Moraes é massacrado em audiência no Congresso americano (veja o vídeo)

Foto: Gabriela Biló

O jornalista Paulo Figueiredo fez nesta terça-feira (24) em pleno Congresso dos Estados Unidos, um relato impactante sobre a perseguição política promovida pelo ministro Alexandre de Moraes.

O jornalista demonstrou com clareza como o ministro tem violado sistematicamente liberdades individuais de cidadãos brasileiros e americanos.

O depoimento perante o Congresso dos Estados Unidos espôs os abusos do ministro Alexandre de Moraes e foi verdadeiramente estarrecedor. Paulo Figueiredo narrou as prisões políticas, a tentativa de cooptação pelo FBI, a censura, o bloqueio de redes sociais, a cassação de seu passaporte e o exílio forçado.

Figueiredo também denunciou a perseguição a outros brasileiros, como Alan dos Santos, Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli, Filipe Martins, e até gigantes da tecnologia como Rumble, Elon Musk, Google e Meta. O caso ganhou proporções internacionais e já motivou ação na justiça americana contra Moraes.

Por derradeiro, fechou o seu depoimento fazendo um apelo por sanções ao magistrado brasileiro com base na Lei Magnitsky.

Veja o vídeo:

FONTE: JCO https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/71189/moraes-e-massacrado-em-audiencia-no-congresso-americano-veja-o-video

Entrelinhas

Moro: desmantelamento da Lava Jato causou o escândalo do INSS

(Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

O senador Sérgio Moro (União-PE) conversou com o programa e a coluna Entrelinhas, da Gazeta do Povo, sobre os bastidores da política nacional, os desafios de segurança pública e o futuro das eleições de 2026. Apontado como favorito ao governo do Paraná, ele comentou ainda sobre sua relação com o partido União Brasil, os desdobramentos do 8 de Janeiro e a atuação do Congresso diante do Supremo Tribunal Federal.

Crítico ao que considera uma “deterioração institucional”, o senador criticou o desmantelamento da Operação Lava Jato, na qual atuou como juiz, defendeu o avanço da CPMI do INSS e uma legislação mais rigorosa contra o crime organizado. Com forte atuação na pauta da segurança, ele garantiu que “não haverá trégua contra o crime no Paraná” e se mostrou preocupado com o risco do país “caminhar para um narcoestado”.

Entrelinhas: Seu nome aparece em primeiro lugar nas pesquisas para o governo do Paraná. Como estão as perspectivas do senhor para 2026?

Moro: Eu estou focado no meu mandato no Senado neste ano. Tem muita coisa acontecendo, muitos projetos sendo aprovados, a CPMI do INSS, que é extremamente importante, e também a CPI do Crime Organizado. Existe essa possibilidade de disputar o governo do Paraná, mas isso eu vou decidir mais adiante. Fico honrado pela preferência da população paranaense nas pesquisas, mas temos que bater o martelo mais para frente, até para respeitar o fato de que não estamos em ano eleitoral. O paranaense quer saber o que a gente está fazendo aqui e agora.

Entrelinhas: Pensando em 2026, o senhor vê algum nome pronto para liderar a direita se Bolsonaro permanecer inelegível?

Moro: O que posso dizer é que não estarei na disputa presidencial. Se tiver plano eleitoral, será para o governo do Paraná. Bolsonaro é a liderança mais forte, apesar das restrições jurídicas. Caso ele não possa concorrer, temos nomes como Tarcísio, Caiado, Ratinho Júnior, Zema… O importante é que o campo da direita esteja unido contra um novo governo do PT. Sem autofagia.

Entrelinhas: A conjuntura nacional influencia sua decisão para 2026?

Moro: Preocupa muito o que estamos vendo: uma progressiva deterioração institucional. No pior cenário possível, a gente tem a reeleição do Lula, o que tem gerado uma escalada da criminalidade, enfraquecimento da economia. Nesse caso, precisamos de mãos firmes para proteger o nosso Paraná a partir de 2027. Isso me faz pensar seriamente em colocar meu nome à disposição.

Entrelinhas: Como o senhor vê a escalada do crime organizado?

