Algumas dezenas de caças israelenses atingiram uma fábrica de centrífugas usadas no programa nuclear do Irã e outras instalações de fabricação de armas em Teerã, segundo informou o Exército nesta quarta-feira (18). O ataque aconteceu no período noturno.
“O Exército atacou uma instalação usada para fabricar centrífugas em Teerã, projetada para permitir que o regime iraniano acelerasse seu programa de enriquecimento de urânio para fins bélicos”, disseram as Forças Armadas de Israel por meio de um comunicado.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou que pelo menos duas instalações responsáveis pela produção de centrífugas foram atingidas, incluindo uma fábrica de rotores avançados para centrífugas no Centro de Pesquisa de Teerã.
Ainda de acordo com o comunicado militar, também foram bombardeadas fábricas de armas, incluindo uma dedicada à produção de materiais primários e componentes para mísseis terra-terra usados em ataques iranianos. Outras instalações destruídas produzem mísseis terrestres destinados a abater aeronaves.
O chefe da Agência de Energia Atômica do Irã (AEAI), Mohamed Eslami, se manifestou nesta quarta-feira dizendo que as instalações nucleares subterrâneas atacadas por Israel continuam operacionais, enquanto o regime de Teerã alegou que não enfrenta escassez de combustível.
“As instalações nucleares subterrâneas do Irã estão operacionais e nossos cientistas estão mais motivados do que nunca”, disse o chefe da AEAI, Mohamed Eslami, após seis dias de ataques israelenses contra instalações iranianas.
Desde o início do conflito mais recentes entre os dois países, na madrugada da última sexta-feira, o regime do Irã já lançou cerca de 400 mísseis balísticos e centenas de drones contra o território israelense, de acordo com os dados oficiais do governo de Benjamin Netanyahu, que afirma ter registrado “40 impactos” no país.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/exercito-israel-diz-que-atingiu-centrifugas-nucleares-do-ira/

Dirceu diz que o PT está atrasado; o partido vai entender o recado?

José Dirceu, que é o cérebro do PT, deu uma entrevista à Globo News e disse – não com essas palavras – que o PT se atrasou. O partido continua com um discurso de um Brasil que já não existe, não se integrou nem ocupou espaços no novo mundo digital, e não está enxergando as dificuldades do Brasil de hoje. Imaginem o que Dirceu deve estar antevendo para o ano eleitoral de 2026.
E ele tem toda a razão. Aliás, Dirceu deve estar estranhando que, justamente na semana decisiva sobre uma tentativa de aumentar impostos – no caso, o IOF –, o presidente Lula tenha viajado para o Canadá e o ministro Fernando Haddad tenha tirado a semana de férias. Pois isso aconteceu, por mais impensável que fosse no mundo político. O resultado? Em plena segunda-feira, quando não costuma haver ninguém na Câmara, 444 deputados apareceram para votar e deram uma goleada: 346 a 97 pela urgência do projeto que derruba o decreto do IOF. Em um total de 513 deputados, menos de 100 votaram a favor do governo e contra os pagadores de impostos.
A ministra Gleisi Hoffmann, da articulação política, limitou-se a ameaçar os deputados com bloqueios à liberação de emendas. Foi um fiasco geral, e imagino como José Dirceu deve estar se sentindo, sem meios de chegar a Lula, aparentemente blindado pela primeira-dama Janja, que não deixa ninguém chegar perto.
Acareações são bom começo, mas e o Gonçalves Dias?
Foram marcadas para o dia 24 duas acareações no Supremo. Estarão fisicamente frente a frente o general Walter Braga Netto e o tenente-coronel Mauro Cid; e o general Freire Gomes, ex-comandante do Exército, e Anderson Torres, que era secretário de Segurança do Distrito Federal naquele dia 8 de janeiro de 2023.
Que falta faz algo assim com o general Gonçalves Dias, não? Ele não apareceu nem naquelas CPIs sobre o 8 de janeiro, que foram bloqueadas pelo governo. Mas ele é uma pessoa essencial; todas as imagens mostram G. Dias no Palácio do Planalto, oferecendo água para invasores, inclusive para aqueles que já estavam dentro do palácio quando o palácio ainda não tinha gente. Estava tudo deserto, mas já havia gente lá quebrando relógio, derrubando cadeiras, virando mesas, rasgando cortinas, filmando a multidão que vinha lá de fora, se aproximando. E G. Dias estava lá, ciceroneando, mostrando caminhos. A investigação não é séria sem ele.
Tatuar e colocar piercing em animal de estimação agora está proibido
No Brasil é comum as pessoas terem gato e cachorro como animais domésticos – mas sem essa bobagem de “tutor”, por favor. Pois agora está proibido, graças a um projeto de lei aprovado no Congresso Nacional, tatuar e colocar piercing em gatos e cachorros. É muito justo, e o Conselho Federal de Veterinária elogiou a lei, afirmando que ela diminuirá o risco de infecções, contaminações, lacerações e necrose. É uma agressão física ao corpo do animal, mas também uma agressão estética, porque é horrível. Só não está proibido o chip de localização. Mas as pessoas que realmente gostam de animais devem estar felizes por essa lei impedindo esse tipo de mutilação.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/jose-dirceu-pt-atrasado/

