O Brasil de hoje, de Lula do STF, vive em função de uma mentira orgânica, talvez a mais perniciosa que já teve em toda a sua história de méritos escassos e realizações de pequena importância. É a mentira fundamental de um regime que nasceu aleijado, nunca se livrou das suas deformidades de nascença e está clinicamente morto – mas se joga agora numa guerra aberta para seguir mandando no país. Não pode fazer isso por meios legais e democráticos. Vai empenhar todas as suas forças na construção de uma nova ditadura.
O governo Lula e o STF montaram uma ficção esfarrapada, com o apoio intransigente da maior parte da mídia e das classes culturais caboclas, pela qual o Brasil que controlam é uma “democracia recivilizada”. Fazem de conta, por exemplo, que o Congresso Nacional funciona, que o aparelho da Justiça julga pessoas e causas dentro do devido processo legal e que as eleições são limpas – o escrutínio é secreto e as urnas são deles, mas não se pode sequer sugerir que se mude algo.
O mundo das realidades mostra que nada do que o consórcio Lula-STF diz é verdade e nada do que faz é honesto. No momento atual, a propósito, ambos se comportam de maneira especialmente safada: querem anular uma decisão do Congresso contra o aumento do IOF, tomada por uma maioria humilhante, e fingem que o STF é um juiz imparcial que vai decidir, com base nos “méritos jurídicos”, essa “divergência” entre o Executivo e o Legislativo.
O STF deixou, já há vários anos, de ser um tribunal de Justiça para assumir, sem nenhum pudor, o papel de facção política cegamente dedicada a servir o governo Lula. Não há mais Três Poderes no Brasil: há, isto sim, uma gangue entre Executivo e Judiciário que anula qualquer poder legislativo
Não é absolutamente nada disso. O STF deixou, já há vários anos, de ser um tribunal de Justiça para assumir, sem nenhum pudor, o papel de facção política cegamente dedicada a servir o governo Lula. Não há mais Três Poderes no Brasil: há, isto sim, uma gangue entre Executivo e Judiciário que anula qualquer poder legislativo sem precisar fechar formalmente o Congresso. Fica aberto, faz sessões, aprova e rejeita projetos, mas não manda nada – é o STF quem decide se as leis valem ou não.
É mais fácil Lula perder uma votação no Diretório Nacional do PT do que no STF. A jurisprudência, aí, está mais do que formada: o Congresso “não tem o direito” de aprovar leis que contrariem o governo Lula, pois o que contrariar o governo Lula contraria a “vontade do povo”, tal como ela é definida pela extrema esquerda, pelos professores da universidade e pelos jornalistas. Por esse raciocínio, o povo quer o aumento do IOF, mas o Congresso não deixa. Tem de corrigir.
Lula sabe muito bem o que está fazendo; a extrema esquerda e o STF também. Estão todos dando um golpe de Estado, simplesmente isso, porque não admitem um futuro longe da máquina estatal e dos seus trilhões. Foram longe demais; não dá para voltar atrás, a essa altura, e aceitar a vida de sempre. Ninguém ali tem o menor escrúpulo; enquanto as Forças Armadas continuarem pintando sarjetas, vai estar tudo bem para eles.
Não conte com o senso moral de nenhum ministro do STF, nem com qualquer compromisso com a democracia que alguém ali possa ter. Justo neste momento de aposta aberta no golpe, a ministra Cármen resolveu pôr para fora a alma negra que tem dentro de si. Disse que o Brasil é formado por “123 milhões de pequenos tiranos” – um insulto chocante aos cidadãos deste país, sobretudo porque foi feito com a intenção de ofender.
Por que “pequenos tiranos”? Porque, segundo a ministra, essa gente comete o crime de ir para a praça pública e dizer ali, em voz alta, qual é a sua opinião. Isso é intolerável, diz ela. Os direitos das pessoas devem estar abaixo dos direitos “do Brasil” – que, naturalmente, só ela e o STF sabem quais são. Não há na praça nada tão maciçamente fascista quanto uma frase com estes teores de estupidez. É isso aí, a cabeça da ditadura Lula-STF – todos “admiradores da China”, como se orgulha Gilmar Mendes.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/e-mais-facil-lula-perder-uma-votacao-no-diretorio-nacional-do-pt-do-que-no-stf/