Moro: Combati o crime organizado no Ministério da Justiça e sou o único ex-ministro da Justiça alvo de plano de vingança do crime. O Paraná não está imune. Vimos tiroteio à luz do dia em Curitiba, gangues se enfrentando, ataque com metralhadora. Precisamos endurecer a legislação. Esse papo de que endurecer não resolve é falácia. Tenho orgulho de ter contribuído para o fim das saídas temporárias, e relatei o projeto do “narcocídio”. Mas temos que fazer mais, com estratégia e inteligência.

Entrelinhas: O senhor é filiado ao União Brasil, que agora integra uma federação com o Progressistas. Como isso pode impactar uma eventual candidatura sua?

Moro: A federação é uma força política considerável, com muitos deputados e senadores. Formou-se uma centro-direita ali, uma direita também. É bom que haja um centro político que acredite no livre mercado, no combate à criminalidade e na responsabilidade fiscal. Essas questões partidárias — quem apoia quem — são tratadas nos bastidores e vão se acomodar ao longo do ano. Quem aparece com 40%, 50% nas pesquisas, com perspectiva de ganhar até no primeiro turno, não vai ter dificuldade para encontrar essas acomodações.

Entrelinhas: O senhor tem sido crítico ao desmonte da Lava Jato. Como vê os últimos acontecimentos?

Moro: O que é curioso é que ninguém diz que os condenados são inocentes. Mas sempre acham uma filigrana para invalidar os processos. O país está doente moralmente. Hoje, qualquer operação contra a corrupção tem destino incerto. Veja o caso do INSS: se fosse na Lava Jato, os responsáveis já estariam presos. O que me espanta é: não tem ninguém preso até o momento. Na época da Lava Jato isso, seria impensável. O desmantelamento político da Lava Jato é a causa desse novo escândalo — os ladrões se sentiram à vontade para roubar. E agora estão roubando os mais vulneráveis: aposentados por invalidez, viúvas, órfãos. É uma vergonha absoluta.

E, veja só, o Brasil mandou avião da FAB para buscar uma primeira-dama corrupta do Peru e dar asilo político a ela. É uma inversão completa de valores.

Entrelinhas: E sobre o caso do juiz Marcelo Bretas?

Moro: O CNJ errou. Bretas foi condenado com base numa delação de um advogado ressentido, que nem foi homologada pelo STJ. Usaram isso para punir o juiz que prendeu Sérgio Cabral e ajudou a recuperar dinheiro para pagar salários no Rio. Agora querem até impedir que ele advogue. Lembro do Rui Barbosa defendendo a magistratura em 1896. Hoje, vivemos algo semelhante.

Entrelinhas: Há seletividade do governo no enfrentamento a essas fraudes?

Moro: Sim. A AGU propôs bloqueio de bens de entidades envolvidas, mas excluiu a Contag, que foi a maior beneficiária dos descontos. Isso não tem explicação. Alegam que ela não foi criada exclusivamente para a fraude, mas a fraude existiu. A Contag, inclusive, estaria por trás de emendas para acabar com a necessidade de revalidação da autorização dos descontos. Isso sem falar do sindicato cujo vice-presidente é irmão do Lula. Por que foram excluídos? É por isso que precisamos da CPMI.

Entrelinhas: O Congresso parece fragilizado diante do Judiciário. É possível recuperar o equilíbrio?

Moro: Precisamos restaurar o equilíbrio entre os poderes. Fui juiz por 22 anos e respeito o Judiciário, mas temos visto decisões preocupantes. O STF, ao julgar o artigo 19 do Marco Civil da Internet, acabou legislando. Isso é tarefa do Congresso. Se o Supremo não concorda com a lei, que declare inconstitucional. Mas reescrever leis não está em seu mandato. Só com uma nova maioria no Congresso será possível restabelecer as prerrogativas do Parlamento. Não é guerra entre poderes, mas equilíbrio.

Entrelinhas: E quanto ao PL da Anistia, que está engavetado, o que podemos esperar?

