Pelo menos 50 carros, casas, caixas de correio e muros foram vandalizados na Alemanha com símbolos nazistas, um crime que se tornou frequente desde os ataques terroristas de 7 de outubro.
Mas algo está chocando ainda mais os moradores da cidade de Hanau neste caso específico: a polícia informou que testes preliminares indicam que o líquido usado para desenhar os símbolos proibidos no país provavelmente era sangue humano.
Em um comunicado divulgado nesta quinta-feira (6), autoridades do estado de Hesse disseram que a investigação começou com a denúncia de um homem na noite de quarta-feira, que alegou ter visto uma suástica desenhada com um líquido avermelhado no capô de um carro estacionado em uma rua da cidade. Após o primeiro relato, a polícia identificou outras dezenas de casos semelhantes.
As autoridades locais disseram que estavam tentando “solucionar o mistério” e apelaram ao público por informações sobre possíveis envolvidos.
O porta-voz da polícia, Thomas Leipold, disse que “o contexto é completamente obscuro” até o momento. Segundo ele, os investigadores não concluíram se carros, caixas de correio e edifícios específicos foram alvos ou se as suásticas foram desenhadas aleatoriamente.
As autoridades também não identificaram até o momento de quem pode ser o sangue. A investigação inicial envolve danos à propriedade e uso de símbolos de organizações inconstitucionais.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/alemanha-investiga-vandalismo-carros-casas-simbolo-nazista-sangue-humano/
O Brasil não pode mais pedir desculpas por combater o crime

A operação policial no Rio de Janeiro, que resultou em dezenas de mortes e prisões, escancarou o que o país vem fingindo não ver: o crime organizado tomou proporções nacionais e o Estado brasileiro perdeu o controle sobre territórios inteiros. É preciso coragem para dizer o óbvio – a ação da polícia foi necessária, legítima e, diante do tamanho da ameaça, um ato de defesa da própria soberania. Quem vive nas grandes cidades sabe que não se trata mais de segurança pública, mas de sobrevivência coletiva.
Durante anos, a política e o Judiciário trataram a segurança como um debate ideológico. Enquanto isso, criminosos se armavam com fuzis, ampliavam o tráfico e se infiltravam nos 24 estados. O que começou nos morros cariocas virou um sistema empresarial do crime – com logística, hierarquia, poder financeiro e conexões que atravessam fronteiras. A leniência institucional e as decisões que engessam as forças policiais apenas fortaleceram esse “Estado paralelo” que desafia o Brasil real.
O que acontece hoje no país é um conflito armado não internacional – uma guerra civil. Precisamos entender que não se trata mais de uma operação policial em busca de bandidos. O policial que entra em confronto nessa guerra civil o faz para defender a lei, a ordem e a própria vida. Criminalizar o enfrentamento é o mesmo que abandonar os cidadãos de bem à própria sorte. O problema não é o número de mortos, mas a impunidade que fortalece as principais facções criminosas do Brasil.
A decisão do STF que restringe operações em comunidades, sob o pretexto de proteger vidas, produziu o efeito contrário – deu mais liberdade a quem aterroriza moradores e transformou o medo em lei. O resultado é o avanço das facções e o recuo do Estado. Não há direitos humanos onde o crime dita as regras, onde escolas fecham por causa de tiroteios e famílias vivem sob toque de recolher imposto por traficantes. Proteger o cidadão exige mais do que discursos – exige ação, presença e autoridade.
As ações das facções criminosas no Brasil seguem a mesma lógica de grupos terroristas como o Hamas: usam inocentes como escudos, se escondem em comunidades para violar a lei e tentam controlar a narrativa ao se apresentarem como vítimas da reação do Estado. A diferença é que aqui ainda se hesita em chamá-los pelo nome certo. O presidente Lula não reconhece o Comando Vermelho, o PCC e outras facções como entidades terroristas. Falta vontade política, coragem e liderança nacional para enfrentar as principais organizações criminosas do país com a mesma firmeza que o mundo exige no combate ao terrorismo.
A operação foi um sucesso porque atingiu o coração de uma estrutura que ameaça a soberania nacional. E só não foi melhor porque ainda perdemos vidas de policiais – heróis que arriscam tudo para garantir que o crime não vença. O Brasil precisa decidir de que lado está. Porque quem enfraquece a polícia, fortalece o crime. E quem fecha os olhos para o Rio, amanhã vai chorar por São Paulo, Porto Alegre e por todo o país.
Ramiro Rosário é vereador de Porto Alegre pelo Partido NOVO.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/o-brasil-nao-pode-mais-pedir-desculpas-por-combater-o-crime/
Primeira infância sem gestação? O retrocesso do novo decreto de Lula na defesa da vida

