Passado o Sete de Setembro, com as fotos, vídeos e relatos pessoais atestando que multidões foram às ruas em todo o Brasil, a esquerda nacional e o seu candidato à presidência da República entraram num clima de funeral indignado. Só havia um resultado aceitável para eles, e não mais que um: um fracasso indiscutível de público no comício eleitoral em favor da candidatura do presidente Jair Bolsonaro que se colou de norte a sul às comemorações dos 200 anos de independência do Brasil. Deu o exato contrário. Como já tinha acontecido no ano passado, o Sete de Setembro e o apoio a Bolsonaro, transformados numa coisa só, reuniram centenas de milhares de cidadãos em praça pública num ato político – e o atestado mais evidente disso foi a intensidade da sinfonia de lamentações na oposição. Se tivesse ido pouca gente, estariam em festa. Como foi gente demais, ficaram revoltados e foram reclamar com o juiz.
O PT, os analistas políticos e a confederação de interesses que apoia a candidatura Lula tentaram, no começo, assustar a população com ameaças de que “os bolsonaristas” iriam provocar violências no dia Sete de Setembro; seria inseguro sair à rua. Também poderia ser “contra a lei”, advertiram outros – afinal era um ato “antidemocrático”, desses que o ministro Alexandre de Moras não gosta e mete a polícia em cima. A um certo momento, contaram até com o serviço de meteorologia – iria chover do dia Sete, e a manifestação seria um fracasso. Nada disso deu certo. As pessoas lotaram a rua num oceano de bandeiras e de verde amarelo, e o seu recado era óbvio: nós viemos aqui para dizer que vamos votar em Bolsonaro nas eleições do dia 2 de outubro. Pode haver alguma dúvida quanto a isso? Não, não pode – só nas análises dos formadores de opinião, mas não na vida real. A comemoração dos 200 anos da independência do Brasil foi um manifesto político, e a reação de Lula e do PT foi a de sempre – em vez de pensar a sério porque nunca conseguem levar o povo brasileiro à praça pública, e porque o seu inimigo consegue sempre, se perderam em lamúrias, conversas com advogados para criar desordem na “justiça eleitoral” e a exibição de despeito puro e simples.

As pessoas lotaram a rua num oceano de bandeiras e de verde amarelo, e o seu recado era óbvio: nós viemos aqui para dizer que vamos votar em Bolsonaro nas eleições do dia 2 de outubro
De um lado, numa ofensiva incompreensível, e possivelmente desesperada, do ponto de vista da racionalidade jurídica ou política, querem acusar Bolsonaro de uma porção de “crimes” por sua participação nas festividades do Dia da Independência. Não tem nexo. Ele é o presidente da República; tem, em primeiro lugar, a obrigação de comparecer. Não fez, na ocasião, um discurso de campanha eleitoral – nem entrou em pregação política contra o STF, que há três anos está em guerra contra ele. Do que estão reclamando, então? Tanto faz, na verdade, o que Bolsonaro tenha dito, ou não: o povo estava lá para mostrar, com ou sem discurso, que apoia a sua candidatura, e não há solução para isso. Não se pode separar as coisas: se o sujeito colocou uma bandeira do Brasil nas costas e foi para a rua no Sete de Setembro, ele está declarando em público sua posição política e a sua intenção de voto nas eleições presidenciais. Fazer o que? Proibir, à essa altura, que ele seja candidato à reeleição?
Lula, diante do que aconteceu no dia Sete, não disse nada de útil – resumiu-se a estar ausente, na festa em que se comemorou os 200 anos de independência do Brasil e fazer, depois, um lamento. Não explicou por que não saiu à rua; nunca explica por que não sai nas ruas do seu país, ele que se diz o maior homem do povo que o Brasil já teve em toda a sua história. Ficou na conversa de sempre – segundo disse no celular, vai devolver a “alegria” aos brasileiros, vai haver “comida na mesa”, o Brasil vai “voltar a ser independente” e mais do mesmo. O que significa esse palavrório todo? Centenas de milhares de cidadãos foram à praça pública apoiar o adversário de Lula nas eleições – mais que isso, talvez, porque ninguém fez as contas, mas o certo é que foi um mar de gente. Ninguém saiu para dizer que o apoia. É o saldo do dia Sete de Setembro.
FONTE: Gazeta do Povo https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/o-7-de-setembro-e-as-lamentacoes-de-quem-o-odiou-por-ter-sido-grande-demais/

