
O Brasil do consórcio Lula-STF vai se tornando, ou já se tornou, cada vez menos uma república e cada vez mais uma tribo primitiva que tem por função atender às necessidades, às demandas e aos interesses de um chefe sobrenatural. Ele se chama Alexandre de Moraes, nunca recebeu um voto em sua vida e tem, obrigatoriamente, de receber a aprovação cega da tribo em tudo o que faz. Esse “tudo” não é um modo de dizer. Significa tudo mesmo.
É óbvio que, uma hora dessas, um negócio com tamanho potencial de provocar desastres variados acabaria causando alguma gigantesca enfiada do pé na jaca. Aconteceu, enfim. Moraes, mais aquele bando de togas que ficam olhando o tempo todo para ele à espera de uma ordem para obedecerem, meteu a tribo numa briga com outra, dez vezes mais forte. Quem tinha de quebrar a cara deveria ser ele, sozinho, certo? Errado.
Errado, porque, como dito acima, o Brasil do regime Lula-STF não deixou apenas de ser um país de leis, com uma Constituição operante e as regras básicas da democracia, mas deixou também de ser uma república. Se fosse, não estaria, junto com a população brasileira, às portas de uma briga em que, se o adversário quiser mesmo, vai apanhar como boi ladrão. O único punido seria o funcionário que causou o problema. Não está sendo assim.
Ficam todos os brasileiros, aí, incluindo o governo Lula inteirinho, vendidos a preço de liquidação: ele faz, ninguém pode impedir que faça, e você é quem paga. O pior é que Moraes não facilita a vida do Brasil. Ele é, na verdade, um artista da complicação
No Brasil do consórcio Lula-STF, tornou-se um dever constitucional, civil e patriótico, como o voto nas eleições ou o CPF, apoiar Alexandre de Moraes em tudo. Não importa o que ele faça – você é obrigado a ficar a favor, sob pena automática de cometer “ato antidemocrático” ou, no caso da briga que ele arrumou com os Estados Unidos, “traição à pátria”. Certo ou errado, ele é o nosso ministro; o outro lado é uma potência estrangeira e não pode ter razão.
Ficam todos os brasileiros, aí, incluindo o governo Lula inteirinho, vendidos a preço de liquidação: ele faz, ninguém pode impedir que faça, e você é quem paga. O pior é que Moraes não facilita a vida do Brasil. Ele é, na verdade, um artista da complicação – não consegue mexer em nada quebrado sem quebrar mais ainda.
A imprensa acaba de anunciar, horrorizada, que o ministro sofreu mais um ataque dos golpistas que o perseguem: teve de revogar, coitado, a prisão domiciliar de uma senhora de 72 anos que, segundo a PF de Moraes, violou “900 vezes” as medidas cautelares às quais estava sujeita para cumprir a pena em casa. Que coisa espantosa, não? A capacidade delinquencial dessa extrema-direita é realmente sem limites.
Aí fica difícil. É rigorosamente impossível convencer um ser humano em condições mentais mais ou menos em ordem de que uma senhora de 72 anos tenha conseguido violar alguma regra 900 vezes seguidas num período de seis meses – o ano de 2025. Dá 150 vezes por mês. É claro que não foi nada disso. As violações alegadas por Moraes foram causadas por problemas técnicos nas tornozeleiras da própria polícia – de quedas de sinal a esgotamento das baterias, todos eles comunicados às autoridades.
Isso só torna ainda mais complicada a complicação inicial: quem pode achar que uma pessoa de 72 anos de idade, condenada por ter tomado parte numa arruaça, precisa ficar em prisão fechada para não ameaçar a segurança do Estado? O governo americano acusa o ministro, justamente, de fazer esse tipo de coisa. Daí ele vai e faz de novo, só para mostrar que não tem medo nem de Trump, nem de ninguém.
Nenhum advogado, promotor ou juiz de qualquer país civilizado pode levar a sério esses desvarios do manicômio que é hoje o STF. Mas você tem de ficar indignado com a velhinha capaz de desafiar Moraes 900 vezes; tem de aplaudir a extraordinária coragem do ministro de dar um basta a esses atentados contra a democracia. O consórcio Lula-STF, realmente, transformou o Brasil num país de palhaços.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/lula-stf-palhacos-obrigados-aplaudir-desmandos-moraes/