A primeira infância é, sem dúvida, uma das fases mais determinantes para o desenvolvimento humano. É nesse período que se estabelecem vínculos afetivos, que a saúde precisa ser acompanhada com mais cuidado e que a proteção da família e da sociedade deve se tornar prioridade absoluta. O Brasil, em 2021, havia dado um passo importante ao reconhecer que essa proteção começa desde a gestação. Porém, em agosto de 2025, o governo Lula revogou esse marco e instituiu uma nova política nacional que, ao omitir o nascituro, representa um grave retrocesso na defesa da vida desde a concepção.
O Decreto 10.770/2021 instituiu a Agenda Transversal e Multissetorial da Primeira Infância, com uma definição clara: “[…] promoção dos direitos das crianças, desde a gestação até os seis anos de idade completos.” (art. 1º). Essa redação não era apenas simbólica, mas revelava uma convicção de que a vida em formação merece amparo do Estado desde o ventre materno.
Além da definição, o decreto previa políticas concretas: atenção integral à gestante, oferta de pré-natal adequado, parto humanizado, prevenção de anomalias congênitas, acompanhamento de gestações de risco e fortalecimento de vínculos familiares. Havia ainda dispositivos para apoiar mães que optassem pela entrega do filho em adoção, garantir exames neonatais, estimular o aleitamento materno e promover a saúde integral da mãe e da criança. Em resumo, tratava-se de um marco regulatório que reconhecia juridicamente o nascituro como sujeito de direitos, alinhando o Estado brasileiro ao princípio constitucional da dignidade da pessoa humana.
Com o Decreto 12.574/2025, o governo Lula instituiu a chamada Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI). Embora mantenha uma linguagem de proteção à infância, há uma mudança essencial: desaparece qualquer menção à gestação ou ao nascituro. No lugar disso, o texto afirma que “a PNIPI atenderá à primeira infância em sua diversidade e considerará as interseccionalidades socioeconômicas, territoriais e regionais, étnico-raciais, de gênero e de deficiência” (art. 1º, §2º). Ou seja, o foco desloca-se da proteção integral da vida em formação para uma agenda marcada por categorias sociais e identitárias.
Se o Estado não reconhece o bebê no ventre como sujeito de direitos, cria-se uma escala de dignidade humana, onde apenas alguns são considerados dignos de proteção. Isso contraria o princípio constitucional da inviolabilidade da vida e fere valores universais
Outra alteração significativa é a coordenação da política. Antes, havia protagonismo do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, o que reforçava a centralidade da pauta pró-vida e pró-família. Agora, a política é coordenada pelo Ministério da Educação, enquanto o Ministério dos Direitos Humanos assume parte da condução, evidenciando uma mudança de prioridades.
A exclusão da gestação não é um detalhe. É um rompimento simbólico e jurídico com a ideia de que a vida deve ser protegida desde a concepção. Sem essa referência, o nascituro deixa de ser reconhecido como parte da primeira infância, e as políticas públicas se concentram apenas após o nascimento. Perdem-se também o reconhecimento da família como núcleo de proteção; a prioridade do nascimento seguro e da saúde materno-infantil como política nacional; medidas específicas de apoio à gestante, à adoção responsável e à integração entre saúde e assistência social em favor da mãe e do bebê.
O que antes era uma agenda de defesa da vida e fortalecimento da família transforma-se em uma política mais burocrática, com forte viés ideológico, mas sem o mesmo compromisso com o início da existência humana.
As mudanças introduzidas pelo Decreto 12.574/2025 não são apenas de forma, mas de conteúdo. Ao retirar qualquer referência à gestação, o governo federal sinaliza que a criança só merece proteção depois do nascimento, ignorando o período mais crítico de sua formação. Essa omissão, embora sutil, tem peso simbólico e jurídico. Ela fragiliza a proteção do nascituro e abre espaço para que propostas de flexibilização do aborto avancem com maior legitimidade política.
Do ponto de vista ético, há um retrocesso ainda mais grave. Se o Estado não reconhece o bebê no ventre como sujeito de direitos, cria-se uma escala de dignidade humana, onde apenas alguns são considerados dignos de proteção. Isso contraria o princípio constitucional da inviolabilidade da vida e fere valores universais de justiça. Politicamente, a substituição da pauta da vida por uma agenda centrada em “interseccionalidades” desloca o foco daquilo que deveria ser inegociável, o direito de existir, para debates identitários que não podem ocupar o lugar da defesa da vida em sua raiz. Assim, o Brasil deixa de avançar em políticas materno-infantis e adota uma perspectiva que relativiza o valor da existência.
O novo decreto não pode ser visto como uma simples reorganização administrativa. Ele representa uma mudança de paradigma: a vida antes do nascimento deixou de ser prioridade do Estado brasileiro. Ao excluir a gestação do conceito de primeira infância, o governo Lula não apenas omite o nascituro, mas rebaixa a proteção da fase mais vulnerável da vida humana.
Diante disso, cabe à sociedade civil, às igrejas, aos educadores e aos parlamentares levantarem a voz. Defender a vida desde a concepção não é privilégio de um grupo religioso, mas um compromisso civilizatório. É nesse ponto que se define o caráter de uma nação: proteger os indefesos ou abandoná-los ao silêncio jurídico.
O Brasil precisa reafirmar que toda vida importa, desde aquela no ventre materno, durante a gestação, até a velhice. Se não formos capazes de garantir dignidade ao ser humano em seus primeiros instantes, perderemos a base para defender qualquer outro direito. O desafio que se impõe é claro: resistir ao retrocesso e reconstruir uma cultura de vida que valorize cada criança, cada gestante, cada família.
Ramon de Sousa Oliveira é pastor presbiteriano e autor do livro “O Valor da Vida”.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/primeira-infancia-sem-gestacao-o-retrocesso-do-novo-decreto-de-lula-na-defesa-da-vida/
Lula chama operação policial no Rio de “matança” e quer investigação federal

