
Assim que reabriu o ano legislativo, ontem (2), a CPMI que apura a ladroagem no INSS recebeu mais de 40 pedidos nos primeiros minutos de funcionamento. Nada menos do que doze são assinados pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), como, por exemplo, aquele que quebra de sigilo bancário e fiscal de Fabio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República, com ligação nebulosa a Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como líder da bandalheira.
Vem aí
Lulinha entrou na mira da CPMI ainda no ano passado, após a bancada de esquerda se mobilizar para impedir sua convocação.
Eles não desistem
Ainda em dezembro, nos estertores do ano Legislativo anterior, o relator Alfredo Gaspar reiterou a intenção de a CPMI votar novamente a convocação de Lulinha para depor
Caldeirão de escândalo
A CPMI também quer avançar sobre a família de Daniel Vorcaro, dono do enrolado Banco Master e protagonista de mais um escândalo.
Peixe grande
A CPMI retoma as oitivas na quinta (5), com depoimentos de Vorcaro, Maurício Camisotti (Total Health) e Gilberto Waller Junior (INSS).
Petistas já brigam para chefiar Casa Civil em 2027

Antes mesmo da chegada do período eleitoral, é grande a briga no PT para levar a melhor fatia do rateio ministerial em um eventual quarto governo Lula. A Casa Civil, hoje chefiada pelo ex-governador da Bahia Rui Costa, virou ponto de cobiça de petistas, com os atuais ministros Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Camilo Santana (Educação) e até Fernando Haddad (Fazenda) brigando pelo espaço a cotoveladas. É que o ocupante do cargo quer disputar eventual sucessão em 2030. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Haddad é empurrado a disputar o governo de São Paulo, mas quer evitar outra humilhação nas urnas. Prefere coordenar a campanha de Lula.
O PT sinaliza que, derrotado em São Paulo, Haddad terá ministério da Fazenda outra vez em eventual Lula 4. Mas ele quer a Casa Civil.
Como Haddad, Gleisi também quer a Casa Civil, mas ambos têm em comum a inimizade de Rui Costa, o “Dilma de calças”. Mal se falam.
Flávio diz que Lula é ultrapassado como um Opala velho

Durante participação no Jornal da Fan, da emissora Fan FM de Sergipe, o senador Flávio Bolsonaro (PL) teceu duras críticas ao perfil político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira (2 de fevereiro de 2026). O parlamentar, que já anunciou sua candidatura ao Palácio do Planalto, classificou o atual mandatário como uma “pessoa retrógrada, atrasada e ultrapassada”.
Na ocasião, que contou também com a presença do deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE), Flávio recorreu à imagem de um modelo fora de linha da Chevrolet, o Opala, para comparar o petista a um carro velho:
“Se você comparar o Lula a um carro… ele parece aquele Opala velhão, que, em algum momento, já foi bonito, já foi um carro de luxo, que dava resultado, que te levava para qualquer lugar. Hoje, o Lula é uma pessoa retrógrada, atrasada e ultrapassada“.
A desconexão com a inovação digital foi outro ponto abordado pelo pré-candidato. Flávio Bolsonaro argumentou que o presidente demonstra desconhecimento sobre o potencial da modernização técnica para a administração pública.
Segundo o senador:
“Lula é um cara que sequer tem telefone celular, um cara que acha que inteligência artificial só serve para manipular vídeos e fotos em redes sociais. Ele não tem ideia de como isso é importante para um governo que quer se pautar pela modernidade, pela inteligência, pela tecnologia”.
O tom das críticas subiu quando o senador utilizou analogias alimentares para descrever a atual rejeição ao governante, afirmando que Lula se assemelha a um item fora do prazo de validade.
“Lula é um produto vencido. Imagina você fazer um churrasco com aquela picanha que já está cheirando a podre? Você toma uma cervejinha choca? Esse é o Lula hoje. Ninguém consegue mais tragar esse cara”, disparou Flávio..
No encerramento de sua fala à rádio sergipana, Flávio estendeu os questionamentos à condução econômica do país, citando o ministro da Fazenda. Ele mencionou que Fernando Haddad (PT) recebeu a alcunha de “‘Taxad’”, alegando uma busca constante por novos tributos sobre a classe trabalhadora.
O senador concluiu afirmando a existência de uma escolha clara para o futuro do Brasil entre a prosperidade defendida por seu grupo e o que denominou como “caminho das trevas com o atual governo”.
FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/flavio-diz-que-lula-e-ultrapassado-como-um-opala-velho
Rumble e Trump Media pedem à Justiça dos EUA que intime Moraes por e-mail do STF