Brasil vai pagar caro por escolher fazer negócios com a Rússia

Mark Rutte, secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte, que vai da Turquia até a Islândia, fez um anúncio que deve criar um problemão para o diesel no Brasil. A Otan é um tratado de defesa que nasceu para se contrapor à União Soviética; a URSS acabou, mas a organização continua, agora de olho na Rússia. Rutte afirmou que, a menos que a Rússia acabe a guerra de agressão contra a Ucrânia, os países que fornecerem divisas para a Rússia, comprando dos russos e ajudando-os a bancar as armas que massacram ucranianos, serão taxados em 100% em todas as suas exportações.
O Brasil é dependente do diesel russo e, desde o governo Lula, a Rússia é o maior fornecedor de diesel para o Brasil. Foi assim em 2023, em 2024, e continua sendo este ano. A Rússia faz um preço bom para o Brasil, que paga bem, compra tudo dos russos e envia recursos para eles. Mais da metade do nosso diesel vem da Rússia, e vai para o tanque dos caminhões brasileiros que transportam mais de dois terços da carga nacional.
A Petrobras está com um problema danado, porque terá de encontrar outro fornecedor de diesel. Os 50% de Donald Trump, no fim das contas, eram fichinha, porque só 3% da produção da Petrobras era exportada para os Estados Unidos. Havia como encontrar outros compradores de produtos da Petrobras, como gás e petróleo. Mas o diesel que vem da Rússia garante um preço razoável na bomba para o caminhoneiro, para os ônibus e para todos aqueles que usam diesel, como as camionetas. Como é que a Petrobras vai encontrar quem forneça todo esse diesel para o Brasil no lugar da Rússia? Vejam o gigantesco problema que pode atingir os caminhoneiros, se não aparecer um fornecedor com preço parecido.
Argentina está voando e aumenta importações vindas do Brasil
Já a Argentina vai muito bem, tão bem que está ajudando o Brasil. No primeiro semestre, as importações vindas do Brasil já passaram de US$ 9 bilhões, 55% a mais que no primeiro semestre do ano passado. A Argentina está enriquecendo e está comprando do Brasil, beneficiando os fornecedores brasileiros. Nós já somos o terceiro maior exportador para a Argentina, atrás do Chile, que está ali na fronteira, e dos Estados Unidos – que, aliás, estão fornecendo até material bélico para a Argentina.
Esquerda faz reunião sobre “democracia” no Chile
Falando no Chile, Gabriel Boric está sendo o anfitrião de um encontro da esquerda, de que Lula está participando. As pesquisas lá no Chile mostram que ele está com reprovação de 62%. E os candidatos de direita, somados, dão muito mais que a candidata do Partido Comunista à sucessão de Boric na eleição do fim deste ano. Estão nesta reunião o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, que é muito criticado na Espanha; o presidente Yamandú Orsi, do Uruguai; e o presidente Gustavo Petro, da Colômbia. A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, foi convidada e não foi.
Centenas de terroristas a caminho da América do Sul para “esfriarem”
Um diplomata da Embaixada da Argentina em Beirute, no Líbano, afirmou que 400 líderes do Hezbollah estão vindo para “esfriar” na América do Sul. Eles devem ir para a Colômbia, onde estão as Farc, para o Brasil e para a Argentina. Todos sabem que Foz do Iguaçu é uma espécie de “frigorífico” de terroristas, para onde eles vão com o objetivo de se tornarem esquecidos por uns cinco anos. Nesse período, não cometem nenhuma infração contra a lei brasileira, para não chamar atenção. Mas, a essa altura, deveria estar todo mundo de olho.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/brasil-diesel-russia-otan-tarifas/
Miller vê “hipocrisia” em Barroso ao lembrar críticas à ditadura
Jason Miller também criticou o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, chamando-o de “hipócrita”. O estrategista resgatou uma postagem do magistrado, feita em março de 2021, na qual ele criticava a censura imposta pelo regime militar.
“O torcedor número 1 de Moraes no STF costumava criticar a censura e o comportamento ditatorial”, destacou Miller. “Agora ele lidera os esforços.”
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/jason-miller-reage-a-moraes-e-critica-hipocrisia-de-barroso/?utm_medium=personalized-push&utm_source=taboola
Conselheiro de Trump volta a criticar Moraes e acusa Barroso de ‘hipocrisia’