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) declarou na tarde desta terça-feira (4) que o governo federal tem a intenção de investigar a Operação Contenção. Segundo o presidente, a ação policial, que terminou com 121 mortes, extrapolou seu propósito determinado pelos mandados judiciais e configurou uma “matança”.
“Vamos ver se a gente consegue fazer essa investigação. Porque a decisão do juiz era uma ordem de prisão, não tinha uma ordem de matança, e houve matança”, disse o presidente em entrevista a Associated Press e Reuters, durante viagem a Belém (PA).
A manifestação do presidente Lula vai no sentido oposto ao que vem sendo dito pelo governador do Rio, Claudio Castro (PL), que tem chamado de “sucesso” a operação e, em ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF), que foi empregada de maneira proporcional a força.
“O dado concreto é que a operação, do ponto de vista da quantidade de mortes, as pessoas podem considerar um sucesso, mas do ponto de vista da ação do Estado, eu acho que ela foi desastrosa”, declarou o presidente, na mesma entrevista a agências internacionais.
Ainda de acordo com o presidente, legistas da polícia federal devem investigar de maneira independente as circunstâncias em que ocorreram as mortes.
Fala de Lula contraria opiniões
O ministro Alexandre de Moraes, que foi designado no Supremo Tribunal Federal (STF) para averiguar a atuação das polícias do Rio de Janeiro na operação da semana passada contra o Comando Vermelho, se posicionou de modo favorável às polícias no julgamento da ADPF das Favelas, na qual a Corte impôs regras para as operações.
O ministro assumiu a relatoria da ação no STF na semana passada. O relator original, Edson Fachin, deixou a função em setembro, ao assumir a presidência da Corte.
A fala do presiidente da República também contraria pesquisas de opinião. Levantamento da Genial Investimentos, em parceria com o Instituto Quaest, divulgada no sábado, mostrou que 64% dos moradores do estado do Rio de Janeiro aprovam a megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, no dia 28 de outubro. Para 73%, a polícia deveria realizar mais destas operações em comunidades e favelas.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/lula-chama-operacao-policial-no-rio-de-matanca-e-quer-investigacao-federal/

As jabuticabas legais que o Brasil criou geram violência, insegurança e impunidade

