Bolsonaro: ‘O objetivo final não é me prender, mas eliminar’

Em um discurso emocionado, Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a perseguição sofrida não tem como objetivo final a sua prisão. Atualmente, o ex-presidente é réu por suposta tentativa de golpe de Estado – ação na qual o relator é o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Não importa a covardia que fizeram comigo, eu não posso fugir da verdade com vocês que estão comigo”, declarou Bolsonaro. “O objetivo final não é me prender, mas eliminar. Não quero ser preso ou morto, mas não fugir da minha responsabilidade com vocês.” Na sequência, o presidente de honra do PL respondeu à uma das faixas dos manifestantes, a qual indagava: “O que fazer agora”. A frase denota à atual inelegibilidade do político e o cenário político incerto para 2026. “Se o país me der 50% da Câmara e 50% do Senado, não importa onde eu esteja, eu mudo os rumos do Brasil”, afirmou. “Se me derem isso, não importa onde eu esteja, aqui ou no além, quem eleger a maioria, não importa quem será eleito (para presidente).”

Parlamentares saem em defesa de Bolsonaro em ato na Paulista Bolsonaro destacou que, o partido tendo metade dos parlamentares, já garante as presidências da Câmara e do Senado. “Nem eu preciso ser presidente, com a maioria, podemos mudar todos os rumos do país”, definiu. “Não quero isso para perseguir ou para revanchismo, mas porque amo meu pais”, garantiu Bolsonaro. “Não tenho obsessão pelo poder, tenho paixão pela minha pátria.”

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/bolsonaro-o-objetivo-final-nao-e-me-prender-mas-eliminar/?utm_medium=personalized-push&utm_source=taboola

Bolsonaro ironiza ataques de Lula: ‘Pare de me cantar todos os dias’

Bolsonaro usou as redes sociais para provocar o adversário (Foto: Lula Marques/ABr)

Jair Bolsonaro (PL) ironizou o presidente Lula (PT) neste sábado (28) após o petista voltar a citar o ex-presidente.

Lula, pare de me cantar todos os dias. Nada do que você tem a oferecer me interessa”, disparou o ex-presidente.

As críticas de Bolsonaro seguiram com sugestão de que o presidente pudesse estar senil, “qualquer ser humano de bom senso desconfia da sua saúde mental!”.

Bolsonaro encerrou citando indiretamente que até mesmo a primeira-dama Janja deve estar saturada, “nem sua parceira deve aguentar mais meu nome na sua boca!”.

– Lula, pare de me cantar todos os dias. nada do que você tem a oferecer me interessa!

– Qualquer ser humano de bom senso desconfia de sua saúde mental!

– Nem a sua parceira deve aguentar mais meu nome na sua sua boca!

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) June 28, 2025

As falas de Bolsonaro ocorrem um dia após Lula cumprir agenda em Araguatins (TO). Em evento de entrega de títulos de regularização fundiária, o petista falou que passou os últimos anos consertando “dois anos de desgraceira” de Bolsonaro.

“Eu encontrei 87.000 casas do Minha Casa, Minha Vida paralisadas. E eu fico pensando, que, um cara é eleito, vê uma casa sem estar construída para o povo pobre e não tem coragem de acabar aquela casa. Eu penso: para o que presta aquele presidente?”, declarou o petista.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/bolsonaro-ironiza-lula-pare-de-me-cantar-todos-os-dias

Renomada revista internacional “abre fogo” contra Lula

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A revista britânica The Economist publicou neste domingo (29) um editorial severo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), retratando sua liderança como desconectada das exigências atuais tanto no cenário interno quanto no exterior. Com o título “A real nowhere man” — algo como “um verdadeiro homem de lugar nenhum” —, o artigo retrata Lula como um chefe de Estado sem rumo definido, com influência internacional reduzida e sem respaldo expressivo entre os brasileiros.

