Lula acha que brigar com Trump faz dele o herói que jamais conseguiu ser

J.R. Guzzo
Após anúncio de Trump de tarifas para o Brasil, Lula disse que responderá de forma recíproca. (Foto: Colagem com fotos de EFE/EPA/Aaron Schwartz/POOL e Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente Lula, no auge das suas fantasias extremistas, e a ala esquerda mais radical do seu governo conseguiram finalmente o que tanto queriam: a pior crise nos 200 anos de relações diplomáticas com os Estados Unidos. Lula já se orgulhou de ser o primeiro presidente a nomear um comunista para o STF; pode, agora, se orgulhar de ser o primeiro presidente a receber sanções oficiais do governo americano de Donald Trump e a ver o Brasil tratado como um quase inimigo pela principal potência do mundo livre. Luís Carlos Prestes e as facções terroristas da “luta armada” não fariam pior.

Desde que assumiu a Presidência, Lula tem deixado clara uma de suas ambições raiz: fazer do Brasil um país hostil aos Estados Unidos de Trump e ao “imperialismo americano”. São manias que vêm de outras eras geológicas da sua vida, quando começou a perceber que levaria mais vantagem na política entrando na profissão de esquerdista. Hoje, presidente pela terceira vez e instruído pelo diplomata aposentado Celso Amorim e sua cartilha do tempo do Sputnik, Lula acha que não tem nada a perder no papel de sub-Nicolás Maduro do “Sul Global”.

É impossível negar que a briga aberta com os Estados Unidos vem sendo construída dia e noite pelo governo Lula desde que Trump assumiu a presidência americana. Estão colhendo agora o que semearam – e o que queriam mesmo colher

É o que ele está tentando ser. Sob os aplausos encantados da maior parte da mídia e das classes civilizadas, que se enrolaram na bandeira nacional e na “defesa da soberania”, Lula faz o número do “líder latino-americano” que desafia o imenso poderio militar, político e econômico dos americanos e do presidente Donald Trump, e mostra que o Brasil “não se dobra diante de ninguém”. Combina com a atual mania da mídia de exigir “respeito ao futebol brasileiro”, com a guerra aos “ricos” que o governo inventou para aumentar o IOF e com a fixação da extrema esquerda brasileira em ser o aliado mais radical do terrorismo na “Palestina”. Por que não enfiar esse horrendo Trump no pacote? Lula acha que brigar com Trump faz dele o herói que jamais conseguiu ser. Que coragem imensa, não? Eis aí, enfim, o primeiro presidente deste país que teve peito para enfrentar os Estados Unidos.

É o tipo da farsa que deixa Lula encantado – e, no seu entendimento, vem na hora certa, quando seu governo se afunda cada vez mais no estado de coma a que chegou por sua inépcia sem precedentes. Se não tem nada de bom para mostrar aqui, por que não desviar a atenção de todo mundo com o brilho de uma guerra externa? Não há ditador que não goste desse tipo de coisa; os militares da Argentina, para ficar no exemplo mais próximo e recente, se meteram numa guerra aberta contra a Inglaterra. É verdade que perderam e foram escorraçados do governo. O governo Lula não corre esse risco, porque ninguém vai atirar em ninguém – e ainda bem que não vai, porque isso aqui tudo iria virar fumaça em menos de meia hora. Mas será preciso, daqui para frente, convencer a população de que o Brasil está fazendo um grande negócio ao brigar com a maior nação do mundo.

Não adianta nada Lula dizer que o atual conflito foi provocado pela decisão de Donald Trump de se “intrometer” em questões brasileiras, como o processo de Jair Bolsonaro, ou de enfiar 50% de tarifa sobre as exportações do Brasil para os Estados Unidos. Em primeiro lugar, há o problema de que boa parte dos brasileiros pensa exatamente como Trump no episódio de Bolsonaro: acha que ele está sofrendo uma perseguição política grosseira e que o seu processo é uma vergonha. Em segundo lugar, é impossível negar que a briga aberta com os Estados Unidos vem sendo construída dia e noite pelo governo Lula desde que Trump assumiu a presidência americana. Estão colhendo agora o que semearam – e o que queriam mesmo colher.

O Brasil de Lula não fez nenhum gesto de aproximação, ou de mera procura de entendimento, com o governo Trump. Não tentou nem mesmo se fazer de neutro; foi deliberadamente hostil o tempo todo. O que o governo Lula fez, na verdade, foi colocar o Brasil como inimigo da maior potência do planeta – e inimigo gratuito, sem motivo e em troca de nada. Como um negócio desses pode atender aos interesses nacionais do Brasil?