Moro: Eu apresentei um projeto de redução de penas. Houve exageros — temos gente condenada a 16, 17 anos, inclusive uma senhora de idade. Isso é absolutamente injusto. Mas, para que avance, precisa-se de construção política. Eu, hoje, sou favorável à anistia. Essas pessoas já sofreram demais. Se for possível a anistia, ótimo. Se for a redução de penas, também. O que importa é que essas pessoas voltem para casa.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/entrelinhas/moro-desmantelamento-da-lava-jato-causou-o-escandalo-do-inss/

Alexandre Garcia

Brasileira Juliana Marins morreu por demora do socorro na Indonésia

Juliana Marins infelizmente foi encontrada sem vida. (Foto: Agência Brasil/ Reprodução/ Instagram)

Eu duvido que o que aconteceu na Indonésia aconteceria num montanhismo na Argentina ou no Chile, na Cordilheira dos Andes. Eu já andei por lá muitas vezes e o socorro sempre está próximo e rápido. A brasileira de Niterói, Juliana Marins, de 26 anos, morreu por falta de socorro, por demora de socorro. Ela escorregou na encosta de um vulcão.

A encosta de um vulcão é muito instável, é quase uma poeira, é praticamente quase uma areia movediça. Juliana Marins foi escorregando, descendo cada vez mais. Mas no início ela estava a 150 metros. Quando chegou uma corda de 150 metros, ela já estava a 300. Demorou a se mobilizar drone, demorou muito a se mobilizar helicóptero.

As autoridades da Indonésia dizem que tiveram de descer para buscar socorro, mas não tem comunicação via rádio? Meu Deus. E aí Juliana Marins morreu por falta d’água? Temperatura de 1 grau centígrado. E eu queria fazer uma correção aqui, graças à Cristina Graeml, que, aliás, corrigiu no meu comentário na Gazeta do Povo, certamente. Eu disse que havia caído no vulcão o Alberto Torres. O Alberto Torres era um nacionalista, mas não foi o Alberto Torres, foi o Silva Jardim, que é um trisavô da Cristina Graeml.

Foi em 1º de julho de 1891, ele era republicano e abolicionista, um advogado. E ele escorregou lá no Vesúvio, porque a terra tremeu e ele caiu. O Vesúvio está em atividade até hoje. Eu subi o Vesúvio três vezes, como eu disse para vocês, e foi lá que eu aprendi que é muito perigosa a encosta. Tem que ir por alguma trilha que já esteja um pouco estabilizada.

Gasolina “adulterada”

Eu queria perguntar para você que tem carro a gasolina ou a biodiesel, se alguém do governo perguntou para você se você aceita uma gasolina adulterada com 30% de álcool. Porque nesta quarta-feira, lá no Conselho Nacional de Política Energética, vão aprovar a adição de 30% de álcool na gasolina. Eu acho que gosto de motores, de carro, desde criancinha. E acho que até 11% de álcool seria razoável, mas 30% já é quase um terço de álcool na gasolina, ou parece que 15% no biodiesel.

Assim, o governo toma a decisão de cima para baixo, sem perguntar para os proprietários de automóveis se vai ter problema de criar uma borra no sistema de injeção de combustível, se vai ter algum problema de ferrugem no tanque de gasolina, de oxidação, porque, enfim, é álcool hidratado. É um desrespeito. O sujeito vai para o governo e acha que é o nosso tutor; não é. Ele é nosso empregador. Ou isso aqui não é uma democracia. Ou a Constituição está mentindo, dizendo que todo poder emana do povo, que o exerce através de seus representantes eleitos ou diretamente. Está lá na Constituição.

Hugo Motta

Aliás, falando em poderosos, eu fiquei chocado. Não sei, talvez eu seja conservador, mas eu fiquei chocado ao ver um presidente de poder, como é o deputado Hugo Motta, a sua excelência presidente da Câmara dos Deputados, se deixando filmar por alguém que botou na rede social, ele tomando um uísque, um Chivas no gargalo. Eu não gosto de usar adjetivos, mas vocês estão me entendendo.