A defesa das empresas Rumble e Trump Media solicitou à Justiça Federal dos EUA a intimação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes por seu e-mail institucional, sob a justificativa de que o magistrado “bloqueou” outros canais de contato.
No requerimento judicial, o advogado Martin de Luca argumentou que o réu já utilizou o e-mail para entrar em contato em diversas ocasiões com as empresas autoras da ação, com o objetivo de notificá-las sobre as ordens de remoção de conteúdo de suas plataformas, sob ameaça de multas diárias e suspensão do serviço no país.
“Ele enviou uma série de ‘Ordens de Silêncio’ por e-mail, instruindo a Rumble — uma empresa sediada nos EUA — a bloquear contas de usuários dos EUA, entregar dados de usuários dos EUA e nomear um representante no Brasil. O mesmo canal que ele usou para afirmar a autoridade extraterritorial é um canal confiável para notificação”, diz a petição apresentada na Flórida nesta segunda-feira (2).
O processo, aberto na Justiça Federal americana há um ano, está parado desde agosto devido a uma intimação contra Moraes remetida ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em outubro, a PGR emitiu um parecer em defesa da rejeição da notificação.
Na citação protocolada nesta semana, o advogado das empresas americanas argumenta que os esforços de citação de Moraes foram interrompidos “não por qualquer deficiência no cumprimento dos demandantes, mas porque o processo de citação se tornou politizado e efetivamente inacessível”. Com isso, a notificação por e-mail surge como “o único caminho” que permite que o caso avance no mérito, segundo a defesa.
O Rumble e a Trump Media buscam a condenação do ministro Alexandre de Moraes nos EUA pela emissão de ordens secretas de censura extraterritorial.
O STF foi acionado sobre a atualização do processo que tramita na Justiça americana, mas não houve retorno até a publicação da matéria. O espaço continua aberto para futuras manifestações.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/rumble-trump-media-pedem-justica-dos-eua-intime-moraes-e-mail-do-stf/
Moraes determina início do cumprimento da pena de Roberto Jefferson

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decretou, nesta segunda-feira (2), o trânsito em julgado (encerramento) de uma ação penal contra o ex-deputado federal Roberto Jefferson, após rejeitar um recurso da defesa. Com a decisão, ele permanece em prisão domiciliar, mas passará a usar tornozeleira eletrônica, terá seu passaporte suspenso, não poderá usar redes sociais nem dar entrevistas. O ministro, porém, reduziu a punição, por entender que estão prescritos os crimes de calúnia e incitação a dano qualificado.
Os embargos infringentes são um recurso possível aos réus quando não há uma decisão unânime sobre a condenação. No Supremo, porém, os ministros entendem que são necessários, em plenário, pelo menos quatro votos pela absolvição. No caso de Jefferson, André Mendonça e Nunes Marques votaram para que o caso fosse remetido à primeira instância. Sobre a acusação, Cristiano Zanin entendeu que as acusações prescreveram, e foi acompanhado por Edson Fachin. Apenas Nunes Marques, no teor de seu voto, definiu a absolvição propriamente dita.
A pena original era de nove anos de prisão, podendo cair para sete anos e meio com a redução. Com a decisão, a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro deve calcular a nova pena, já descontando a prisão preventiva e emitir um atestado de pena a cumprir.
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- PGR defende redução da pena de Roberto Jefferson
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Relembre o caso conduzido por Moraes
A condenação do ex-deputado ocorreu em dezembro de 2024, pelos crimes de calúnia, atentado ao exercício dos poderes (à época previsto na Lei de Segurança Nacional), incitação ao crime e homofobia. A Procuradoria-Geral da República (PGR) alegou que ele teria incentivado a população a invadir o prédio do Senado Federal e agredir senadores, além de defender a explosão do prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“O réu Roberto Jefferson Monteiro, diante de reiteradas manifestações com teor antidemocrático em entrevistas e publicações em redes sociais, demonstrou aderência voluntária ao núcleo da organização criminosa – composto por figuras públicas, expoentes de ideologias extremistas – que agia com o objetivo de atacar integrantes de instituições públicas, desacreditar o processo eleitoral, reforçar o discurso de polarização e ódio, gerar animosidade na sociedade brasileira e, enfim, tentar desestabilizar os poderes constitucionais”, apontou a PGR na denúncia.
Após a tentativa de cumprimento de uma decisão que o levaria de volta ao presídio, Roberto Jefferson protagonizou um ataque a tiros aos policiais federais. Em meio a problemas de saúde, o ex-deputado conseguiu autorização de Moraes para cumprir pena em casa.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/moraes-determina-que-roberto-jefferson-cumpra-pena-em-casa-e-com-tornozeleira-eletronica/
Mais um inquérito sigiloso para a conta de Alexandre de Moraes