Segundo a publicação, o petista conduz uma política externa considerada contraditória e pouco eficaz, enquanto sua popularidade doméstica apresenta declínio constante. O texto destaca que o Brasil, sob sua presidência do BRICS neste ano, tem se afastado dos valores democráticos ocidentais ao adotar posicionamentos próximos de governos como os do Irã, da China e da Rússia. Em meio à preparação para a cúpula do bloco, marcada para julho no Rio de Janeiro, o Itamaraty estaria trabalhando para evitar maiores desgastes diplomáticos.

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O editorial também observa o distanciamento proposital do Brasil em relação aos Estados Unidos, liderados por Donald Trump, ao passo que o governo brasileiro reforça laços com Pequim. A tentativa frustrada de Lula em atuar como mediador no conflito entre Ucrânia e Rússia é mencionada como exemplo da fragilidade diplomática atual do Planalto. Além disso, sua postura em relação à crise na Venezuela e ao agravamento da situação no Haiti é criticada como carente de pragmatismo.

Internamente, a análise da revista aponta para uma queda de apoio significativa. A aprovação pessoal de Lula estaria abaixo de 40%, enquanto sua tradicional base de sustentação — formada por sindicalistas, setores da Igreja Católica e beneficiários de programas sociais — já não representa o novo cenário eleitoral brasileiro. A ascensão do eleitorado evangélico, a informalidade econômica crescente e o fortalecimento de forças conservadoras em todo o território nacional mudaram o jogo político.

Um marco dessa instabilidade, segundo a Economist, foi a recente rejeição pelo Congresso de um decreto presidencial importante, considerada uma derrota inédita para Lula em mais de três décadas de vida pública. A derrota enfraquece a margem de manobra fiscal do governo em um momento decisivo, com as eleições de 2026 no horizonte.

Encerrando a análise, a publicação sugere que Lula reavalie sua estratégia de protagonismo internacional, defendendo que o foco imediato de sua gestão deveria recair sobre os desafios domésticos, que exigem ações concretas e eficazes frente à complexidade atual do Brasil.

FONTE: JCO https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/71340/renomada-revista-internacional-equotabre-fogoequot-contra-lula

Lula e Haddad não aprendem nada com derrubada do IOF

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Congresso impôs derrota histórica a Lula e derrubou aumento do IOF proposto pelo governo. (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

O governo Lula foi atropelado pelo Congresso Nacional nesta quarta-feira: pela primeira vez desde 1992, no mandato de Fernando Collor, um decreto governamental foi derrubado pelo Legislativo. Na Câmara dos Deputados, Hugo Motta mudou de ideia e não quis mais dar nenhuma sobrevida para que Lula e Fernando Haddad mostrassem alguma alternativa ao desejado aumento do IOF, colocando o Projeto de Decreto Legislativo 314/25 em pauta, para surpresa até mesmo da oposição. Nem as festas juninas conseguiram esvaziar a sessão, com participação presencial e remota: o PDL passou com 383 votos favoráveis contra 98, placar ainda mais elástico que o da votação que aprovara o regime de urgência para o texto, na semana passada. Ato contínuo, foi a vez de Davi Alcolumbre levar o texto ao plenário do Senado, onde foi aprovado de forma simbólica, sem contagem de votos – apenas os senadores petistas e o pedetista Weverton, líder do seu partido, se opuseram.

Um resultado digno de comemoração, mas que não pode levar à ingenuidade de achar que os congressistas estão finalmente se rebelando contra a carga tributária escorchante que o brasileiro paga para receber em troca serviços que normalmente estão abaixo da média. Afinal, trata-se do mesmo Congresso que acaba de aprovar um aumento no número de deputados, para ficar em um exemplo recente. O resultado desta quarta-feira não pode ser lido fora do contexto maior de disputa entre Legislativo, Executivo e Judiciário em torno da liberação de emendas parlamentares, que muitos deputados e senadores gostariam de ver aumentar em valor e diminuir em transparência.