Meu INSS

Outra coisinha rápida. A dona Noris Maria Pinto Lima, de 78 anos, cardiopata, acessou o Meu INSS na internet. Aí encontrou um relatório com perguntas que ela nunca respondeu e mesmo assim descontaram para a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos. E ela ainda encontrou uma gravação de voz que não é a voz dela dizendo sim. Isso está no inquérito da Polícia Federal e certamente da Controladoria Geral da União. Essa tal de AMBEC, Associação de Aposentados, arrecadou no ano passado, R$231 milhões.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/brasileira-juliana-marins-morreu-por-demora-do-socorro-na-indonesia/

Avaliação péssima de Lula avança e segue acima da aprovação, aponta pesquisa

Levantamento mostra crescimento da avaliação negativa ao governo do presidente Lula. (Foto: reprodução/Youtube Canal Gov)

Uma nova pesquisa de avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aponta que a classificação “péssima” segue em tendência de alta após sete meses, de acordo com dados do Paraná Pesquisas divulgados nesta quarta (25).

Segundo o levantamento, a avaliação ruim e péssima soma 47,5% do eleitorado, enquanto que a classificação ótimo ou bom chega a apenas 25,6%:

  • Ótima: 8,8%;
  • Boa: 16,8%;
  • Regular: 25,8%;
  • Ruim: 9,6%;
  • Péssima: 37,9%;
  • Não sabe/não opinou: 1,1%.

O Paraná Pesquisas ouviu 2.020 eleitores em 168 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 18 e 22 de junho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento aponta que a avaliação péssima segue em tendência de alta desde novembro do ano passado, quando estava em 31,3%. Já a avaliação ótima variou dentro da margem de erro na comparação com a pesquisa anterior, de abril, quando chegou a 7,8%.

Entre a aprovação e a desaprovação, o pessimismo ainda é maior que o otimismo, mas tem variado também dentro da margem de erro:

  • Aprova: 39,8% (39,2% em abril);
  • Desaprova: 56,7% (57,4% em abril);
  • Não sabe/não opinou: 3,5%.

A desaprovação a Lula é maior entre os homens (61,9%), de 25 a 34 anos (64,5%), com ensino superior (67,8%), principalmente das regiões Sul (67%) e do Norte-Centro Oeste (60,5%).

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/avaliacao-pessima-lula-avanca-segue-acima-aprovacao-aponta-pesquisa/

Paulo Figueiredo denuncia “repressão transnacional” de Moraes no Congresso dos EUA

Jornalista Paulo Figueiredo em audiência na Comissão de Direitos Humanos dos EUA. (Foto: Reprodução/ Canal Youtube: Tom Lantos Human Rights Commission)

O jornalista brasileiro Paulo Figueiredo denunciou nesta terça-feira (24) à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Estados Unidos o que classificou como um caso grave de “repressão transnacional” promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O depoimento ocorreu durante um seminário do Congresso americano sobre violações de direitos humanos cometidas por governos estrangeiros contra pessoas que residem legalmente nos EUA.

Figueiredo relatou ter sido alvo de perseguição por parte do Estado brasileiro, apesar de morar legalmente na Flórida há mais de uma década. Segundo ele, a inclusão de seu nome na lista vermelha da Interpol, em 2019, foi politicamente motivada e levou ao cancelamento do seu visto de jornalista e à sua detenção por 17 dias em um centro migratório americano. O caso foi posteriormente arquivado pelo próprio Brasil, segundo o jornalista, após ele gastar mais de 1 milhão de dólares em defesa jurídica.

Ele acusa Alexandre de Moraes de ter promovido um conjunto de medidas extralegais para persegui-lo: bloqueio de contas bancárias, suspensão de redes sociais, cancelamento de passaporte e até um suposto mandado de prisão secreto. Figueiredo afirmou que sequer foi formalmente acusado no Brasil, o que inviabilizaria sua defesa. “Fui condenado ao exílio por reportar verdades incômodas”, declarou.

O jornalista também mencionou suposta tentativa de cooptação de agentes americanos. Segundo ele, o FBI teria entrado em contato de forma irregular para pressioná-lo a prestar depoimento. O congressista Jim Jordan teria enviado uma carta ao diretor do FBI, Christopher Wray, questionando a ação, mas nunca recebeu resposta.