O povo e os tiranos

O STF finalizou o julgamento sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet. Em síntese, invadiu competência legislativa ao elencar novas exceções ao regime de responsabilidade ali previsto, e colocou em risco a liberdade de expressão ao utilizar conceitos vagos para restringi-la. As redes, agora, poderão ser responsabilizadas civilmente por postagens mesmo antes de receberem notificação judicial.
Se deveres de supressão de conteúdos facilmente identificáveis, como pornografia infanto-juvenil ou instigação ao suicídio, não envolvem maiores problemas, o mesmo não pode ser dito em relação a postagens “antidemocráticas”. Criticar os governantes ainda é possível? Defender reforma das instituições ainda é viável? E sobre ações mais contundentes, como defender impeachment de presidente da República? Seria possível defender nas redes sociais, atualmente, o impeachment de 2016 contra Dilma Rousseff, ou a postagem seria considerada instigação a golpe de Estado? Lembremos que até hoje Lula e o PT insistem que o impeachment da ex-presidente teria sido um golpe.
A impressão que se tem é de que o objetivo real do julgamento é impor às plataformas o dever de restringir a publicação de críticas mais contundentes contra o STF ou contra o governo Lula
Ao fim do julgamento, o que mais chamou a atenção foi a argumentação da ministra Cármen Lúcia, que, após condenar a censura como inconstitucional e imoral, decidiu impô-la às redes sociais responsabilizando as plataformas pelas postagens de “213 milhões de tiranos”, em uma referência à população brasileira. Apesar da contradição, o argumento é revelador das reais questões envolvidas no julgamento.
A liberdade de expressão incomoda. O debate público é dinâmico e pode envolver críticas veementes contra figuras públicas. Não raramente, pode ainda descambar para ofensas injustificadas contra agentes públicos. As redes sociais potencializaram o debate público. Para o bem e para o mal, deram um espaço para a livre manifestação de todos os seus usuários. Há excessos reprováveis, é certo, mas estes, quando ilícitos, geram a responsabilidade de seus autores. Doutro lado, o STF passa por uma crise de popularidade, como foi evidenciado por recente pesquisa do Datafolha, com 58% dos brasileiros afirmando terem vergonha dos ministros.
Juntando isso tudo, a impressão que se tem é de que o objetivo real do julgamento é impor às plataformas o dever de restringir a publicação de críticas mais contundentes contra o STF ou contra o governo Lula, ou de propostas de ações mais drásticas contra ministros ou contra o presidente, como, por exemplo, o impeachment.
Se assim for, o melhor caminho seria o STF retornar ao leito da normalidade, valorizando as virtudes passivas da jurisdição constitucional. Adotar interpretações da Constituição mais vinculadas ao texto, recusar decidir sobre questões eminentemente políticas e aplicar rigorosamente a lei em casos penais envolvendo corrupção. Essas medidas teriam um efeito muito mais eficaz para reduzir críticas e ações contra o STF do que limitar a liberdade de expressão nas redes sociais.
A ilustrar, os três votos vencidos no julgamento, dos ministros Edson Fachin, André Mendonça e Nunes Marques, foram elogiados nas redes e na imprensa. A história ensina, ademais, que reprimir a opinião nem sempre é medida efetiva e pode gerar o efeito contrário. A liberdade, quando reprimida, tende a revidar.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/sergio-moro/carmen-lucia-marco-civil-internet-tiranos/
Governo Lula “desmancha” base parlamentar em queda de braço com Congresso