Gilson Machado Filho: “Meu pai foi preso e solto sem devido processo legal”

Filho do ex-ministro do Turismo Gilson Machado e vereador por Recife (PL-PE), Gilson Machado Filho foi o mais votado da história do Partido Liberal para uma cadeira em legislativo municipal. Após a prisão e soltura de seu pai na última sexta-feira (13), o vereador voltou a denunciar o que considera uma perseguição política do Supremo Tribunal Federal (STF) a aliados e ao próprio ex-presidente Jair Bolsonaro. Em nome de seu pai, que não pode se pronunciar no momento, Gilson respondeu à coluna e ao programa Entrelinhas sobre os desdobramentos da prisão do ex-ministro, as implicações políticas do caso e os impactos que enxerga na democracia brasileira.
Entrelinhas: Como o senhor recebeu a prisão do seu pai, Gilson Machado, na última sexta-feira?
Gilson Machado Filho: A gente está vivendo uma fase obscura do setor judiciário. Infelizmente, temos hoje filhos órfãos de pais vivos. Eu pude viver isso na pele quando vi meu pai sendo arrancado de casa sem ter cometido um crime sequer. Ele sempre ensinou que tudo se conquista com trabalho. Construiu sua história como empresário e nunca foi político — foi ministro técnico no governo Bolsonaro, reconhecido por ações como a isenção de vistos para países importantes. Foi muito triste ver ele sendo preso injustamente.
Entrelinhas: Quais são as injustiças nessa prisão?
Gilson Machado Filho: Ele foi preso e solto no mesmo dia, sem o devido processo legal. Recebemos o processo só à noite. Ele foi preso sem saber por quê, sem chance de o advogado recorrer. Isso mostra a arbitrariedade que estamos vivendo. Meu pai não é deputado, nem senador, nem presidente — jamais poderia estar sendo julgado pelo STF. A acusação de que ele ia tirar passaporte para Mauro Cid é falsa. Na verdade, ele só ligou para o consulado português para renovar o passaporte do meu avô, que inclusive foi ao consulado no dia seguinte.
Entrelinhas: Alguns analistas acreditam que a prisão teria sido apenas um pretexto para apreender o celular do seu pai. Qual é sua opinião?
Gilson Machado Filho: É isso que todo mundo está falando. Se o interesse era o celular ou o passaporte, bastava uma busca e apreensão. Para que prender? Prenderam de manhã, soltaram à noite. E ainda levaram o carro dele. Hoje ele está sem carro, estou emprestando o meu. Isso é muito grave. O advogado dele disse nunca ter visto algo dessa magnitude. E olha que ele é advogado experiente. No fim, o ministro Alexandre de Moraes revogou a prisão, mas reteve celular, passaporte e impôs restrições absurdas.
Entrelinhas: O que mudou na vida de seu pai de sexta-feira para cá?
Gilson Machado Filho: Ele está muito triste, mas tranquilo. Ele acredita na justiça divina. Recebeu mensagens de solidariedade de todos os partidos — inclusive da esquerda. Isso mostra que todos entenderam que houve uma perseguição. Meu pai nunca cometeu crime algum. Ainda assim, colocaram cinco medidas cautelares contra ele. Ele não pode falar com o presidente Bolsonaro, não pode sair de Recife, mesmo morando em Jaboatão dos Guararapes. Teve o celular apreendido e precisa se apresentar de 15 em 15 dias.
