
O ministro da Justiça, logo ele, faz um esforço cada vez maior para fabricar ódios entre os brasileiros, espalhar notícias falsas e comportar-se de maneira irresponsável em sua militância ideológica. Não é, e nunca foi, um ministro da Justiça – alguém que é pago para facilitar o acesso dos cidadãos ao sistema judicial, tratar as questões da cidadania e garantir a segurança interna. É um militante político, que usa seu cargo público para promover interesses da facção minoritária e extremista que comanda dentro do governo. O ministro está positivamente hiperativo neste momento. Acaba de acusar o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, de “traidor da pátria” – nada menos que isso, “traidor da pátria”. Na bula de excomunhão que emitiu pelo Twitter, o ministro colocou Zema na “extrema direita” e afirmou que ele está “fomentando divisões regionais”. Como um ministro de Estado, com obrigações junto a todos os cidadãos deste país, pode descer a níveis tão rasteiros de leviandade mal-intencionada?
É absolutamente falso que o governador Zema tenha incentivado qualquer tipo de “divisão regional”, como quer o ministro da Justiça. Não há a menor dificuldade para comprovar essa mentira: é só verificar, letra por letra, a entrevista que ele deu ao jornal O Estado de S. Paulo, e que despertou a ira histérica da extrema esquerda nacional. Podem ficar lendo a entrevista até o fim da vida, e não vão encontrar nenhuma proclamação ao separatismo, ou qualquer delírio do mesmo tipo. Tudo o que Zema diz, e não há possibilidade de entender mal o que ele disse, é que Minas Gerais e os Estados do Sul devem se unir para defender melhor os interesses de suas populações – que são sistematicamente prejudicados pela divisão do poder e dos recursos públicos do Brasil. O que pode haver de errado numa coisa dessas? Como um governador de Estado, eleito pela segunda vez consecutiva para o cargo, pode ser acusado de “traição à pátria”, quando apenas defendeu em público os brasileiros que são responsáveis por 70% de tudo o que o Brasil produz, somam mais de 110 milhões de habitantes e são tratados como cidadãos de segunda categoria? Muitos desses milhões, por sinal, são brasileiros do Nordeste – que se veem privados de uma participação justa na distribuição da riqueza nacional pelo simples fato de terem se mudado para o sul. É a obrigação do governador, na verdade, fazer exatamente o que fez.
É um militante político, que usa seu cargo público para promover interesses da facção minoritária e extremista que comanda dentro do governo
A extrema esquerda e a militância jornalística, naturalmente, correram para apoiar o agressor. O que se pode esperar de diferente? Zema foi chamado de “abjeto”, “bolsonarista”, “fascista” e o resto do xingatório que a esquerda dirige automaticamente a todos os que têm uma opinião diferente da sua; seus devotos, aliás, ficam especialmente excitados quando esta opinião é racional. O fato é que o ministro da Justiça, que tem por obrigação garantir a ordem para os brasileiros, é hoje, junto com os extremistas que o apoiam, um dos mais ativos provocadores da desordem no Brasil.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/nao-e-separatismo-zema-faz-o-que-todo-governador-devia-fazer/?#success=true

