Empresa de Trump e plataforma de vídeos Rumble processam Alexandre de Moraes nos EUA

Ministro Alexandre de Moraes sofre investigação nos EUA (Foto: Gustavo Moreno/STF)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes virou alvo de uma ação judicial dos Estados Unidos, movida pela Trump Media and Tecnhology Group Corp, ligada ao presidente americano, e pela plataforma de vídeos Rumble. A informação, divulgada primeiramente pelo jornal Folha de São Paulo, nesta quarta-feira (19), foi confirmada pela Gazeta do Povo.

O caso tramita em um tribunal federal na Flórida – onde o Rumble está sediado – e investiga se o ministro brasileiro violou a soberania americana ao ordenar a exclusão de contas de um “Dissidente Político A” (que pelas informações do processo pode ser identificado como o jornalista e influenciador brasileiro de direita Allan dos Santos) de redes sociais, bem como por determinar o fornecimento de seus dados de usuário.

Santos é investigado pelo STF por “propagação de desinformação”. Ainda, há um mandado de prisão preventiva contra o influenciador e uma ordem de extradição dos Estados Unidos, onde ele reside.

No entanto, esse pedido foi negado pelo governo de Joe Biden, em abril do ano passado, que justificou a decisão argumentando que os atos pelos quais Allan dos Santos é acusado não são considerados crimes nos Estados Unidos, pois estão protegidos pelo direito à liberdade de expressão.

As ordens do ministro Moraes foram emitidas de forma sigilosa e proibiram o Rumble de divulgar seu teor, com risco da empresa ter seus serviços interrompidos no Brasil.

A decisão mais recente de Moraes contra o jornalista exigiu, inclusive, que a plataforma de vídeos encerrasse permanentemente sua conta da rede online e impedisse a criação de novos perfis em qualquer parte do mundo.

Em uma postagem no X na manhã desta quarta, o CEO do Rumble, Chris Pavlovski, mencionou a conta de Moraes na plataforma, dizendo que “Rumble não cumprirá suas ordens ilegais. Em vez disso, veremos você no tribunal”.

À Folha, Pavlovski havia dito que “Moraes agora está tentando contornar completamente o sistema legal americano, utilizando ordens sigilosas de censura para pressionar redes sociais americanas a banir o dissidente político (Allan dos Santos) em nível global”.

Em 2023, a Rumble deixou de operar no Brasil após acusar a Justiça brasileira, especialmente Moraes, de aplicar “ordens injustas de censura”. Dois dias antes do anúncio, a plataforma chegou a tirar parcialmente o canal Terça Livre, mantido por Allan dos Santos, do ar em cumprimento a uma ordem de Moraes.

Na ação judicial, a empresa de Trump argumenta que qualquer restrição ao Rumble afetaria diretamente a Trump Media and Technology Group Corp, que recebe dados de nuvem da Truth Social, rede de propriedade do presidente dos EUA.

Em março do ano passado, a Justiça americana negou um pedido do Brasil para a extradição de Santos.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/empresa-de-trump-plataforma-de-videos-rumble-processam-alexandre-moraes-eua/

PGR pede depoimentos de ex-comandantes das Forças Armadas e governador do DF

Freire Gomes
General Freire Gomes era comandante do Exército na época. (Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o depoimento de ex-comandantes das Forças Armadas e do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB-DF), como testemunhas no âmbito da denúncia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras 33 pessoas nesta terça (18).

Entre os nomes indicados estão os ex-comandantes Marco Antônio Freire Gomes (Exército) e Carlos Almeida Baptista Junior (Aeronáutica), que já relataram à Polícia Federal que Bolsonaro teria apresentado um decreto com a intenção de reverter o resultado eleitoral.

Já Ibaneis Rocha (MDB) terá de explicar a atuação do ex-ministro Anderson Torres, da Justiça, que era secretário de Segurança Pública do DF durante os atos de 8 de janeiro de 2023. A invasão e depredação das sedes dos Três Poderes é tida pelas investigações como o ápice da suposta tentativa de golpe de Estado.

A lista ainda inclui Clebson Ferreira de Paula Vieira, ex-integrante do Ministério da Justiça, e Adiel Pereira Alcântara, ex-coordenador de inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF), para prestarem esclarecimentos sobre os bloqueios de estrada no dia do segundo turno das eleições presidenciais de 2022.

Além deles, Eder Balbino, que prestou serviços ao Instituto Voto Legal (IVL), foi chamado a depor sobre a análise das urnas eletrônicas contratada pelo PL, na qual apontou inconsistências que teriam sido ignoradas.