Entrelinhas: Seu pai é sanfoneiro e tem compromissos profissionais neste período de São João. Como ele está sendo afetado?
Gilson Machado Filho: Ele tem mais de dez shows marcados e não pode sair de Recife. Isso afeta diretamente o sustento da nossa família e de muitas outras. Meu pai é empresário, depende disso para viver. Estamos tentando reverter essas medidas cautelares porque ele jamais fez algo errado. E temos fé que isso vai acontecer.
Ele mandou um abraço a todos que mandaram mensagens de solidariedade. Ainda está processando tudo. Imagina um homem íntegro, que sempre trabalhou, ver isso acontecer. Cerca de 250 famílias dependem diretamente do trabalho dele. E ele agora está proibido até de sair de Recife. Mas ele não vai desistir do Brasil. Vamos lutar para remover essas medidas cautelares e seguir em frente.
Entrelinhas: O senhor acredita que há uma perseguição política em curso?
Gilson Machado Filho: Sem dúvida. Estão tentando, a todo custo, incriminar Jair Bolsonaro. E qualquer nome associado a ele está sendo atingido. Meu pai era cotado ao Senado em 2026. Agora, temos mais um indiciamento contra Bolsonaro, Carla Zambelli e outros. É uma tentativa de eliminar adversários políticos do presidente Lula. Eles tentam construir uma narrativa, mas todas já falharam: Queiroz, imóveis, vacinas, cartão corporativo, joias… até importunação de baleia. Nada colou. Eles estão desesperados.
Entrelinhas: Como o senhor avalia essa movimentação do Judiciário a pouco mais de um ano das eleições?
Gilson Machado Filho: Essa prisão teve também um efeito psicológico, uma tentativa de impor medo. Estão tentando amedrontar os aliados de Bolsonaro. Mas o que não nos mata, nos fortalece. Como diz a Bíblia: “Não temas” — isso aparece 365 vezes nas Escrituras. Vamos lutar para eleger senadores com coragem, que equilibrem os poderes. Hoje, o Senado tem deixado o STF mandar no Brasil. A gente precisa de independência, não de submissão.
Entrelinhas: A censura também tem sido tema constante, especialmente depois de o STF julgar a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. O senhor vê riscos à liberdade de expressão nas eleições de 2026?
Gilson Machado Filho: A direita tem o triplo do engajamento nas redes, e isso incomoda. Agora estão jogando sobre as plataformas a responsabilidade de remover conteúdo. Com medo de multas, elas retiram qualquer coisa, muitas vezes legal, com base só numa denúncia anônima. Isso é censura disfarçada. E hoje é contra a direita, mas amanhã pode ser contra qualquer um. Precisamos de união e lucidez. Nem na ditadura militar vimos algo assim.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/entrelinhas/gilson-machado-filho-meu-pai-foi-preso-e-solto-sem-devido-processo-legal/
Petistas teriam assinado emendas da Contag para alterar MP de Bolsonaro contra fraudes no INSS