Os desdobramentos do escândalo do Banco Master estão atingindo em cheio as famílias de dois ministros do Supremo Tribunal Federal. Primeiro, foi a revelação, por colunistas do jornal O Globo, do multimilionário contrato entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes: um total de R$ 129 milhões (ou R$ 3,6 milhões mensais) por serviços diversos, quantia que assombrou até mesmo advogados das maiores bancas brasileiras. Depois, os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo expuseram negócios e uma sociedade (já desfeita) entre empresas de irmãos e um primo de Dias Toffoli e parte da um enorme teia tecida por Daniel Vorcaro para levar adiante suas fraudes, incluindo um cunhado do banqueiro e um fundo de investimentos administrado pela Reag, corretora investigada por possíveis ligações com o crime organizado e liquidada pelo Banco Central no dia 15.
Mesmo aquela parte da imprensa que fechou os olhos ou mesmo aplaudiu os abusos cometidos pelo STF quando se tratava de “derrotar o bolsonarismo” (como disse uma vez Luís Roberto Barroso) tem sido bastante dura com os ministros – especialmente Toffoli, que já era considerado sem condições para relatar o caso do Master no Supremo desde a revelação de sua carona aérea com o advogado de um dos sócios de Vorcaro, e que tem cometido absurdos em sequência na condução dessa investigação. Pressionados, os ministros responderam, então, fazendo o que sabem fazer de melhor. Se em 2019 foi Toffoli que, presidindo o STF, abriu de ofício o “inquérito das fake news”, distorcendo o Regimento Interno do Supremo e entregando a investigação a Moraes sem sorteio, agora é Moraes, ocupando interinamente a presidência da corte no lugar de Edson Fachin, que repete a dose.
Moraes quer abater o mensageiro enquanto as ilegalidades, as suspeitas, as ligações indecentes são convenientemente varridas para baixo do tapete
Sem provocação nenhuma do Ministério Público, e convicto de que os dados foram obtidos pelos jornalistas não graças a seu trabalho investigativo, mas a algum vazamento de dados protegidos, Moraes abriu um novo inquérito – sigiloso, é claro, para não perder o costume – para investigar se alguém na Receita Federal ou no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf, órgão vinculado ao Banco Central) acessou informações sigilosas dos familiares dos ministros e os repassou à imprensa. Pouco importa se algo assim, caso tenha ocorrido, não se deu “na sede ou dependência do Tribunal”, a condição imposta pelo artigo 43 do RISTF para a abertura de um inquérito de ofício: as supostas fake news envolvendo ministros em 2019 também não foram publicadas de computadores dentro do Supremo, e isso não impediu a abertura do “inquérito do fim do mundo”. Também não importa que, mais uma vez, Moraes e Toffoli tenham interesse direto no assunto, pois são seus familiares que estão no olho do furacão; nem que auditores da Receita ou do Coaf não tenham prerrogativa de foro – isso tudo já se tornou mero detalhe na nossa juristocracia.
Assim, Moraes coloca em ação o mesmo método que empregou contra seu ex-assessor Eduardo Tagliaferro, que denunciou os métodos ilegais usados no STF e no TSE para perseguir jornalistas e políticos críticos ao Supremo, e vasculhar as redes sociais de manifestantes do 8 de janeiro à procura de razões para mantê-los presos. Absolutamente nenhuma das estarrecedoras revelações de Tagliaferro é alvo de investigação; em vez disso, foi ele quem se tornou réu por crimes como violação de sigilo funcional (uma admissão implícita de que suas denúncias são verdadeiras) e até mesmo tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Trata-se de abater o mensageiro enquanto as ilegalidades, as suspeitas, as ligações indecentes são convenientemente varridas para baixo do tapete.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), com décadas de experiência como delegado da Polícia Civil, matou a charada em uma publicação no X: “Os ministros Toffoli e Moraes tentam de todas as formas constranger e ameaçar a Polícia Federal e a Receita. É abuso de poder escancarado. Não conseguem explicar relações com investigados e transações milionárias, então partem para a intimidação”. E, se o inquérito das fake news começou com um ataque grosseiro à liberdade de imprensa, com a censura à revista Crusoé, não é demais imaginar que, desta vez, veremos tentativas de intimidar os profissionais da imprensa que trouxeram a público as informações sobre o contrato de Viviane Barci e os negócios da família de Toffoli, por exemplo tentando fazê-los entregar suas fontes, violando um sigilo protegido constitucionalmente.
A hipótese de vazamento, hoje, não tem base alguma, mas seria igualmente precipitado garantir que não ocorreu nada desse gênero. No entanto, qualquer investigação teria de seguir seu curso correto: um pedido do Ministério Público, ao juízo competente, sem ministros supremos acumulando papéis de vítimas (ou familiares de vítimas), investigadores e julgadores. Em vez disso, temos mais uma vez a supremocracia em ação, em que a investigação se transforma em intimidação, em que a lei é substituída pelas vontades dos ministros, e em que os fatores merecedores de investigação ficam em segundo plano diante da tentativa de descobrir como veio à luz aquilo que deveria ter permanecido oculto.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/alexandre-de-moraes-inquerito-banco-master/