Elizabeth II
O fim do mais poderoso símbolo político britânico
A rainha Elizabeth II do Reino Unido faleceu no último dia oito de setembro. Além do convite ao leitor para ver o obituário da monarca preparado pela Gazeta do Povo, a ocasião levanta algumas reflexões. No caso dos temas políticos, nenhum deles é de curtíssimo prazo, claro, já que os próximos meses serão marcados pelas cerimônias oficiais. E depois, entretanto, qual pode ser o impacto político concreto do falecimento da mais longeva monarca da História britânica?

Para boa parte da população britânica e de diversos países domínios da coroa, Elizabeth II era um símbolo, no sentido positivo da palavra. Para essas pessoas, ela significava resiliência, estabilidade, um rosto familiar no seio da política. Também significava, especialmente para os mais velhos, as glórias britânicas, os “bons tempos” quando essas pessoas se sentiam governando uma larga porção da Terra, ela que foi a última monarca do império britânico como um dia já foi.
Claro que isso é um objetivo resumo, restrito a um parágrafo. O fato é que Elizabeth II conectava a geração Z britânica de 2022 com os baby boomers da década de 1950, uma amálgama da identidade britânica e presença constante no imaginário desses apoiadores. Também tornou-se um símbolo de conduta quando comparada aos escândalos políticos e de vida pessoal envolvendo filhos, irmã, noras e netos. Em suma, Elizabeth era uma espécie de “avó coletiva”, que reina desde a década de 1950 e cujas funções públicas remontam à Segunda Guerra Mundial.
Charles III
Por tudo isso, o símbolo que era Elizabeth II não terá substituição à altura. Ao menos não em seu filho, o novo rei Charles III, ou em seu neto na linha sucessória. E isso gera, e gerará, repercussão política concreta, não apenas nos tabloides de fofoca ou nos protocolos e códigos de etiqueta. O primeiro aspecto, mais óbvio, é o fato de que a imagem popular de Charles III está longe de ser favorável.
Nos últimos anos, em diversos momentos, se especulou a possibilidade dele abdicar ao trono em nome de seu filho mais velho, William. Lembremos que o direito britânico é consuetudinário e o precedente de abdicação que existe hoje é o de Eduardo VIII, que abdicou em 1936. Naquela ocasião, sua abdicação levou junto sua linhagem, para evitar que um eventual filho com sua esposa plebeia, estrangeira e divorciada pudesse reivindicar a coroa em algum momento.

