-chefe dessa comédia, o ministro Moraes, é melhor nem falar. Quanto mais o mundo civilizado fica sabendo as coisas que Moraes faz no processo, mais ele aparece como uma aberração de ditadura subdesenvolvida.

O governo não pode engolir o que Trump lhe disse, nem a taxação de 50% sobre todas as exportações brasileiras para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo, não pode se comportar como uma ditadura primitiva e esperar apoio e admiração do mundo livre. Na última vez em que se viu numa situação como essa, quando os mesmos Estados Unidos condenaram o regime militar por causa das torturas praticadas pela polícia política, o Brasil conseguiu se safar. Reagiu indignado, como Lula em defesa da “nossa soberania”, e disse que jamais aceitaria “pressões” – mas o fato é que, mais adiante, os centros de repressão foram contidos, o contencioso se desfez e as relações voltaram à normalidade.

Desta vez está mais complicado. A discórdia não está com cara de se desfazer – pelo contrário, o STF só sinaliza com mais extremismo, e o lulismo está cada vez mais fechado com o STF. Tanto quanto isso, o governo Lula não quer a normalidade com os Estados Unidos – gostaria, se conseguisse, de romper relações, como sonha romper relações com Israel e tornar-se mais um Irã ou Venezuela da vida. Este é um governo no qual a extrema esquerda manda mais do que jamais mandou. O presidente e o seu entorno têm toda a irresponsabilidade e toda a falta de escrúpulos que são necessários para se executar um projeto de destruição como esse. A esperança é que, como em outros dos seus melhores planos, não consigam o que querem.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/governo-lula-taxacao-donald-trump/

A cruzada de Lula contra o dólar

O Brasil pode e deve defender seus interesses, mas para isso precisa de prudência, estratégia e respeito – resta saber se ainda há espaço para essas virtudes na política externa de Lula. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

Brasil e Estados Unidos são países do mesmo continente, filhos do mesmo mundo ocidental, sócios de uma cultura comum e de uma aliança histórica que, apesar de momentos de tensão e divergência, jamais esteve perto de uma ruptura real. Essa estabilidade, no entanto, parece ter sido rompida nos últimos meses – e, lamentavelmente, com forte contribuição do próprio governo brasileiro liderado por Luiz Inácio Lula da Silva.

As relações políticas e econômicas entre Brasil e Estados Unidos talvez nunca tenham atingido um grau de deterioração tão grave quanto o observado neste primeiro semestre de 2025. Desde abril, quando Donald Trump anunciou tarifas sobre importações oriundas de mais de 160 países, até o anúncio mais recente – uma exorbitante taxação de 50% sobre produtos brasileiros –, a animosidade entre os dois países escalou perigosamente. E ao menos parte dessa tensão se deve à disposição do presidente Lula em manter um discurso hostil em relação ao governo americano.

Quando Lula ataca o dólar sem argumentos consistentes, coloca o Brasil ao lado de regimes totalitários, inimigos históricos dos EUA e grupos antiocidentais, como China, Irã, Cuba, Coreia do Norte e outros adversários do mundo livre. Isso tem custo – e ele começa a ser cobrado

Desde a candidatura de Donald Trump, Lula empenha-se em desconstruí-lo – quando não em atacá-lo abertamente. Em novembro do ano passado, declarou que a eleição de Trump representava “o nazismo e o fascismo voltando a funcionar com outra cara”, depois de já tê-lo chamado de “desumano”. É um comportamento incompatível com a liturgia do cargo e com os interesses diplomáticos de um chefe de Estado que pretenda manter relações minimamente respeitosas com outro líder democraticamente eleito. A hostilidade não se restringe a Trump: Lula também tem atacado aliados históricos dos Estados Unidos, como Israel, e chegou a posicionar-se a favor do Irã após o país persa ser alvo de um ataque americano – mesmo sabendo que Teerã está às portas de obter uma bomba atômica.