A derrota do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na derrubada do decreto que aumentava o IOF, na quarta-feira (25), expôs a fragilidade da base aliada no Congresso e intensificou o desgaste entre o Planalto e os parlamentares. Diante do revés, a gestão petista voltou a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para buscar uma saída, em um movimento que pode aprofundar o distanciamento com partidos do centro e agravar a crise de articulação política. Na sexta-feira (27), a Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou que foi acionada para avaliar medidas judiciais.
Dos 383 deputados que votaram favoravelmente ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 314/2025, 242 pertencem a partidos que têm cadeiras na Esplanada dos Ministérios. As siglas União Brasil, PSB, PP, PSD, Republicanos, MDB e PDT, juntas, ocupam 14 pastas na gestão Lula. Por outro lado, apenas 98 deputados votaram contra a proposta.
Após aprovação na Câmara, a matéria foi encaminhada e aprovada no Senado Federal. O texto tramitou em votação simbólica, modalidade que não depende dos votos nominais dos senadores. Apenas a bancada do PT e o senador Weverton (PDT) votaram contra.
Para o cientista político Juan Carlos Arruda, CEO do Ranking dos Políticos, a derrubada do decreto do IOF vai além de uma derrota pontual para o governo e escancara o desmonte da base parlamentar do presidente Lula. Apesar de ter distribuído cargos em 14 ministérios, o Planalto não consegue converter esse loteamento em apoio nas votações.
“A votação que derrubou o decreto do governo sobre o IOF é mais do que uma derrota pontual. Ela expõe, de forma clara, o desmanche da base parlamentar de Lula”, afirma. “Dos 383 votos a favor da proposta, 242 vieram de partidos que controlam 14 ministérios. Isso mostra que, apesar de um amplo loteamento da Esplanada, o governo não consegue mais converter cargos em votos.”
A decisão de recorrer ao Judiciário gerou mal-estar entre os parlamentares da base, que enxergam na ofensiva do Planalto uma escalada no conflito entre Executivo e Legislativo. Nos bastidores do Congresso, o sentimento relatado por interlocutores é de que o governo sepultou a governabilidade em troca de um imposto.
Além do anúncio do governo, o PSOL protocolou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) para anular a decisão do Legislativo. A legenda acusa o Congresso de ter invadido prerrogativas do Executivo e pede que a norma seja suspensa de forma imediata.
Nesta segunda-feira (30), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), voltou a defender a derrubada do aumento do IOF e afirmou que não “traiu” o governo com a votação da medida.
“Capitão que vê o barco indo em direção ao iceberg e não avisa não é leal, é cúmplice. E nós avisamos ao governo que essa matéria do IOF teria muita dificuldade de ser aprovada no Parlamento”, disse Hugo Motta em um vídeo para as redes sociais.
Para o cientista político Elton Gomes, professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), a judicialização do caso no STF “pode empurrar parlamentares direto para a oposição aberta, diminuindo ainda mais a base de apoio congressual que ele tem hoje”.
Governo acumula derrotas em menos duas semanas
A derrota do IOF vem na esteira de outras derrotas do governo no Congresso. Em 17 de junho, os congressistas derrubaram 11 vetos presidenciais em diversas matérias que importavam ao governo. Dentre elas, houve a derrubada de vetos presidenciais que resgatam dispositivos que concedem subsídios e isenções para setores como químico, siderúrgico e de fertilizantes, além de mecanismos de incentivo à geração offshore de energia — especialmente eólicas no mar.
O governo havia vetado tais trechos por considerar que eles desequilibram a política fiscal e impõem encargos adicionais à tarifa energética. Com a derrubada dos subsídios, a Associação dos Grandes Consumidores de Energia estimou que os benefícios setoriais podem gerar um custo adicional de até R$ 197 bilhões até 2050.