O discurso de Lula para um STF de imagem cada vez mais decadente
Ontem foi a reabertura dos trabalhos do Poder Judiciário, do Supremo e do Congresso Nacional. Eu já disse aqui e vou repetir, você que é dono de loja, de indústria, você fechou ou você continua pagando imposto? Pois é, você continua trabalhando. Na democracia não há alguns que sejam mais iguais que os outros. Alguns são eleitos, são escolhidos para pilotar o Estado brasileiro para servir àqueles que pagam impostos, só pra gente lembrar. Lula não foi à reabertura do Congresso. Ele foi à reabertura do Supremo, onde deu uma manchete para agência oficial, que eu até interpretei diferente do que ele queria dizer.
Lula no Supremo, código de ética na gaveta
A manchete diz: ”Brasil é maior que golpistas”. Lula disse isso. Ele disse que a esperança é renovada, porque o Brasil é maior do que golpistas ou traidores da pátria. Os golpistas deram golpe de R$ 42,8 bilhões na Petrobras, lá no Petrolão. E são traidores da pátria porque querem usar empresas estatais ou de economia mista, que são do Estado brasileiro, que são do povo brasileiro, não há dúvida. E a novidade lá do Supremo é que Fachin escolheu Carmen Lúcia para ser a relatora de um código de ética. É só importar o código de ética da OAB de São Paulo e está tudo resolvido. Fachin reconhece os erros. É coisa que eu já falei para vocês, é que ele disse que agora é preciso fidelidade absoluta à Constituição, clareza de limites e responsabilidade institucional. Reconheceu tudo o que está faltando.
Lindbergh sai, Uczai entra
Lula não foi à reabertura do Congresso. Nem valia a pena ouvir os discursos mesmo. Tudo discurso do óbvio, principalmente do Alcolumbre. Mas a novidade é na Câmara dos Deputados, quando Lindbergh Faria – com o qual o presidente da Câmara disse que não conversaria mais –, sai da liderança do PT, e entra um catarinense, formado em teologia, o deputado Pedro Uczai. Ele já está, acho que no terceiro ou quarto mandato, há 15 anos na Câmara dos Deputados. Começou na política em 1995, como deputado estadual, já foi prefeito de Chapecó. Então, tem muito mais experiência lá.
R$ 10 trilhões de dívida
Bom, mas o que eu queria falar para vocês também é questão do nosso dinheiro, dos nossos impostos. O déficit do Governo Federal chegou a R$ 61,690 bilhões. Os estados e municípios tiveram superávit, e aí diminuíram o déficit das contas públicas em R$ 9,5 bilhões. Foi superávit dos estados e municípios, dando lições para o governo federal capitaneado por Lula e Haddad. As contas externas tiveram um déficit de R$ 68,8 bilhões. A dívida pública está em R$10 trilhões, quase 78,7% do PIB. A dívida pública da Argentina de Milei, fechou o ano, a nossa, foi 78,7% de tudo que se produz no Brasil. A deles, 48% de tudo que se produz na Argentina.
Bachelet, Toffoli e os nossos impostos
Por falar em Argentina, a Michelle Bachelet foi indicada pelo México e Chile para ser secretária-geral da ONU. A partir do ano que vem, Lula já disse que vai apoiar. O pessoal da Argentina tá achando graça. Eu acho que merece, merece graça mesmo.
Bom, eu queria falar sobre o Toffoli porque o Estadão, na primeira página de ontem, está mostrando que ele agiu como promotor e não como juiz (ele está imitando o Moraes, né?), nas perguntas que redigiu para serem feitas ao diretor de fiscalização do Banco Central, na tal acareação extemporânea, tal como o sujeito lá do TCU, o ministro Jhonatan de Jesus, agiu com preconceito em relação à fiscalização do Banco Central. Mostra parcialidade. Está lá na primeira página do Estadão. São os compromissos com o Vorcaro, financeiros e sociais, de ministros do Supremo. Sigilo, blindagem, censura às redes, pagamento de propina para mídia. Propina, né? Propaganda. Pois é, foi ato falho meu.
As vendas de sentenças, a advocacia administrativa, imposição de medo com condenações absurdas, tudo são armas daqueles que usam os nossos impostos, encharcados pelo nosso suor, para continuar metendo a mão. É uma laia que usa os nossos impostos, não para nos servir, mas para se servirem, só para a gente pensar a respeito em ano eleitoral.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/o-discurso-de-lula-para-um-stf-de-imagem-cada-vez-mais-decadente/