Cada vez mais fica claro quem são os verdadeiros negacionistas

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, deve estar chocada com a decisão de Lula, ao passar por cima dela e sancionar uma lei que ela queria ver vetada. Uma lei que muita gente da comunidade científica está achando absurda: a liberação da ozonioterapia, que tinha sido objeto de piadas da esquerda, inclusive envolvendo Bolsonaro, durante a pandemia. Havia charges com muito desrespeito, mas que não foram convertidas em processos por abuso da liberdade de expressão.
E a sanção presidencial sai no mesmo dia em que tomamos conhecimento de uma divulgação na Nature, num scientific report, mostrando o impacto da hidroxicloroquina nas infecções causadas pelo vírus da Covid-19 nos alvéolos pulmonares. Diz o texto que, nas células epiteliais ciliadas, o tratamento foi efetivo contra danos e infecções. Mais uma vez fico pensando na responsabilidade dos negacionistas do tratamento, os que diziam que não havia tratamento, que não podiam tratar. Quantos morreram por causa disso! Temos de continuar lembrando.
Ditador venezuelano está de volta ao Brasil
Esta terça é dia de reunião dos presidentes dos países da Amazônia e chega aqui, entre os presidentes, um ditador, Nicolás Maduro. É assim, como ditador, que ele é tratado nos países europeus. O fato de Lula defendê-lo e dizer que ele está sendo vítima de “injustiça” causou escândalo até no presidente esquerdista do Chile, Gabriel Boric, e muito mais no presidente do Uruguai, Luís Lacalle Pou.
Agora vamos saber o que Flávio Dino queria tanto esconder
A CPMI do 8 de Janeiro agora pode ter as imagens que o ministro Flávio Dino não queria fornecer. Ele bateu o pé, primeiro disse que a Polícia Federal não permitia, aí fizeram-no lembrar de que ele é o chefe da PF. Depois Dino disse que era o Supremo, mas agora Alexandre de Moraes disse que ele pode, sim, entregar as imagens. Estão todos curiosos para saber que imagens são essas que o ministro não queria revelar. Tomara que não tenham sido editadas, canceladas ou apagadas.
Justiça no atacado continua desrespeitando o direito dos brasileiros
A Procuradoria-Geral da República denunciou mais 40 dos manifestantes que foram presos e postos em ônibus, como era na Alemanha de Hitler. Agora já foram convertidas em processo criminal 1.290 denúncias. Os brasileiros estão virando réus em julgamentos por bloco, é a Justiça atacadista, que julga no atacado. É algo nunca visto, porque, pelo devido processo legal, o processo, as acusações, as provas, tudo tem de ser individualizado. Isso é o devido processo legal em uma democracia. Agora, com mais 40 que certamente serão também incluídos, serão 1.330 réus.
Tem réu até por ameaça ao ministro Luís Roberto Barroso: Allan dos Santos. O processo tinha sido arquivado, mas o Ministério Público recorreu e a 10.ª Turma da Justiça Federal de Brasília decidiu que ele vira réu. Esse crime de ameaça dá de um a seis meses de prisão, mas é difícil de comprovar, porque às vezes se confunde injúria com ameaça. É preciso haver materialidade, ou seja, a pessoa precisa demonstrar que tem condições, potencial de realizar a ameaça. E a suposta ameaça consistiu no seguinte: Barroso teria dito que Allan dos Santos é “terrorista digital”, e ele respondeu “tire o digital e verá o que será feito dele”. O relator disse que isso contém um tom de ameaça. Agora já temos até o tom. Mas não se trata de música, e sim de justiça.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/negacionistas-ozonioterapia-hidroxicloroquina/
Postos de alistamento militar são incendiados na Rússia. Governo culpa “fraudadores”