O conselheiro de Donald Trump, Jason Miller, voltou a criticar a nova decisão do ministro Alexandre de Moraes nesta segunda-feira, 21. Ao comentar uma nota publicada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na rede X, o norteamericano ironizou o protagonismo do magistrado nos processos contra Jair Bolsonaro.
“Inacreditável”, comentou o estrategista. “Alexandre de Moraes novamente leva todo o crédito pela perseguição política contra o presidente Jair Bolsonaro. Moraes quer que o mundo inteiro saiba que ele governa o Brasil, não Lula.”
A publicação comentada por Miller esclarece que Bolsonaro não pode usar redes sociais nem autorizar terceiros a compartilharem suas entrevistas.
Moraes determinou o veto à transmissão, à retransmissão, à veiculação ou à publicação de vídeos, áudios ou textos ligados ao ex-presidente em qualquer plataforma digital.
O ministro acrescentou o novo trecho à Ação Penal 2.668, em que Bolsonaro responde por suposta atos de articulação de golpe de Estado e tentativa de eliminar o Estado Democrático de Direito.
Segundo o magistrado, Bolsonaro tenta burlar decisões judiciais. Nesse sentido, ele argumentou que poderá decretar sua prisão se houver novo descumprimento.
Além do veto às redes, Bolsonaro precisa obedecer a um toque de recolher entre 19h e 6h nos dias úteis e permanecer em casa durante fins de semana e feriados. Ele usa tornozeleira eletrônica, não pode visitar embaixadas nem manter contato com diplomatas.
A Polícia Federal sugeriu as medidas, e a Procuradoria-Geral da República deu parecer favorável. O STF confirmou os termos e divulgou a decisão nas redes sociais nesta segunda-feira.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/jason-miller-reage-a-moraes-e-critica-hipocrisia-de-barroso/?utm_medium=personalized-push&utm_source=taboola
As afrontas de Lula e Moraes a Donald Trump revelam algo muito podre

A continuidade e escalada das afrontas de AM e Lula contra o governo dos EUA são demonstrações claras de uma situação: Eles não agem por decisões próprias.
Existe um outro poder, maior do que eles, que determina suas ações e as “garantem”, ou possuem alguma outra forma de obrigá-los a afrontar a nação mais poderosa do mundo.
Podemos adjetivá-los de qualquer coisa, mas não são sujeitos totalmente inconsequentes. Tudo o que fazem tem algum objetivo.
Nesse momento só consigo ver uma outra fonte de poder capaz de desafiar os EUA. Não são capazes de enfrentar frontalmente o Império norte-americano, mas fazem de tudo, subrepticiamente, para sabotar e minar seu poderio.
Esse poder opositor aos EUA se chama China.
Não repararam a submissão de Lula ao Xi, naquele episódio vexaminoso em que pediu publicamente ao ditador chinês que enviasse um agente de sua confiança para auxiliar na censura às redes sociais no Brasil?
E as confissões descaradas de membros de nossa “suprema” de admiração ao regime chinês, além dos acordos firmados de cooperação entre os sistemas de “justiça” dos dois países?
Infelizmente nosso empresariado também encontra-se comprado e deslumbrado com os chineses e Gilmarpaloozas da vida.
Sim, meus caros o Brasil está sendo usado descaradamente como “proxy” da China.
Esse embate serve a dois propósitos dos chineses:
– Descredibilizar Trump e todo o movimento conservador mundial, sem se comprometer diretamente no embate;
– Derreter a economia brasileira para continuar adquirindo ativos (empresas, portos, aeroportos, ferrovias, usinas de energia, matéria prima) por preços descontados e desvalorizados;
Os verdadeiros traidores da Pátria e sabotadores de nossa soberania têm nomes e sobrenomes.
Se eu sei disso, imagino que muitos mais saibam.
Inclusive serviços de inteligência que, com certeza, mantém toda essa gente monitorada e grampeada a tempos.
A briga é entre cachorros muito maiores do que podemos perceber.
Nos mantenhamos do lado da liberdade, do livre arbítrio, da Luz e de Deus.
Está fácil escolher um lado.
Plano de Lula para 2026 sofre abalo irreversível