A cruzada antiamericana de Lula inclui ainda ataques ao dólar, base das transações internacionais. No último encontro dos BRICS, Lula defendeu a abolição do dólar como moeda padrão do comércio global, alegando – de forma equivocada – que “ninguém determinou” essa função à moeda americana. A declaração foi amplamente interpretada como um gesto político, e possivelmente funcionou como o estopim para a taxação de 50% imposta por Trump.

O ex-presidente americano já havia alertado que aplicaria tarifas adicionais a qualquer país que se alinhasse às políticas “antiamericanas” do BRICS – mencionando diretamente a proposta, capitaneada por Lula, de substituir o dólar como referência do comércio internacional. Lula respondeu com mais bravata, acusando Trump de agir como “imperador” e reclamando de suas “ameaças”.

Cabe lembrar que a adoção do dólar como moeda padrão não foi fruto de imposição ou acaso. O sistema atual foi definido na Conferência de Bretton Woods, em 1944, substituindo o padrão-ouro. À época, mais de 40 países – a maioria democracias estáveis – firmaram acordo em torno do dólar por razões objetivas: solidez econômica, estabilidade monetária, previsibilidade institucional e segurança jurídica dos Estados Unidos.

Questionar esse arranjo sem apresentar alternativa tecnicamente viável, sem argumentos convincentes que justifiquem a adoção de uma nova moeda no lugar do dólar, não é ousadia diplomática, mas irresponsabilidade. Quando Lula ataca o dólar sem argumentos consistentes, coloca o Brasil ao lado de regimes totalitários, inimigos históricos dos EUA e grupos antiocidentais, como China, Irã, Cuba, Coreia do Norte e outros adversários do mundo livre. Isso tem custo – e ele começa a ser cobrado.

Em meio a um cenário de disputa tarifária com os Estados Unidos, onde o Brasil precisa se posicionar com firmeza em defesa dos interesses do país, sem subserviência de qualquer espécie, mas ao mesmo tempo evitando confrontos infrutíferos, não há lugar para bravatas ou apegos ideológicos. O Brasil pode e deve defender seus interesses, mas para isso precisa de prudência, estratégia e respeito – resta saber se ainda há espaço para essas virtudes na política externa de Lula.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/cruzada-de-lula-contra-dolar-brics-trump/

Alexandre Garcia

A parte mais importante da carta de Barroso sobre as declarações de Trump

O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso. (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)

Eu ainda não comentei aqui a carta pública do presidente do Poder Judiciário, ministro Barroso, que é presidente de Supremo, e que foi publicada nos jornais. Eu não vi na maioria dos jornais aquilo que talvez seja o trecho mais importante da carta, que é uma queixa do ministro Barroso contra o Poder Executivo e o Itamaraty. É uma queixa e uma justificativa do por que ele fez essa carta, ante o silêncio do Itamaraty. Ele disse que cabia ao Executivo, particularmente à diplomacia e não ao Judiciário, conduzir as respostas imediatas no calor dos acontecimentos. Resposta à carta do Trump, que começa dizendo que está havendo perseguição, caça às bruxas, a Bolsonaro e aos seus seguidores, julgamentos falhos, fora do devido processo legal, etc.

Depois de citar ameaças à democracia, o ministro afirma que foi necessário um tribunal independente atuante para evitar o colapso das instituições. Esse é o princípio, é a ideologia que move o Supremo neste momento, para justificar a militância do Supremo. As ações penais, então, observariam estritamente o devido processo legal.

Confira, você que me ouve, se é verdade. Com transparência, se houver provas, os culpados serão responsabilizados. Se não houver, serão absolvidos. Mas não é o que a gente tem visto em condenações referentes ao 8 de janeiro. Algumas têm foto lá dentro, mas, isso prova que usaram de violência, de arma para derrubar governo democrático? Ou será que foi destruição e vandalismo?