Bolsonaro e outras 33 pessoas foram denunciados ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, por crimes como tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, organização criminosa, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

“A organização tinha por líderes o próprio Presidente da República e o seu candidato a Vice-Presidente, o General Braga Neto. Ambos aceitaram, estimularam, e realizaram atos tipificados na legislação penal de atentado contra o bem jurídico da existência e independência dos poderes e do Estado de Direito democrático”, disse o procurador-geral.

As penas máximas dos crimes imputados a Bolsonaro somam 43 anos de prisão, mas o cálculo definitivo dependerá dos crimes pelos quais ele for eventualmente condenado, considerando agravantes e atenuantes. No entanto, há possibilidade de absolvição ou até arquivamento da denúncia antes do julgamento.

A decisão sobre o recebimento da denúncia caberá à Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, relator da investigação, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino. O grupo analisará se há indícios suficientes para tornar Bolsonaro e os demais investigados réus. Dentro da Polícia Federal, a expectativa é que a denúncia seja aceita até o fim de março.

Caso o STF aceite a acusação, será aberta uma ação penal, fase em que os réus poderão se defender formalmente. No julgamento final, o Supremo decidirá pela absolvição ou condenação dos envolvidos. Durante todo o processo, Moraes seguirá como relator e responsável pela condução do caso.

FONTE; GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/pgr-depoimentos-ex-comandantes-forcas-armadas/?ref=veja-tambem

Lula continua mentindo sobre a Lava Jato

Lula Lava Jato
Lula (de costas) discursa durante evento da Petrobras em Angra dos Reis (RJ), quando atacou novamente a Lava Jato. (Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República)

Operação Lava Jato já está praticamente morta e enterrada graças ao trabalho do Supremo Tribunal Federal e outras instituições, por meio da anulação de provas, penas e processos, da declaração de suspeição de juízes que atuaram na operação, e da perseguição a alguns agentes públicos que ajudaram a combater a ladroagem. Mas Lula não se esquece, e continua aproveitando as oportunidades para reescrever a história da Lava Jato, mentindo sobre a operação, sobre o que ela fez e sobre o que pretendia, e jogando nas costas da extinta força-tarefa e dos magistrados que julgaram os corruptores e corruptos a responsabilidade por algo que, no fim das contas, quem faz é o próprio Lula: destruir estatais.

Na segunda-feira, dia 17, em evento da Petrobras no Rio de Janeiro, Lula afirmou que a Lava Jato pretendia a “destruição da indústria de engenharia desse país, e a tentativa de destruir a Petrobras criando uma imagem negativa no mundo”, discurso ecoado por uma das integrantes do Conselho de Administração da estatal, Rosangela Buzzanelli, para quem “a Petrobras foi dilacerada pela operação, uma operação que gerou mais de 4 milhões de desempregados e que dizimou a nossa engenharia nacional”. As falas remetem não apenas à Petrobras, mas às empreiteiras envolvidas no escândalo e à indústria naval, também envolvida no petrolão.

Quem “dilacerou” a Petrobras foi o petismo, não a força-tarefa do Ministério Público Federal, nem os juízes que condenaram os integrantes do esquema

Muito mais certeiras são as palavras do então presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em 2019, quando esteve em Curitiba para receber R$ 424 milhões recuperados pela Lava Jato (uma pequena parcela do total que a operação resgatou para a estatal): a Lava Jato “salvou a Petrobras”. Se ela tivesse continuado a ser pilhada pelo petismo, em conluio com partidos aliados e empreiteiras, teria afundado ainda mais do que afundou – a ladroagem e decisões de negócio grotescas levaram a Petrobras a se tornar, em meados da década passada, a empresa petrolífera mais endividada do mundo.

Quem “dilacerou” a Petrobras, para usar as palavras da conselheira Buzzanelli, foi o petismo, não a força-tarefa do Ministério Público Federal, nem os juízes que condenaram os integrantes do esquema. A documentação a esse respeito é farta, e as decisões do Supremo que tornaram boa parte dela impossível de usar em um tribunal não a torna mentirosa ou falsa. A ladroagem existiu, como fez questão de dizer o ministro do STF Luiz Fux em 2022, quando Lula já estava solto e sua ficha já tinha sido limpa pelo Supremo.