Ao todo, 347 deputados e 48 senadores votaram para derrubar o voto de Lula. Além disso, 63 deputados do próprio PT – partido de Lula – votaram contra o veto presidencial. O apoio à rejeição também veio com força de partidos do Centrão e da base: União Brasil (39), Republicanos (37), PSD (33), MDB (28), PDT (11) e PSB (10). No Senado, 7 congressistas do PT apoiaram a derrubada do veto. Também votaram contra o veto outros partidos da base governista, como MDB (10) e PSD (11).
Em entrevista ao jornal O Globo, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), defendeu um “ajuste geral” na articulação política após a derrota no Congresso. Segundo ele, a responsabilidade é compartilhada por Câmara e Senado. “O problema ocorre nas duas Casas”, disse.
Emendas contribuíram para derrota de Lula no Congresso
A insatisfação com a demora na liberação das emendas parlamentares é considerada um dos fatores centrais para a derrota do governo IOF. Seja do Centrão ou da base, parlamentares mostram descontentamento nos bastidores sobre o posicionamento do governo. A avaliação é de que o Executivo segurou os recursos destinados pelos congressistas para formar caixa na União e compor o arcabouço fiscal.
O governo, por outro lado, se defende das alegações ao afirmar que em 2025 os recursos foram liberados de forma mais rápida. Segundo a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), nos 50 dias úteis após a sanção do Orçamento, o governo pagou R$ 408 milhões neste ano em emendas, o equivalente a 1,78% do total. No ano passado, o mesmo período teve 0,35% de liberação de emendas, e em 2023, 0,61%. Veja abaixo os dados divulgados pela secretaria.
Antes da votação na Câmara, o Palácio do Planalto havia empenhado, na segunda-feira (23), R$ 897,7 milhões em emendas parlamentares, valor que subiu para R$ 1,72 bilhões nesta terça (24). O volume, no entanto, não foi suficiente para garantir uma reviravolta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na esteira dos números, a ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, chegou a afirmar que a derrubada do decreto de IOF pode afetar a liberação de emendas. “A derrubada dessa medida exigiria novos bloqueios e contingenciamentos no Orçamento, prejudicando programas sociais e investimentos importantes para o país”, disse Gleisi nas redes sociais.
Esquerda impulsiona discurso de “ricos vs pobres”
Além da judicialização, o governo procurou criar a narrativa de que o Congresso estaria defendendo os ricos enquanto o Executivo defende os mais pobres. Durante a discussão do requerimento que pedia a retirada do PDL da pauta, a deputada Érica Kokay (PT-DF) disse que existe uma tentativa deliberada de barrar qualquer avanço em direção à justiça tributária.
“Está-se construindo uma tentativa de impedir a taxação dos ricos neste país, dos ricos”, afirmou a parlamentar. Para ela, o PDL aprovado na Câmara é uma tentativa de blindar grandes fortunas.
Em coletiva de imprensa antes da votação do PL, o líder do PT na Casa, o deputado Lindbergh Farias (RJ), afirmou que a mudança no IOF forçará o governo a contingenciar cerca de R$ 12 bilhões do Orçamento ainda neste ano, afetando diretamente áreas sociais.
Na avaliação do cientista político Paulo Kramer, a esquerda ainda domina o “tabuleiro da manipulação dos símbolos” e deve continuar explorando divisões sociais como estratégia de mobilização.
“É certamente recorrendo à má e velha habilidade sua de mobilizar ressentimentos — ricos vs pobres, sulistas vs nordestinos, enfim, eles contra nós — que o lulopetismo e seus “puxadinhos” ideológicos procurarão se recuperar”, disse o cientista político.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/lula-desmancha-base-no-congresso-por-embate-do-iof/
Janja usa jatinho da FAB para ir ao ginecologista em São Paulo