Para que Charles III possa abdicar em nome de seu filho, se for o caso, seria necessária uma lei diferente, aprovada pelo parlamento. Por uma série de motivos, inclusive o luto pela mais longeva monarca britânica, isso é inviável. Charles III é rei, resta saber se será coroado. Eduardo VIII, inclusive, não foi coroado, já que a cerimônia não é imediata, para respeitar o prazo de luto pelo monarca falecido. Curiosamente, a impopularidade de Charles III pode ser parcialmente revertida, dependendo de seu papel nas cerimônias de despedida de sua mãe.
Reino Unido
Existem outros possíveis efeitos na política interna britânica. Não no curto prazo, claro. Nenhuma liderança política vai correr o risco de parecer desrespeitar os devidos ritos e o luto nacional por esse poderoso símbolo que faleceu. Um deles é o do fortalecimento da demanda escocesa por um novo referendo de independência, algo já prometido por Nicola Sturgeon, cujo Partido Nacional Escocês possui maioria no parlamento local. As pesquisas de opinião nesse tema são virtualmente empatadas.
A independência escocesa é fortalecida também pelo Brexit, que, mais ainda, afeta as relações na ilha da Irlanda, um tema que já vimos em diversas ocasiões aqui em nosso espaço. A perda do mais poderoso símbolo da monarquia pode, no longo prazo, fortalecer o republicanismo irlandês. Lembrando ao nosso leitor que, no contexto da Irlanda do Norte, “republicanismo” significa não apenas uma separação do Reino Unido, mas uma reunião com a República da Irlanda, em uma ilha unificada.
Não se trata de dizer que a morte de Elizabeth diretamente fortalece essas pautas, mas, principalmente, que a força de seu símbolo impedia o maior progresso da independência escocesa ou do republicanismo irlandês. O mesmo efeito está no republicanismo pelos outros domínios da coroa britânica. Quando falamos que Elizabeth foi a última monarca do império, se trata de lembrarmos de quantos territórios tornaram-se independentes e, também, de quantos domínios da coroa tornaram-se repúblicas totalmente separadas do Reino Unido.
Ainda nas primeiras décadas de seu reinado, Elizabeth perdeu as coroas do Paquistão, da Nigéria e do Gana, nações em que ela foi Chefe de Estado mesmo após as independências. Esse não foi apenas um processo histórico. Fiji e Barbados tornaram-se repúblicas em anos recentes. Barbados foi inclusive tema de coluna aqui em nosso espaço e já naquela ocasião falávamos do fortalecimento do republicanismo nos reinos britânicos após a rainha cumprir o curso natural da vida, o que aconteceu agora.
Republicanismo
No médio prazo, teremos o crescimento do republicanismo na Nova Zelândia, na Austrália e no Caribe. Em maio de 2021, a premiê neozelandesa Jacinda Ardern disse acreditar que o país será uma república em breve. Pesquisas colocam uma espécie de “empate” sobre o tema na opinião popular, enquanto pautas como uma nova bandeira nacional, sem os símbolos britânicos, e maior participação dos maori na política possuem maior apoio.
Na Austrália, em diversas pesquisas de opinião, o republicanismo vence, além de ser uma posição defendida pelo Partido Trabalhista e pelos verdes, além de ser forte no Partido Liberal. Os mesmos debates citados, sobre bandeira e papel político das populações nativas, também se aplicam. No caso desses dois países o que pode manter os laços com Londres não será a monarquia ou o rei Charles III, mas o receio de relações mais azedas com a China. O republicanismo significaria, provavelmente, maior aproximação com os EUA.
Seria ingênuo achar que a morte de Elizabeth, ao encerrar a trajetória política de um símbolo tão poderoso que foi seu reinado, não teria repercussões políticas. Será uma grande comoção nacional, talvez mundial, mas, passada essa comoção, muita gente vai se perguntar: “e agora?”. E muitas das respostas que surgirão não serão agradáveis aos ouvidos de Londres, muito menos do novo rei Charles III.
FONTE: Gazeta do Povo https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/filipe-figueiredo/o-fim-do-mais-poderoso-simbolo-politico-britanico/
IPCA cai 0,36% e país tem segunda deflação seguida

