Após insinuar suposta proximidade com a Casa Branca, os irmãos Joesley e Wesley Batista agora devem enfrentar a ira norte-americana, em razão dos seus negócios na Venezuela que podem ter ajudado a prolongar a narcoditadura de Nicolás Maduro, criminoso finalmente atrás das grades. Também causou estupefação no governo de Donald Trump a notícia de que os negócios dessa dupla com Maduro, que contaram com a interveniência do governo petista, foi colocada sob sigilo por Lula (PT).
Nervosismo explicado
Na oposição há a certeza de que não foram razões ideológicas que deixaram Lula nervoso, com a prisão do amigo e parceiro Maduro.
Dólares para o PT
Além de negócios secretos de Joesley com o narcoditador, voltaram à tona os dólares de Maduro para a campanha presidencial do PT.
Dinheiroduto sujo
Em depoimento de 24 de fevereiro de 2016, Mônica Moura relatou em vídeo como recebia os milhões entregues a ela por Maduro.
‘Malas de dinheiro’
Esposa e sócia de Santana, Mônica disse que recebia dinheiro das mãos do próprio Maduro “malas de dinheiro, várias” e “quase semanalmente”.
João Campos é alvo no Recife de pedido de impeachment

O vereador de Recife, Eduardo Moura (Novo), protocolou um pedido de impeachment contra o prefeito recifense João Campos (PSB), após a repercussão de um caso envolvendo a nomeação considerada irregular de um candidato aprovado em concurso público para o cargo de procurador do município.
Para Moura, líder do Novo na Câmara Municipal, o ato configura infrações legais graves.
“Houve uma clara ‘furada de fila’ em um concurso público, com o aval do chefe do Executivo, o que caracteriza crime de responsabilidade e infração político-administrativa”, declarou o vereador do Novo.
O pedido de impeachment tem como base a nomeação de Lucas Vieira da Silva para uma vaga reservada a Pessoas com Deficiência (PCD), em desacordo com o próprio edital do concurso e em prejuízo de outro candidato que teria direito à vaga. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Município em 23 de dezembro de 2025, apesar de o candidato ter ficado na 63ª colocação.
A nomeação ocorreu após um pedido de reclassificação de Lucas, que foi feito mais de três anos após o concurso.
O concurso foi realizado em 2022 e homologado em junho de 2023. Em 29 de maio de 2025, Lucas Vieira solicitou a requalificação para concorrer como PCD, pedido que foi negado por três procuradoras concursadas do município em decisões técnicas sucessivas.
Mesmo assim, quando o caso foi encaminhado ao procurador-geral do município, Pedro Pontes, cargo comissionado indicado pelo prefeito, reverteu as decisões em 20 de dezembro de 2025 e três dias depois, João Campos oficializou a nomeação. Diante da repercussão negativa do caso e da pressão popular, a gestão municipal decidiu revogar a nomeação.
“Quando o prefeito descumpre o edital, ele pratica um ato contra a expressa disposição legal”, enfatizou Moura.
O vereador do Novo destacou ainda que o prefeito está “infringindo dispositivos” da Lei Orgânica do Município, da Lei de Improbidade Administrativa, do Decreto de Lei 201, e até do Código Penal.
“Os atos atentam contra a probidade administrativa e contra o cumprimento das leis, o que configura crime de responsabilidade”, justificou.
O vereador também questionou o momento da nomeação, destacando que a vaga deveria ter sido preenchida pelo candidato classificado desde outubro de 2025, mas permaneceu aberta até dezembro de 2025, quando Lucas foi nomeado.
Além disso, alertou para suspeita de possível favorecimento, uma vez que Lucas Vieira é filho de uma procuradora do Tribunal de Contas do Estado e de um juiz que atua na vara de crimes contra a administração pública da capital, e que em novembro de 2025, um mês antes da nomeação de Lucas, anulou os atos da operação “Barriga de Aluguel”, que investigava a gestão João Campos por possível desvio de verbas no valor de R$500 milhões.
FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/joao-campos-e-alvo-no-recife-de-pedido-de-impeachment
Até área técnica do TCU é contra reverter liquidação do Master