Em um período de cinco dias, entre 28 de julho e 2 de agosto, ao menos 28 postos de alistamento militar foram incendiados em cidades russas, incluindo a região anexa da Crimeia, segundo agências internacionais de notícias. Os casos aconteceram principalmente em Moscou, Kazan e São Petersburgo.
Ao governo russo, os envolvidos teriam relatado que foram enganados por fraudadores por telefone para cometer o crime.
A versão de alguns dos investigados, segunda a agência estatal russa TASS, é a de que eles foram vítimas de criminosos, que conseguiram tirar dinheiro de suas contas e prometeram devolver a quantia, caso eles colocassem fogo nos postos. Os detidos têm idades entre 17 e 82 anos.
Uma das pessoas capturadas, que jogou um coquetel molotov em um dos prédios, contou às autoridades que em 26 de julho recebeu uma ligação de uma pessoa desconhecida que se apresentou como funcionário do banco central.
A voz masculina disse que as contas dela caíram nas mãos de golpistas. Mais tarde, ela recebeu uma ligação dos “órgãos de aplicação da lei” e foi informada de que o fraudador estaria sentado no cartório de alistamento militar e que, para prendê-lo, “uma mistura incendiária deveria ser jogada no local”.
Em outra situação, uma garota de 17 anos alegou que também incendiou um posto de alistamento militar, em Zabaikalsky Krai, depois de ser convencida por mensagens de que um espião ucraniano estaria dentro do local. As investigações ainda estão em andamento para averiguar a veracidade dos relatos.
Segundo a rádio russa Svoboda, a tentativa de atear fogo em postos de alistamento na Rússia agora é classificada como um ato terrorista pelo governo, ação que pode levar a uma sentença de prisão perpétua ao acusado.
Os ataques acontecem logo após o ditador Vladimir Putin enrijecer as regras do alistamento militar obrigatório, em 25 de julho, aumentando o limite de idade de 27 para 30 anos.
A partir de agora, o alistamento acontece de forma eletrônica, então os potenciais soldados recebem uma intimação pelo computador para comparecer a um dos postos em até 20 dias.
A recusa ao chamamento provoca medidas severas ao cidadão. Em setembro do ano passado, Putin assinou um pacote de emendas no código penal que, entre outras punições, estabelece a prisão de 5 a 10 anos aos desertores e àqueles que não se alistam. Além disso, as famílias ficam restritas de receber benefícios do governo.
Com a nova lei aprovada pela Câmara Baixa russa, Moscou espera um número maior de recrutas dedicados à Guerra na Ucrânia.
Desde o início do conflito, em 24 de fevereiro de 2022, diversos centros de recrutamento foram incendiados em forma de protesto contra o envio de soldados ao país.
Milhares de russos já deixaram o país, em fuga. Segundo dados da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras (Frontex), houve um aumento de 30% na entrada de cidadãos russos em países pertencentes à União Europeia (UE), um número que ultrapassa 60 mil pessoas.
Um dos mecanismos utilizados pelo Ministério da Defesa para atrair a atenção dos jovens cidadãos russos é por meio de campanhas publicitárias. A mais recente busca exaltar a masculinidade: “Haja como um homem de verdade”, diz uma das frases encontradas em outdoors, vitrines e estações de ônibus.
Outra estratégia de recrutamento é o aumento de salário. A Prefeitura de Moscou anunciou em seu site um salário de 204 mil rublos (cerca de R$ 10 mil na cotação atual) aos soldados que forem para a Ucrânia.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/postos-de-alistamento-militar-sao-incendiados-na-russia-governo-culpa-fraudadores/
Conversa com Lula tem audiência aterrorizante, algo realmente inacreditável

A impopularidade do descondenado é flagrante.
Ninguém quer ouvi-lo.
Nesse exato momento está no ar mais um “Conversa com o Presidente!”.
A audiência é aterrorizante.
Algo inacreditável.
130 pessoas.
Que vexame!

Maduro toma decisão surpreendente com relação à Cúpula da Amazônia

Nicolas Maduro acaba de comunicar uma decisão inesperada e até certo ponto surpreendente.
O tirano venezuelano acaba de cancelar sua participação na Cúpula da Amazônia.
A reunião dos oito países amazônicos começa nesta terça-feira (8) e contará com representantes da Europa no evento.
A participação de um notório ditador vinha sendo duramente criticada.
Maduro sentiu.