Na verdade, é um gesto de automutilação; vai justamente ao contrário dos interesses brasileiros, por qualquer critério objetivo que se queira adotar. Não é uma briga do povo deste país. É uma briga de Lula e da extrema esquerda. Sonham em ser, um dia, alguma Venezuela, Cuba ou Irã – com eles próprios andando de Ferrari, o povo vivendo das esmolas do Bolsa Família e um “bloqueio” americano para jogarem a culpa por tudo. Os brasileiros vão apenas pagar por isso.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/lula-briga-donald-trump-tarifas/

Leonardo Coutinho

Não é tarifa — é sanção: Trump reage aos ataques de Lula e do BRICS

Guerra tarifária: Trump impõe sanções ao Brasil como resposta aos ataques de Lula e à atuação dos BRICS. É pressão política, não mera tarifa. (Foto: Aaron Schwartz/EFE/EPA/POOL; Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Não se engane com a aparência. A carta enviada pelo presidente Donald Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgada nesta semana, não trata apenas de comércio exterior. Tampouco se resume a uma medida de proteção da indústria americana diante de desequilíbrios tarifários com o Brasil. É uma sanção.

Sanções, diferentemente de tarifas, são instrumentos de pressão política. São usadas para punir, coagir ou provocar mudanças de comportamento em regimes hostis, violadores de direitos ou ameaças à ordem internacional. 

A carta de Trump não esconde esse caráter. Ao vincular a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e à atuação do Supremo Tribunal Federal, Trump politiza por completo a questão. 

A relação comercial passa, então, a ser apenas o meio pelo qual o americano escolheu para exercer seu poder de pressão sobre o Brasil. Isso ultrapassa o campo da disputa econômica. É diplomacia coercitiva em estado puro.

Também é enganoso pensar que Trump sancionou o Brasil apenas por sua simpatia pelo ex-presidente do Brasil. Ele acusa o STF de censura, questiona a liberdade de expressão no Brasil e se queixa da extrapolação (vamos dizer assim) de jurisdição da Justiça brasileira que avançou sobre empresas e cidadãos americanos que sequer residem no Brasil, como no caso do colunista da Gazeta do Povo, Rodrigo Constantino.

Além disso, Trump está reagindo à escalada de medidas tomadas no Brasil contra plataformas de mídia social. Isso faz mais sentido, mas também não explica tudo.

Donald Trump guia as suas ações pela lógica da “América em primeiro lugar”. Ele está defendendo os interesses dos Estados Unidos contra uma escalada de ações antiamericanas que o tonto do presidente Lula resolveu peitar em nome da Rússia, China, Irã e os cacarecos bolivarianos da vizinhança. Vale lembrar que o clube dos vilões tem um dono, Xi Jinping, sócios e um estafeta, chamado Lula.

Tal como um bom servo, Lula resolveu mostrar serviço acreditando na promessa de ganhar relevância, como uma “reforminha” no Conselho de Segurança da ONU e com isso um poder, virtual diga-se, de dar as cartas no mundo.

O gatilho para reação de Donald Trump é a aliança anti-americana chamada BRICS. Lula assumiu o papel de maior pregador de ações para minar a dominância do dólar

Dias antes de anunciar as sanções, o americano já havia mandado um recado que não toparia as ameaças que vinham do Rio de Janeiro, onde o clube de autocracias se reuniu para bradar seus valores antiocidentais.

Lula tem desafiado os Estados Unidos de maneira constante e cada vez mais em nome de outros jogadores. Ao invés de fazer uma política “Brasil em primeiro lugar, Lula colocou sua ideologia – ancorada na Guerra Fria e os interesses de seus parças Xi, Putin e Khamenei – à frente dos interesses do Brasil.

Esqueça Bolsonaro e sua família. Trump se mexeu por causa dos interesses dos Estados Unidos. Em resumo é o “América em Primeiro Lugar” versus “BRICS em primeiro lugar”.

O caso do Bolsonaro entrou de carona – tenham certeza

Muita gente parou nos 50% de tarifa e se esqueceu que o presidente Trump mandou abrir uma investigação contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos é como uma ferramenta de choque: investiga, acusa e pune. 

Ao ameaçar o Brasil com essa medida, Trump não está apenas reclamando de tarifas: ele está sinalizando que considera o Brasil um país hostil aos interesses dos Estados Unidos. Se a investigação for formalmente iniciada e resultar em mais sanções, o Brasil não terá capacidade de reação.

Quando Trump acionou a Seção 301 contra a China em 2018, por exemplo, o resultado foi uma guerra comercial bilionária. Tarifas retaliatórias foram impostas dos dois lados, empresas foram forçadas a reestruturar cadeias produtivas, e o comércio global sentiu o impacto. 

A diferença é que o Brasil, ao contrário da China, não tem a escala nem o poder de barganha para resistir a esse tipo de medida. Uma sanção baseada na Seção 301 poderia provocar um efeito dominó, colocando em risco empregos, exportações e a confiança do mercado externo.