O mesmo se pode dizer das empreiteiras, que sofreram as consequências não da Lava Jato, mas das decisões equivocadas tomadas por donos e CEOs que entraram de cabeça no esquema de corrupção. Quem culpa a Lava Jato pelos prejuízos decorrentes da aplicação das leis brasileiras (uma das quais assinada por uma presidente petista, Dilma Rousseff), no fundo, quer dizer que teria sido melhor para o país que a corrupção jamais tivesse sido descoberta e exposta ao país. Se não fosse pela renitente desonestidade intelectual do petismo, seria quase desnecessário dizer que, se Odebrecht, OAS, UTC e várias outras empresas jamais tivessem aderido ao petrolão, as dificuldades que as acometeram depois jamais teriam acontecido. Que o diga a Sete Brasil, o delírio de Lula para a indústria naval brasileira, que teve sua falência decretada em dezembro do ano passado e só entregou 4 das 28 sondas de perfuração que havia sido contratada para construir, a um custo bilionário.

Os únicos culpados pelos prejuízos e pelos empregos perdidos são aqueles que orquestraram e conduziram o petrolão, jamais aqueles que desvendaram os esquemas, o expuseram ao Brasil e lutaram heroicamente para conseguir a punição dos que participaram da ladroagem. E, enquanto Lula mais uma vez diz que procuradores e juízes “destruíram” empresas, é seu governo que preside um déficit recorde nas empresas estataismetade do qual corresponde apenas aos Correios. Isso não tem impedido tais empresas de seguir despejando dinheiro em eventos com a participação de Lula, ou em publicidade em sites chapa-branca. Não é preciso ir muito longe para ver quem realmente se empenha em acabar com a saúde financeira das estatais.

FONTE: GGAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/lula-continua-mentindo-sobre-a-lava-jato/

“Saudade até do Pacheco”: Girão critica gestão de Alcolumbre

(Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) critica o início da atual gestão de Davi Alcolumbre (União – AP) na presidência do Senado Federal. O novo líder da Casa foi eleito no início do mês, substituindo Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Girão, que disputou essa vaga da presidência neste ano, alertou em outra entrevista à coluna e ao programa Entrelinhas sobre “como as coisas poderiam piorar”: segundo ele, os parlamentares “sentiriam saudade até de Pacheco”.

Desta vez, Girão inicia a conversa com a coluna destacando que existe uma inatividade no Parlamento durante as duas semanas desde a eleição de Alcolumbre. Isso, de acordo com o senador, já torna a atual gestão pior do que a anterior. “Foi antes do que a gente imaginava essa saudade, viu?”, reforça. “Nós não tivemos nenhuma atividade no Senado Federal há duas semanas. Zero. Nem discurso”, desabafa. Para o congressista, essa ausência de discussões sobre temas importantes, como as denúncias contra o governo Lula e o Supremo Tribunal Federal (STF), reflete um esforço para silenciar a oposição.

Girão denuncia “silenciamento da oposição”

“Quem ganha com isso? Quem é o beneficiado com esse silêncio, com o plenário fechado durante duas semanas?”, questiona o senador. Girão acredita que esse cenário favorece o governo e o STF, que buscam evitar críticas. Ele também lamenta o fato de o Senado Federal não ter discutido temas cruciais, como a visita recente de Pedro Vaca, relator da Organização dos Estados Americanos (OEA).

“O que aconteceu durante esses dias da visita do relator da OEA para o Brasil, na tribuna do Senado? Nada. Ele estava fechado”, analisa. Anteriormente, a vinda desse representante da Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH) era esperada pela direita do Congresso como a oportunidade de expor mundialmente as irregularidades do Judiciário, as prisões políticas e a censura à oposição.

Além disso, o senador revela seu desconforto com os altos benefícios recebidos pelos parlamentares, enquanto a Casa não produz à altura. “Eu me sinto constrangido de receber um salário de 46 mil reais todos os meses, com todo tipo de apoio da estrutura, assessores, gabinete podendo contratar até 250 mil reais por mês”, desabafa.

Girão não quer se reeleger ao Senado em 2026

Em seguida, o parlamentar ainda revela à coluna que, após oito anos no Senado, considera esse período “muito tempo” e se posiciona contra a reeleição, ressaltando que é essencial “oxigenar” a política com a chegada de novos rostos.

“Eu, de princípio, por princípios, sou contra a reeleição. Acho que é importante renovar a Casa com novos políticos, pessoas que venham das ruas para cá”, opina Girão. Segundo ele, a renovação é vital para o fortalecimento da democracia. “Só assim conseguiremos ter uma democracia realmente pujante”, completa.