Figueiredo citou outros casos que, segundo ele, demonstram uma escalada autoritária vinda do Brasil:

  • Allan dos Santos, que ficou mais de dois anos na lista da Interpol até ter seu nome retirado após decisão da Justiça americana;
  • Carla Zambelli, cuja prisão preventiva foi decretada por Moraes enquanto ela estava nos EUA, levando ao cancelamento de seu visto e posterior fuga para a Itália;
  • Filipe Martins, preso por seis meses com base em informações falsas sobre sua entrada nos EUA, geradas por erro no sistema da CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras americana);
  • Rodrigo ConstantinoMichael ShellenbergerEduardo Bolsonaro e até Elon Musk e Chris Pavlovsky (CEO da Rumble), todos mencionados como alvos diretos ou indiretos da atuação de Moraes.

Um dos trechos mais duros da fala foi quando Figueiredo acusou Moraes de tentar “transformar empresas americanas em instrumentos de repressão”. Ele citou bloqueios de contas de brasileiros nos EUA e ameaças jurídicas contra plataformas como Meta, Rumble, Tizzi e X (Twitter). Mencionou que a Rumble chegou a processar Moraes na Justiça americana, vencendo o caso em fevereiro de 2025, quando a juíza Mary Scriven barrou a aplicação das ordens brasileiras nos EUA. A resposta de Moraes, segundo ele, foi imediata: baniu a plataforma do Brasil e chamou o CEO de criminoso.

Figueiredo alertou os congressistas: “Quando cidadãos americanos são silenciados em solo americano por tribunais estrangeiros, isso é um ataque à soberania dos EUA e à democracia constitucional”.

Recomendações ao Congresso americano

No encerramento, Figueiredo pediu que o Congresso dos EUA:

  1. Pare de considerar alertas vermelhos da Interpol ao analisar pedidos de visto;
  2. Pressione a Interpol por critérios mais rigorosos para excluir perseguições políticas;
  3. Crie exceções de asilo para vítimas de repressão transnacional;
  4. Aplique sanções contra Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky;
  5. Aprove legislação específica para combater a repressão transnacional como prioridade bipartidária.

O tema da repressão transnacional tem ganhado atenção crescente nos EUA, especialmente em casos envolvendo dissidentes chineses, russos e iranianos. A inclusão de autoridades brasileiras nesse debate acende um novo alerta diplomático. O Itamaraty e o STF ainda não comentaram o conteúdo do depoimento.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/paulo-figueiredo-denuncia-repressao-transnacional-moraes-congresso-eua/

Pesquisas apontam derrota de Lula para Bolsonaro, Michelle e Tarcísio

O podcast 15 Minutos, da Gazeta do Povo, analisa as perspectivas para as eleições presidenciais brasileiras de 2026, com foco nas tendências de popularidade dos principais candidatos. 

O episódio explora a queda de aprovação do presidente Lula, atribuindo-a a fatores como a percepção da inflação, a crise do Pix e o escândalo do INSS, que afetaram sua imagem pública e o apoio de grupos tradicionalmente alinhados. 

O podcast também examina o cenário da direita, destacando a contínua força de Jair Bolsonaro e o surgimento de nomes como Michele Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, enquanto a esquerda enfrenta uma dependência de Lula como única alternativa viável. 

A discussão enfatiza a dificuldade do Partido dos Trabalhadores em se comunicar com novos segmentos da população, como evangélicos e trabalhadores autônomos, e a crescente rejeição ao governo Lula, que pode influenciar decisivamente o próximo pleito.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/eleicoes-2026-lula-bolsonaro-direita-esquerda-popularidade/

Reprovação ao governo Lula continua nas alturas em todo País: 56,7%

Lula (PT) – Detalhe de foto da Agência Brasília.

Novo levantamento nacional realizado pelo Paraná Pesquisas mostra que a reprovação de Lula (PT) continua nas alturas e soma, neste momento, 56,7% de todos os eleitores entrevistados em 26 Estados e no Distrito Federal, enquanto 39,8% o aprovam. Apenas 3,5% do total ficou em cima do muro, alegando que não sabe ou não opinou.

Do ponto de vista das regiões geográficas, à exceção do Nordeste, onde o petista é aprovado por 52% contra 44,6%, em todas as demais a reprovação ao governo Lula é contundente: 60,5% nas regiões Norte e Centro-Oeste, 59,8% no Sudeste e impressionantes 67% no Sul.