Lula assinou a mudança temporária da capital do país: de Brasília para Belém. Assim, Belém passa a ser a capital provisória do Brasil. O Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente, agora é flutuante — um iate que navega nas águas, entrando no país por Tabatinga, região sob domínio do Comando Vermelho. Incrível — não me canso de lembrar disso.
O presidente comentou recentemente o episódio de violência no Rio de Janeiro, dizendo que se tratava de uma operação para cumprir ordens de prisão, e não de uma “matança”. Pediu investigação à Polícia Federal. E, como Belém virou capital, já foi decretado ponto facultativo amanhã e depois, na nova sede do governo federal.
Mas o que é exatamente “ponto facultativo”? Quem quiser trabalhar pode ir? Essa figura é uma típica jabuticaba brasileira — uma das muitas que florescem nesse vasto pomar de peculiaridades nacionais. Coisas que não existem em nenhum outro lugar do mundo.
Segurança pública
Agora, discute-se segurança pública — finalmente. É bom lembrar: o primeiro dever do Estado é proteger a vida e a propriedade, garantindo segurança aos cidadãos. Isso está na própria Constituição, em seu artigo 5º. Mas, entre as nossas “jabuticabas legais”, há dispositivos como o da audiência de custódia — prevista na Lei de Execuções Penais (ou de Execuções Criminais) —, em que o criminoso é solto, aluga outra arma e volta a assaltar ou matar. Há também as famigeradas “saidinhas”: são centenas por ano. A mulher que mandou matar os pais sai no Dia dos Pais; o casal que matou uma criança sai no Dia das Crianças. Uma maravilha. Até no Natal saem para “festejar”.
Tudo isso é fruto do chamado “garantismo”, uma doutrina que se enraizou no país desde antes da Constituição. Só existe, de fato, aqui. Em outros lugares, as leis são rigorosas — e, por isso, o crime é baixo. Recentemente ouvi um excelente argumentador, que perdeu o filho num assalto, dizer que esse garantismo apenas encoraja o crime. A liminar do ministro Fachin, que restringiu a ação policial no Rio, é exemplo claro: o resultado está aí.
Hoje, o crime tem um verdadeiro “resort” para criminosos do Norte e Nordeste, que pagam para ter segurança em favelas como o Alemão e a Penha. O Brasil abriga apenas 2,7% da população mundial, mas concentra 25% dos roubos e 14% dos assassinatos do planeta. Das 50 cidades mais violentas do mundo, 17 estão aqui. É um incentivo ao criminoso — o oposto do que fez Bukele em El Salvador.
Enquanto aqui se fala em “desencarceramento” e em “esvaziar prisões”, Bukele construiu presídios e transformou o país mais violento do mundo no mais seguro.
Vi um comentário do coronel Alessandro Visacro — autor de um excelente livro sobre os horrores da guerra — dizendo que é preciso retirar a ideologia da segurança pública e tratá-la de forma técnica, sensata, sem influência de eleições, partidos ou disputas ideológicas. Ele defende, e o povo também sente isso, que não bastam ações pontuais, que “vão e voltam”.
É preciso extirpar o crime dessas áreas e libertar as pessoas que vivem sob o jugo de facções, submetidas à extorsão, a julgamentos sumários e execuções. Gente que é obrigada a pagar pelo gás, pela segurança, até pela internet — como se vivesse sob outro Estado, com seu próprio sistema de impostos e taxas.
A Lei de Execução Penal, segundo Visacro — e eu concordo —, é um obstáculo. E o debate sobre segurança na mídia é totalmente politizado. Fala-se com viés ideológico, não com base técnica. Se fosse um debate sério, ouviríamos especialistas, não palpiteiros.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/as-jabuticabas-legais-que-o-brasil-criou-geram-violencia-inseguranca-e-impunidade/
Lula faz pose na Cop30, mas deixa Autoridade Climática mofar na Câmara

Diante do mais absoluto desinteresse de Lula (PT) e da falta de empenho do Palácio do Planalto, o projeto criando uma certa Autoridade Climática não avançou um só milímetro na Câmara dos Deputados. Enquanto a proposta mofa, a ministra Marina Silva (Meio Ambiente), finge-se de morta para não antecipar sua esperada demissão. A situação do projeto é tão ruim que a deputada Socorro Neri (PP-AC), segunda maior interessada, fez algo incomum: renunciou à relatoria do texto.
Esqueceram de mim
Os deputados até “esqueceram” do prazo aberto em 23 de dezembro de 2023 para apresentação de emendas ao substitutivo. Zero emendas.
Falta é interesse
O texto dormita na Comissão do Meio Ambiente, dominada pelo governo. A presidente é Elcione Barbalho (MDB-PA), mãe de Helder Barbalho.
Apoio de sobra
Além de mãe do lulista governador do Pará, Estado sede da Cop30, Elcione tem outro filho ilustre: o atual ministro das Cidades, Jader Filho.
Cara de paisagem
À coluna o Ministério do Meio Ambiente disse que a bronca não é com ele, mas com a Presidência, também procurada, mas que nada disse.
Motta é suspeito no TCU por servidoras fantasmas e rachadinha