As sucessivas quedas nos preços dos combustíveis ajudaram a levar o país à segunda deflação consecutiva em agosto. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA encolheu 0,36% no mês passado. A retração foi menos intensa do que a registrada em julho (-0,68%), quando a taxa foi a menor desde o início da série histórica da pesquisa, em janeiro de 1980.
Segundo a economista Tatiana Nogueira, da XP Investimentos, mais uma vez a redução de impostos e o corte no preço da gasolina contribuíram para a deflação. Ela lembra que a surpresa negativa veio dos bens industriais, que voltaram a acelerar. Houve, entretanto, uma melhora recente relacionada à normalização da oferta de bens e insumos básicos.
“Alguns fatores explicam a queda menor em relação a julho. Um deles é a retração menos intensa da energia elétrica (-1,27%), que havia sido de 5,78% no mês anterior, em consequência da redução das alíquotas de ICMS. Também houve aceleração de alguns grupos, como saúde e cuidados pessoais (1,31%) e vestuário (1,69%), e a queda menos forte do grupo de transportes em agosto. No mês anterior, os preços da gasolina, que é o item de maior peso no grupo, tinham caído 15,48% e, em agosto, a retração foi menor (-11,64%)”, explica o gerente da pesquisa do IBGE, Pedro Kislanov.
Dois dos nove grupos que compõem a pesquisa tiveram queda nos preços: transportes (-3,37%) e comunicação (-1,10%). Já o grupo alimentação e bebidas teve uma pequena alta: 0,24%.
A queda nos transportes foi influenciada principalmente pela retração nos preços dos combustíveis (-10,82%). Em agosto, os quatro combustíveis pesquisados tiveram deflação: gás veicular (-2,12%), óleo diesel (-3,76%), etanol (-8,67%) e gasolina (-11,64%). Item com maior impacto negativo sobre o índice geral, a gasolina teve redução de R$ 0,18 por litro nas refinarias no mês passado.
Os preços das passagens aéreas também caíram em agosto (-12,07%), após quatro meses consecutivos de alta. Para o gerente da pesquisa, a sazonalidade é uma das explicações para esse resultado. “Essa é uma comparação com julho, que é um mês de férias e há aumento da demanda. Além disso, foram quatro meses seguidos de alta, o que eleva a base de comparação. Também há o impacto da redução do querosene de aviação nesse período”.
No grupo comunicação(-1,10%), a variação negativa decorre especialmente da redução nos planos de telefonia fixa (-6,71%) e de telefonia móvel (-2,67%).
A chefe de economia da Rico Investimentos, Rachel de Sá, acredita que o pior ficou para trás. Mas, a sensação de perda do poder de compra perde força aos poucos. 63% dos itens que compõem o cálculo do IPCA aumentaram no mês passado. Em abril, esse número chegou a 78%.
Os preços dos alimentos
Os preços no grupo alimentação e bebidas desaceleraram frente ao mês anterior (1,30%). Itens importantes na mesa das famílias tiveram inflação, como o frango em pedaços (2,87%), o queijo (2,58%) e as frutas (1,35%). Mas também houve queda nos preços do tomate (-11,25%), da batata-inglesa (-10,07%) e do óleo de soja (-5,56%). Isso fez com que o resultado da alimentação no domicílio (0,01%) ficasse próximo da estabilidade.
Outro produto importante na cesta é o leite longa vida, que teve deflação de 1,78% em agosto. “Nos últimos meses, os preços do leite subiram muito. Como estamos chegando ao fim do período de entressafra, que deve seguir até setembro ou outubro, isso pode melhorar a situação. Mas no mês anterior, a alta do leite foi de 25,46%, ou seja, os preços caíram em agosto, mas ainda seguem altos”, afirma Kislanov.
A alimentação fora do domicílio avançou 0,89%, com a refeição passando de 0,53%, em julho, para 0,84%, em agosto, e o lanche desacelerando de 1,32% para 0,86% nesse período.
Perspectivas de nova deflação em setembro
No acumulado de 12 meses, a inflação teve uma alta de 8,73%. É a primeira vez, desde setembro de 2021, que o índice fica abaixo dos 10%. As expectativas do mercado financeiro são de que a inflação fique abaixo de 7% neste ano. Há dez semanas elas estão em queda, segundo o relatório Focus, do Banco Central (BC): o ponto médio (mediana) das projeções está em 6,61%.
“A projeção de queda da inflação não significa que os preços vão cair de maneira geral. E sim, que eles passarão a subir mais lentamente”, diz Sá, da Rico Investimentos.
A XP Investimentos espera uma nova deflação para setembro, por causa da redução recente dos preços da gasolina nas refinarias da Petrobras e o repasse defasado da redução das alíquotas em telecomunicação e energia.
FONTE: Gazeta do Povo https://www.gazetadopovo.com.br/economia/combustiveis-agosto-2022-segunda-deflacao/
Ao vivo, jornalista da Globo perde a linha com sucesso do 7 de setembro e parte para o ataque a Bolsonaro (veja o vídeo)

Após acompanhar um longo dia de festividades e milhões de pessoas vestindo o verde e amarelo e comemorando o Bicentenário da Independência em todo o país, a jornalista da Globo News, Eliane Catanhêde, parece ter sido gravemente afetada.
Em sua análise, Catanhêde estava tão inconformada que preferiu apontar uma série de pontos fantasiosos, abandonando a análise política e disseminando narrativas, com ataques sem sentido contra o presidente
“Hoje é um dia triste para o Brasil, pois o Bolsonaro botou milhões de pessoas nas ruas, foram gigantescas, mas isso foi bom pra ele, e péssimo para o Brasil, para a Constituição, para a lei eleitoral.
Ele que já tinha implodido a lei eleitoral, já tinha implodido o teto de gastos, a responsabilidade fiscal, agora implodiu a autoestima das Forças Armadas, as relações com as embaixadas, a prefeitura do Rio de Janeiro, tudo em favor da campanha dele… isso, é um dia histórico, pra gente chorar!”, disse a analista política.
A reação de Eliane, vergonhosa para uma profissional de jornalismo que deveria ser isenta, é o retrato das redações esquerdopatas na Globo e nas demais emissoras da velha mídia.
Um mar sem fim de lamúrias, com lágrimas que afogariam as multidões que foram às ruas neste 7 de setembro.
Eles não querem um presidente… querem uma marionete.
A Globo e seus canais jornalísticos foram além do fundo do poço… o buraco é ainda mais embaixo!
O choro é livre!
Confira no vídeo:
FONTE: Jornal da Cidade https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/42044/ao-vivo-jornalista-da-globo-perde-a-linha-com-sucesso-do-7-de-setembro-e-parte-para-o-ataque-a-bolsonaro-veja-o-video
Ex-ministro da Corte Internacional de Justiça frustra bancada do UOL e acaba com mais uma falsa narrativa