Filme brasileiro

Bom, ontem o presidente da República foi ver um filme brasileiro, O Último Azul, que conta a história de uma idosa que tinha que sair da Amazônia, mas ela foi fazer o último passeio de barco. Eu acho que está muito atual um filme de 1959, que eu já vi várias vezes, chamado O Rato que Ruge, em que o Peter Sellers faz três papéis ao mesmo tempo. É um principado que não estava mais vendendo vinho para os Estados Unidos e aí ele teve a ideia de declarar guerra aos Estados Unidos. Fizeram uma excursão punitiva, alugaram um barco velho, atravessaram o Atlântico, chegaram a Nova York e, por acaso, entraram na casa de um cientista que tinha descoberto uma bomba muito mais letal que a bomba atômica. Eles se apossaram dessa bomba e os estadunidenses se entregaram. E aí a princesa desse principado disse, você está louco? Era pra gente perder essa guerra e ganhar um plano Marshall. Mas aí terminou tudo bem, porque os americanos resolveram comprar de novo o vinho etc. Talvez o Lula tenha alguma inspiração se puder ver esse filme. Não sei se pela primeira vez, mas eu já vi umas três vezes.

Juíza demitida

Eu queria encerrar lembrando a demissão de uma juíza, porque é da minha terra, de Cachoeira do Sul. Ela fazia copia e cola, fez em dois mil processos, por isso foi demitida. Ela disse que era para apressar a produção do Judiciário. Ela foi juíza por seis anos em Pernambuco, depois fez concurso no Rio Grande do Sul. De certo o salário era mais alto. Agora foi demitida a juíza Angélica, com 39 anos.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/a-parte-mais-importante-da-carta-de-barroso-sobre-as-declaracoes-de-trump/

URGENTE: Após pedido da PGR, Bolsonaro pode enfrentar condenação de 43 anos de prisão

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode enfrentar uma pena total de até 43 anos de prisão, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) aplique a punição máxima prevista para os crimes listados pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A denúncia se refere ao suposto envolvimento de Bolsonaro na fantasiosa tentativa de golpe de Estado.

Na segunda-feira (14), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou suas alegações finais ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF. O documento trata da ação penal contra os integrantes do chamado “núcleo 1” — apontado como o grupo central da organização responsável pela trama golpista. Segundo a PGR, esse núcleo incluía os líderes e articuladores do plano, entre eles o ex-presidente.

Gonet afirma que Bolsonaro teve papel central nos eventos, os quais teriam começado ainda em 2021 e se intensificado até os atos de vandalismo que atingiram as sedes dos Três Poderes em Brasília. A acusação sustenta que houve tentativa deliberada de subverter a ordem democrática por meio de uma articulação com militares, civis e autoridades públicas.

A seguir, estão os crimes imputados ao ex-presidente, conforme a legislação brasileira, com suas respectivas penas máximas:

  • Organização criminosa armada: De 3 a 8 anos, podendo alcançar 17 anos caso haja uso de armas ou envolvimento de servidores públicos;
  • Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito: De 4 a 8 anos de reclusão;
  • Golpe de Estado: De 4 a 12 anos de prisão;
  • Dano qualificado pela violência ou grave ameaça: Pena de 6 meses a 3 anos;
  • Deterioração de patrimônio tombado: De 1 a 3 anos de reclusão.

A soma das penas, considerando os limites máximos para cada crime, chega a 43 anos. Essa hipótese considera a condenação plena em todos os itens da denúncia, sem atenuantes ou benefícios legais.

O processo agora entra em sua fase final de julgamento, com a análise das alegações apresentadas pela PGR. Ainda não há data definida para que o Supremo inicie a deliberação sobre a sentença dos acusados.

FONTE: JCO https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/71821/urgente-apos-pedido-da-pgr-bolsonaro-pode-enfrentar-condenacao-de-43-anos-de-prisao

Trump expõe o que a esquerda tenta esconder (veja o vídeo)

O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) aponta os impactos da taxação de 50% imposta pelo presidente americano Donald Trump e ressalta que os parlamentares não são a favor de taxas que possam prejudicar a economia brasileira, principalmente o agronegócio, mas a atitude de Trump é uma resposta a um país que se afasta dos valores democráticos:

“É um Brasil onde o STF impõe censura secreta, persegue opositores políticos e tenta nos calar. Um Brasil que, sob Lula, abandonou a neutralidade democrática e se aliou a regimes autoritários. 