O Tribunal de Contas da União (TCU) não pode interferir na liquidação do Banco Master, tampouco tentar reverter essa determinação do Banco Central, em um movimento que, além de provocar reações de suspeição, não encontra precedentes na História.
A avaliação crítica da atuação do ministro Jhonatan de Jesus, que parece sentir as dores do banqueiro Daniel Vorcaro, tem sido feito pelas áreas técnicas do próprio TCU.
É o caso de Lucas Furtado, subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, que provocou o próprio tribunal a investigar a decisão do Banco Central, mas afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo, nesta segunda-feira (5) não ser possível reverter a liquidação.
As intrigantes decisões de Jhonatan de Jesus começaram a chamar atenção após o ministro ordenar uma “inspeção” para investigar o fato de o Banco Central, no exercício de suas prerrogativas, determinar a liquidação do Master. E até proibiu o BC de vender bens do banco de Vorcaro para honrar ao menos parte de suas dívidas e obrigações.
Os despachos do ministro são utilizados como pretexto para entrar no mérito da liquidação, que escapa das atribuições do TCU, segundo o coordenador do Observatório do TCU da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP).
Trump diz que guerra é contra traficantes, daí prisão de Maduro

O presidente Donald Trump afirmou nesta segunda-feira (5) durante entrevista à NBC News, que sua guerra é contra traficantes de drogas, como no caso do ex-narcoditador Nicolás Maduro, e não contra a Venezuela. “Estamos em guerra com quem vende drogas. Estamos em guerra com quem esvazia suas prisões em nosso país, com seus viciados em drogas e com seus hospitais psiquiátricos”, afirmou.
O chefe de governo e de Estado norte-americano disse que “primeiro, precisamos consertar o país”, ao ser indagado sobre eleições na Venezuela. “Não dá para ter eleição. Não há a menor chance de as pessoas sequer votarem”, disse Trump. Vai levar um tempo. Precisamos cuidar para que o país se recupere.”
Trump afirmou ainda que os EUA podem subsidiar um esforço das empresas petrolíferas para reconstruir a infraestrutura energética do país. Projeto que, segundo ele, levaria menos de 18 meses. “Acho que podemos fazer isso em menos tempo, mas vai custar muito dinheiro”, disse ele. “Uma quantia enorme terá que ser gasta, e as companhias petrolíferas vão gastar, e depois serão reembolsadas por nós ou através da receita.”
Maduro vira réu nos Estados Unidos e enfrenta processo longo em tribunal federal

O ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram transferidos na última segunda-feira (5) para um tribunal federal em Nova York, onde iniciaram o processo judicial nos Estados Unidos, dois dias após serem capturados por forças norte-americanas em uma operação executada em Caracas.
O casal está sob custódia no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, um dos maiores presídios federais dos EUA, onde permanecerão até que seja formado o júri e o julgamento propriamente dito comece.
Autoridades judiciais estimam que o processo poderá se estender por pelo menos um ano, prazo considerado previsível em casos de grande complexidade e repercussão internacional.
Maduro e Flores enfrentam uma série de acusações federais, incluindo narcoterrorismo, conspiração para tráfico de cocaína e facilitação de envio de drogas para os Estados Unidos.
Segundo a acusação, a liderança venezuelana teria usado sua posição de governo para articular e proteger redes de narcotráfico que operavam em parceria com organizações criminosas de vários países da América Latina.
A primeira audiência realizada em Manhattan, no Distrito Sul de Nova York, ocorreu em meio a um rigoroso esquema de segurança, com barreiras separando jornalistas, manifestantes e transeuntes nas ruas ao redor da corte.
A presença reforçada de agentes federais ilustra a magnitude do processo e a determinação dos promotores em conduzir o caso dentro dos trâmites legais tradicionais dos Estados Unidos.
O julgamento de um ex-chefe de Estado em solo norte-americano não tem precedentes recentes e reflete o compromisso oficial dos EUA em responsabilizar líderes acusados de crimes transnacionais que afetam diretamente o território americano.
Legisladores republicanos destacaram que a detenção e a transferência de Maduro para Nova York foram conduzidas “com base na autoridade constitucional” para proteger a segurança dos EUA e aplicar a lei contra o narcotráfico.
Até que o júri seja constituído e o processo avance, não há previsão de data para o veredicto final.
A expectativa nos corredores judiciais é de que o caso se torne um dos mais longos e complexos já realizados em um tribunal federal dos EUA envolvendo um líder estrangeiro.
Captura de Maduro pelos EUA desgasta Lula e pode afetar eleições presidenciais no Brasil