A solução petista para as contas públicas, gastando sem limites e arrancando tudo o que for possível do contribuinte brasileiro, está esgotada

Ainda assim, é evidente que o governo federal tem, sim, uma boa dose de responsabilidade ao ter criado uma situação que ele só sabe responder com mais aumento de impostos. A elevação do gasto público promovida por Lula é tão avassaladora que, mesmo batendo recordes sucessivos de arrecadação, o governo é incapaz de fechar as contas e cumprir as metas pífias de resultado primário que ele mesmo sugeriu – e que já foram relaxadas uma vez. A política fiscal irresponsável tem sido um dos principais fatores que mantêm a inflação acima dos limites máximos de tolerância da meta do Conselho Monetário Nacional, forçando o Banco Central a intensificar e prolongar o aperto monetário, com a Selic nos atuais 15%.

Mesmo ciente da repercussão negativa do aumento do IOF, o governo não procurou negociar: colocou a ministra Gleisi Hoffmann para ameaçar parlamentares com corte de emendas e propagar fake news na internet, associando o governo Bolsonaro à alíquota de 6,38% no IOF sobre uso de cartão de crédito no exterior e dizendo que a porcentagem começou a cair no governo Lula, quando na verdade a redução se devia a um decreto assinado por Bolsonaro em 2022, e a alíquota de 6,38% havia sido implantada no governo Dilma, em 2011 – um aumento de 4 pontos porcentuais em relação ao que vigorava até então. Se a falta de traquejo político de Gleisi já era notória, nem mesmo Fernando Haddad, visto como mais conciliador, resistiu à tentação: uma entrevista na qual ele defendeu o IOF maior e deixando subentendido que o Congresso defendia os interesses dos mais ricos, enquanto o governo Lula brigava pelos pobres, foi outro dos estopins que acabaram com a boa vontade de Hugo Motta.

O governo, como todo mau perdedor, pretende judicializar a questão e levá-la para o Supremo Tribunal Federal. É uma demonstração clara de que a principal lição que Lula e Haddad poderiam ter aprendido com este episódio está sendo ignorada: a de que a solução petista para as contas públicas, gastando sem limites e arrancando tudo o que for possível do contribuinte brasileiro, está esgotada. A âncora fiscal que garante o aumento real da despesa pública está se desfazendo, mas Haddad ainda tem a desfaçatez de dizer que, “se o jogo não estivesse favorável à área econômica, você ia ver onde estava esse dólar, o desemprego, a inflação. Você ia perder o controle da economia”, como se a economia do país estivesse caminhando de vento em popa, sem a inflação estourando a meta, os maiores juros em quase 20 anos e a dívida pública aumentando sem parar. Uma cegueira e uma teimosia que ainda trarão muitos problemas ao Brasil.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/lula-fernando-haddad-derrubada-iof/

“Gilmarpalooza”: veja quais autoridades vão ao evento de Gilmar Mendes em Lisboa

Gilmar Mendes
Evento de Gilmar Mendes que ficou conhecido como Gilmarpalooza é realizado em Lisboa. (Foto: Carlos Moura/STF)

Apelidado de “Gilmarpalooza” nos bastidores de Brasília, o Fórum Jurídico de Lisboa chega à sua 13ª edição reunindo parte expressiva da cúpula do poder no Brasil. Organizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, o evento será realizado entre os dias 3 e 5 de julho na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em Portugal. O tema deste ano é “O mundo em transformação – Direito, Democracia e Sustentabilidade na Era Inteligente”.

A lista de participantes confirma o peso político do encontro. Ao todo, quatro ministros do STF acompanharão Gilmar: Luís Roberto Barroso (presidente da Corte), André Mendonça, Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

Do governo Lula, estão confirmados cinco ministros: Alexandre Silveira (Minas e Energia), Camilo Santana (Educação), Jader Filho (Cidades), Jorge Messias (Advocacia-Geral da União) e Ricardo Lewandowski (Justiça).