O presidente Jair Bolsonaro não cometeu nenhum crime eleitoral durante sua participação nos eventos comemorativos do Dia da Independência.
A afirmação é do jurista Francisco Rezek, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-ministro a Corte Internacional de Justiça, em Haia. Reconhecidamente uma das mais brilhantes inteligências jurídicas da história do Brasil.
A bancada militante do UOL preparou todo um cenário para que Rezek desse uma declaração contra o presidente Bolsonaro, mas se deu mal.
“O que vi ontem foi Jair Bolsonaro como ele sempre foi, como sempre se apresentou à sociedade brasileira e ao povo brasileiro. Foi com esse estilo, esse discurso e essa postura que ele fez a sua campanha. Foi com tudo isso que ele se elegeu presidente da República. Ele manteve esse discurso ao longo de todo o tempo. Não vi nada de novo e nada que pudesse surpreender quem quer que seja”, disse Rezek.
No vídeo percebe-se a frustração do trio de entrevistadores.
A galera esquerdopata da velha mídia já percebeu que será derrotada no voto e está tentando arrumar motivos para levar o caso para o tapetão.
Vão ter que preparar uma outra narrativa.
Veja o vídeo:
FONTE: Jornal da Cidade https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/42047/ex-ministro-da-corte-internacional-de-justica-frustra-bancada-do-uol-e-acaba-com-mais-uma-falsa-narrativa
Alckmin quer que TSE proíba Bolsonaro de mencionar suas críticas antigas a Lula: “Voltar à cena do crime”

O ex-governador de São Paulo e vice na chapa de Lula (PT), Geraldo Alckmin, ingressou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para impedir que o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), mencione suas críticas antigas ao petista.
Em vídeo de 2018, que tem rodado as redes sociais, Alckmin afirma que Lula, condenado pela Justiça por corrupção e lavagem de dinheiro, gostaria de “voltar à cena do crime”, fazendo referência ao fato de o ex-presidente tentar retornar ao poder para desviar recursos públicos.
“Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ele quer voltar à cena do crime”, diz:
E arremata:
“É você que pode evitar que um preso condenado por corrupção seja solto”, em vídeo da campanha presidencial em 2018.
Alckmin não nega que tenha feito a declaração, mas alega para a corte eleitoral que a fala estaria “descontextualizada” e que teria o “intuito de confundir o eleitor”.
Haja cara de pau.
FONTE: Jornal da Cidade https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/42042/alckmin-quer-que-tse-proiba-bolsonaro-de-mencionar-suas-criticas-antigas-a-lula-equotquer-voltar-a-cena-do-crimeequot
O que é o “fishing expedition”, que o ministro Moraes usou contra os empresários bolsonaristas