Quem trabalha reprova o governo Lula, como revela a identificação dos entrevistados integrantes da chamada População Economicamente Ativa (PEA): apenas 36,1% aprovam a gestão petista contra  60,9% de “desaprovação”, de acordo com expressão que os institutos de pesquisa passaram a utilizar. Entre os inativos, a reprovação (49%) é superior à aprovsção (46,5%).

Veja os números da reprovação do governo Lula:

No total geral, quando solicitados a definir melhor a avaliação que fazem da administração do petista, aqueles que a aprovam somam 25,6%, sendo que apenas 8,8% a consideram “ótima” e 16,8% “boa”, enquanto 25,8% a avaliam como regular.

Já os que desaprovam o governo Lula representam praticamente o dobro dos que o aprovam: do total de 47,5% de avaliação negativa, 9,6% acham “ruim” e 37,9% “péssima”. Os que não sabem ou não opinaram são apenas 1.1%

Praticamente não houve diferença em relação aos números do levantamento anterior, realizado em abril, quando 57,4% reprovavam Lula, registrando-se uma variação de apenas 0,7% para menos. Também é irrelevante a variação da aprovação em abril (39,2%) para a aprovação em junho (39,8%), isto é, 0,6%.

A pesquisa revela também que Lula é reprovado pela maioria de eleitores de quase todas as faixas etárias, dos 16 aos 59 anos. No primeiro grupo, dos eleitores dos 16 aos 24 anos, Lula é reprovado por 54,8% e aprovado apenas por 41%.

Aqui, o resumo da avaliação de Lula desde agosto de 2023:

Na faixa etária dos 25 aos 24 anos, a reprovação é recorde (64,5%) contra 33,4% de aprovação. Dos eleitores de 35 ao 44 anos, 55,3% reprovam o petista, enquanto 40,3% o aprovam. Somente entre idosos de mais de 60 anos é que a aprovação supera a reprovação, mas por pouco: 49,5% a 46,8%. Isso representa uma diferença de 2,7 pontos, isto é, empate técnico.

O maior recorde de reprovação de Lula está entre os eleitores com Ensino Superior, grupo em que o petista “reinou” por muitos anos onde agora 67,8% o reprovam, contra 30,7% dos ativistas que lhe restam. Também entre aqueles de Ensino Médio é acachapante a maioria dos que o reprovam: 60,9% a 35,8%). Lula continua bem avaliado entre os brasileiros de baixa escolaridade como o próprio presidente. Nesse grupo, 50,2% o aprovam e 44,8% o reprovam.

Dos 16 aos 59 anos, a reprovação do governo Lula se amplia:

O levantamento Paraná Pesquisas entrevistou 2.020 eleitores em 162 municípios do 16 Estados e do Distrito Federal, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/politica/ttc-politica/reprovacao-ao-governo-lula-continua-nas-alturas-em-todo-pais-567

Filha de Lula é servidora, mas viaja em dia útil sem falta

Lurian com Lula (PT) - Foto: reprodução

Lurian e Lula – Foto: reprodução/@lurianlula.

Desfrutando de um belo salário (R$18,5 mil) como assessora do senador Rogério Carvalho (PT-SE), Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha de Lula (PT), goza de regalia incomum até mesmo no gabinete do petista: viaja para o litoral sergipano, em pleno dia útil para os mortais, e não tem desconto de falta na folha de pagamento. A viagem ocorreu em 14 de abril de 2023, uma promissora sexta-feira. À época, o pai luxava na China ao lado de figuras como João Pedro Stédlie, chefão do MST.

Segurança pessoal

Lurian teve escolta da Polícia Federal. Pego de surpresa com a demanda, a passagem aérea do agente foi paga como “urgente”.

Esticadinha

Logo depois, Luriam se mandou para o Rio de Janeiro, Campinas e voltou para Aracaju. Só bilhetes ao PF nos saiu por R$8,3 mil.

Dinheiro alheio

A justificativa para a “urgência”, com bilhetes mais caros, sugere o descaso com o dinheiro público: a demanda chegou no dia da viagem.