O ano da corrida presidencial no Brasil começa sob o impacto da captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, episódio que enfraquece o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por sair em defesa do ditador venezuelano e ignorar o fato de o regime chavista ser amplamente acusado de autoritarismo, fraudes e violações de direitos humanos. Os efeitos dessa crise podem afetar sua campanha pela reeleição.
Para especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo, o embate entre os discursos contra e a favor da operação militar americana na América do Sul pode transbordar a política externa e influenciar diretamente o ambiente eleitoral ao longo do ano. Não por acaso, o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato a presidente e principal rival de Lula nas urnas, foi na linha oposta à do Palácio do Planalto e explorou as ligações históricas entre o petista e o chavismo.
Na América Latina e no plano político brasileiro, o efeito imediato foi o reforço da polarização, com líderes e governos de esquerda adotando postura crítica à ação americana, enquanto a direita passou a enfatizar os bons ventos trazidos pela queda da ditadura venezuelana e a sinalizar alinhamento com Washington. Nas redes sociais, parlamentares brasileiros da oposição apontaram contradições da esquerda e exigiram posições claras.
A captura de Maduro anunciada na madrugada do sábado (3) marcou ponto de virada na política de segurança americana, com disposição em empregar força, reinterpretando a Doutrina Monroe, do século 19, segundo a qual as Américas são área de influência de Washington. O ditador foi levado à Justiça de Nova York para responder por narcoterrorismo, após semanas de sanções e tensas e inéditas movimentações militares no Caribe.
O professor de Relações Internacionais Daniel Afonso da Silva, da USP, avalia que, por pragmatismo eleitoral, Lula pode virar a página mais rapidamente do que seu partido. Mas alerta: um posicionamento equivocado sobre a queda de Maduro tende a produzir efeitos duradouros nas eleições presidenciais e até de governadores. “Não dá simplesmente para condenar a queda de Maduro quando os venezuelanos espalhados por vários estados brasileiros aprovam e exaltam esse desfecho”, afirma.
Ao analisar o papel do Brasil, Silva é crítico da diplomacia do governo petista em relação à Venezuela. Para ele, há descompasso entre a visão técnica do Itamaraty e a orientação política da atual gestão. “Nenhum diplomata no primeiro escalão aceitava a situação venezuelana ou duvidava sobre a natureza do regime. O problema sempre esteve no núcleo duro do PT, historicamente leal ao chavismo e nostálgico dos tempos de Hugo Chávez”, diz.
Lula pode tentar angariar apoio com discurso antiamericano
No plano eleitoral, Olavo Caiuby Bernardes, advogado especializado em Direito Internacional, avalia que o episódio pode produzir efeitos ambíguos. Assim como ocorreu no debate sobre o tarifaço americano a produtos brasileiros, ele aponta que haveria espaço para Lula tentar capitalizar apoio interno com discurso nacionalista, crítico à intervenção americana e à violação da soberania regional.
Esse movimento, contudo, dependerá do comportamento da oposição. Segundo ele, se não calibrar bem o tom e a estratégia, corre o risco de reforçar a narrativa do Palácio do Planalto e transformar um episódio desfavorável à diplomacia em ativo político para o petista – como ocorreu no caso do tarifaço de Trump aos produtos brasileiros.
Mas, em meio à ruptura institucional gerada pela operação, Bernardes não identifica qualquer risco de a pressão americana se voltar diretamente contra o Brasil, como ocorreu em seguida com a Colômbia.
Além disso, o professor cita a eventual disputa sobre quem ocupará o vácuo de poder em Caracas como principal incógnita aberta pela queda de Maduro. Para ele, a saída do ditador que “mergulhou a Venezuela no caos” representa um alívio para os venezuelanos, embora o meio empregado pelos EUA tenha ocasionado debates do ponto de vista jurídico.
Itamaraty tenta equilibrar condenação à captura e diálogo com os EUA