Deputados e senadores, principalmente de partidos de esquerda, teriam apresentado emendas redigidas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), alvo da Polícia Federal por descontos irregulares no INSS, para alterar a medida provisória 871/2019, apresentada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para coibir fraudes em aposentadorias e pensões.
Entre os dispositivos aprovados, a MP determinava que as permissões para os descontos automáticos na conta dos aposentados teriam de ser revalidadas todo ano a partir de 2020, pelos próprios beneficiários.
A coluna do jornalista Tácio Lorran, do portal Metrópoles, analisou os metadados de 578 emendas e descobriu que 96 delas têm o nome da Contag ou da advogada da confederação como verdadeiros autores das propostas, apesar das assinaturas de 15 deputados e senadores.
Entre os pleitos defendidos pela entidade estava justamente a derrubada da revalidação anual dos descontos associativos. Durante a análise da MP, o Congresso decidiu que a as permissões de descontos deveriam ser revistas a cada três anos. Passado esse prazo, em 2022, outra MP revogou definitivamente qualquer revalidação.
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) investigam um esquema que pode ter desviado R$ 6,3 bilhões em descontos associativos não autorizados em benefícios, entre 2019 e 2024. A Contag recebeu cerca de R$ 2 bilhões em descontos associativos neste período.
As propostas sustentavam que a imposição da revalidação seria “praticamente inviável”. Parlamentares do PT, Psol, PCdoB, PL, MDB e PSD assinaram as proposições. Os petistas defenderam que agiram em nome da bancada contra uma MP que, segundo eles, criaria “dificuldades para beneficiários” e retiraria direitos, não para favorecer fraudes.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), informou ao Metrópoles que se opôs à MP 871/2019 e que tratava-se de uma iniciativa da bancada do PT. Na mesma linha, o senador e atual presidente do partido, Humberto Costa (PT-PE), assinou como autor três emendas da Contag e argumentou que agiu como líder da bancada na época.
O ex-senador e ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates (PT-RN) assinou 11 proposições redigidas pela Contag. Prates também disse ao portal que as emendas faziam parte de um bloco apresentado pela bancada do PT para evitar a retirada de benefícios e garantir a atuação de “sindicatos honestos”. O ex-senador Paulo Rocha (PT-PA) também teria assinado propostas da entidade para alterar a MP.
O deputado federal Zé Neto (PT-BA) assinou 11 propostas de mudança da Contag para a MP. Ele declarou que o objetivo era proteger os sindicatos e associações de trabalhadores rurais e que seus textos não tinham relação com fraudes.
Na Câmara, também assinaram proposições da Contag: Patrus Ananias (PT-MG), Valmir Assunção (PT-BA), Marcon (PT-RS), Rubens Pereira Júnior (PT-MA), Otto Alencar Filho (PSD-BA), Daniel Almeida (PCdoB-BA), Tereza Nelma (PSD-AL) e Celso Maldaner (MDB-SC).
O deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) negou relação com a Contag e não soube explicar a origem da emenda. Já a deputada federal Jandira Feghali (Psol-RJ), autora de 3 textos redigidos pela Contag, informou que seu gabinete analisa demandas recebidas e as atende se estiverem de acordo com o avanço da legislação e dos direitos dos trabalhadores.
A Contag, por sua vez, “repudia generalizações” e afirma que a MP 871/2019 visava suspender benefícios, justificando sua atuação para garantir direitos da categoria.
“Com mais de 60 anos de história e respeitada entre os parlamentares, a Contag repudia qualquer tentativa de generalização que coloque organizações sérias no mesmo patamar que estruturas criadas para fraudar o sistema previdenciário. O movimento sindical rural coordenado pela Contag é legítimo e seguirá na luta pelos interesses da categoria”, disse a entidade ao Metrópoles.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/petistas-teriam-assinado-emendas-contag-alterar-mp-bolsonaro-contra-fraudes-inss/
TCU leva dez anos para atender pedido da CPI do Petrolão de auditoria na Petrobras