O que está sendo punido aqui no Brasil é a ditadura judicial, disfarçada de democracia. Infelizmente, quem vai pagar a conta são os produtores rurais, são as famílias brasileiras. A declaração do presidente americano expõe aquilo que a esquerda tenta esconder, que Jair Bolsonaro é alvo de perseguição política escancarada, uma condenação sem crime. 

A culpa pela taxação imposta por Donald Trump é totalmente do descondenado Luiz Inácio Lula da Silva”, ressaltou. 

Veja o vídeo: 

FONTE: JCO https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/71757/trump-expoe-o-que-a-esquerda-tenta-esconder-veja-o-video

Paulo Briguet

Ditadores brasileiros: os ratos que rugem

Ditadores no Brasil agem como escorpiões: implacáveis com o povo e leais apenas ao próprio projeto de poder. (Foto: Antônio Augusto/TSE)

Ditadores não perdoam e não recuam — essa é uma regra universal da história e nunca deve ser esquecida. A mentalidade totalitária dos psicopatas que mandam no Brasil impede quaisquer sentimentos de compaixão para com aqueles que são considerados inimigos do regime, ou seja, a maioria do povo. 

Eles não vão perdoar nada nem ninguém. Se for necessário levar o país para o abismo, eles o farão. Digo mesmo que esse é o principal objetivo da atual casta mandante: destruir o país e reinar sobre os escombros.

A fábula do escorpião ajuda a ilustrar a situação que estamos vivendo.

Conta-se que certa vez o escorpião decidiu atravessar um rio caudaloso e pediu a um sapo para transportá-lo até a outra margem. O sapo rejeitou o pedido:

— Você é um escorpião, na certa vai me picar.

O escorpião argumentou:

— Pense bem. Se eu picar você, nós dois vamos morrer.

O sapo então decidiu levar o escorpião. No meio do caminho, porém, o escorpião picou o sapo. Enquanto ambos afundavam, o sapo disse:

— Por que você me picou? Agora nós vamos morrer!
— Desculpe, é a minha natureza.

A situação do Brasil, porém, difere em um ponto: entre a morte do sapo (o país) e a morte do escorpião (o regime), decorrerá um longo tempo. Até lá, os escorpiões do poder nos causarão grandes sofrimentos — e, como sempre, atribuirão a culpa aos inimigos.

Ditadores-escorpiões não recuam. Neste fim de semana, enquanto meu amigo Rodrigo Constantino era internado em um hospital (peço a vocês sete que rezem por ele), o Imperador Calvo emitia uma nova ordem a duas empresas americanas, a Rumble e a Trump Media, exigindo que o perfil de Constantino fosse bloqueado e seus dados pessoais sejam repassados ao Supremo Soviete Federal.

Trata-se, evidentemente, de uma ordem ilegal e de uma afronta aos Estados Unidos. 

A verdade é que o Regime PT-STF quer dar uma banana (não uma jabuticaba) à América e abraçar gostosamente as ditaduras comunistas do chamado Sul Global

O mais cômico é saber que, no mesmo dia, o presidente do Supremo Soviete, nosso Voltaire de Vassouras, escrevia uma ridícula cartinha a Donald Trump dizendo que o Brasil é uma perfeita democracia, isso enquanto estamos assistindo à maior farsa judicial da história do país e os reféns inocentes do 8 de janeiro apodrecem em celas fétidas.

No mesmo fim de semana, o ocupante da Presidência da República lançou brados de desafio a Trump e depois gravou um constrangedor vídeo dizendo que vai oferecer jabuticabas ao presidente americano.

A jabuticaba, como se sabe, é uma fruta que só dá no Brasil. Em termos políticos, é um símbolo das coisas que apenas acontecem por aqui — como tirar um sujeito condenado da prisão para colocá-lo na cadeira presidencial e permitir que ele destrua de novo o país.

Nossos ditadores não vão recuar. Eles também me fazem lembrar aquela comédia de Peter Sellers em que um minúsculo país em estado de falência decide invadir os Estados Unidos para esconder o fracasso do governo. O título do filme serve também para designar o Regime PT-STF: O rato que ruge.