Em meio à crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos, os ministros do STF se tornaram o principal “alvo” do Governo norte-americano.
Donald Trump já havia deixado claro que se a perseguição contra Jair Bolsonaro continuasse as consequências seriam graves. Agora, oito ministros tiveram seus vistos americanos suspensos, atingindo até seus familiares próximos. Medidas ainda mais graves podem ser tomadas na próxima semana, de acordo com informações de bastidores.
Com os ministros duramente atingidos, as sanções chegam como uma verdadeira “bomba” nos planos de Lula, que já olha para 2026 extremamente enfraquecido. Tudo leva a crer que o petista não terá o tradicional (e absurdo) ‘apoio’ dos tribunais no ano que vem.
Em desespero, integrantes do Palácio do Planalto já sugeriram a Lula a adoção de uma medida diplomática de reciprocidade: a limitação de concessão de vistos a autoridades norte-americanas vinculadas ao presidente Donald Trump, além de executivos das grandes empresas de tecnologia que atuam nos Estados Unidos.
O pavor tomou conta!
Moraes dá 24 horas para Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 24 horas para que advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro prestem esclarecimentos sobre possível descumprimento de restrições impostas ao ex-chefe do Palácio do Planalto após ele ir à Câmara nesta segunda-feira. Moraes afirma que o descumprimento das restrições poderá levar à decretação imediata da prisão do ex-presidente.
A decisão do ministro foi motivada por publicações nas redes sociais nas quais Bolsonaro aparece exibindo a tornozeleira eletrônica e fazendo declarações a veículos de imprensa, o que configuraria burla às determinações judiciais de não utilizar redes sociais, ainda que por meio de terceiros, de acordo com o ministro.
Na saída da Câmara, Bolsonaro deu uma entrevista coletiva improvisada. — Não roubei os cofres públicos, não desviei recurso público, não matei ninguém. É um símbolo da máxima humilhação. Estou aqui porque sou inocente. É uma covardia com um ex-presidente da República. O que vale para mim é a lei de Deus — disse, antes de deixar o local.
IBGE de Lula comete mais um absurdo erro

O PT tem realmente uma absurda capacidade de destruição. Por onde passa deixa rastros devastadores.
E esse atual governo está sendo capaz de desmoralizar órgãos que sempre primaram pela boa técnica e eficiência, sem ingerências políticas, caso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Reportagem publicada em O Globo denuncia mais um absurdo cometido pela atual gestão do IBGE. Confira:
“Um erro no mapa oficial da Amazônia Legal divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está chamando atenção de especialistas e internautas. No material, disponível no site do instituto, as siglas dos estados de Mato Grosso (MT) e Mato Grosso do Sul (MS) aparecem invertidas. Além disso, a sigla do Acre, um dos nove estados que compõem a região, não foi incluída, apenas o nome da capital, Rio Branco.

Produzido em 2024, o mapa tem como objetivo representar graficamente a Amazônia Legal, área que abrange cerca de 59% do território brasileiro e foi criada por lei em 1953 com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e social da região. A Amazônia Legal inclui os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.
A ausência da sigla do Acre e a confusão entre os dois ‘Mato Grossos’ geraram preocupação em especialistas da área, especialmente porque o mapa é uma ferramenta oficial amplamente utilizada em pesquisas, políticas públicas e em materiais educativos.
A falha ocorre em um momento em que a Amazônia Legal está no centro de debates ambientais, climáticos e econômicos, tanto no Brasil quanto no exterior. A região abriga a maior floresta tropical do mundo, possui grande diversidade sociocultural e biológica, e desempenha papel estratégico no combate às mudanças climáticas.”

