Os “meninos” do ex-presidiário descondenado Lula da Silva são os que roubam celular para tomar uma cervejinha, mas não sem antes assassinar um jovem ou uma jovem, ou um pai ou uma mãe de família, covardemente.
Recentemente o ex-presidiário confessou em público que sequestradores também são seus “meninos”.
Os sequestradores do empresário Abílio Diniz, definidos por Lula como “jovens que cometeram um erro”, foram liberados antes do cumprimento total das penas que variavam entre 26 e 28 anos de prisão, por interferência pessoal do próprio ex-presidiário (Lula) junto ao presidente da República e do ministro da justiça da época, Fernando Henrique Cardoso e Renan Calheiros, respectivamente.
Eram 10 “jovens” criminosos (2 canadenses, 2 argentinos, 5 chilenos e 1 brasileiro) que, além de sequestrar, torturaram o empresário Abílio Diniz.
Os meninos que o Brasil precisa que um presidente da República defenda, com educação, saúde e segurança de qualidade, são aqueles que não cometem crimes.
Fonte: Jornal da Cidade
Herdeiro do maior restaurante da América Latina cometeu crime contra o presidente da República? (veja o vídeo)

O empresário Beto Madalosso afirma não ter dito a frase “…não faço questão de que clientes Bolsonaristas comam em meus restaurantes!”.
O caso repercutiu nas redes deixando muita gente irritada e a família do empresário do ramo da gastronomia, muito preocupada.
Beto e sua família alegam terem sido vítimas de uma maldosa Fake, fato que realmente parece ser verdade, pois a entrevista que poderia esclarecer o fato aparentemente não ocorreu, mas o canal Bosco Foz, o único canal do Youtube a investigar o caso suspeito, descobriu um sem fim de elementos intrigantes sobre Carlos Roberto Madalosso Filho, o Beto Madalosso, um dos herdeiros do império gastronômico Madalosso, dentre eles o maior restaurante da América Latina, segundo o Guiness Book.
As evidências descobertas não provam se a afirmação foi Fake ou não, porém revelam algo muito mais chocante que vai revoltar quem assistir a “videotópsia” até o final, nessa trama toda, o que foi descoberto torna o fato da suposta afirmação fake algo de menor importância.
Você saberá de todos os detalhes e até mesmo da sujeira que tentaram “varrer pra debaixo do tapete”, o que parecia um caso irrelevante pode se tornar o caso mais emblemático de intolerância e injúria ideológica, política, religiosa, onde pessoas são ofendidas, aviltadas, ridicularizadas por um indivíduo que parece viver em uma realidade paralela, em plena paralaxe cognitiva.
Como pode um conceito político e ideológico se transformar em um transtorno sociopata?
E de que forma a sociedade deve estar atenta, a fim de que esse tipo de transtorno comportamental, não se transforme em violência justificada por uma mente afetada que acredita estar fazendo um bem para a coletividade?
Assista e tire suas conclusões!
Fonte: Jornal da Cidade
Artigo no Estadão afirma: “Ministros do STF formam célula política para combater o governo Bolsonaro”

A velha imprensa parece que acordou.
Há poucos dias, um editorial do jornal O Globo fez uma alerta gravíssimo sobre o ativismo judicial do nosso Supremo Tribunal Federal (STF).
Neste domingo (19), um texto assinado pelo respeitado jornalista José Roberto Guzzo, publicado no Estadão, afirma textualmente em sua manchete:
“Ministros do STF formam célula política para combater o governo Bolsonaro”.
O jornalista afirma que o STF se transformou numa “milícia política” e diz ainda que “esse desvio já vem sendo construído há anos e às vésperas da eleição presidencial, está chegando a seus limites extremos”.
Eis a íntegra do texto:
O STF, decisão após decisão, deixou de ser um tribunal de justiça e se transformou numa milícia política. Esse desvio de função, como se diz na linguagem dos advogados trabalhistas, já vem sendo construído há anos. Neste momento, às vésperas da eleição presidencial de outubro, está chegando a seus limites extremos – tão extremos que não dá mais para saber, a esta altura, se existe algum limite. Não se trata de opinião. Trata-se simplesmente de constatar os fatos – e esses fatos provam que os ministros do STF abandonaram as atividades para as quais foram legalmente contratados e se tornaram militantes de um movimento político que combate o governo e trabalha pela vitória do candidato da oposição. O resto é um espetáculo sem precedentes de hipocrisia em estado bruto.
O STF conduz há três anos um inquérito ilegal para apurar “atos antidemocráticos” e “fake news”, na verdade um processo de perseguição a aliados do governo – e a lei diz, sem deixar nenhuma dúvida, que o tribunal não pode fazer uma investigação criminal. Prendeu durante nove meses um deputado federal sem que ele tivesse cometido crime inafiançável ou sido preso em flagrante. Condenou o mesmo deputado a quase nove anos de prisão por ofensas cometidas através de opinião – e a lei diz que os parlamentares são imunes quando manifestam “quaisquer opiniões”. Bloqueou a conta salarial do réu. Bloqueou as contas de sua mulher, que não é parte no processo. Proíbe que advogados tenham acesso aos autos.
O ministro que comanda o TSE, o braço eleitoral do STF, ameaça cassar registros de candidatura e prender gente; diz que não vai admitir que se repita “o que aconteceu em 2018″. O que aconteceu em 2018 foi a vitória eleitoral do atual presidente. É isso o que o ministro quer proibir? Ele diz estar atrás de “disparos em massa” e outras malversações no uso eleitoral da internet – coisas que na sua opinião o vencedor fez, como foi publicado “na imprensa”, mas que não se provou (a presidente do PT anuncia que vai fazer precisamente isso na presente campanha, com as “brigadas digitais” da CUT. Por acaso o ministro vai cassar a candidatura Lula? Claro que não vai).
É pura política, feita por amadores – e tem chegado a atos de desespero, como a ordem para o governo resolver o desaparecimento de duas pessoas na selva amazônica, ou para o presidente explicar sua presença num desfile de motocicletas na Florida. Nada desmoraliza tanto uma Corte Suprema quanto a sua degeneração em célula política, e a prova está aí: só 24% dos brasileiros respeita o STF. Esse número, obviamente, é um desastre.
Fonte: Jornal da Cidade

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