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também marcará presença, junto com deputados como Tábata Amaral (PSB-SP), Orlando Silva (PCdoB-SP) e o ex-presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). No Senado, figuram Ciro Nogueira (PP-PI) e o ex-presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A lista ainda inclui sete governadores: Cláudio Castro (PL-RJ), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Mauro Mendes (União-MT), Helder Barbalho (MDB-PA), Ronaldo Caiado (União-GO), Eduardo Leite (PSD-RS) e Rafael Fonteles (PT-PI).

Também estão confirmados o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Quem organiza o “GilmarPalooza”

O Fórum é realizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) — que tem o próprio Gilmar Mendes como sócio — em parceria com o Lisbon Public Law Research Centre da Universidade de Lisboa e a FGV Justiça.

A programação detalhada do evento ainda não foi divulgada oficialmente. De acordo com o site do Fórum, os debates deste ano vão girar em torno da inteligência artificial e seus impactos no Direito, na política e na sociedade.

Custos e conflitos

Em 2024, o evento foi marcado por polêmicas. Um levantamento feito pelo Estadão apontou que os gastos do poder público com passagens e diárias para o Fórum somaram R$ 1,34 milhão, pagos pelos Três Poderes.

Na mesma edição, representantes de ao menos 12 empresas com processos em tramitação no STF participaram como palestrantes. Questionado, o Supremo negou à época qualquer conflito de interesse.

Na prática, o Fórum se tornou um ponto de encontro informal de ministros, parlamentares, governadores e empresários — longe do alcance institucional direto da imprensa e dos órgãos de controle. O evento também reacende o debate sobre o uso de recursos públicos para viagens internacionais de autoridades em compromissos fora da agenda oficial do Brasil.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/gilmarpalooza-veja-autoridades-vao-evento-gilmar-mendes-em-lisboa/

Alexandre Garcia

Será que mais etanol na gasolina não é adulteração de combustível?

presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de evento após a 2ª reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) (Foto: Marcelo Camargo/Agencia Brasil)

Alguma montadora já se pronunciou sobre o aumento para 30% do teor de etanol na gasolina que o governo impôs às pessoas sem perguntar? Ninguém falou nada até agora. Por quê?  Acho que isso é adulteração da gasolina. Para mim, até 11% seria razoável. Mais do que isso pode dar ferrugem, pode dar borra, afetar o sistema de injeção… É uma enganação de dizer que como o etanol é mais barato, vai baratear R$ 0,11. Ah, é? E quanto a quilometragem os carros vão fazer com um litro de gasolina? O carro que fazia 10 quilômetros com um litro vai fazer quanto agora? 9? 8?

Licenciamento ambiental vai para a Câmara. E será que vai para o STF?

O Senado, por 54 votos a 13, tirou essa tranqueira horrível dessa lei de licenciamento ambiental que impede investimentos em ferrovia, rodovia, atividade agrícola e afeta principalmente os menores produtores. A Câmara ainda vai decidir. Mas sabe o que o governo está fazendo? Quer recorrer ao Supremo. É a mania de quem não tem voto nos plenários da Câmara e do Senado e quer usar o Supremo depois para impor. E a gente já sabe de voto de ministro do Supremo. O ministro Flávio Dino já deu uma entrevista na Piauí dizendo que é o PL da devastação. Essas coisas aí dos ambientalistas, que são fanáticos de meio ambiente. pensei que era o dióxido de carbono, mas era o metano do aquecimento global.