Tudo por um delírio Lulopetista e aposta em um mundo novo, sob o guarda-chuva da China.

Historicamente, sanções unilaterais têm efeitos mistos. Em casos como o Irã ou a Coreia do Norte, causaram danos econômicos, mas pouco alteraram o comportamento dos regimes. Em democracias, no entanto, a pressão surte efeito. 

O México, em 2019 e agora, cedeu rapidamente à ameaça de tarifas feita por Trump, reforçando o controle migratório em sua fronteira sul para evitar a taxação de seus produtos. Foi uma vitória política para Trump, em ambos os governos, e um recuo estratégico do México.

Mas no caso do Brasil é diferente. Trump colocou Lula contra a parede. Embora sua base tente invocar o patriotismo como remédio, o que levou à crise foi justamente a falta de compromisso com o Brasil. 

As sanções em curso e as que podem vir são uma resposta dos Estados Unidos aos ataques idealizados pela China, mas verbalizados pelo Brasil. Lula jogou o Brasil no meio a uma guerra que não era dos brasileiros por pura ideologia. A conta chegou e não será barata.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/leonardo-coutinho/nao-e-tarifa-e-sancao-trump-reage-aos-ataques-de-lula-e-do-brics/

Taxação de Trump ao Brasil gera 240 milhões de impressões no X 

Logo da rede social X, antigo Twitter. (Foto: X).

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa adicional de 50% sobre produtos brasileiros repercutiu intensamente nas redes sociais, especialmente no X (antigo Twitter).

Segundo levantamento da consultoria Nexus, a discussão sobre o tema já acumula mais de 240 milhões de impressões e 9,1 milhões de curtidas até a manhã desta quinta-feira (10).

Trump lidera os Trending Topics no Brasil com mais de 36,5 milhões de menções até as 9h15.

O termo “RESPEITA O BRASIL”, usado por apoiadores do governo que defendem a resposta de Lula à tentativa de interferência na soberania nacional por parte de Donald Trump, aparece em segundo lugar, com aproximadamente 1,99 milhão de citações.

Por outro lado, também há reações críticas. O termo “CHEGA DE DITADURA”, em quarto lugar entre os mais comentados, registra cerca de 973 mil menções.

Ele é utilizado, principalmente, por opositores do governo federal, que responsabilizam o presidente Lula pela deterioração das relações diplomáticas com os Estados Unidos e enxergam a resposta brasileira como excessivamente ideológica.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/e09-brasil/taxacao-de-trump-ao-brasil-gera-240-milhoes-de-impressoes-no-x

Alexandre Garcia

Não há senadores suficientes para cassar ministro do STF, infelizmente

Senado é a casa legislativa que pode julgar crimes de responsabilidade de ministros do Supremo. (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado)

Muita gente culpa Rodrigo Pacheco e Davi Alcolumbre por não terem resolvido esse problema brasileiro a que Donald Trump se refere, o de um Supremo que não obedece à Constituição no que tange à liberdade de expressão, ao direito à ampla defesa, ao juiz natural. Dizem que, se os pedidos de impeachment de ministros do Supremo tivessem sido encaminhados, nada disso teria acontecido.

Mas todos sabem no Senado que um pedido de impeachment teria no máximo 32 votos dos 81 senadores. E seriam necessários metade mais um, 41 votos, para aprovar o parecer da comissão especial, e depois 54 votos para a cassação. A oposição não tem isso. Por isso a direita está fazendo uma campanha para que haja uma maciça eleição de senadores da oposição em 2026, quando dois terços do Senado serão renovados.

Pensando com a cabeça de Alcolumbre e Pacheco, suponho que eles não quisessem posar para a direita e colocar em pauta um pedido de impeachment sabendo que há no máximo 32 votos pela cassação, talvez nem isso. O presidente do Senado não vai conseguir nada, dará um tiro n’água e ainda receberá retaliação, por ter assuntos a serem resolvidos no Supremo. Talvez a explicação esteja aí.

O que Trump está propondo a Lula em sua carta 

Vamos voltar a alguns trechos da carta de Donald Trump pra Lula. O norte-americano mandou 100 cartas pra 100 países, e está esperando as respostas até 1.º de agosto, que é a data em que a tarifa começa a vigorar. Não sei se, no caso brasileiro, ele também está esperando até 1.º de agosto para aplicar a Lei Magnitsky. Depois de dizer que é uma vergonha internacional a perseguição a Bolsonaro, Trump afirma que “esse julgamento não deveria estar ocorrendo, é uma caça às bruxas que deve acabar imediatamente”. Ou seja, ele está esperando um resultado em relação a esse caso.