Para o Brasil, o episódio envia sinal claro sobre o novo cenário geopolítico e obrigou o governo a equilibrar reações delicadas. O Itamaraty garante que a situação na fronteira com a Venezuela segue tranquila, mas autoridades monitoram de perto a passagem terrestre em Roraima, principal entrada de venezuelanos.
A ação americana também colocou Lula em posição sensível, já que o petista condenou a operação como sendo violação da soberania venezuelana, ao mesmo tempo em que tenta manter canais de diálogo com Washington.
Especialistas advertem que a estratégia americana com foco em segurança, narcotráfico e contenção de influências externas pode ter implicações mais amplas para a atuação brasileira em temas de cooperação regional.
Lula criticou com veemência a ação do governo de Donald Trump na Venezuela e afirmou que os ataques “ultrapassam linha inaceitável” e representam “precedente extremamente perigoso” para a comunidade internacional.
A situação expôs ainda a postura ambígua de Lula em relação à guerra na Ucrânia, em que evita condenar Vladimir Putin e sugere responsabilidade compartilhada pelo conflito. Isso reflete a estratégia de fortalecer alianças no bloco dos BRICS enquanto rejeita a influência americana na América Latina. Esse duplo padrão tem gerado críticas tanto internas quanto externas sobre a coerência da política externa do Brasil.
O cientista político Ismael Almeida frisa que o regime de Maduro manteve-se por anos à vista do mundo por meio de repressão, fraude eleitoral e violações de direitos humanos documentadas por relatórios da ONU e investigações independentes, enquanto a comunidade internacional optou por omissão, relativismo e gestos diplomáticos nulos.
“Na prática, essa postura – na qual se encaixa bem com a de Lula – validou a ditadura, diante da falência de organismos multilaterais em produzir consequências”, diz.
Para Daniel Afonso da Silva, professor de Relações Internacionais da USP, os próximos dias ainda serão marcados por um confronto global intenso de narrativas em torno da captura de Maduro. Segundo ele, haverá “guerra de desinformação e de exortações ao constrangimento”, que tende a produzir uma “hipocrisia generalizada” ao deslocar o foco central da operação.
“O regime chavista é notadamente ilegal, imoral e injusto para a população venezuelana. Trump avisou desde o primeiro mandato, tentou negociar e foi sistematicamente ignorado por Maduro e, também, por países da região, sobretudo o Brasil. O desfecho extremo foi a operação de sábado”, afirma.
Na avaliação do professor, a transição política na Venezuela será lenta, gradual e ainda cercada de incertezas. Isso porque o país vive quadro de colapso institucional profundo, com múltiplas lideranças “autodeclaradas” no exílio e, ao mesmo tempo, com o retorno de atores políticos, econômicos e sociais que tentarão participar da reconstrução nacional.
Brasil e 4 países governados pela esquerda condenam operação dos EUA; Milei apoia ação de Trump
O Brasil e outros quatro países latino-americanos divulgaram no domingo (4) nota conjunta manifestando “profunda preocupação e rechaço” à ação dos EUA para remover Maduro do poder e afirmaram que o ataque viola princípios da Carta da ONU, fere a soberania e a integridade territorial da Venezuela e cria precedente perigoso para a paz, a segurança regional e a ordem internacional, além de colocar a população civil em risco.
Em contraste com a mensagem de governos de esquerda — Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha —, a Argentina articula a formação de bloco regional de governos de direita, alinhado ao combate a regimes autoritários e à proximidade estratégica com os EUA.
Sob liderança do presidente argentino, Javier Milei, a ação rompe com o tradicional consenso diplomático da região e expõe divisão ideológica em torno da ação contra Maduro: defesa de direitos humanos versus afinidade com o chavismo.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/captura-de-maduro-pelos-eua-desgasta-lula-e-pode-afetar-eleicoes-presidenciais-no-brasil/