PT espalha fake news sobre Vorcaro

Quando estourou o escândalo do INSS, o PT tentou jogá-lo na conta de Bolsonaro. Criaram uma narrativa de que foi em seu governo que as regras foram afrouxadas. Parecia estranho um escândalo que beneficiou sindicatos ter a impressão digital de Bolsonaro.
O PT tentou boicotar e depois controlar a CPMI, e logo ficou claro que o caso se aproximava em círculos concêntricos do próprio Lula – a ponto de seu filho Lulinha se mandar para a Espanha.
Agora o PT repete a tática com o caso do Banco Master, tentando aproximá-lo de Bolsonaro. Mas Daniel Vorcaro esteve no Palácio do Planalto para encontros secretos com Lula, contratou como “consultor” Guido Mantega e Lewandowski, ou seja, tudo aponta novamente para o PT, que se recusa a assinar o pedido de CPMI.
O deputado petista Rogério Correia, não obstante, publicou uma imagem claramente adulterada pela Inteligência Artificial para forçar uma aproximação entre Vorcaro e Bolsonaro, em que dizia: “Vorcaro, Bolsonaro e Campos Neto: a foto é o retrato da roubalheira do banco Master. E a Papudinha vai ficar pequena para tanto cidadão de bem!”

Depois da repercussão negativa da postagem falsa, o deputado apagou – mas o print é eterno. Será que Correia vai entrar em algum inquérito de fake news do Moraes? Ou será que o PT tem salvo-conduto para espalhar mentiras contra Bolsonaro por aí? Carlos Bolsonaro comentou o caso:
Abertura de inquérito sobre fakenews, buscas e apreensões, Polícia Federal revirando a casa dos outros, envio de helicóptero e agentes fortemente armados para buscar um celular, cassação de mandato, prisão, ameaças institucionais democráticas e tudo que que se vê quando acusam os outros sem provar nada? ÓBVIO QUE NÃO! Essa várzea se transformou numa republiqueta de décima categoria!
O advogado Jeffrey Chiquini também apontou o duplo padrão: “A esquerda pode postar foto falsa? Deputado do PT postou uma foto nitidamente manipulada e feita por IA. E ainda querem arrotar que combatem fake news. O PT é a verdadeira fake news em si: um partido ‘dos trabalhadores’ sem trabalhador”.
Leandro Ruschel também comentou: “O desespero petista com a proximidade do dono do Master com o partido que começou a aparecer é tanta que eles estão apelando para fotos criadas por AI. É esse tipo de gente que acusa seus opositores de criar fake news”.
Imagina essa ferramenta da IA nas mãos de petistas! Enquanto a direita faz memes e vídeos engraçados que não têm a pretensão de enganar o público, a esquerda vai mesmo tentar criar imagens falsas como se fossem verdadeiras. É da natureza petista mentir sempre, inventar coisas contra seus adversários. A Inteligência Artificial é um baita instrumento à disposição desses mentirosos. Todo cuidado é pouco, até porque sabemos que petista nunca entra em investigação sobre fake news…
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/pt-espalha-fake-news-sobre-vorcaro/