Mais adiante, na parte econômica, ele diz: “se o senhor [Lula] abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos, e eliminar suas tarifas políticas não tarifárias e barreiras comerciais, nós poderemos talvez considerar um ajuste nesta carta”. Ele está fazendo uma proposta. E já avisou: “estou instruindo o representante do comércio dos Estados Unidos, Jameson Greer, a iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 sobre o Brasil”. Essa Seção 301 é de uma lei não muito antiga que investiga todas as ações que possam ser consideradas desleais para com os Estados Unidos no comércio internacional.

Enquanto Brasil é taxado, Argentina ganha tarifa zero

Com essas tarifas, Trump também está demonstrando a importância das alianças e das amizades continentais. A Argentina está com tudo: terá praticamente 80% de suas exportações para os Estados Unidos com taxa zero. Só não vão zerar o aço e alumínio, por causa da proteção à indústria americana.

Marco Rubio envia mensagem de incentivo ao povo cubano

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, gravou uma mensagem para o povo cubano. Nesta sexta-feira, 11 de julho, fará quatro anos que o povo cubano saiu às ruas protestando contra a ditadura castrista. O ditador já não é um Castro, mas o regime é o castrismo, uma ditadura cruel. E Marco Rubio fez uma gravação, falando na qualidade de secretário de Estado, em nome de todos os cubanos que estão fora de Cuba – ele mesmo é filho de cubano –, dizendo que a resistência do povo em Cuba anima os cubanos e seus descendentes nos Estados Unidos a continuarem lutando pela liberdade.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/senadores-impeachment-ministro-stf/

Flávio Gordon

Soberania de fachada, entreguismo raiz

Lula e Xi Jinping durante visita do presidente brasileiro à China, em maio de 2025. (Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República)

Para comunistas e demais pregadores da revolução permanente, tanto a democracia quanto a soberania nacional são valores puramente instrumentais, úteis apenas enquanto servem ao avanço do projeto de poder. Foi sob essa ótica que o hoje descondenado-em-chefe, Luiz Inácio Lula da Silva, declarou, ainda nos tempos em que fingia subversão, que eleições não passavam de uma “farsa necessária para se chegar ao poder” – definição que faria corar de inveja seu camarada Nicolás Maduro. O mesmo raciocínio foi reiterado com cinismo cartesiano por José Dirceu, patrono do mensalão e do projeto de aparelhamento estatal, ao resumir em uma frase a essência do regime brasileiro contemporâneo: “Vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”.

O princípio se aplica com igual vigor ao conceito de nação. A doutrina marxista-leninista sempre tratou a soberania nacional como um obstáculo à utopia igualitária internacional. A velha máxima da união dos proletários do mundo, que deveria obliterar toda lealdade ao solo natal, soçobrou quando os tanques da Primeira Guerra Mundial revelaram que o amor à pátria sobrepujava o abstrato amor de classe. Stalin, então, reescreveu o dogma e, com o pragmatismo herdado de Lenin, instituiu o “socialismo em um só país”, criando a ficção das nações “proletárias” contra as “burguesas”. Embora fingindo se afastar do stalinismo, Mao Tse-tung consagraria a ideia com outra síntese lapidar: “O marxismo tem de assumir uma forma nacional antes de poder ser aplicado”.

Esse nacionalismo instrumental, fundado na manipulação das massas sob pretexto de autodeterminação, é o mesmo que hoje inspira a pantomima patriótica do lulopetismo. Em reação às tarifas impostas por Donald Trump ao Brasil, Gleisi Hoffmann, a secretária-geral do anacronismo latino-americano, teve um acesso de amor ao país e acusou o presidente americano de interferência na “soberania nacional”. Um termo que, nos lábios de revolucionários de grife, é tão verdadeiro quanto a promessa de fidelidade feita por um Casanova. Afinal, estamos falando do mesmo partido que entregou a infraestrutura estratégica do país à China – a cuja “revolução” o descondenado-em-chefe teceu os mais melosos elogios –, cedeu o controle da Amazônia a ONGs estrangeiras, e assinou com entusiasmo todos os documentos que transferem decisões nacionais a fóruns multilaterais.

Não se grita “soberania” para preservar a liberdade do povo brasileiro, mas para blindar um poder que teme a verdade – sobretudo quando ela vem de fora

O grande timoneiro de Garanhuns, em particular, jamais escondeu seu desprezo pela soberania como conceito político. Em 2021, ainda em campanha, declarou que “precisava ter uma governança global, que seria possível através de um Conselho de Segurança da ONU mais forte, mais participativo, com mais gente, decidindo coletivamente o que fazer”. Reclamou que, mesmo após as decisões conjuntas no G-20, “a execução depende do Estado nacional e do Congresso de cada país”, o que, em sua visão, inviabilizaria a concretização dos desígnios do “mundo”. O remédio, para ele, seria um “novo modelo de governança global para que determinadas decisões sejam coletivas e implantadas por todos os países”.