As últimas medidas inquisitoriais do ministro do STF Alexandre de Moraes fizeram uma nova expressão entrar para o noticiário nacional: “Fishing Expedition” ou, em bom português, “pesca probatória”. Trata-se de uma prática controversa usada no final do último mês de agosto, quando Moraes autorizou a quebra do sigilo bancário, o congelamento de contas bancárias e em redes sociais e a expedição de mandados de busca e apreensão contra um grupo de empresários apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.
“É um termo usado pela ciência jurídica anglo-saxônica que remete à ideia de que os investigadores farão uma ‘pescaria probatória’, como se diz em português. Quem faz uma pescaria probatória não possui provas e não sabe o que vai encontrar ao longo da investigação, mas tem ‘convicção’ de que vai conseguir alguma coisa com a empreitada”, explica o advogado Sean Abib, mestre em Direito Penal pela PUC-SP.
A prática foi criticada pela vice-procuradora da República, Lindôra Maria Araújo. “Pretende-se, em verdade, tentativa de abertura de prospecção probatória a ser desenvolvida por específicos atores políticos em ano eleitoral, com a correlata exploração midiática de sua atuação, e consequente intento de ‘fishing expedition’ em nova frente política em busca de protagonismo jurídico em substituição às autoridades competentes”.
“Amparado pelo judiciário, o investigador encontra uma justificativa para fazer um mandado de busca e apreensão, quebrar algum sigilo pessoal — bancário, telefônico, etc —, para procurar os indícios de que a pessoa está praticando um crime”, explica Sean Abib. “Permite-se, assim, que os órgãos persecutórios — o Ministério Público, a Polícia Federal, etc — disponham de um poder ilimitado para encontrar provas contra qualquer cidadão”.
Usada nos EUA contra traficantes e terroristas
Reprovável em essência, seu surgimento e utilização é alvo de discussões. Segundo Abib, um exemplo de contexto histórico que suscitou o debate acerca da prática do “fishing expedition” foi o endurecimento do combate ao narcotráfico nos Estados Unidos das décadas de 1970 e 1980, quando se instituiu o crime de lavagem de dinheiro. “Naquela época, buscava-se reprimir algo muito novo: tanto o tráfico internacional quanto a dissimulação dos valores movimentados por ele. Era difícil criar critérios objetivos para justificar uma busca porque a polícia não raramente se utilizava de informações de fontes escusas para prosseguir com a investigação”.
Outra situação que abriu margem para o debate acerca da “pesca probatória” foi o atentado ao World Trade Center, em setembro de 2001. “Foi uma marco considerável, houve uma mudança de perspectiva na relação entre segurança e direitos individuais, como se o Estado pudesse passar por cima de certos regramentos para realizar investigações”, lembra Alexsandro Linck, mestre em Direito, doutor em filosofia pela PUC-RS e sócio do escritório Carpena Advogados.
Para compreender as justificativas e, principalmente, a extensão das consequências da prática, também é preciso considerar o ordenamento jurídico do país em questão. Segundo o advogado Ezequiel Silveira, membro do Grupo de Estudos Constitucionais e Legislativos do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), o emprego do “fishing expedition” é mais adequado ao modelo jurídico do “common law”, adotado por países com legislações mais enxutas e que, portanto, conferem aos magistrados maior poder para interpretá-las. Nem assim, a prática deixa de ser um problema.
“Nos Estados Unidos essa técnica foi utilizada contra Al Capone, por exemplo. Mesmo assim, trata-se de um expediente muito polêmico. Desde que o mundo é mundo os órgãos acusatórios (polícia e ministério público) precisam lidar com o gerenciamento entre investigar versus garantir os direitos dos investigados”, explica Silveira.
Ocorre que, no Brasil, com uma Constituição de 250 artigos e mais de 120 emendas realizadas ao longo de apenas 34 anos (contra os 11 artigos da Constituição americana, que sofreu 27 alterações em mais de 230 anos), a aplicação da pesca probatória se torna ainda mais problemática. “Quando trazemos para a realidade do Brasil, o garantismo constitucional impede a utilização dessa técnica. Primeiro, por afrontar os princípios da dignidade da pessoa humana, devido processo legal, e sobretudo da presunção de inocência”, afirma o advogado.
“Mostre-me o homem, e eu encontrarei seu crime”
Para Linck, a prática do “fishing expedition” abre margem para sérias violações. “Uma coisa é eu tomar uma evidência – digamos, um print de WhatsApp, um documento vazado, o que for – e autorizar uma operação exclusivamente se o conteúdo é verídico, fazer o que chamamos de ‘espelhamento’. Outra é eu usar essa ‘evidência’ como desculpa para vasculhar toda a sua vida, o que seria um atentado ao Estado de Direito. Em um caso como esse, o processo seria mera formalidade, já que a condenação vai acontecer de qualquer jeito”.
“A discussão entre o interesse maior da sociedade e os direitos individuais não é nova, mas contém uma linha tênue. Penso que o ‘fishing expedition’ é o tipo de coisa que só pode utilizar em um regime não-democrático. O maior prejuízo está sempre em ter um inocente preso, e não um culpado solto”, reforça o especialista. A prática indiscriminada da pesca probatória, afinal, não é desconhecida na humanidade – basta recordar a máxima atribuída ao chefe da polícia secreta de Josef Stálin, Lavrenti Beria: “mostre-me o homem, e eu encontrarei seu crime”.
FONTE: Gazeta do Povo https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/o-que-e-o-fishing-expedition-que-o-ministro-moraes-usou-contra-os-empresarios-bolsonaristas/?#success=true
CNN se supera, muda a frase da bandeira do Brasil e comete gafe histórica (veja o vídeo)