Nova carta de um brasileiro a Donald Trump

Caro Presidente Trump,
Na madrugada do último sábado, recebi a mensagem de um amigo, o comentarista político Rodrigo Constantino, um dos perseguidos pela ditadura socialista brasileira. Rodrigo, que está em tratamento médico, acordou em seu leito de hospital no meio da noite e escreveu uma linda oração sobre a guerra que vem travando pela própria vida.
Rodrigo está exilado nos Estados Unidos e não pode voltar ao Brasil pelo simples motivo de que expressou a verdade sobre o Regime PT-STF. Creio que o caso de meu amigo é uma perfeita metáfora para a presente situação de nosso país. O Brasil está doente e os responsáveis pela doença são os atuais governantes.
Embora nem todos aqui tenham percebido ou queiram perceber, estamos envolvidos numa guerra de vida ou morte pela nossa liberdade, sem a qual não poderemos sobreviver enquanto nação.
Aquilo que foi negado a Rodrigo Constantino também está sendo negado a todo o povo brasileiro, esse que para o atual regime é composto, nas palavras de uma juíza da Suprema Corte, por “220 milhões de pequenos tiranos”.
Há uma frase, atribuída a Lênin mas provavelmente apócrifa, que descreve à perfeição o comportamento dos revolucionários socialistas: “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”. Essa máxima explica o que está acontecendo no Brasil desde 2019.
A esquerda, repudiada em 2018, montou e executou um plano demoníaco para voltar ao poder: tirar da prisão um condenado por três instâncias da Justiça e colocá-lo na cadeira presidencial, por meio de censura, perseguição, lawfare e controle das eleições.
Esse foi o golpe socialista de 2022, que levou ao Regime PT-STF e à destruição da liberdade, da justiça e da economia no Brasil.
Aqueles que hoje acusam Bolsonaro de tentar um golpe de Estado são os verdadeiros golpistas. Acusam seus adversários de fazer aquilo que fizeram. Xingam-nos do que são
O sr. já viveu situações semelhantes, entenderá o que estou dizendo.
Vivemos em um país flagelado pela inversão ontológica da realidade, em que nada mais é aquilo que corresponde à razão de sua existência. Os juízes fazem leis e rasgam leis, os parlamentares são calados e chantageados, a grande mídia mente e confunde, os inocentes são presos e os criminosos são libertados. O que o governo chama de soberania é, na verdade, uma autorização para sufocar o próprio povo.
A polícia do regime — assim como a Gestapo, a KGB e a Stasi — serve para proteger o Estado contra o povo, e não o povo contra o Estado. Na semana passada, duas idosas — uma delas cadeirante — foram condenadas a passar o resto de suas vidas na prisão.
No dia seguinte, o ocupante da Presidência visitou uma favela controlada pelo tráfico e defendeu a manutenção de uma torre de rádio que os criminosos usam para escapar da polícia.
Mas nem todos estão calados. Manifestações espontâneas e pacíficas da população começam a surgir em vários pontos do país. O sr. deve conhecer o episódio da manifestação das velas na antiga Tchecoslováquia, quando cerca de 10 mil católicos saíram às ruas de Bratislava, com velas nas mãos e entoando hinos religiosos e canções de liberdade. Isso aconteceu na noite de 25 de março de 1988. No ano seguinte, caiu o regime comunista na Tchecoslováquia.
Os atos pela liberdade tendem a se multiplicar pelo Brasil. No último domingo, uma senhora exibiu um cartaz com os seguintes dizeres: “Eu não vou desistir”. Isso me fez lembrar as palavras do saudoso professor Olavo de Carvalho, o homem que inspirou esse levante pela liberdade: “Sabe quando nós vamos parar? NUNCA”.
Quando puder, visite o túmulo do Olavo em Petersburg, Virgínia. Isso será um grande sinal para o Brasil.
Cordialmente,
Um brasileiro comum.
PS: Assim que terminei de escrever esta carta, recebi a notícia de que Alexandre de Moraes decretou a “pena de morte” em vida para Jair Bolsonaro. É assim que vivemos hoje, Presidente.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/paulo-briguet/nova-carta-de-um-brasileiro-a-donald-trump/

O que é ser republicano?

Por Leonardo Corrêa*
Ser republicano é uma recusa. Uma recusa serena, mas irredutível. É dizer “não” ao encantamento com o poder. É desconfiar — até quando a toga brilha, até quando o discurso é belo, até quando a causa parece justa. É olhar para o Estado com a sobriedade de quem sabe que toda estrutura de poder, quando não contida, se volta contra o cidadão. E que a liberdade, ao contrário do que dizem os arautos do presente, não nasce da vontade da maioria, mas dos limites que se impõem a todos — inclusive (e sobretudo) aos que mandam.
Ser republicano é tratar o texto da Constituição como se fosse sagrado. Não porque ele seja perfeito, mas porque é ali que se firmou o pacto: um limite escrito, público, verificável — contra a tentação permanente de reescrevê-lo conforme os ventos do momento. É saber que quando tudo pode ser reinterpretado, nada está protegido. E onde nada está protegido, tudo pode ser confiscado: a propriedade, a liberdade, a palavra.
Ser republicano é não esquecer que o poder, quando não limitado, corrompe. E que a única forma de impedir que ele nos devore é prendê-lo — com algemas de texto, de método, de contenção
Ser republicano é preferir a contenção à eloquência, o método ao moralismo, o direito ao desejo. É dizer, como Barnett, que os direitos vêm antes do governo. Que o Estado existe para proteger, não para modelar. Que a Constituição foi feita contra quem governa, não para lhe servir de ornamento.
É também um gesto de humildade hermenêutica. O juiz republicano não se vê como voz da história nem como intérprete dos desígnios do progresso. Ele sabe que seu ofício não é moldar a sociedade, mas limitar os impulsos de quem quer fazê-lo à força. Seu poder não está em inovar — mas em conter. Sua virtude não está em criar — mas em obedecer.
E ser republicano, talvez acima de tudo, é crer que a liberdade se protege à luz do sol. É preferir o debate público, submetido ao escrutínio dos indivíduos, aos convescotes feitos na penumbra da democracia. É desconfiar dos consensos murmurados a portas fechadas, dos pactos silenciosos entre iluminados, das soluções fabricadas fora do olhar do povo. O republicano acredita que as decisões que importam — sobre a lei, a justiça e a liberdade — devem ser expostas, discutidas, contestadas. Não porque a maioria tenha sempre razão, mas porque só sob o olhar vigilante dos cidadãos é possível conter os que se julgam donos da verdade.
Ser republicano é ter memória. É lembrar que as maiores tragédias políticas começaram com juízes virtuosos, que se julgaram autorizados a proteger o bem, mesmo às custas da liberdade. É lembrar que o autoritarismo raramente entra em cena com botas — às vezes, chega de toga, citando princípios vagos e valores “imprescindíveis”. Mas o verdadeiro compromisso com a civilização não é com os valores do momento, e sim com os direitos do indivíduo — que não dependem da maioria, da moral do dia, nem da narrativa hegemônica.
Ser republicano é não esquecer que o poder, quando não limitado, corrompe. E que a única forma de impedir que ele nos devore é prendê-lo — com algemas de texto, de método, de contenção. Essa é a verdadeira coragem de um jurista: obedecer.
*Leonardo Corrêa – Advogado, LL.M pela University of Pennsylvania, sócio de 3C LAW | Corrêa & Conforti Advogados, um dos Fundadores e Presidente da Lexum.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/o-que-e-ser-republicano/
Moraes rejeita pedido e confirma interrogatório de Filipe Martins dia 24 de julho