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o gabinete do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), apresente provas de que Gabriela Batista Pagidis e Monique Agra Magno realmente exerceram suas funções.
Gabriela, fisioterapeuta, recebeu mais de R$ 807,5 mil entre 2017 e 2025 enquanto trabalhava em duas clínicas no Distrito Federal.
O prazo para resposta é de 15 dias, segundo relatório obtido pelo Metrópoles.
Monique, assistente social, acumulava cargo na Prefeitura de João Pessoa e na Câmara, o que é vedado por lei, e recebeu R$ 208 mil no mesmo período.
O TCU também apura possível esquema de rachadinha: a chefe de gabinete de Motta teria procurações para movimentar salários de servidores.
O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao TCU, apontou “indícios de fatos graves” e “potencial dano ao erário”, pedindo a devolução de valores caso se confirme prejuízo.
Caso haja provas de irregularidades, o caso será remetido ao Ministério Público Federal (MPF), que pode pedir quebra de sigilo bancário.
Lula anula a própria propaganda ao vitimizar bandidos

O ministro da Propaganda, Sidônio Palmeira, deve ter perdido mais fios dos cabelos que lhe restam, após Lula anular seus “esforços” de comunicação, bancados com dinheiro público, para espalhar a versão fake de que ele teria adotado iniciativas contra o crime. Tudo virou pó, como diriam os traficantes que petistas chamam de “meninos”, quando Lula voltou a vitimizar criminosos e atacar a polícia, recebida a bala durante cumprimento de dezenas de mandados judiciais de prisão. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Desinformado sobre o que se passou no morro da Penha e no Complexo do Alemão, Lula diz que a ordem judicial “era para prender e não matar.”
Lula também não sabe que, para além dos bandidos mortos, mais de oitenta foram presos com vida porque depuseram seus 87 fuzis.
Usando dinheiro público, o ministro da Propaganda usa espaço pago nas redes sociais para a lorota de que Lula adotou iniciativas contra facções.
Gaspar: ‘se o Careca do INSS abrir a boca, a República cai’

O relator CPMI que investiga o roubo a aposentados e pensionistas do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou nesta terça-feira (4), em Brasília, sua convicção no sentido de que “se o Careca abrir a boca e revelar tudo que sabe, a República cai.”
“Ouça o que eu digo”, ressaltou Alfredo Gaspar, “ele não falou nada na CPMI, até porque se falasse não sobraria pedra sobre pedra.”
O relator da comissão, experiente procurador de Justiça que chefiou o Ministério Público Estadual e foi secretário de Segurança de Alagoas, ainda tem esperança de o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, “se ele quisesse prestar um serviço ao Brasil, a República cairia”.
O Careca do INSS, que se encontrava preso na carceragem da superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, foi transferido para o complexo penitenciário da Papuda, nas cercanias de Brasília, por ordem do ministro André Mendonça, relator desse escândalo no âmbito do Supremo Tribunal Federal.
O deputado fez essas declarações ao jornalista Magno Martins, que o entrevistou para o podcast Direto de Brasília, que entra no ar ainda nesta terça-feira (4), às 18h no canal de YouTube da Folha de Pernambuco.
Barco-hotel de Lula na COP30 consome 135 litros de diesel por hora

O consumo elevado de combustível do barco-hotel Iana III, escolhido para hospedar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Belém nos dias que antecedem a COP30, chama atenção por contrastar com o tema do evento, a segurança do clima do planeta.
Fontes que acompanham de perto a operação informaram ao site PlatôBR que, durante a navegação, o barco utiliza entre 120 e 150 litros de diesel a cada hora.
A embarcação, que pertence a uma empresa de Manaus, foi até Belém para atender a comitiva presidencial. Com capacidade para até 65 pessoas, o Iana III está atualmente atracado em uma base da Marinha na capital do Pará.
Barco de luxo usado por Lula na COP30 já foi citado em denúncias A COP30, prevista para acontecer entre os dias 10 e 21 de novembro, reunirá chefes de Estado e líderes de governo. Na capital paraense, eles vão discutir questões climáticas e desenvolvimento sustentável.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/barco-hotel-de-lula-na-cop30-consome-135-litros-de-diesel-por-hora/?utm_medium=editorial-push&utm_source=taboola