Já como presidente, em 2023, reiterou o mesmo raciocínio. “Se nós não tivermos uma questão de governança global, que decida cuidar do planeta como uma coisa pertencente a todos nós […], vai continuar acontecendo que tomamos decisões maravilhosas, a nível internacional. Mas quando tentamos colocar em prática, dentro do nosso Estado nacional, muitas vezes o Congresso não aprova e as políticas não entram em vigor”. Não se trata, portanto, de um descuido retórico ou de um arroubo momentâneo. A ideia de que o Estado nacional deva ser superado por instâncias supranacionais é pedra angular do projeto lulopetista, caracterizando a nova aparência assumida pelo internacionalismo comunista do pós-Guerra Fria.

É à luz dessa ideologia que se deve compreender o uso grotesco e oportunista da palavra “soberania” para atacar a política de Trump. As tarifas impostas pelo presidente americano não foram motivadas por revanchismo comercial, mas por um juízo geopolítico claro: sob o consórcio STF-PT, o Brasil deixou de ser uma democracia confiável e tornou-se um apêndice de regimes totalitários. A aliança servil com a China, a presença diplomática vergonhosa na posse de Maduro, o silêncio cúmplice diante das execuções do regime iraniano (cujo programa nuclear foi ardorosamente defendido pelo descondenado) e a exportação do modelo censório do Judiciário brasileiro para a comunidade internacional – tudo isso justifica plenamente o gesto de Trump. Este foi, portanto, menos uma medida econômica do que um recado moral.

Em vez de reconhecer o preço de sua reorientação ideológica, o lulopetismo preferiu dobrar a aposta na impostura patriótica. A soberania, outrora desprezada como resquício burguês, converteu-se, de uma hora para outra, em valor absoluto – desde que sirva para atacar o imperialismo “trumpista”. Os mesmos que entregam o Itamaraty a Pequim e as escolas à Unesco agora posam de nacionalistas feridos porque um presidente norte-americano tratou o Brasil como o que ele de fato se tornou: um satélite do Eixo totalitário formado por China, Rússia e Irã.

A consequência lógica desse fingimento é o completo descolamento entre discurso e realidade. O Brasil do consórcio STF-PT é um país sem autonomia econômica, submetido à chantagem ambientalista externa, censurado por ordem judicial e alinhado geopoliticamente com ditaduras. Seu sistema político é marcado por uma aristocracia togada que, sob o pretexto de “proteger a democracia”, atua como Partido Único informal. E ainda assim, diante de qualquer crítica vinda de fora, seus representantes vociferam em nome da independência nacional, como se ainda fossem herdeiros de 1822, e não da agenda globalista de Davos.

Em resumo, o que está em jogo não é a defesa do Brasil, mas do regime. Não se grita “soberania” para preservar a liberdade do povo brasileiro, mas para blindar um poder que teme a verdade – sobretudo quando ela vem de fora, com o selo do líder do assim chamado “mundo livre”, o presidente dos EUA. O lulopetismo defende a pátria como quem protege uma fachada. Por trás dela, está o verdadeiro projeto: a fusão do partido com o Estado, a submissão da política à tecnocracia global e a desconstrução progressiva dos pilares da ordem nacional. Se a soberania nacional dependesse do lulopetismo, já estaria leiloada na Bolsa de Xangai – com aval da ONU, endosso do STF e tradução simultânea para o mandarim.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-gordon/soberania-nacional-fachada-entreguismo-raiz/

Petrobras cobra ‘autodeclaração de gênero e orientação sexual’ de funcionários

Em um comunicado interno emitido na quinta-feira 10, a Petrobras pediu a funcionários para fazerem autodeclaração de gênero e orientação sexual.

Conforme a estatal, a medida é importante para que a empresa “conheça melhor o perfil do efetivo e possa direcionar, com precisão, suas ações de diversidade”.

O gerente-executivo Eduardo Nardi explica, em um vídeo, que “incentivar a diversidade, a equidade e a inclusão também é bom para os nossos negócios”. No campo “Meu Perfil”, o funcionário indica se é
“cis, trans, heterossexual ou homossexual”, além de responder a um questionário.

Plano de saúde da Petrobras amplia cirurgias para pessoas trans


No começo do ano, a coluna informou que a Petrobras ampliara a cobertura do seu plano de saúde para oferecer novos tratamentos a pessoas trans. “Além dos procedimentos que já eram cobertos, a nova linha de cuidados da TransCuidar incorpora ao nosso rol uma série de procedimentos cirúrgicos, o processo de hormonização, também conhecido como terapia hormonal, e um atendimento especializado para trans, de maneira humanizada e responsável”, informou a estatal.