Da mesma forma, o senador comenta sobre o desafio de abrir espaço para novos políticos em um cenário dominado por figuras tradicionais. “Com 70 milhões de reais de emendas, todos os anos, para senadores, é difícil alguém de fora da política entrar aqui dentro”, reconhece.

Apesar das dificuldades, Girão enfatiza que continuará trabalhando para combater a “velha política”. “Nós vamos trabalhar firmemente para que não se perpetuem esses políticos da má política, da velha política, do ‘toma lá dá cá’, do balcão de negócios”, conclui.

FONTE; GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/entrelinhas/saudade-ate-do-pacheco-girao-critica-gestao-de-alcolumbre/

Polzonoff
Polzonoff

Ministros do STF viraram hambúrguer. Qual você vai querer hoje?

HAMBURGUER MINISTROS STF
Cardápio de sanduíches supremos: tá barato o Nunes Marques, hein? Também, pela qualidade” (Foto: Reprodução)

Uma lanchonete de Aracaju resolveu inovar e, não sei se de forma jocosa ou com todo o respeito, excelências, lançou um cardápio de sanduíches batizados com os nomes dos ministros do STF. É o STF Burger, que se junta às gravatas supremas, ao Copo Stalin e às botinas Bolsonaro nessa tendência abjeta de tornar cada gesto de consumo um manifesto ideológico.

Mas Aracaju, você sabe, fica longe. E eu não gosto de avião nem de hotel. Viajar me dá urticária e, de qualquer modo, a Gazeta do Povo dificilmente jogaria dinheiro fora me mandando para a capital do forró, a terra do caranguejo, a cidade jardim, a sergipeira, a terra da gente sergipana e a capital nordestina da qualidade de vida.

Além do mais, achei que faltou criatividade aos chefs da (arght!) hamburgueria. Por isso me vi obrigado a criar meu próprio cardápio e: qual você vai querer hoje?

Barroso Burger

O MAIS FRESCO!
Feito com ingredientes fresquíssimos, elegantes e principalmente recivilizados, o Barroso Burger é uma iguaria digna não de uma, nem de duas, nem de três, e sim de cinco, dez, QUINZE estrelas Michelin. Pão feito com farinha de trigo orgânico egípcio, hamburguer de lagosta, alface importada do Taiti e tomates San Marzano cultivados em estufas de cristal. Tudo recoberto com nosso delicioso molho tipo afetação. Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Dino Burger

ALIMENTA UMA CIDADE INTEIRA!
Pense num sanduíche completo. Agora dobre, triplique, dinoplique os ingredientes. Esse é o Dino Burger, criado para comunista nenhum reclamar de escassez. Esqueça-se de Holodomor e delicie-se com o pão cubano, o mastodôntico hamburguer de vitela e o bacon mais suculento e crocante que você já viu. Ou melhor, jamais viu. É sanduíche pra ninguém dizer que continua com fome. (Serve praticamente uma cidade inteira do Maranhão). Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

André Mendonça Burger

PARA PALADARES ULTRAPRUDENTES
Este é o sanduíche perfeito para paladares terrivelmente temerosos. Mas peça baixinho, discretamente, tremendo de medo de desagradar o atendente. Uma combinação insípida de pão (francês, claro) e um mísero peito de frango, ou melhor, de galinha criada debaixo do poleiro, escondidinha ali no escuro. O molho sabor água destilada é opcional. (Acompanha fritas mornas). Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Fux Burger

IN FUX WE (USED TO) TRUST
Este sanduíche é para você, lavajatista que está triste com o desfecho da operação que pretendia extirpar a corrupção do país. Pão dallagnol com hamburguer à la Carlos Fernando, o Fux Burguer vem embalado que nem uma daquelas marmitinhas que o Moro levava para a sede da 13ª Vara de Curitiba. Lembra disso? Bons tempos… Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Toffoli Burger

O MAIS PEDIDO PELO AMIGO DO AMIGO DO SEU PAI
É o sanduíche desconstruído, feito pelo estagiário! Delicie-se e se surpreenda com pão, carne, molho, alface e legumes selecionados a esmo, montados sem qualquer cuidado e embrulhado numa cópia do artigo 43 do Regimento Interno do STF. É a versão suprema de uma antiga receita do chef Zé Dirceu. Sim, aquele mesmo que já passou uma temporada na Papuda. Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Zanin Burger