(In)segurança pública

Quais são as prioridades na política criminal do atual governo Lula? Combater a corrupção? Combater o crime organizado? Reduzir o número de assassinatos? Não, nada disso.
Antes de responder as perguntas, um passo atrás. Quando assumi o Ministério da Justiça e Segurança Pública, defini, desde logo, minhas prioridades. Direcionamos a estrutura do MJSP para combater a corrupção, o crime organizado e a criminalidade violenta. As atribuições do MJSP são muitas, mas política pública demanda foco e definição de prioridades. Certa feita, recebei no ministério um experiente senador e ex-governador que, em conversa franca, sugeriu-me: “Ministro, escolha três ou quatro medidas principais e foque tudo nelas, a maior parte do tempo você vai passar resolvendo crises e impedindo outros de fazerem a coisa errada”. Foi um sábio conselho e que se mostrou realidade – aliás, uma dessas crises precipitou minha saída do Ministério da Justiça.
Com as prioridades definidas, fomos para cima das lideranças do crime organizado, isolando-as em presídios federais de segurança máxima; mudamos o regime prisional nos presídios federais para impedir que essas lideranças continuassem a comandar o crime de dentro deles; modernizamos a legislação e a execução do confisco e venda de ativos criminosos; ampliamos os quadros da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Penal Federal; revitalizamos o Banco Nacional de DNA de criminosos, um poderoso instrumento de investigação de crimes; e fortalecemos as forças tarefas policiais encarregadas da Operação Lava Jato, entre outras medidas.
Enviamos uma proposta legislativa poderosa ao Congresso: o projeto de lei anticrime, que, se tivesse sido aprovado integralmente, teria representado uma revolução no combate ao crime e à impunidade no Brasil. Ainda assim, partes relevantes dele foram aprovadas, como a que prevê a execução imediata das sentenças do Tribunal do Júri, competente este para julgamento basicamente de assassinatos. Recentemente, o STF declarou essa medida constitucional, o que fará com que alguns juízes refratários à regra passem a adotá-la. É uma medida importante contra a impunidade de assassinatos no Brasil, quiçá fosse estendida a outros crimes.
Parte de nossas autoridades defende uma espécie de abolicionismo penal e que a solução para o problema dos presídios reside no seu esvaziamento, com a imposição cada vez mais de penas alternativas à prisão e com a soltura de boa parte dos condenados
É difícil definir com precisão as causas da queda da criminalidade, mas é fato que, em 2019, ano de minha gestão no MJSP, os indicadores criminais tiveram a maior queda da história. Assassinatos caíram 22% segundo os dados oficiais: foram 45.503 em 2019, número elevado, mas inferior aos 57.956 em 2018, segundo dados do Atlas da Violência. A tendência de decréscimo manteve-se desde então, embora 2020, ano de pandemia e com parcial afetação dos serviços policiais, tenha registrado uma alta porcentualmente pequena. Outros crimes, como roubos, apresentaram queda igualmente significativa no mesmo período. Acredito que a mudança do discurso governamental, com a enfâse de que o crime deveria ser reprimido, e as políticas públicas que adotamos tenham contribuído para a queda dos crimes.
Em 2023, as prioridades da Justiça e segurança pública sob o governo Lula são outros. No que interessa mais ao cidadão comum, as palavras de ordem são “desencarceramento” e “descriminalização”. No que interessa ao governo, a ordem é focar na repressão aos atos antidemocráticos, com a vagueza que gera risco de reprimir a oposição.
É verdade que os presídios brasileiros são um problema e parte deles funciona como escola do crime. O remédio necessário é melhorá-los para que sirvam de fato para neutralizar a capacidade do criminoso de cometer crimes, para punir o criminoso como instrumento de justiça e para, nos limites do possível, reabilitar o criminoso para que possa, cumprida a pena, retornar ao normal convívio social. Parte, porém, de nossas autoridades, influenciada por um idealismo ingênuo, defende uma espécie de abolicionismo penal e que a solução para o problema dos presídios reside no seu esvaziamento, com a imposição cada vez mais de penas alternativas à prisão, como prestação de serviços, e com a soltura de boa parte dos condenados. Já ouvi de uma autoridade em Brasília que o ideal seria colocar em liberdade cerca de 30% dos presos. O pior é que ela falava com sinceridade.
O problema é que este raciocínio ignora o caráter preventivo da pena. A prática do crime, salvo o passional, é decorrente de uma decisão racional, onde são sopesados riscos e oportunidades. Afrouxar o risco, reduzindo as penas ou soltando os presos, terá como efeito provável o aumento da criminalidade em um país cujos indicadores criminais já são bastante elevados.
É provável que essa linha de pensamento esteja por trás da intenção de parte do STF de descriminalizar o porte de droga de baixa quantidade. Alguns ministros entendem que, para diferenciar o consumidor e o pequeno traficante, faz-se necessário fixar uma quantidade de drogas mínima para caracterizar este último. A medida evitaria a prisão do consumidor e permitiria a focalização da atuação policial para o grande traficante. Há dúvidas, porém, se este seria mesmo o resultado, pois o distribuidor varejista, nas ruas, faz parte de uma mesma cadeia de fornecimento dominada por organizações criminosas. Além disso, o distribuidor varejista dificilmente porta uma quantidade expressiva de drogas, mantendo em sua posse o necessário para pequenas vendas e mantendo quantidades maiores em uma base escondida. A decisão judicial em formação pode ter o efeito de facilitar a atuação nas ruas do distribuidor varejista de drogas, aprofundando os males trazidos pelas drogas à saúde pública e deteriorando ainda mais os ambientes urbanos. Penso, respeitosamente ao STF, que cabe exclusivamente ao Congresso eventual medida de descriminalização da posse ou porte de drogas em pequenas quantidades. Eu sou contra, mas, de todo modo, isso deve ser uma decisão dos representantes eleitos.
O mais assustador em relação à política criminal do governo Lula é que se desconhecem quaisquer iniciativas para combater à corrupção. As tentativas de demonização da Lava Jato e de seus integrantes, bem os ataques à Lei das Estatais, bem revelam onde está o governo Lula em relação ao combate à corrupção, ou seja, em lugar nenhum. Sobre o enfrentamento ao crime organizado também quase nada se ouve no discurso governamental e ele está relegado a segundo plano. Também não se conhecem, até agora, quaisquer iniciativas mais relevantes direcionadas contra as poderosas organizações criminosas brasileiras.
O que o cidadão comum deseja é viver em um país seguro, no qual ele não seja assaltado no percurso de sua casa para o trabalho, no qual a sua residência e as suas propriedades permaneçam protegidas contra os criminosos
O foco do governo Lula tem sido o combate aos assim denominados “atos antidemocráticos”. É natural, de verdade, que o 8 de janeiro gerasse uma reação das forças de segurança. É também certo que aqueles que invadiram e depredaram as sedes dos três poderes devem ser punidos na medida de sua culpa individual (e não desproporcionalmente). Mas não é razoável que, passados oito meses, sem o menor risco atual ao regime democrático, a repressão a esses atos antidemocráticos continue a ser uma obsessão e a prioridade da política de Justiça e segurança do país. Dias atrás, fiquei atônito ao ouvir o diretor da Polícia Federal orgulhoso por afirmar-se responsável pela prisão de quase 2 mil pessoas no dia 8 de janeiro, e ao afirmar que haveria ainda muito mais operações relacionadas a esses fatos. O excesso de repressão, resvalando contra pessoas apenas críticas ao governo, lembra os equívocos de outros períodos históricos, como a perseguição, nos Estados Unidos, à assim chamada “ameaça vermelha” ao fim da Primeira Guerra Mundial, em um mundo então chocado pela ditadura bolchevique, e, décadas depois, durante o macartismo. Quantas fases da Operação Lesa Pátria ainda teremos e quando o governo Lula perceberá que as prioridades da segurança pública, para o brasileiro, continuam ser o combate ao crime violento e à criminalidade organizada?
O que o cidadão comum deseja é viver em um país seguro, no qual ele não seja assaltado no percurso de sua casa para o trabalho, no qual a sua residência e as suas propriedades permaneçam protegidas contra os criminosos e, principalmente, nas periferias, no qual ele não fique sujeito à violência das gangues e organizações criminosas dedicadas à extorsão e ao tráfico de drogas. Por ora, não se pode afirmar que os indicadores criminais irão piorar, mas este é um resultado provável do afrouxamento do combate ao crime comum e à criminalidade organizada. Doutro lado, o cidadão comum não vê atualidade em ameaças à democracia vindas do anterior governo ou de seus apoiadores, antes vislumbra algumas nos riscos de censura e de perseguição política decorrentes das ações do presente governo. O Brasil do governo Lula tem estranhas prioridades na política de Justiça e segurança, e não vejo que o cidadão comum tenha razões para estar satisfeito.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/sergio-moro/inseguranca-publica/
Ditadura cubana convoca criança de 3 anos para depor, em caso envolvendo o pai preso político