De acordo com a petrolifera, os seguintes procedimentos serão cobertos pelo convênio:

  • terapia hormonal;
  • plástica escrotal;
  • mamoplastia;
  • mastectomia subcutânea e inclusão da prótese;
  • mastoplastia em mama oposta depois de reconstrução da contralateral;
    reconstrução de mama com prótese e/ou expansor;
  • reconstrução de mamaria com retalho muscular ou mio cutâneo unilateral;
  • reconstrução mamaria com retalho cutâneo regional;
  • retirada de prótese de mama unilateral; e
  • substituição de prótese.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/no-ponto/petrobras-cobra-autodeclaracao-de-genero-e-orientacao-sexual-de-funcionarios/?utm_medium=editorial-push&utm_source=taboola

Moraes mantém prisão preventiva de Mário Fernandes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes confirmou a decisão de manter a prisão preventiva do general da reserva Mário Fernandes e do tenente-coronel Hélio Ferreira Lima O despacho, oficializado na terça-feira 8 e divulgado nesta quarta-feira, 9, ocorre no âmbito do inquérito sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado depois das eleições de 2022.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou ambos os militares por planejar o assassinato de autoridades brasileiras. Entre elas, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o próprio magistrado do STF. A denúncia aponta envolvimento direto no planejamento e execução das ações.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/stf-moraes-mantem-prisao-preventiva-de-mario-fernandes/

Na Argentina por 24h, Lula torrou R$60 mil só no ‘cafezinho’ e R$400 mil com carrões

Fez estrago nas contas a rápida passagem pela Argentina de Lula (PT) e seu numeroso séquito de bajuladores, acostumados com os luxos bancados pelo pagador de impostos. Geralmente chamam atenção gastos elevados em hotéis cinco estrelas e frotas de veículos, como os R$395,7 mil dedicados a carros da comitiva de Lula em Buenos Aires. Mas desta vez nem o ‘cafezinho’ perdoou: R$60,7 mil com água e café.

Nem um dia

Impressiona o ritmo de gastos de Lula e cia. em viagens: foram menos de 24h na Argentina, incluindo a visita à ladra Cristina Kirchner.

Chamada a cobrar

Cuidado não existe com a grana do pagador de impostos: dados de telefonia móvel custaram R$31,8 mil na viagem de menos de um dia.

Mau sinal

O governo enrola para revelar gastanças no Portal da Transparência, mas a hospedagem de parte da comitiva custou R$361,9 mil até agora.

Negócio é gastar

Mesmo no bate e volta, sem nem ter encontro bilateral com o presidente Javier Milei, foram pagos R$2,2 mil em dois painéis de LED.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/na-argentina-por-24h-lula-torrou-r60-mil-so-no-cafezinho-e-r400-mil-com-carroes

Deputada dos EUA pede sanções contra Moraes: ‘Silencia opositores’

Deputada dos EUA reeleita, Maria Elvira Salazar, exibindo foto de Moraes em sessão no Congresso Americano sobre censura. (Foto: Reprodução/Redes Sociais).

A deputada norte-americana María Elvira Salazar (Republicano–Flórida) pediu que o governo dos Estados Unidos aplique sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

O pedido foi feito com base na Global Magnitsky Act, uma lei que permite sanções contra estrangeiros acusados de corrupção ou violações de direitos humanos.

Em publicação nas redes sociais, Salazar chamou Moraes de “radical” e afirmou que o magistrado representa uma ameaça à liberdade política no Brasil.

“Esse juiz radical transformou a Suprema Corte do Brasil em uma arma política, silenciando opositores, censurando norte-americanos e encerrando plataformas de liberdade de expressão”, escreveu.

A parlamentar ainda pediu o congelamento dos bens do ministro, o cancelamento de seu visto para os EUA e uma resposta “clara e contundente” contra o que chamou de “juízes autoritários”. 

Veja abaixo a declaração completa da deputada:

https://twitter.com/MaElviraSalazar/status/1943050907228475472?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1943050907228475472%7Ctwgr%5Ebb3dd356f04520e7483634aef45389568b196549%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fdiariodopoder.com.br%2F

Lei Magnitsky

Magnitsky Act foi aprovada inicialmente em 2012 para punir autoridades russas envolvidas em violações de direitos humanos.

Em 2016, a lei foi ampliada e passou a se chamar Global Magnitsky Human Rights Accountability Act, permitindo a aplicação de sanções a indivíduos de qualquer nacionalidade.

A legislação autoriza os EUA a impor medidas como:

  • bloqueio de bens e ativos em território americano;
  • proibição de entrada no país (ou revogação de visto);
  • restrições em transações financeiras e comerciais ligadas a interesses nos EUA.