Despreparo e falta de conhecimento imperam na redação da CNN.
A esquerdização reinante na emissora, aliada a uma necessidade de tentar lacrar para agradar a um público cada vez mais reduzido, tem provocado situações extremamente vexatórias.
Na mais recente, a jornalista Basília Rodrigues mudou a frase contida na bandeira brasileira.
Substituiu “Ordem e Progresso” por “Independência ou Morte”.
A emissora, em nota patética, tentou amenizar o vexame.
Eis a nota da CNN.
“Erramos: frase na bandeira do Brasil é “Ordem e Progresso”
Nesta quinta-feira (8) pela manhã, durante o CNN Novo Dia, a analista Basília Rodrigues se confundiu e disse que o lema escrito na bandeira nacional era “independência ou morte”. O telejornal abordava a repercussão do Dia da Independência quando a afirmação foi feita.
Erramos, pois a frase escrita na bandeira do Brasil é “Ordem e Progresso”. A CNN pede desculpas pelo erro.”
Veja o vídeo:
FONTE: Jornal da Cidade https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/42060/cnn-se-supera-muda-a-frase-da-bandeira-do-brasil-e-comete-gafe-historica-veja-o-video

Presidente do STF
Fux gastou R$ 3 milhões com voos para casa nos finais de semana

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, gastou R$ 2,9 milhões do contribuinte com voos para casa em jatinhos da FAB durante os dois anos de mandato, que será encerrado no dia 12 deste mês. Isso representa 80% do total das suas viagens pelo país, que somaram R$ 3,5 milhões.
Foram realizados 175 voos de ida e volta para o Rio de Janeiro, principalmente a partir de Brasília, mas também a partir de vários outros estados, para o ministro passar o final de semana em casa. O total gasto por Fux representa mais de dez vezes as despesas das viagens de “representação institucional” dos demais 10 ministros no mesmo período – um total de R$ 245 mil. Uma viagem de ida e volta ao Rio custa cerca de R$ 33 mil.
O presidente do Supremo viajou para Campina Grande (PB) no dia 31 de março deste ano, uma quinta-feira, para uma “aula magna” no curso de Direito da Unifacisa, com o tema “Ativismo Judicial”. A aula ocorreu em 1º de abril. Logo após o evento, às 19h20, ele voou para o Rio de Janeiro no jatinho da FAB, para passar o final de semana em casa. Todo o deslocamento completo custou R$ 55 mil.
“Defendemos a liberdade de expressão”
Em 11 de maio, uma quarta-feira, Fux voou para Salvador no início da noite. No dia seguinte, na “palestra magna” do Congresso Brasileiro de Magistrados, afirmou: “Defendemos a liberdade: de expressão, de ritos religiosos, de imprensa, de manifestação. Defendemos a segurança jurídica”. Na manhã de sexta-feira, partiu direto para o Rio. O deslocamento custou R$ 39 mil.
O presidente do STF esteve em Belém no dia 10 de junho, sexta-feira, par participar da cerimônia dos 75 anos do Tribunal de Contas do Pará. Lembrou que, em 10 anos de mandato, teve a oportunidade de julgar casos de corrupção no Brasil. “Ninguém pode esquecer o que ocorreu no Brasil, no Mensalão, na Lava-Jato, muito embora tenha havido uma anulação formal. Mas aqueles R$ 50 milhões das malas eram verdadeiros”, afirmou, citando um caso que envolveu o ex-deputado Geddel Vieira Lima (MDB-BA). No maio da tarde, voou de Belém para o Rio na aeronave chapa branca. Mais R$ 64 mil na conta do contribuinte.
Em 5 de agosto deste ano, Fux esteve em Teresina para a comemoração dos 123 anos do Tribunal de Contas do Piauí. Na palestra, o ministro defendeu a transparência dos recursos públicos. Ele citou o juiz americano Louis Brandeis, que afirmou: “O uso do dinheiro público tem que ser transparente porque o melhor desinfetante é a luz do sol”. Transparência essa que não há nos gastos dos ministros do STF com viagens. A viagem Brasília-Teresina-Rio custou R$ 54 mil.
Quanto custam os voos secretos