APOSTO QUE TEM LULA NO MEIO
O sabor começa com pão preto, feito com tinta de lula. Depois vem o hambúrguer. De lula. Juntamente com lula em rodelas, lula empanada, lula na manteiga, lula assim, lula assado, lula, lula e mais lula. Tudo devidamente temperado com molho… de lula. O Zanin Burguer é a descondenação perfeita para você que está com prisão – de ventre. (Acompanha moros fritos em gordura de hacker). Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Fachin Burger

O PREFERIDO DOS MANO, TÁ LIGADO?
Você é puliça e não pode entrar na favela? Seus problemas acabaram. Peça o Fachin Burger que a gente manda um vapor levar para você. Pão PCC ou CV, hamburguer de picanha e alface e tomate orgânicos, coletados por anjinhos sem asas nas comunidades mais violentas do país. Receita executada com perfeição. (Atenção alérgicos: pode conter traços de pólvora e chumbo grosso). Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Gilmar Mendes Burger

SANDUÍCHE OFICIAL DO GILMARPALOOZA
Pão português com o inovador hamburguer de bacalhau e muito azeite de peroba. Ideal para reunir os amigos num convescote jurídico e em tramoias mil. Acompanha fritas à la Reinaldo Azevedo, com aquele toquinho de desonestidade intelectual que você já conhece. Fica ainda melhor se acompanhado pelo delicioso Guaraná Tucano. Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Cármen Lúcia Burger

O SANDUÍCHE EXCEPCIONALÍSSIMO
Atenção! O Cármen Lúcia Burger estará disponível em caráter excepcional, excepcionalíssimo. Ele é perfeito para você que gosta de uma boa MPB, daquelas cheias de lugares-comuns, crítica social e mensagens de resistência contra a ditadura. Pão de queijo, hamburguer de porco e, claro, a excepcional censura – especialidade da casa. Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Nunes Marques Burger

NEM LEMBRAVA QUE ESTAVA NO CARDÁPIO
Rico em calorias pobres, o Nunes Marques Burger às vezes é chamado de Kássio Nunes Burger. Não faz diferença. É o sanduíche perfeito para quem não tem a menor ideia de como chegou até aqui. Pão de água com recheio de, sei lá, maniçoba e hambúrguer de segunda. Sem sal nem pimenta nem nada. Na verdade esse sanduíche nem era para constar do cardápio. Mas o Centrão pressionou, Bolsonaro nomeou, o Senado aprovou e… taí. Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

Alexandre de Moraes Burger

E AGORA, CRONISTA?
E agora, cronista? Pensa bem no que você vai escrever, hein! Senão… O Alexandre de Moraes Burger é feito com todo o amor e carinho para você que, diante da ameaça de um golpe da fome, só quer ver saciada a sua necessidade diária de democracia. Pão feito pelos presos do 8/1, com hamburguer de ███████ e o tradicional molho de autoritarismo, feito com raspas da Constituição. (Peça antes que o Trump mande tirar do cardápio!). Tudo isso por apenas R$ 46.366,19 + privilégios.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/polzonoff/hamburguer-ministros-stf/

Alexandre Garcia
Alexandre Garcia

Hugo Motta mostra serviço no caso do marco temporal

Silvia Waiãpi marco temporal
Hugo Motta escolheu Silvia Waiãpi para representar a casa em comissão do STF sobre marco temporal. (Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados)

Eu falei dos compromissos do novo presidente da Câmara, e muita gente postou nas redes sociais que gostaria de ver a prática. O discurso está ótimo, maravilhoso, muito bom, cheio de boas intenções, sabe as necessidades para botar o Brasil nos trilhos, mas e a prática? Pois a prática já começou.

Vocês se lembram que entraram no STF para contestar o marco temporal das terras indígenas estabelecido na Constituição. É algo que interessa praticamente a todos os estados brasileiros, a todos que têm terra no meio rural. Os estados mais afetados são Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, talvez o Pará. Os problemas fundiários com relação a demandas indígenas já se espalham por aí, já aconteceu na Bahia, por exemplo.

Onde Hugo Motta entra nisso? Existe uma comissão de conciliação no Supremo, e a Câmara dos Deputados faz parte dela; Motta tirou uma deputada do PSol, chamada Célia Xakriabá, que era suplente de um deputado do MDB de Rondônia. Como ela era suplente, era preciso botar alguém que não fosse suplente, e Motta escolheu Sílvia Waiãpi, do PL do Amapá. Isso faz diferença, porque o PSol quer mudar o que está no artigo 231 da Constituição, mas Sílvia Waiãpi não, ela quer manter a Constituição. E Hugo Motta, ao assumir a presidência da Câmara, disse que temos de lutar pela Constituição.