Primeira-dama Janja. (Foto: Reprodução/Instagram/@janjalula).
A primeira-dama Janja, pegou carona em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) para ir a uma consulta em um ginecologista.
No mesmo voo de Janja, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e a esposa do magistrado, a advogada Viviane Barci, também estavam a bordo.
Todos viajaram de carona com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, autor da requisição do voo.
A aeronave decolou de Brasília às 9h15 do dia 13 de junho e pousou no Aeroporto de Congonhas, na capital paulista, às 10h50, com 12 passageiros abordo.
A informação é do portal Metrópoles.

Cármen Lúcia e os coveiros da liberdade

“Fica vermelha, cara sem vergonha!”
(Bordão do programa Viva o Gordo, nos anos 80)
A maioria dos brasileiros sente vergonha do Lula e do Supremo Soviete Federal. Mas, afinal, o que é a vergonha? Muito além de um mero desconforto, trata-se de uma emoção complexa e profundamente debilitante que envolve sentimentos de desonra, ridículo, constrangimento e humilhação. O ser humano se envergonha quando descobre que algo fundamental se perdeu. Não foi por acaso que Adão e Eva sentiram vergonha da própria nudez depois que pecaram. A vergonha representa a natureza decaída do homem, que só pode ser redimida pela graça de Deus.
Cármen Lúcia, do Supremo Soviete, resolveu justificar o seu voto pela instauração do primado da censura no Brasil com palavras que envergonham qualquer um:
— Censura é proibida constitucionalmente, é proibida eticamente, é proibida, eu diria, até espiritualmente. Mas não se pode, também, permitir que nós estejamos numa ágora em que haja 213 milhões de pequenos tiranos soberanos. Soberano é o Brasil, soberano é o Direito brasileiro.
Peço a vocês, meus sete leitores, que reparem na palavrinha de três letras destacada em negrito: MAS. O uso da conjunção adversativa depois de uma afirmação peremptória consiste em um dos truques retóricos mais baratos que existem. Na verdade, o que a Carminha quis dizer foi o seguinte:
— A censura é proibida, mas nós vamos censurar vocês, seus babacas.
A soberania passou do povo para o Direito, e nós sabemos que o Direito no Brasil hoje é a opinião da esquerda. Ou seja, o que vale não é a liberdade das pessoas — um dom de Deus —, mas a vontade dos juízes esquerdistas. Assim o Supremo Soviete pretende enterrar de vez a liberdade de pensamento em nosso país.
Nos últimos dias estive relendo um livro que me acompanha há 40 anos: “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury. Nesse genial romance distópico, publicado em 1953, o autor cria um poderoso símbolo da inversão ontológica da realidade na figura do bombeiro-incendiário, aquele que não apaga incêndios, mas os provoca. O bombeiro que ateia fogo em livros é o irmão do jornalista que desinforma, do médico que se nega a curar, do artista que abomina a beleza, do intelectual que se orgulha da ignorância, do professor que não ensina, do tolerante que baba de ódio — e da ministra que decreta a censura às redes sociais depois de repudiar a mesmíssima censura.
Se Ray Bradbury estivesse aqui para escrever um livro sobre a realidade brasileira, os agentes da destruição não seriam bombeiros, mas coveiros: os coveiros da liberdade. Da mesma forma que os incendiários de “Fahrenheit 451” destruíam livros, os coveiros do Brasil optaram por sepultar verdades.
Com o AI-5 digital, a ditadura socialista pretende garantir que o teatro político brasileiro nunca mais seja desmascarado. Doravante, toda e qualquer verdade desagradável para a esquerda será punida como ato antidemocrático, discurso de ódio (ou de “ódia”, no bizarro neologismo de Carminha), golpe de Estado, homofobia, capacitismo, desinformação ou excesso de ironia.
O plano da esquerda agora é enterrar todas as vergonhas do regime PT-STF: a morte da Justiça, o golpe socialista de 2022, a soltura dos corruptos e bandidos, a centralização de poder, a destruição econômica do país, o domínio do crime organizado, a aliança com ditaduras genocidas, a idiotização em massa, a criminalização da oposição, a aniquilação da classe média, o sequestro de inocentes, o roubo e a mentira como método de governo.
Nossa esperança, contudo, está em algo que os inimigos da liberdade frequentemente ignoram. Por mais que tentem sepultar a verdade, ela sempre encontra uma forma de ressuscitar. Quando isso acontecer, os coveiros de hoje sentirão muita vergonha, mas talvez seja tarde demais para eles.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/paulo-briguet/carmen-lucia-coveiros-da-liberdade/