Mais uma violência da terrível ditadura cubana.
O cidadão Idael Naranjo foi detido pelo regime e condenado a dez anos de prisão por ter participado dos protestos de 11 de julho de 2021, quando milhares de cubanos pediram por liberdade.
Como se fosse uma complementação do castigo imposto ao cidadão que ousou pedir liberdade, a filha de apenas 3 anos foi intimada oficialmente a depor no caso do pai.
A mãe dela, Yunisleydis Rillos Pao, reagiu indignada:
“Tenho a intimação em mãos, inicialmente pensei que fosse um erro. O que eles vão perguntar? O que ela deve falar, sendo uma criança?”
Caso a criança não compareça à estação policial, poderá ser multada e acusada de desobediência.
A mãe já anunciou que não irá expor sua filha a essa experiência intimidadora.
“A menina ficará na creche e eu irei em seu nome com minha mãe. Não vou submeter minha filha a isso”
Sobre o caso, eis uma declaração verdadeira e impactante:
“Isso é repugnante. Já vimos coisas iguais ou piores. O regime de Cuba é extremamente repugnante. Em todos os aspectos, exala nojo e degradação”, declarou a ONG Prisoners Defenders, sediada em Madri, que foi quem primeiro denunciou o caso.
É esse governo ditatorial que é amado pela esquerda brasileira e pelo descondenado que atualmente ocupa o palácio do Planalto.
Parlamentar clama pela volta da PEC do “Voto Impresso Auditável”