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator da Ação Penal 2.693, negou pedido da defesa de Filipe Martins para postergar o interrogatório do réu, agendado para quinta-feira (24), sobre as manifestações de 8 de janeiro. O advogado de defesa Ricardo Fernandes disse que espera, ainda nesta terça-feira (22) ingressar com pedido de reconsideração da decisão.
A informação da negação do pedido foi feita pelo juiz auxiliar Rafael Henrique Tamai, do gabinete do ministro Alexandre de Moraes. O pedido foi feito após a marcação ter sido definida para apenas dois dias depois da oitiva da última testemunha, prazo considerado insuficiente pela defesa.
Caso o prazo atual seja mantido, a defesa solicitou que se registre nos autos a impossibilidade de análise total das provas no tempo concedido, para que eventuais omissões ou silêncios não sejam interpretados como renúncia de direitos ou concordância tácita, preservando o direito de posteriores manifestações.
À Gazeta do Povo, Fernandes, advogado de Martins, confirmou que protocolará pedido de reconsideração da decisão e tentará postergar o interrogatório. “Teremos que tentar lutar até o final”, ressaltou.
Os advogados argumentam que a decisão compromete o direito à ampla defesa, o devido processo legal e a paridade de armas. “Pois não houve tempo suficiente para examinar os 78 terabytes de provas fornecidos em 27 de junho de 2025”, afirmou.
Defesa alega que não teve tempo suficiente para analisar volume de documentos até interrogatório
A defesa informou ainda que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República tiveram meses para fazer a mesma análise dos documentos. O pedido ressalta também a desproporcionalidade do cronograma: seis dias para a oitiva das testemunhas contra apenas dois para que a defesa analisasse todos os depoimentos e provas antes do interrogatório.
Além disso, contestam o tratamento diferenciado em relação aos réus do “Núcleo 1”, que tiveram um intervalo de ao menos uma semana para revisão e interrogatório presencial. Pela defesa, o interrogatório de Filipe Martins deveria seguir o mesmo padrão de isonomia.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/moraes-mantem-interrogatorio-filipe-martins-defesa-contesta/
Lula imita estratégia de ditador ao chamar adversários de ‘traidores da pátria’

Lula e o ditador venezuelano Nicolás Maduro (Foto: divulgação)
Evidenciando que a Venezuela é logo ali, Lula (PT) adota a estratégia ou o padrão de comportamento do ditador Nicolas Maduro ao chamar críticos de “traidores da pátria”, criminalizando a oposição e justificando medidas de endurecimento do regime. As coincidências são inquietantes: a Venezuela passou a censurar tudo, inclusive a imprensa, anulou o Poder Legislativo, perseguiu e prendeu oposicionistas, tornou adversários inelegíveis, e instaurou a ditadura em definitivo.
Na ocasião, a imprensa brasileira repercutiu a criação do 0800 para delatar “traidores da pátria”:

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