Diante do Brasil, eles são escorpiões. Diante dos EUA, apenas ratos. E nós? Bem, nós somos as vítimas de ambas as pragas.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/paulo-briguet/ditadores-brasileiros-os-ratos-que-rugem/

URGENTE: Embaixada americana esculhamba com o STF

Em uma publicação na rede social X, a Embaixada dos EUA no Brasil chamou o Supremo Tribunal Federal (STF) de “Supremo Tribunal de Moraes”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes. 

O órgão comentava a mensagem do subsecretário do Departamento de Estado norte-americano, responsável pela área de Diplomacia Pública, Darren Beattie, sobre a imposição de tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A mensagem norte-americana foi escrita em português.

Segundo o subsecretário americano, o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs a tarifa como uma “consequência” por ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

Ao comentar a mensagem de Beattie, a Embaixada disse: 

“Trump enviou uma carta impondo consequências há muito esperadas ao Supremo Tribunal de Moraes e ao governo Lula, em resposta aos ataques a Jair Bolsonaro [PL], à liberdade de expressão e ao comércio dos EUA. Esses ataques são vergonhosos e desrespeitam as tradições democráticas do Brasil. As declarações do presidente Trump são claras. Estamos acompanhando de perto a situação”.

FONTE: JCO https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/71820/urgente-embaixada-americana-esculhamba-com-o-stf

Nomeado por Lula e ligado a Gilmar, Gonet denuncia Bolsonaro e mais sete

Procurador-geral Paulo Gonet durante depoimento de Bolsonaro – Foto: Antonio Augusto/STF.

O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, recomendou ao Supremo Tribunal Federal a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por suposta tentativa de “golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa”, exatamente nos termos do inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes antes mesmo da fase de coleta de provas e tomada de depoimentos.

Nomeado para o cargo por Lula e ligado ao ministro do STF Gilmar Mendes, por quem foi indicado, ambos hostis a Bolsonaro, Gonet apresentou as chamadas alegações finais mais previsíveis dos últimos tempos, apesar da gravidade das acusações.

Para ele, Bolsonaro liderou uma suposta “organização criminosa armada” voltada a desacreditar o sistema eleitoral, incitar ataques a instituições democráticas e articular medidas de exceção.

Também foram denunciados por Gonet os seguintes ex-ministros, militares e aliados de Bolsonaro, como o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Abin, o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha, o ex-ministro da Justiça e delegado da Polícia Federal Anderson Torres, o general da reserva Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional e um dos militares mais admirados da História das Forças Armadas, o general e ex-ministro da Defesa e da Casa Civil e candidato a vice de Bolsonaro, Braga Netto, o general e ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e o coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/politica/ttc-politica/nomeado-por-lula-e-ligado-a-gilmar-gonet-denuncia-boilsonaro-e-mais-sete

Planalto ressuscita ‘regulamentação’ para abrir caminho à censura nas redes

Meta é dona de plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp (Foto: Reprodução)

O Palácio do Planalto acredita que a opinião pública mudou suficiente para desenterrar a ideia de ‘regulamentar’ redes sociais, abrindo caminho para a censura nas redes sociais, onde a oposição nada de braçadas. Marqueteiros petistas querem surfar a “onda nacionalista” oriunda da indignação pela tarifa de 50% de Donald Trump sobre produtos brasileiros e tentam vender a lorota de que os alvos do projeto serão apenas as big techs, empresas donas das redes sociais nos EUA, e não o cidadão brasileiro.

Prioridade zero

Secretaria de Comunicação, Casa Civil, Ministério da Justiça e Direitos Humanos de Lula já trabalham na nova versão do PL da Censura.

Pra ontem

A ideia de Lula e cia. é alinhar o que o governo tentava com o PL 2630 ao que já foi decidido pelo STF e apresentar o texto ainda este ano.

Tentou e falhou

O “PL da Censura” beirou votação em 2023. Relatado por Orlando Silva (PCdoB-SP), sucumbiu à pressão pública e foi engavetado.

