A agência reguladora Aneel aplicou multa de R$5,7 milhões na população por causa do apagão no Amapá em novembro.
O multado, oficialmente, é o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), mas seus burocratas são protegidos por uma legislação absurda que transfere à população, que a rigor são as vítimas, o pagamento da multa.
Os R$5,7 milhões da multa são devidos pela ONS e não pelos seus responsáveis, que tomaram decisões erradas ou foram negligentes, provocando o apagão. E a multa será paga com dinheiro público, tomado inclusive dos amapaenses, que ficaram no escuro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Encerra-se nesta segunda-feira (17) o prazo para que a ONS recorra da multa imposta pela agência reguladora Aneel.
Não há tensão entre burocratas da ONS: se o recurso for negado pelos colegas da Aneel, a conta será paga pelos contribuintes otários.
Recebendo salários três vezes maiores que o limite constitucional do STF, os dirigentes da ONS bem que poderiam ajudar a pagar a multa.
O diretor-geral ONS recebe R$90 mil por mês, mais que o dobro de Bolsonaro, e seus demais diretores embolsam R$65 mil.
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