Depois de Toffoli, TCU também quer proteger o Banco Master

Estou escandalizado com o tratamento de proteção ao Banco Master e, mais do que isso, aos envolvidos com Daniel Vorcaro. Qualquer pessoa que não seja ingênua ou desinformada está percebendo isso. Agora é o Tribunal de Contas da União atrapalhando a estabilidade financeira do país por meio de um dos seus ministros, o ex-deputado do União Brasil de Roraima Jhonatan de Jesus (assim, com um H depois do J). Ele insiste: pediu informações ao Banco Central, o Banco Central respondeu, mas ele não ficou satisfeito. Agora, ele quer uma inspeção urgente e aprofundada para refazer os caminhos que levaram o Banco Central a decretar a liquidação do Master. Muita gente acha que o BC até demorou, mas Jhonatan de Jesus acha que não, que foi muito rápido, que havia soluções na iniciativa privada. Ele diz que tem de saber quais foram os motivos, se as decisões foram coerentes e proporcionais.
Enquanto isso, no Judiciário, o ministro Dias Toffoli chamou para o Supremo um assunto que estava na primeira instância, como se Vorcaro fosse presidente da República, senador, deputado federal. Usou como pretexto a história de que um deputado estava para fazer um negócio com o Master e não fez. A quem interessa o sigilo imposto por Toffoli? O artigo 37 da Constituição diz que essas coisas devem ter publicidade – inclusive e principalmente porque afeta milhares de investidores, vai torrar R$ 41 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos, é muito dinheiro.
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Quem está sendo protegido nessas movimentações? A Febraban, representando 757 instituições financeiras e bancárias, está dizendo que o Banco Central tem autonomia, tem independência para fazer o que fez, que fez na hora certa e fez muito bem. Todos sabem que o Banco Central não brinca com essa história. E o TCU vai se meter nisso? Eu não sei se vocês conhecem a expressão Ne sutor ultra crepidam. Um escultor estava esculpindo uma estátua, passou um sapateiro e disse “essa sandália está mal feita!” O escultor agradeceu ao sapateiro e corrigiu a tira da sandália. Então, o sapateiro se achou no direito de dizer: “não gostei desse nariz”. E o escultor respondeu: “Sapateiro, não vás além da sandália”. Há sapateiros aí que estão indo além da sandália. Deixem que o Banco Central faça o seu trabalho.
Bancos presididos por gente poderosa já foram liquidados, e ninguém interferiu no BC
Só para vocês compararem, eu vi muitas liquidações de bancos. No governo Fernando Henrique Cardoso, foi o Banco Econômico, da Bahia. Antônio Carlos Magalhães estava envolvido; o presidente do banco era Ângelo Calmon de Sá, ministro da Indústria e Comércio no governo militar. Mesmo assim, ninguém se meteu a impedir a liquidação. Depois, foi o Banco Nacional, de Minas Gerais, que patrocinava Ayrton Senna, fundado por Magalhães Pinto, grande figura política, governador, senador, deputado, ministro; ninguém se meteu também. Mais recentemente, em 2009, foi o Bamerindus, presidido por Andrade Vieira, também ex-ministro; ninguém tentou barrar a liquidação. O que está acontecendo agora?
Arrumar motivos para um ditador não ser deposto é defender a ditadura, diz venezuelana
Maria Messano é uma venezuelana que trabalha em São Paulo, com estética feminina. Ela fugiu da Venezuela. Agora, gravou um vídeo, dizendo que “quem defende a ditadura é cúmplice do sofrimento do povo venezuelano. Não é petróleo, é nossa liberdade, democracia, eleições livres. O petróleo nosso foi usado para manter outras ditaduras, como a de Cuba”. E questiona: não podem tirar a ditadura em nome do direito internacional? Mas isso é uma defesa da ditadura, não é?
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/tcu-banco-master-inspecao-jhonatan-de-jesus/
Último acesso de Filipe Martins ao Linkedin foi em 2024, indica Microsoft

A defesa do ex-assessor da Presidência da República Filipe Martins afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STE) que a conta dele no LinkedIn não é acessada desde setembro de 2024. Com isso, os advogados pedem a revogação da prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de
Moraes.
O documento traz registros da própria Microsoft, dona da rede social, que comprovam que não houve acesso depois da cautelar. Na semana passada, ao ser indagada por Moraes, a defesa informou que passou a administrar as plataformas on-line de Martins desde sua prisão, em fevereiro de 2024.
Segundo a defesa, o acesso à rede social ocorreu naquele período por um advogado contratado para atuar em processos de Martins nos Estados Unidos. A informação detalha manifestação anterior enviada ao STF, na qual os advogados haviam admitido o uso da conta, sem indicar data.
Moraes determinou a prisão preventiva ao entender que houve violação da proibição de uso de redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros. A restrição foi imposta em 26 de dezembro, quando o ministro autorizou a conversão da prisão em domiciliar.
“Filipe foi preso por uma viagem que ele não fez, e está preso por um acesso que também não ocorreu”, afirmou Ricardo Scheiffer, um dos advogados de Martins, ao Oeste com Elas desta terça-feira, 6. “É essa toada que vem em todo o processo. O processo vem inteiramente viciado e contaminado com situações assim […] E o ministro jamais vai admitir esses erros.”

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