Só quem não sabe ler é que interpreta de outra forma o que está na Constituição. O artigo 231, falando sobre os indígenas, usa um português muito claro; até tentam inventar outras coisas, mas não tem como. “São reconhecidos aos índios os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”, diz o texto. “Ocupam” é presente do indicativo do verbo “ocupar”, na terceira pessoa do plural. Não está escrito “que ocuparam”, nem “que ocuparão”, nem “que vierem a ocupar”. Está escrito “ocupam”, quer dizer, ocupam agora, presente do indicativo. E qual é o presente do indicativo da Constituição? É o dia em que ela foi promulgada pela Assembleia Nacional Constituinte: 5 de outubro de 1988. Então, as terras indígenas são aquelas que os índios ocupavam tradicionalmente em 5 de outubro de 1988; não aquelas que ocuparam em 1500, quando eles ocupavam todo o Brasil. Se levarem essa nova interpretação ao pé da letra, vamos retornar à situação antebellum, não é? Antes da descoberta, antes do Cabral. Então, está na hora de fazer vigorar a Constituição.

Venezuelanos disparam contra militares da Guiana 

Seis militares da Guiana foram feridos a tiros por uma gangue, que na verdade é um grupo paramilitar chamado Tren de Aragua, que dizem estar a serviço do governo da Venezuela. Essa gangue atirou, da margem venezuelana, numa embarcação militar da Guiana que navegava pelo rio que divide os dois países. Dos seis feridos, dois ficaram em estado grave e foram levados para Georgetown. Claro que é tudo para manter a tensão na região. O que o Brasil tem feito para garantir nossa fronteira norte em relação a esse vizinho perigoso, que pretende invadir um outro vizinho nosso?

Forças brasileiras para garantir a paz entre Rússia e Ucrânia?

A revista The Economist levantou a hipótese – que eu acho meio fantasiosa – de que os americanos gostariam que Brasil e China mandassem forças de paz para garantir a paz entre Rússia Ucrânia, depois de assinado um acordo de cessar-fogo. Eu duvido que estejam pensando na China, porque ela é companheira, aliada da Rússia. O natural seria Brasil e Índia, por exemplo. Eu acho que o Brasil aprenderia muito, se atualizaria muito atuando em uma guerra contemporânea. Interessante que um analista militar disse que havia um problema, que a força de paz iria correr perigo. Aí é piada, não?

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/hugo-motta-marco-temporal-silvia-waiapi/

Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza

Quando vão parar de mentir sobre Elon Musk?

Após sofrer críticas por parte da imprensa, Elon Musk diz: “A mídia tradicional é pura propaganda. Você é a mídia agora”. (Foto: Zbigniew Meissner/EFE/EPA)

A imprensa precisa encontrar pretextos melhores para atacar Elon Musk. Essa de colocar “o bilionário” como título oficial dele em todas as matérias que o citam não dá mais. Ficar dizendo que ele não foi eleito para o cargo que ocupa no governo dos EUA também já está ridículo. Quantos votos Fernando Haddad teve para reger a escalada dos preços e dos tributos no Brasil?

Mais do que ridículo é tratar as ações de Elon Musk no poder público norte-americano – uma devassa sem precedentes na maior mamata do mundo – como “suspensão de ajuda humanitária”.

O mais urgente seria essa imprensa informar com clareza ao público que desistiu de ser imprensa

Segue uma sugestão de comunicado conjunto para os veículos que compõem esse estranho consórcio de mídia dedicado à propaganda enganosa:

“Prezados leitores, espectadores e ouvintes, nós desistimos definitivamente da missão de informar. Por favor, não esperem mais encontrar notícias e análises nos nossos jornais e telejornais. Nosso negócio agora é criar histórias falsificadas, investindo pesadamente no álibi, na distorção dos fatos e na indução à compreensão invertida da realidade. 

“Se o governo recém-empossado dos EUA abre a caixa preta da USAID e revela os podres da mega instituição assistencial, nós dizemos que isso é a ditadura trumpista querendo esmagar os mais fracos. Não duvide. A nossa cara de pau vai muito além disso.