Perigo é o mesmo

O projeto anterior fracassou diante do risco de censura prévia sob desculpa de “cuidado” e a falta de definir: quem dirá o que é “fake”?

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/planalto-ressuscita-regulamentacao-para-abrir-caminho-a-censura-nas-redes

Motta e Alcolumbre não devem ir à audiência de conciliação

Senador Alcolumbre (esq) e Deputado Motta (dir) (Foto: Reprodução/ Instagram/ @davialcolumbre)

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), irão se ausentar da audiência de conciliação, marcada para esta terça-feira (15), no Supremo Tribunal Federal (STF), dirigida pelo ministro Alexandre de Moraes. A audiência visa tratar do imbróglio entre Congresso e governo, causado pela crise do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Na audiência, o Senado será representado pela advogada-geral, Gabrielle Tatith Pereira, e pelo advogado-geral adjunto de Contencioso do Senado, Fernando Cesar de Souza Cunha. Pela Câmara, o advogado Jules Queiroz irá marcar presença no lugar de Hugo Motta (Republicanos-PB).

O advogado-geral da União, Jorge Messias, será o representante do governo federal.

Em defesa do governo, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse que o governo não abrirá mão do decreto proposto pelo governo Lula (PT). A proposta elaborada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, determina o aumento do imposto para fechar as contas em 2025.

“O governo não fará negociação sobre esse tema, o governo defenderá manter a defesa judiciária do seu decreto”, disse o ministro.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/e07-brasil/motta-e-alcolumbre-nao-estarao-presentes-em-audiencia-de-conciliacao

Tarcísio se reúne com empresários para discutir tarifaço

Governador de SP, Tarcísio de Freitas. (Foto: Marcelo S. Camargo/Governo do Estado de SP).

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), se reunirá nesta terça-feira (15) com empresários do setor de indústrias para tratar sobre o “tarifaço” de 50% sobre produtos brasileiros, demandado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última semana. O encontro será no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual.

No mesmo dia, em Brasília, o governo federal também se reunirá com empresários para discutir as tarifas impostas pelo republicano, com reunião no período da tarde.

O chefe do executivo paulista traça rotas alternativas para negociar o tarifaço de Trump. Na última sexta-feira (11), o governador esteve presente com o encarregado de negócios da embaixada americana em Brasília, Gabriel Escobar.

A expectativa é que o representante também esteja presente no encontro desta terça-feira (15). De acordo com aliados, a iniciativa do encontro teria partido do próprio governo.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/e07-brasil/tarcisio-se-reune-com-empresarios-para-discutir-tarifaco

‘Enquanto eu falo o senhor fica quieto’, diz Moraes a advogado de Filipe Martins

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), repreendeu o advogado Jeffrey Chiquini, da defesa de Filipe Martins, nesta segunda-feira, 14.

Moraes subiu o tom com Chiquini durante a apresentação de questões de ordem, que ocorre habitualmente antes de as testemunhas falarem.

Uma questão de ordem no STF se refere a uma dúvida ou controvérsia levantada no processo.
“Enquanto eu falo, o senhor fica quieto”, disse o juiz do STF, na audiência da ação penal que trata de uma suposta tentativa de golpe de Estado, e no momento no qual o advogado tentava rebater falas do ministro. Em outro momento, o ministro afirmou que Chiquini “deveria ter prestado concurso para o Ministério Público”, depois de o advogado questionar o fato de Martins não ter sido incluído no primeiro núcleo da denúncia.

Jeffrey Chiquini afirma que já se sabe quem “falsificou documentos” sobre Martins

Na semana passada, Chiquini informou que a investigação nos Estados Unidos sobre a suposta viagem de Martins em 2022 está avançada.

Conforme o advogado, uma pessoa com parentesco com uma autoridade brasileira foi responsável pela adulteração do registro de entrada no sistema imigratório norte-americano.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/enquanto-eu-falo-o-senhor-fica-quieto-diz-moraes-a-jeffrey-chiquini/

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