PSOL entra com ação no Supremo para tentar garantir o aumento do IOF proposto pelo PT

Tem esse pessoal que está a favor de cobrar mais imposto da gente. Sabe quanto queriam tirar da gente com esse aumento de IOF? R$20 bilhões só nesse ano. Ah, não! Só tira dos ricos. Mentira! Se você tem saldo devedor no seu cartão, está com saldo devedor na conta, isso é operação financeira, empréstimo, vai pagar IOF. Pessoal que faz operações de câmbio, exportadores, importadores, vão pagar também. Mas, principalmente, todo tomador de empréstimo vai pagar. Em geral, o tomador de empréstimo está pobrinho, precisando adiantar o dinheiro, porque não chega até o fim do mês. Esse vai pagar. O PSOL já entrou com ação no Supremo, porque fica chato para o PT. Então o PSOL faz o serviço: vai lá e faz. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) pediu para entrar como amicus curie, porque já está lá no Supremo, para contrariar decisão do poder mais poderoso, é o que faz leis. Então fecha o Congresso! Se o Congresso não pode derrubar um decreto do governo, fecha o Congresso, impõe logo uma ditadura do Executivo junto com o Judiciário. Vamos ver! Foi sorteado o relator Gilmar Mendes que lavou as mãos. “Não, eu não tenho tempo para isso. Sugiro que o Moraes fique com isso.” Ele está pegando tudo.

Encontro Lula-Milei nesta semana?

O presidente Lula está indo para Buenos Aires. Fica por lá na quarta e quinta-feira para a reunião do Mercosul. E aí ele recebe a presidência rotativa do Mercosul que está com Javier MIlei. Estou curioso por esse encontro Lula-MIlei lá em Buenos Aires.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/alexandre-garcia-etanol-gasolina/

Gleisi na articulação acumula derrotas no Congresso

Gleisi Hoffmann (PT-PR).

A surra do governo na Câmara dos Deputados, que barrou o aumento do IOF pretendido por Lula (PT) e o ministro Fernando Haddad (Fazenda), marca também mais uma derrota para Gleisi Hoffmann, que completa quatro meses à frente da Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela “articulação política” de Lula. Gleisi chegou ao cargo em 28 de fevereiro e, desde então, só piorou a relação do governo com o Congresso. As derrotas têm sido sucessivas.

Tudo num mês

A oposição obstruiu a pauta da Câmara e conseguiu aprovar a urgência do projeto de anistia do 8/jan. O governo teve de apelar ao STF.

Discurso de ódio

O Congresso estudou, aprovou e sancionou o Dia da Amizade Brasil-Israel. Lula extrapolou o prazo e o Senado teve de promulgar.

CPMI no lombo

O governo petista também foi incapaz de impedir a criação da CPMI do INSS, que teve amplo apoio na Câmara e no Senado.

Malhação de Judas

Na última sessão conjunta, dia 17, Câmara e Senado derrubaram onze vetos de Lula. Agora, deletaram o decreto do IOF por 383×98 votos

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/gleisi-na-articulacao-politica-faz-o-governo-acumular-derrotas-no-congresso

71,4% dizem que compras no supermercado ficaram mais caras no governo Lula

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Para a maioria dos brasileiros, as compras no supermercado ficaram mais caras com a volta de Lula (PT) ao poder, 71,4% dizem que os preços aumentaram.

Só 9,4% avaliam que os preços diminuíram. Para 17,2% os valores ficaram como estavam. Aqueles que não sabem/não opinaram são 2,1%. Os números são do Paraná Pesquisas, que divulgou a pesquisa nesta segunda-feira (30).

O instituto também comparou a percepção do preço da picanha no governo de Lula e na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para 50% o corte ficou mais caro, contra 17,9% que dizem ter ficado mais barato. Os que avaliam que o preço ficou igual somam 21,7% e 10,5% dizem que não sabem/não se lembram.

O Paraná Pesquisas também perguntou se até o fim do governo Lula as pessoas terão mais facilidade para comprar picanha e cerveja. Para 67,1% a resposta é não. Outros 26,3% acham que sim. Não sabem/não opinaram são 6,6%.