“Por exemplo: se os bilhões da USAID foram parar em entidades obscuras, destinadas à coação política em vários países do mundo, nós dizemos que o Trump e o Musk estão cortando verbas para o combate às queimadas. E não estranhe se daqui a pouco os videoclipes chorosos em defesa da Amazônia reaparecerem. Agora nós poderemos voltar a encontrar o culpado perfeito e aliviar o Lula e a Marina.

“Não que a gente goste do Lula, da Marina, da Gleisi e companhia. É só que eles têm o mesmo nível de escrúpulo que o nosso para lidar com a verdade dos fatos. Então a gente se ajuda muito nessa missão de criar inimigos imaginários para justificar as nossas barbaridades e blindar o nosso poderzinho (modéstia nunca nos falta). 

“Toda essa triangulação maravilhosa da USAID com o Soros e afins para turbinar os “checadores” e patrocinar a perseguição à livre expressão nas redes tem sido muito lucrativa. De quebra dá os instrumentos necessários para calar a oposição ao sistema – ou ao ‘deep state’, como se diz nos EUA. Carimbar a negociata do filho do Biden como “fake news” foi um dos feitos mais espetaculares desse esquemão. Só foi chato o Zuck aparecer agora confessando tudo e anunciando o fim da “checagem” nas plataformas. Aí o que nós tivemos que fazer? Chamar o Zuquinha de fascista e denunciar a masculinidade tóxica dele.

“Entendeu como nós operamos hoje em dia, querido leitor/espectador/ouvinte? Se nós fôssemos vocês, continuaríamos fiéis ao nosso jornalismo marrom, porque a mentira está em alta e quem não apostar nela vai se ferrar. Mas com a ética que sempre nos pautou, temos o dever de informar que não informamos mais nada. A cascata está na tela, você compra se quiser. 

Cordialmente, O Consórcio”.

PS: Esta consultoria está sendo prestada de forma inteiramente gratuita, a título de ajuda humanitária aos picaretas do bem.

FONTE: GGAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/guilherme-fiuza/quando-vao-parar-de-mentir-sobre-elon-musk/

Piora e chega a 55% desaprovação de Lula no País, segundo o Paraná Pesquisas

Lula com sua gravata Louis Vuitton de R$1.600 enquanto reclamava dos outros ricos – Foto: reprodução redes sociais,Cláudio Humberto

Levantamento nacional realizado pelo instituto Paraná Pesquisas e divulgado na manhã desta quarta-feira (19), mostra que o declínio da imagem do presidente Lula (PT) é ainda maior do que mostraram pesquisas anteriores.

De acordo com o Paraná Pesquisas, já são 55% dos brasileiros que desaprovam o governo Lula, enquanto apenas 42% o aprovam. Com isso, a diferença entre os que desaprovam e os que reprovam o governo Lula chegou a expressivos 13 pontos percentuais.

Também impressionam os números detalhados do crescimento da rejeição ao petista. Do total de entrevistados, 45% avaliam o governo Lula como “ruim” (9,2%) e “péssimo” (35,8%), em contraposição a apenas 28,8% que consideram sua administração “ótima” (9%) e “boa” (19,8%, em uma diferença desfavorável ao petista de 16,2 pontos percentuais.

Lula perde de goleada nas regiões: 4×1

Separando a pesquisa entre as regiões, observa-se forte desaprovação de Lula nas regiões Norte, Centro Oeste, Sudeste e Sul, enquanto apenas no Nordeste seus números de aprovação diminuíram, mas ainda sao maiores que o da reprovação.

No Norte e no Centro Oeste, quase dois terços dos brasileiros destas regiões reprovam Lula, 59,4% a 36.

Nos Estados do Sudeste, onde se encontram Estados mais populosos, como São Paulo e Minas Gerais, 58,5% reprovam e 39,4% aprovas.

Já no Nordeste, Lula é aprovado por 55% e reprovado por 42%. Nunca essa diferença entreaprovação e reprovação de Lula no Nordeste esteve tão próxima.

Maioria das regiões desaprova Lula. Veja:

De acordo com o levantamento, Lula é fortemente desaprovado em todas as faixas etárias, atingindo o máximo d4 62% de repulsa entre os eleitores de 24 a 35 anos. Somente na faixa etária superior aos 60 anos, 51,9% o aprovam e 43,6 o rejeitam.

Considerando o recorte de escolaridade, somente os brasileiros com no máximo o ensino fundamental aprovam o governo do atual presidente, na relação 51% x 45,3% dos que o reprovam. O governo Lula é desaprovado majoritariamente por todos que frequentaram os bancos escolares, seja no ensino médio (59,2% )de rejeição ou de nível superior (62,7%).