O ano mais importante das nossas vidas

O Congresso Nacional reabre seus trabalhos na tarde desta segunda-feira, 2 de fevereiro. Em meio a uma crise institucional e moral gritantes, as Casas Legislativas darão o pontapé inicial político sob a desconfiança e até o descrédito do brasileiro em relação às suas atuações. Câmara e Senado não conseguiram, até aqui, corresponder ao papel que precisam exercer em uma democracia representativa: o de fiscal dos demais Poderes e de fiel da balança entre os Poderes.
De um lado, o Poder Executivo é exercido por um presidente – Lula – e um partido – PT – que insistem em diminuir e desdenhar o papel do Legislativo e, até mesmo, atacam a soberania popular nele representada em campanhas como a do “Congresso inimigo do povo”. Ministros de Lula não comparecem à Câmara dos Deputados para dar explicações nem quando convocados – e a Casa não reage ao desrespeito.
Decisões por maioria acachapante de votos nos plenários das duas Casas são questionadas e revertidas judicialmente. Próceres do petismo dentro da própria Câmara dos Deputados e do Senado da República perseguem colegas parlamentares, forjam denúncias descabidas contra deputados e senadores e as encaminham à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Já o Supremo Tribunal Federal, do outro lado da Praça dos Três Poderes, faz a famosa tabelinha com Lula e o PT. Persegue opositores políticos do governo, cria narrativas fantasiosas contra quem questiona sua autoridade e seus procedimentos, acha-se acima de qualquer escrutínio e, inclusive, além de qualquer lei e da própria Constituição.
O STF adquiriu um poder que não aceita controle externo – e o Senado, que deveria impor-se, silencia diante de tantos desmandos
Os escândalos recentemente divulgados, como já afirmei aqui na Gazeta, são apenas a repetição potencializada de padrões passados. O gênio saiu da garrafa e ninguém consegue colocá-lo de volta.
Diante desse cenário de letargia, omissão, conivência e até mesmo cumplicidade e sociedade do Congresso com o status quo, o que fazer? Na democracia verdadeira – representativa, constitucional, liberal –, o detentor da soberania é o povo, que a exerce por meio do voto em eleições livres e regulares. Não há, portanto, ano mais importante para o reequilíbrio entre os Poderes e a busca do retorno à normalidade constitucional e institucional do que 2026.
A reabertura dos trabalhos no Congresso Nacional e a exposição pública de cada deputado e senador ao longo dos próximos meses darão ao cidadão brasileiro a condição de avaliar quem está trabalhando pelo país e quem está mais interessado no próprio umbigo ou em coisa ainda pior.
A sociedade brasileira, crescentemente desinteressada por política ao longo dos últimos anos, precisa deixar a apatia de lado a partir de agora. Estas eleições serão as mais importantes das nossas vidas, e é a partir delas que saberemos se o Brasil continuará nas mãos de poucos ou se passará ao controle do povo brasileiro, bem representado no Congresso Nacional.
Chegamos ao pior ponto da nossa ainda jovem democracia. Ainda que venha a ser eleito um Presidente da República absolutamente probo e impoluto e extremamente competente, o atual estado de coisas não permitiria que governasse com tranquilidade.
É na renovação do Congresso que se encontra a chave para destravar o emaranhado institucional em que nos encontramos. E esta será a decisão mais importante que o brasileiro tomará neste ano: seguiremos um país com “donos do poder” ou reverteremos a atual trajetória para voltarmos, por meio do Congresso Nacional, a ter esperança em um país mais justo, livre e democrático?
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/marcel-van-hattem/o-ano-mais-importante-das-nossas-vidas/
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