O STF mantém sob sigilo os voos de “representação institucional” dos seus ministros. O tribunal não informa a data, para onde vão nem qual o motivo da viagem, como mostrou reportagem do blog. Pelo menos, é possível saber quanto cada ministro gastou com viagens por mês. Após um longo período de gastos baixos em consequência da pandemia da Covid-19, a gastança foi retomada em julho do não passado, com uma despesa média de R$ 23 mil por mês. Em março deste ano, chegou a R$ 37 mil.
Durante a gestão do presidente Fux, os gastos com viagens de representação somaram R$ 245 mil. Os maiores gastos foram com passagens do ministro Alexandre de Moraes: R$ 52 mil. Em seguida, Luís Roberto Barroso, com R$ 42 mil. Gilmar Mendes gastou mais R$ 39 mil.
Voos para casa previstos em lei
O presidente do STF tem direito a viajar para casa em jatinhos da FAB, assim como os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e o vice-presidente da República. A regulamentação do uso de aeronaves oficiais segue o Decreto 10.267/2020, do presidente Jair Bolsonaro. Ministros de Estado e comandantes militares também usam os jatinhos, mas apenas a serviço, por questões de segurança ou emergência médica. O presidente da República tem avião exclusivo para suas viagens, além de um avião reserva.
A Presidência do STF afirmou ao blog que todas as viagens realizadas pelo presidente do tribunal em aeronaves da FAB ocorreram em conformidade com o Decreto 10.267, especialmente em duas situações previstas no Art. 3º do decreto: “por motivo de segurança e de viagem a serviço”.
O parágrafo 5º do art. 6º do decreto é mais preciso sobre os “voos para casa”: “Presume-se motivo de segurança na utilização de aeronaves da Aeronáutica o deslocamento ao local de residência permanente das autoridades de que trata o inciso II do caput do art. 2º” – no caso, os presidentes do Judiciário e do Legislativo. Os voos do vice-presidente para casa são liberados pelo parágrafo 4º do art. 6º, que diz: “Presume-se em situação de risco permanente o vice-presidente da República”.
FONTE: Gazeta do Povo https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/lucio-vaz/fux-gastou-r-3-milhoes-com-voos-para-casa-nos-finais-de-semana/
Lula compara atos de 7 de setembro de Bolsonaro com reunião da Ku Klux Klan

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à Presidência pelo PT, comparou os atos de 7 de setembro, nos quais houve participação do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, com uma reunião do grupo supremacista Ku Klux Klan (KKK), dos Estados Unidos. As declarações foram dadas durante um comício, na quinta-feira (8), em Nova Iguaçu (RJ). Lula criticou Bolsonaro por considerar que houve uso eleitoreiro das comemorações do bicentenário da Independência do Brasil.
“Foi uma coisa muito engraçada o ato do Bolsonaro. Parecia uma reunião da Ku Klux Klan. Só faltou o capuz. Não tinha negro, não tinha pardo, não tinha pobre, trabalhador. O artista principal era o velho da Havan, que aparecia como se fosse o Louro José da campanha do Bolsonaro”, disse o petista.
Bolsonaro reagiu à declaração de Lula por meio das redes sociais e disse que o petista se sentiu excluído dos atos. “Parece que o ex-presidiário se sentiu excluído após esse vídeo. Em resposta, chamou o povo de “cuscuz clã”, talvez porque assistiu a milhões de brasileiros vestindo amarelo”, criticou o presidente em um tweet postado nesta sexta-feira (9).
De acordo com o site Poder 360, Bolsonaro também deve rebater as afirmações de Lula durante a propaganda eleitoral. A campanha vai exibir imagens das manifestações que mostram diferentes parcelas da população nos atos de 7 de setembro.
FONTE: Gazeta do Povo https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/breves/lula-compara-atos-de-7-de-setembro-de-bolsonaro-com-reuniao-da-ku-klux-klan/

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