Tarcísio não é o líder de que precisamos agora

Em condições normais de temperatura e pressão, Tarcísio de Freitas daria um bom presidente. É um gestor eficiente, parece ter compromisso com a coisa pública, entrega resultados. Um CEO no setor público, digamos. Há espaço para esse tipo de liderança de centro, um tecnocrata voltado para o pragmatismo. Ocorre que não estamos em condições normais.
Segundo a coluna de Bela Megale no Globo, Tarcísio pediu desculpas ao ministro Alexandre de Moraes: “Os movimentos de reaproximação feitos por Tarcísio de Freitas junto a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) incluíram um pedido de desculpas dirigido diretamente ao ministro Alexandre de Moraes”.
Ainda segundo Megale: “O governador relatou a aliados que, embora não tenha tornado público, fez ao magistrado um pedido de desculpas por ter afirmado que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Alexandre de Moraes”. A declaração foi feita na Avenida Paulista, durante o ato de 7 de setembro deste ano em apoio a Jair Bolsonaro”.
Não há “pragmatismo” que justifique tanta humilhação
Se isso aconteceu desta forma mesmo, então é uma bola fora de Tarcísio. Não há “pragmatismo” que justifique tanta humilhação. Afinal, o Brasil não aguenta mais mesmo a tirania de Moraes, e isso precisa ser dito, ainda mais pelo governador do estado mais importante da federação. A fala de Tarcísio tem peso. Mas ele prefere ficar bem com os ministros do Supremo.
Isso é uma ducha de água fria no povo, especialmente nas vítimas de Moraes. Não por acaso cada vez mais gente à direita diz que Tarcísio é o candidato do sistema. Não sei se ele vai sair candidato para presidente, talvez sendo mais provável disputar uma reeleição quase garantida para o governo de SP. Só sei que precisamos de lideranças com a coragem de apontar os abusos supremos em público.
Moraes é um sancionado pela maior democracia do planeta, alvo da Lei Magnitsky por abusos aos direitos humanos. Qualquer um que tenta ficar bem com ele vira as costas para o povo brasileiro. Não dá para agradar a Deus e ao Diabo ao mesmo tempo. A capitulação de Tarcísio, se aconteceu nos termos descritos pela colunista, é um lembrete de que a direita carece de lideranças mais corajosas neste momento tão delicado de nossa nação.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/tarcisio-nao-e-o-lider-de-que-precisamos-agora/
Gilmar Mendes descarta debate sobre nova lei antiterrorismo e critica ‘excesso de politização’

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou que o Brasil não precisa de uma nova lei antiterrorismo. Para ele, a discussão sobre o tema tem sido marcada por “excesso de politização” e deve ser tratada dentro dos parâmetros da institucionalidade.
A declaração ocorreu na noite desta quarta-feira, 5, durante o 1° Fórum de Buenos Aires, na Argentina. Gilmar avaliou que o Judiciário já atua em áreas estratégicas, como o combate ao crime organizado e a transferência de presos considerados de alta periculosidade. Ele reconheceu, no entanto, que ainda há falhas na execução de decisões judiciais, especialmente no Rio de Janeiro.
O ministro afirmou que dois inquéritos relacionados à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) das Favelas seguem em andamento, sob relatoria de Alexandre de Moraes. Gilmar elogiou a visita recente do colega ao Rio, classificando a iniciativa como
“importante” para fortalecer a integração entre os Poderes.
Gilmar Mendes pede ‘autocrítica’ do Judiciário
Em relação à megaoperação policial realizada no Estado, o magistrado afirmou que o caso ainda está sob investigação e defendeu prudência na análise dos fatos. Ele também criticou a ausência de políticas públicas permanentes e de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas comunidades afetadas.
Gilmar destacou a necessidade de coordenação entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e governos locais. “E preciso uma autocrítica sobre o funcionamento do sistema judicial”, afirmou.
Apesar de classificar o momento como “difícil”, o ministro disse que o país tem condições de enfrentar ameaças à democracia. “Já superamos situações graves, inclusive durante o governo Bolsonaro”, concluiu.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/gilmar-mendes-descarta-debate-sobre-nova-lei-antiterrorismo-e-critica-excesso-de-politizacao/?utm_medium=personalized-push&utm_source=taboola

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