Sede do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília. (Foto: Divulgação).
O Tribunal de Contas da União (TCU) levou uma década para julgar finalmente uma solicitação da CPI da Petrobras de auditoria no balanço financeiro de 2014 da petroleira. À época ministro do TCU, José Múcio, atual ministro da Defesa, foi favorável aos pedidos da CPI. O processo se arrastou, José Múcio deixou o Tribunal em 2020 sem ver o desfecho da investigação que mirava “pagamentos indevidos”, revelados na Lava Jato, e falhas no teste de ‘impairment’ da refinaria Abreu e Lima.
Caducou
Como a CPI morreu lá em 2015, a resposta, que de nada vale, será encaminhada ao então presidente da comissão, Hugo Motta (Rep-PB).
Saiu sem saber
O pedido foi feito ao TCU pelo deputado Otávio Leite (RJ), à época tucano, mas que não conseguiu se eleger pelo União Brasil em 2022.
Que vergonha
A solicitação da CPI é datada de 27/04/2015, mas a decisão final só saiu na sessão de 11/06/2025. Feito o despacho, seguiu para o arquivo.
Sigilo mantido
Mesmo com a Lava Jato praticamente enterrada e passados dez anos, o lentíssimo TCU achou por bem manter o sigilo pedido pela Petrobras.
Roubo do INSS: Chefe do sindicato do irmão de Lula construiu mansão

Propriedade tem 360m², piscina de 50m² e 15 estábulos (Foto: Google Maps)
O sindicalista Milton Baptista de Souza, conhecido pela alcunha de Milton Cavalo, construiu uma belíssima mansão de 360 metros quadrados enquanto o Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi) deu um salto na arrecadação via desconto de aposentados, entre maio de 2021 e maio de 2023.
Além do farto espaço e grandiosa área construída para sediar o local, a residência conta ainda com uma piscina de 50 metros quadrados e 15 estábulos, que, de acordo com o sindicalista, seriam alugados a terceiros. O sítio está localizado em Ibiúna (SP), no bairro Votorantim.
O Sindnapi tem como vice-presidente o sindicalista José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão mais velho do presidente Lula (PT).
Durante o período da construção da mansão, a arrecadação do Sindnapi disparou de R$ 23,2 milhões para R$ 149 milhões. A entidade é suspeita de participar do esquema que roubou aposentados e pensionistas com descontos não autorizados no salário das vítimas.
As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles, que tentou contato com o sindicato, mas não obteve resposta. A propriedade não está no nome de Milton, mas aparece como sede de uma firma de criação de equinos, registrada com o nome de Milton em maio de 2011.
Milton Cavalo informou à reportagem que o sítio foi adquirido em 2010 e que as melhorias foram “feitas com recursos próprios, fruto do trabalho pessoal de Milton Cavalo e de sua família, sem qualquer relação com a arrecadação do Sindnapi”.
Governo ladeira baixo: Congresso derruba 12 vetos de Lula

Congresso Nacional. (Foto: EBC).
O Congresso Nacional, em sessão conjunta de deputados federais e senadores, aprovou nesta quarta-feira (17) a derrubada de 12 vetos de Lula (PT) a projetos que haviam sido aprovados pelo Poder Legislativo.
Entre os vetos derrubados está o que dispensava registro para produção de bioinsumos, em uma das vitórias da Frente Parlamentar do Agro (FPA), a maior do Congresso. O veto adotou a alegação vaga de que a lei aprovada não seria de “interesse público”. Também foi derrubado o veto que permitiria a cobrança dos novos impostos sobre consumo em fundos de investimento, outra vitória da FPA.
Também foi derrubado o veto presidencial e mantida a lei que na prática aumenta em R$164,8 milhões o valor do Fundo Partidário, verdadeiro salto oficializado do dinheiro público para “manutenção” dos partidos políticos.
Lula foi derrotado na derrubada do veto a lei aprovando pensão vitalícia para crianças vítimas da Zika.
O presidente da República tem a prerrogativa de vetar projetos de lei, no todo ou em parte, mas esse tipo de decisão precisa ser referendado pela Câmara e pelo Senado, em sessão conjunta, que podem manter ou derrubar os trechos vetados.

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