A pesquisa foi realizada entre 18 e 22 de junho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/714-dizem-que-compras-no-supermercado-ficaram-mais-caras-no-governo-lula

Rejeição a Haddad complica situação do governo na Câmara

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom-ABr).

A relação entre ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), azedou antes da votação que aprovou a derrubada do aumento do IOF, semana passada. Para Motta, o ministro andou falando mal e quer empurrar para os parlamentares o desgaste com o IOF. Para deputados, o presidente da Câmara diz que nem mesmo deu os 10 dias para que a Fazenda aparecesse com alternativa ao aumento do IOF, que isso é coisa da cabeça de Haddad. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Deputados próximos ao presidente da Câmara dizem que Haddad está para Hugo Motta assim como Alexandre Padilha estava para Arthur Lira.

Para piorar o clima, Haddad é entusiasta da ideia de levar ao STF a crise do IOF, o que é visto como desrespeito pelo Congresso.

Sem a menor disposição para ajudar o governo, a Câmara prepara outras derrotas para Haddad, como derrubar a taxação de LCIs e LCAs.

FONTE: GAZETA DO POVO https://diariodopoder.com.br/uncategorized/rejeicao-a-haddad-complica-governo-na-camara

Processar vereador que chamou Lula de ladrão seria censura, diz MPF

Lula (PT), presidente da República – Foto: redes sociais

Deu em nada denúncia do Partido dos Trabalhadores (PT) contra um vereador de Santa Catarina que chamou o presidente Lula (PT) de “ladrão”.

As falas do parlamentar ocorreram em janeiro deste ano, em uma cerimônia do Legislativo.

Para o Ministério Público Federal, eventual denúncia deveria partir do Ministério da Justiça, pasta comandada por Ricardo Lewandowski, o que não ocorreu.

O MPF disse ainda que se a investigação fosse adiante ““configuraria censura aos direitos e garantias relacionados à liberdade de expressão, pensamento e manifestação do vereador em um contexto democrático”.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/processar-vereador-que-chamou-lula-de-ladrao-seria-censura-diz-mpf

URGENTE: Aiatolá iraniano emite sentença de morte contra Donald Trump

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O influente aiatolá Naser Makarem Shirazi, uma das figuras mais respeitadas do clero xiita iraniano, emitiu neste sábado (29) uma fatwa com graves implicações diplomáticas: segundo a sentença religiosa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, devem ser considerados mohareb — termo que significa “inimigos de Deus” na jurisprudência islâmica e que, sob a Sharia, pode justificar a pena de morte.

A declaração de Shirazi responde a declarações recentes atribuídas a ambos os líderes. Trump teria afirmado que poupou o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, de “uma morte feia e ignominiosa”, enquanto o ministro da Defesa de Israel prometeu que Khamenei “pagaria pelos seus crimes”. Tais afirmações foram vistas como ameaças diretas à autoridade espiritual máxima do Irã.

“Ameaçar a vida do líder supremo ou dos marjas do Islã é uma ofensa religiosa das mais graves. É obrigatório confrontar tais inimigos e fazer com que se arrependam de suas palavras e erros”, declarou Shirazi na sentença.

A fatwa — instrumento legal e teológico que possui peso jurídico considerável no regime teocrático iraniano — foi emitida em resposta a uma consulta formal, o que amplia ainda mais seu escopo e potencial de aplicação. Na prática, sentenças desse tipo podem influenciar decisões judiciais, respaldar ações externas ou legitimar retaliações contra alvos específicos.

Historicamente, a mais conhecida fatwa internacional foi emitida em 1989 por Ruhollah Khomeini, fundador da República Islâmica, contra o escritor Salman Rushdie, acusado de blasfêmia por seu romance Os Versos Satânicos. O caso resultou em anos de perseguição, ameaças e ataques, culminando no esfaqueamento do autor em 2022.

FONTE: JCO https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/71345/urgente-aiatola-iraniano-emite-sentenca-de-morte-contra-donald-trump

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