A lei é aplicada a pessoas acusadas de corrupção grave ou de violar direitos humanos — como execuções extrajudiciais, tortura, censura ou repressão a opositores.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/exteriores/e01-internacional/deputada-dos-eua-pede-sancoes-contra-moraes-silencia-opositores

Alcolumbre e Motta falam em agir com ‘equilíbrio e firmeza’ à tarifa de Trump

Senador Alcolumbre (esq) e Deputado Motta (dir) (Foto: Reprodução/ Instagram/ @davialcolumbre)

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), divulgaram nesta quinta-feira (10) uma nota conjunta após a nova tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump sobre produtos brasileiros.

Na declaração, os presidentes das duas Casas afirmam que o Parlamento atuará com “equilíbrio e firmeza” para proteger a economia nacional, os setores produtivos e os empregos dos brasileiros.

Eles destacam ainda a importância da Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Legislativo, como instrumento estratégico para reagir a ações consideradas hostis por parte de parceiros comerciais.

“A decisão dos Estados Unidos de impor novas taxações sobre setores estratégicos da economia brasileira deve ser respondida com diálogo nos campos diplomático e comercial”, diz a nota assinada por Alcolumbre e Motta. “Com muita responsabilidade, este Parlamento aprovou a Lei da Reciprocidade Econômica. Um mecanismo que dá condições ao nosso país, ao nosso povo, de proteger a nossa soberania.”

A norma mencionada estabelece que o Brasil poderá adotar medidas de retaliação equivalentes sempre que for alvo de políticas comerciais injustas ou discriminatórias por parte de outras nações.

Embora o Executivo ainda analise os próximos passos em resposta à medida norte-americana, a manifestação do Congresso sinaliza que há respaldo político para uma eventual reação mais dura.

Leia a íntegra da nota:

“A decisão dos Estados Unidos de impor novas taxações sobre setores estratégicos da economia brasileira deve ser respondida com diálogo nos campos diplomático e comercial.

O Congresso Nacional acompanhará de perto os desdobramentos. Com muita responsabilidade, este Parlamento aprovou a Lei da Reciprocidade Econômica. Um mecanismo que dá condições ao nosso país, ao nosso povo, de proteger a nossa soberania.

Estaremos prontos para agir com equilíbrio e firmeza em defesa da nossa economia, do nosso setor produtivo e da proteção dos empregos dos brasileiros.

Davi Alcolumbre
Presidente do Senado Federal do Congresso Nacional

Hugo Motta
Presidente da Câmara dos Deputados”

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/e09-brasil/alcolumbre-e-motta-falam-em-agir-com-equilibrio-e-firmeza-a-tarifa-de-trump

Falsos deuses e suas perversidades

Facilmente se pode entender que alguém, técnico, jornalista, político ou pessoa do mundo do Direito, em qualquer país, regime ou idioma, expresse uma opinião errada ou tome uma atitude errada. O erro é inerente à natureza humana. Quem sabe mais erra menos; quem sabe menos erra mais. Aprende-se dos erros de quem erra querendo acertar. Estas observações, intuitivas a quem seja medianamente esclarecido, encontram barreira irremovível em todo Robespierre temporão que se considere editor-chefe das verdades nacionais e passe a tratar a divergência como inimiga pessoal, incidindo sobre ela a mão pesada do Estado.

Se errar é humano, como ensina a sabedoria popular com arraigada experiência individual e coletiva, não errar é divino. Certo? Em vista disso, a história dos povos tem o mau hábito de gerar, aqui e ali – não em gruta, como a de Belém, mas em palácios de areia – falsos deuses que reivindicam à plebe peregrina homenagens com incenso, ouro e mirra.

Enquanto, por um lado, podemos aceitar os erros próprios e alheios provenientes de sincero empenho em acertar, por outro, não são moralmente toleráveis os que, quando praticados, deixam rastros de vergonha e deformidade, dores e lágrimas.  Produzem surtos de aflição e epidemias de desalento.

A história não guarda bom registro desses tiranos. Todos comungaram na mesa do uso abusivo, excessivo, individualista e sádico do próprio poder. Não há para eles qualquer “memorial da pátria reconhecida”. Nenhum panteão guarda o pó em que se consumiu sua vaidade.

Observei atentamente certos tiranos da contemporaneidade. Alguns já passaram. Outros estão por aí. Aprendi sobre eles. A vaidade que sentem está na razão direta da pequenez de seus corações e da feiura de seus pensamentos. A coragem que cuidam de ostentar é filha da fraqueza interior. O medo que causam nasce do medo que sentem. O ódio que os alimenta é proporcional ao amor que não inspiram. Sabem o quanto são falsos os elogios dos cortesãos. São louvações que não consolam, mas aviltam; que não alegram, mas deprimem.