Mais uma viagem de Lula para escapar dos problemas que ele cria no Brasil

Todos sabemos que Lula está se dedicando mais às viagens internacionais. Talvez seja uma forma de descansar dos problemas internos que ele não consegue resolver – problemas esses que foi ele mesmo quem provocou, é preciso que se diga; os problemas não caíram do céu, nem foram inventados pelo Haddad, nem pelo povo brasileiro. Aliás, o povo brasileiro está é frustrado, depois de tantas promessas não cumpridas de picanha, e assustado com o desequilíbrio das contas públicas, porque no governo anterior isso não acontecia.
Lula vai para a reunião do Mercosul na Argentina, e depois haverá, no Rio, uma reunião esvaziada dos Brics, porque os dois principais integrantes não vêm. Vladimir Putin tem medo de ser preso – Lula deu garantias de que ele poderia vir, mas Putin não acreditou. E Xi Jinping também não virá, e ainda usou uma desculpa interessante: “incompatibilidade de agenda”. A revista The Economist, na edição desta semana, diz que Lula está se enfraquecendo internacionalmente, porque as pessoas já não estão mais acreditando nele como antes e porque ele se mobiliza contra o Ocidente; e também internamente, porque se mostra incapaz de resolver problemas.
Estados Unidos se cansaram de sustentar a OEA
Na assembleia geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), o vice-secretário de Estado norte-americano, Christopher Landau, disse que o orçamento para a entidade está em branco. Os Estados Unidos descobriram que sustentam a OEA, mas são apedrejados por ela. E a OEA tem uma sede em Washington, muito bonita, luxuosa, grande, imponente, eu diria até faraônica. Mas Landau diz que a OEA não abriu a boca quando Nicolás Maduro fraudou as eleições para continuar a ser ditador da Venezuela; a OEA nem chama Maduro de ditador.
A ideologia da OEA está sendo ditada por Lula, que está puxando a Bolívia, a Colômbia de Gustavo Petro, o Peru, a Venezuela, os países caribenhos. Se os Estados Unidos sustentam a OEA, não há nenhuma razão para continuarem a bancar a entidade, porque assim o dinheiro dos EUA está sustentando indiretamente as políticas de Lula, de Maduro, de Petro, de Miguel Díaz-Canel, de Daniel Ortega. Estão fazendo os Estados Unidos e os contribuintes norte-americanos de bobos, sustentando um órgão que age contra os interesses dos EUA. É por isso que Marco Rubio, a pedido de Donald Trump, está fazendo uma revisão da participação norte-americana em todas essas instituições multilaterais. E digo isso lembrando que Trump entrou na Coreia do Norte e apertou a mão do ditador Kim Jong-un em 2019. Os norte-americanos são pragmáticos, mas não vão gastar dinheiro para sustentar discurso hostil.
Alexandre de Moraes vai ajudar o governo no caso do IOF?
O caso do IOF agora está nas mãos de Alexandre de Moraes. Não sei o que ele fará, mas já contei aqui que no meu tempo de cobertura do Supremo (isto é, até 2005 mais ou menos), não entrava pedido nenhum de quem não tinha voto e perdia no Congresso; o Supremo respondia que não, que aquilo tinha de ser decidido no voto. Assim como foi decidido no voto esse desejo do governo Lula de tirar R$ 20 bilhões de quem mais precisa de empréstimos. O Ministério da Propaganda diz que estavam cobrando dos ricos, mas é mentira; estavam cobrando de quem precisa de empréstimo, que é quem paga o Imposto sobre Operações Financeiras. E quem mais precisa de empréstimo? O saldo devedor paga esse imposto, o uso de cartão paga esse imposto.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/viagens-lula-escapar-problemas-brasil/
Revista ‘Economist’ expõe declínio de Lula que petistas e mídia escondem

O comportamento bizarro de Lula na recente reunião do G7 fez do petista motivo de deboche, inclusive para o francês Emmanuel Macron
A revista britânica Economist, uma das mais respeitadas do mundo, cobriu de vergonha Lula e o PT e boa parte dos políticos e da imprensa brasileira, definindo o presidente petista comojamais tiveram a dignidade de fazer: um líder ultrapassado, desconectado, com sintomas de declínio pessoal e político, deixando-se usar pelo entorno radical e despreparado, afundando o Brasil no descrédito, virando motivo de risinhos de deboche de outros líderes, como na recente reunião do G7.
Brasileiros já sabem
Os brasileiros já viram tudo isso em Lula, como pesquisas detectam desde o início do ano: descrédito lá fora, impopularidade no Brasil.
Janja fala, Lula cai
Quando Janja viaja ou abre a boca, a oposição delira, como no recente ataques aos cantores e milhões de adeptos de musica sertaneja.
Nem precisa oposição
Além de chefiar um governo que só pensa em aumentar impostos, Lula tem ministros que dispensam oposição, tipo Gleisi, Rui Costa e Taxxad.
Brasileiros como alvo
No STF, aliados “regulam” as redes sociais com odores de censura, e a ministra Carmen Lúcia ainda ofende o País de “213 milhões de tiranos”.
FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/economist-expoe-um-lula-escondido-no-brasil
Salários turbinados de juízes chegam à média de R$66,4 mil