O senador Cleitinho, em discurso no Senado, reforçou a importância do voto auditável, o que, segundo ele, pode dar mais transparência e segurança ao processo eleitoral.
O parlamentar pediu o apoio dos senadores para uma nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para instituir o voto impresso.
“Eu não vou questionar a urna. Eu fui eleito com quase 4,5 milhões de votos, mas é uma parcela da sociedade que quer mais segurança. […] Eu tenho 17 assinaturas. Estão faltando ainda dez assinaturas. Eu queria pedir, aqui, a quem estiver acompanhando […]”, disse.
O senador também pediu apoio para a votação do Projeto de Lei (PL 3.393/2023), de autoria dele, já em tramitação no Senado, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, para extinguir a cobrança de taxa para a emissão de documentos em formato digital e vedar a remoção de veículos por motivo de atraso no pagamento do IPVA ou do licenciamento.
“Muitos brasileiros, com dificuldade, não estão com esse documento em dia. Aí, sabe o que é que acontece? Vão lá e prendem o seu carro. Seu carro é apreendido, porque você não pagou os documentos. […] Meu projeto é muito simples, muito claro. Vai acabar com isso”, concluiu.
Emendas de ministros de Lula ultrapassam R$300 milhões

As emendas de parlamentares que foram alçados ao posto de ministro de Estado no governo Lula já movimentaram mais de R$300 milhões este ano. O montante é referente ao valor que está empenhado, ou seja, já está garantido no orçamento. O valor que foi efetivamente pago é superior a R$84 milhões (28% do total). O levantamento foi realizado pelo Diário do Poder com base em dados do Portal da Transparência.
Conta gorda
Considerando os quase-ministros André Fufuca (PP-MA) e Silvio Costa Filho (Rep-PE), o total iria a R$ 365 milhões empenhados, 30% pagos.
Peso
Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), senador por Mato Grosso, tem o maior valor de emendas de ministros empenhadas: R$57 milhões.
Prata
O pagamento de emendas residuais de 2022 dá a Simone Tebet (Planejamento) a prata em valores empenhados: R$34,7 milhões.
Privilégios de ministro
Ministros do Turismo do União Brasil, Daniela Carneiro (RJ) teve R$21,1 milhões em emendas; Celso Sabino (PA), R$16,4 milhões.