Filha do dono

A coluna quis saber do gabinete se Lurian cumpria agenda, do que se tratava, quem mais foi ou se a falta foi abonada. A turma ficou na miúda.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/filha-de-lula-viaja-em-dia-util-e-nao-tem-falta

Aposentados roubados: Câmara pede PGR para investigar Lula

Deputado federal Evair de Melo (PP-ES). (Foto: Diário do Poder).

A Comissão de Segurança da Câmara aprovou requerimento do deputado Evair de Melo (PP-ES) para que a Procuradoria Geral da República (PGR) investigue a atuação de Lula (PT) no caso do roubo aos aposentados e pensionistas do INSS. A denúncia envolve a “cautela” que o petista recomendou à Polícia Federal e à Controladoria Geral da União (CGU) na investigação de entidades beneficiadas pelo roubo. A suspeita é que Lula quis blindar o sindicato que o irmão dirige. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A recomendação de cautela, considerada suspeitíssima, foi confessada pelo próprio Lula em entrevista ao embarcar para a viagem a Paris.

Lula alegou ser necessário evitar “crucificações” de entidades. Para os deputados, o petista praticou interferência e velado constrangimento.

O Sindicato dos Aposentados de Frei Chico, irmão de Lula, saltou do faturamento de R$41 milhões para R$149 milhões no governo Lula.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/politica/ttc-politica/aposentados-roubados-camara-pede-pgr-para-investigar-lula

A candidatura imbatível de Paulo Guedes, um presente para o país

Imagem em destaque

O ex-presidente Jair Bolsonaro trabalha intensamente para convencer o ex-ministro Paulo Guedes a aceitar concorrer ao Senado Federal em 2026.

Ele seria candidato pelo estado de Minas Gerais. Imbatível.

O foco é eleger o maior número possível de senadores de direita.

Segundo Bela Megale, o ex-presidente tem trabalhado para convencer Guedes e aliados teriam relatado que ele chegou a ter uma conversa, há poucos dias, com o ex-ministro e avaliou que Guedes se mostrou mais aberto à ideia.

Paulo Guedes é formado em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Pessoas próximas ao ex-ministro afirmam que ele não tem se mostrado animado em voltar para a política, mas não duvidam que ele aceite a empreitada.

FONTE: JCO https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/71185/a-candidatura-imbativel-de-paulo-guedes-um-presente-para-o-pais

PF indicia ex-chefe de enfrentamento a fake news do TSE

A Polícia Federal (PF) indiciou José Fernando de Moraes Chuy, corregedor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), por suspeita de tentar obstruir as investigações sobre a chamada “Abin paralela”. Delegado de carreira da própria PF, Chuy chefiou a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral durante a presidência do ministro Alexandre de Moraes, nos meses que antecederam as eleições de 2022. A apuração é do portal Metrópoles.

De acordo com o inquérito recém-concluído, Chuy, que ainda ocupa cargo na Abin, teria atuado para descredibilizar a ex-corregedora Lidiane Souza dos Santos, que colabora com a PF e a Controladoria-Geral da União nas investigações sobre o uso ilegal da estrutura da agência durante o governo Jair Bolsonaro.

A PF afirma que Chuy “atuou para desacreditar a ex-corregedora e sua colaboração com os órgãos de investigação”. O corregedor teria tentado entregar um “documento apócrifo” com supostas acusações contra Lidiane.

O material foi levado ao então diretor de Inteligência Policial da Abin, Leandro Almada da Costa, e ao coordenador-geral de Contrainteligência, Rafael Caldeira, em uma reunião solicitada por Chuy, sob a justificativa de ser “coisa rápida, mas delicada” e “bem reservada”.

O relatório policial classifica a conduta de Chuy como uma “clara investida contra o curso da presente investigação”, , com uso da estrutura da corregedoria para montar um dossiê com o objetivo de intimidar e desqualificar a ex-corregedora. Ele também teria trocado toda a equipe da unidade e reaberto processos antigos na tentativa de incriminar Lidiane.

FONTE: REVISTA OESTE https://www.revistaoeste.com/politica/pf-indicia-ex-chefe-de-enfrentamento-a-fake-news-do-tse/?utm_medium=personalized-push&utm_source=taboola

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