Também seus povos são povos tristes. Não é assim no reino do verdadeiro Deus, cujo jugo é suave e cujo fardo é leve.

Percival Puggina é arquiteto, empresário, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/opiniao/falsos-deuses-e-suas-perversidades

Rodrigo Constantino

Atentado ao Estado de Direito: uma entrevista!

O jornalista Allan dos Santos mora nos Estados Unidos desde agosto de 2020. (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)

Que o ministro Alexandre de Moraes desenvolveu verdadeira tara por Allan dos Santos, isso parece inegável. Mas o todo-poderoso do STF anda dando bandeira demais. Moraes resolveu multar em R$ 50 mil o jornalista por “atacar instituições democráticas”. Allan teria descumprido medidas cautelares.

A penalidade foi determinada por Moraes com base na constatação de que Allan dos Santos “participou do programa intitulado ‘Lula incha o Estado e STF persegue brasileiros! É a ditadura da toga’”, o que, segundo o despacho, configura nova violação de determinações anteriores de bloqueio e suspensão de perfis em redes sociais.

Sindicalistas invadirem a sala do presidente da Câmara representa um protesto normal; Allan dos Santos receber um entrevistado em seu programa em Orlando é atentado contra o Estado de Direito, o STF e a democracia

O ministro afirmou que Allan dos Santos “utiliza as redes sociais para atacar as instituições democráticas, notadamente o Supremo Tribunal Federal, bem como o próprio Estado Democrático de Direito”. Segundo o relator, a conduta pode se enquadrar nos crimes previstos nos artigos 286 e 359-L do Código Penal.

Detalhe: a multa foi estendida ao programa todo, o que atinge, por exemplo, o sócio de Allan dos Santos, o jornalista Lacombe. “Para Moraes, vale tudo para punir. Pune Starlink para atingir X, advogado para atingir cliente, site para atingir entrevistado”, resume André Marsiglia. Ele acrescenta: “Uma cautelar não se estende a terceiros, não importa nada qual a relação ele tenha ou venha a ter com os terceiros. Moraes está simplesmente acabando com o direito e com a segurança jurídica para atingir seus objetivos, que não são jurídicos”.

No mesmo dia, sindicalistas tentaram invadir a sala de Hugo Motta na Câmara dos Deputados. Em “protesto”, sindicalistas de diversas áreas, todos ligados ao esquerdismo petista, tentaram invadir gabinete do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Isso, pelo visto, não se configura ataque às instituições democráticas ou atentado ao Estado de Direito. Apenas um dia de protestos normais, não é mesmo?

Ficamos assim: sindicalistas invadirem a sala do presidente da Câmara representa um protesto normal; Allan dos Santos receber um entrevistado em seu programa em Orlando é atentado contra o Estado de Direito, o STF e a democracia, com multa de R$ 50 mil estendida aos sócios. Isso virou o Brasil de hoje…

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/allan-santos-atentado-estado-direito-entrevista/

PT requer que o Conselho de Ética casse o mandato de Eduardo Bolsonaro

O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou nesta quinta-feira, 10, uma petição complementar ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. No documento, a legenda solicitou a cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Para os petistas, ele cometeu uma afronta direta à soberania nacional ao atuar fora do país e tentar convencer autoridades dos Estados Unidos a adotarem sanções econômicas contra o Brasil.

A nova petição recebeu assinaturas de Lindbergh Farias (PT-RJ) e do senador Humberto Costa (PT-PE). Ambos apontaram que Eduardo Bolsonaro e o comentarista Paulo Figueiredo mantiveram reuniões com representantes do governo norte-americano.
Essas conversas teriam motivado o anúncio feito por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que fixou uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros exportados.

No entendimento do PT, a ação foi planejada para interferir em processos judiciais legítimos e proteger o ex-presidente Jair Bolsonaro de eventual responsabilização penal. O partido também considera que essa articulação buscou enfraquecer instituições democráticas brasileiras. Para os autores da petição, Eduardo ultrapassou qualquer limite admissível da liberdade política atribuída ao mandato e praticou abuso de prerrogativas parlamentares.

O documento registra que o próprio deputado assumiu publicamente participação nessa operação ao divulgar nota à imprensa que revelava coautoria na pressão exercida contra o
Brasil. Essa postura, de acordo com o PT, configura um fato inédito e gravíssimo. Mesmo nos períodos de maior alinhamento ideológico com potências estrangeiras, a legenda afirma que não houve registro de ação tão explícita para pedir sanções econômicas contra o país com fins de constrangimento institucional.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/pt-requer-que-o-conselho-de-etica-casse-o-mandato-de-eduardo-bolsonaro/?utm_medium=personalized-push&utm_source=taboola

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