O gasto com o salário de magistrados saiu de R$7 bilhões em 2023 para R$10,5 bilhões em 2024 (Foto: Marcelo Casal Jr/ABr)
Um levantamento divulgado pelo Movimento Pessoas à Frente mostra que o salário médio de magistrados disparou 49,3% em 2024 quando comparado com o ano anterior. O montante é muito acima da inflação no mesmo período, de 4,83% (IPCA).
O gasto com o salário apenas de magistrados saiu de R$7 bilhões em 2023 para R$10,5 bilhões em 2024.
A pesquisa destaca o crescimento exponencial nos rendimentos líquidos dos juízes, geralmente turbinados por penduricalhos, como “verbas indenizatórias”, que permite o pagamento acima do teto constitucional, atualmente em R$46.366,19.
Em 2023, o rendimento líquido dos magistrados era de R$45.050,50. Subiu para R$54.941,80 em 2024 e bateu em R$66.431,76 em fevereiro deste ano.
O levantamento também aponto que subsídios, ou pagamentos adicionais, estão em alta na composição dos vencimentos dos magistrados e já representam 43,67% dos rendimentos líquidos recebidos, “em breve mais da metade do que os magistrados recebem deve vir de adicionais salariais”, destaca o estudo.
Lula se incomoda com críticas sobre popularidade

Presidente Lula. (Foto: Ricardo Stuckert/PR).
O presidente Lula se incomodou com críticas da revista britânica The Economist, que apontou perda de relevância do petista, no plano internacional, enquanto sua reprovação cresce e bate recorde entre os brasileiros.
Lula encarregou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, de enviar o posicionamento brasileiro à embaixada brasileira em Londres.
O texto que incomodou Lula menciona o alinhamento do Brasil com regimes autoritários, como a simpatia com o Irã, e a falta de influência até mesmo entre países da América Latina.
A revista também critica a falta de pragmatismo de Lula na relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Ato na Paulista pode ter sido último comício de Bolsonaro antes de condenação no STF, diz Eduardo

Em entrevista concedida nos Estados Unidos, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou estar no por temer ser preso ao retornar ao Brasil. Ele participou da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) no último fim de semana.
Ao jornalista argentino Fernando Cerimedo, responsável pelo canal La Derecha Diario – censurado no Brasil por Alexandre de Moraes -, Eduardo afirmou estar nos EUA por causa de arbitrariedades do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele descartou a possibilidade de voltar ao Brasil no momento.
“Esse mesmo juiz, Alexandre de Moraes, começou a falar sobre a possibilidade de apreender meu passaporte no momento em que eu estava aqui nos Estados Unidos”, declarou Eduardo. “Então, o que eu fiz? Esperei um pouco para ver como as coisas iam se desenrolar no Brasil e, certamente, com o risco de voltar e ter o passaporte apreendido ou ser preso.”
De acordo com Eduardo, o STF abriu investigação contra ele ao perceberem que a atuação do parlamentar nos EUA “pode ser muito eficaz”. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi acusado de crimes contra o Estado Democrático de Direito, cuja condenação pode resultar em até 12 anos de prisão.
O deputado licenciado falou ainda sobre o ato realizado na Avenida Paulista neste domingo. Ele não descartou a possibilidade de que essa seja a última manifestação pública de Jair Bolsonaro antes de uma condenação por envolvimento na suposta tentativa de golpe de Estado.
Os encontros de Eduardo com autoridades norte-americanas, como reuniões na Casa Branca e no Congresso dos EUA, estão sendo tratados no inquérito como ligações com organizações criminosas. “Então, com certeza, esse já não é mais um país onde há tranquilidade para voltar e continuar sendo um deputado normal”, concluiu.
O deputado licenciado falou ainda sobre o ato realizado na Avenida Paulista neste domingo. Ele não descartou a possibilidade de que essa seja a última manifestação pública de Jair Bolsonaro antes de uma condenação por envolvimento na suposta tentativa de golpe de Estado.

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