CPI ouve testemunho de ex-integrantes do MST
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados que investiga as invasões do MST marcou para esta terça-feira (8) depoimentos que devem dar conta de como o movimento dos sem-terra se utiliza dos próprios membros de forma criminosa. Segundo o deputado Gustavo Gayer (PL-GO), um dos autores do pedido de oitiva, serão testemunhos “de quem vive na pele a barbaridade, a perversidade e a brutalidade que são cometidas por esse grupo criminoso e terrorista”.
Terrorismo
“Graças à CPI do MST, finalmente o povo brasileiro terá a oportunidade de conhecer [os crimes do MST]”, elogia o deputado federal.
Testemunho original
Cinco ex-integrantes do movimento e assentados vão testemunhar sobre “possíveis abusos e crimes” cometidos pelo MST.
Reação lulista
Mesmo antes do depoimento na CPI, as testemunhas e convocados já sofrem ataques nas redes sociais.
PL da Censura
Na reunião desta terça (8), líderes da Câmara dos Deputados discutem o Projeto da Censura, PL 2630, chamado por lulistas de “projeto das fakes news”. A matéria, ou parte dela, pode ser votada já nesta quarta-feira (9).
Falta disposição
O jurista Ives Gandra avalia que o Senado é a única instituição capaz de frear a interferência do STF em outros Poderes, mas que ainda não está certo sobre a “real disposição”, disse ele ao site Diário do Poder.
Solução Nordeste
Repercutiu a criação da frente Sul-Sudeste para “enfrentar” o Consórcio Nordeste. Raquel Lyra (PSDB), governadora de Pernambuco, rechaça o clima separatista e diz que a região nordestina “é parte da solução”.
Frente pró-Nunes
Caminha para o entendimento o apoio do campo conservador pela reeleição de Ricardo Nunes (MDB) à prefeitura de São Paulo. Nesta segunda (7), Nunes esteve com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Fora do ar
Clientes do Itaú não conseguiram acessar suas contas nesta segunda-feira (7). Logo no início da manhã estava fora do ar na internet, aplicativo etc. O banco atribuiu o problema a “instabilidade” e não deu explicações.
Chanceler sombra
Enquanto o chanceler de enfeite Mauro Vieira se ocupa com agendas domésticas, Lula destacou o assessor Celso Amorim, responsável de fato pela política internacional, para agenda em Cuba semana que vem.
Atraso de esquerda
Para o senador Sergio Moro (União-PR), o ucraniano Volodymyr Zelensky diz a verdade: “populismo da esquerda e o antiamericanismo tornaram Lula um aliado mundial” do presidente russo Vladimir Putin.
Verdade verdadeira
O afã por números catastróficos pode acabar mal para o governo petista: Após avaliação da transição, eram “3 mil obras paradas na educação”. Após a posse, 3,5 mil. Depois, 3,6 mil. Lula ontem falou em 4 mil.
Pensando bem…
…se não é incompetência, é má-fé.
FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/emendas-de-ministros-ultrapassam-r300-milhoes
AO VIVO: ‘Minuta do golpe é aberração jurídica’, diz Torres
Ex-ministro conseguiu no STF o direito ao silêncio
O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson Torres participa, nesta terça-feira (8), de audiência na CPMI do 8 de Janeiro.
Torres conseguiu autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para não responder perguntas que eventualmente possam gerar alguma prova contra si. O ex-ministro também não pode interagir com os senadores Flávio Bolsonaro e Marcos do Val.
Na fala inicial, quando o depoente tem 15 minutos para breve explanação, Anderson Torres citou a “minuta do golpe”, que classificou como “aberração jurídica”. Torres disse ainda que documentos que tinham importância eram despachados direto do ministério.
Sobre a atuação da Polícia Rodoviária Federal durante as eleições de 2022, Torres, então titular do Ministério da Justiça, disse que tudo ocorreu dentro da normalidade no âmbito da pasta.
CPI do MST ouve testemunho de ex-integrantes dos sem-terra
Mesmo antes do depoimento na CPI, as testemunhas e convocados já sofrem ataques nas redes sociais.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados que investiga as invasões do MST marcou para esta terça-feira (8) depoimentos que devem dar conta de como o movimento dos sem-terra se utiliza dos próprios membros de forma criminosa. Segundo o deputado Gustavo Gayer (PL-GO), um dos autores do pedido de oitiva, serão testemunhos “de quem vive na pele a barbaridade, a perversidade e a brutalidade que são cometidas por esse grupo criminoso e terrorista”. As informações estão na Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
“Graças à CPI do MST, finalmente o povo brasileiro terá a oportunidade de conhecer [os crimes do MST]”, elogia o deputado federal.
Cinco ex-integrantes do movimento e assentados vão testemunhar sobre “possíveis abusos e crimes” cometidos pelo MST.
Mesmo antes do depoimento na CPI, as testemunhas e convocados já sofrem ataques nas redes sociais.
Internautas viralizam vídeo de Moraes cortando pé de maconha
Vídeo gera polêmica após voto de ministro sobre descriminalização

Um vídeo de 2016, na época em que Alexandre de Moraes era ministro da Justiça no governo de Michel Temer está viralizando nas redes sociais.
Nas imagens, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes aparece cortando pés de maconha, durante uma operação entre o Paraguai e o Brasil a favor da erradicação da maconha.
O que deixou os internautas intrigados foi o fato do ministro ter votado a favor da descriminalização do porte e do uso pessoal, da erva na última quarta-feira (02).
O ministro justificou seu voto, dizendo que deve ser considerado como usuário, a pessoa que portar entre 25 a 60 gramas de maconha ou seis plantas fêmeas de cannabis. Moraes também defendeu que caberá à justiça avaliar a circunstância de cada caso para situação de tráfico de drogas.
Os internautas ironizaram e criticaram a mudança de opinião do ministro do STF, comentando que sua mudança brusca é devido ao seu cargo atual.
Até o momento, quatro ministros votaram a favor da descriminalização do porte de uso pessoal. Além de Moraes, são eles: Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Gilmar Mendes.
Após o voto de Alexandre de Moraes, o julgamento foi suspenso a pedido do relator Gilmar Mendes, o processo deve ter andamento na semana que vem.

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