Os números impressionantes da desaprovação a Lula:

Lula também é fortemente desaprovado por 57,8% de quem trabalha, sobretudo a classe trabalhadora, enquanto apenas 39% o aprovam. A rejeição é elevada também entre os que não trabalham por alguma razão, incluindo inativos: 50,1% desaprovam, 47% aprovam.

Observado o recorte dos que professam religião, Lula é também desaprovado pela maioria dos católicos: 49,3% a 47,8%. Mas entre os evangélicos atinge as raias da repulsa: mais de dois terços dos crentes (66,9%) desaprovam Lula, enquanto apenas menos de um terço (29,8%) o aprovam.

O Paraná Pesquisas apura os índices de aprovação e rejeição do governo Lula desde agosto de 2023, quando a desaprovação era elevada, mas não passava de 40,1%, mas a partir teve início um processo de aumento da desaprovação que chegou a 51% em novembro de 2024. Em janeiro de 2025, a rejeição ao governo Lula foi apurada em 50,4% e agora, em fevereiro, saltou para 55%.

O levantamento nacional foi realizado em todo o País entre os dias 13 e 16 deste mês, tendo sido entrevistadas presencialmente 2.010 pessoas em 162 municípios de 26 Estados e do Distrito Federal, com margem de erro estimada  de 2,2 pontos percentuais.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/uncategorized/piora-desaprovacao-de-lula-agora-em-55-diz-levantamento-do-parana-pesquisas

Governo cogita recriar ministério da Segurança para o Centrão

Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski – Foto: Agência Câmara.Cláudio Humberto

Sem muita capacidade de reação ao devastador Datafolha que verificou que Lula vive o pior índice de aprovação dos três mandatos, auxiliares do petista querem colocar na mesa de alternativas mirabolantes a possibilidade de desenterrar o Ministério da Segurança Pública, criado na gestão do ex-presidente Michel Temer. Há a possibilidade, remota, de que, uma vez criado, o ministro seja um “nome técnico”, mas o mais provável é que o centrão fature o posto, especialmente o faminto PSD.

Só na foto

No palácio, citam Silvio Almeida (ex-Direitos Humanos) e Nísia Trindade (Saúde) para lembrar que “técnicos” pouco resolvem politicamente.

Vai ficando

Criticado até por Lula, Ricardo Lewandowski não corre risco de perder o emprego. Sai do Ministério da Justiça se quiser.

Falta cancha

Atribuem a Lula o desabafo de que seu ministro “só diz merda”, mas o que está pegando é a falta molejo para fazer andar a PEC da Segurança.

Ancorou e ficou

Lewandowski não conseguiu fazer a PEC se mover, nem no governo. O projeto fez morada no fundo da gaveta de Rui Costa (Casa Civil).

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/governo-avalia-ressuscitar-ministerio-da-seguranca-de-temer-e-entregar-ao-centrao

Moraes vira alvo da Justiça dos EUA por infrigir soberania americana

Ministro do STF Alexandre de Moraes. (Foto: Carlos Moura/STF)
Ministro do STF Alexandre de Moraes. (Foto: Carlos Moura/STF)Luan Carlos

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, se tornou alvo de uma ação na Justiça dos Estados Unidos por suposta violação à soberania americana. A ação foi movida pelas empresas Trump Media, ligada diretamente ao presidente Donald Trump (Republicanos), e também pela plataforma Rumble. O caso tramita em um tribunal com sede na Flórida.

Destacado pelo Folha de S.Paulo, as empresas responsáveis pela ação conjunta relatam que Moraes violou a legislação americana ao ordenar à plataforma Rumble para suspensão da conta do Jornalista Allan dos Santos.

“Moraes agora está tentando contornar completamente o sistema legal americano, utilizando ordens sigilosas de censura para pressionar redes sociais americanas a banir o dissidente político (Allan dos Santos) em nível global”, afirmou Chris Pavlovski, CEO da Rumble, à Folha.

A Trump Media se aliou À Rumble na ação. Os advogados da empresa ligada ao atual presidente americano detalham que a restrição das operações da Rumble no Brasil  também a prejudica, sendo que a plataforma fornece serviços de midia e manutenção de rede para a empresa do mandatário americano.

A Rumble é uma plataforma para o compartilhamento de vídeos que funciona de forma similar ao YouTube. A rede já foi citada em decisões do STF para a remoção de conteúdo, mas não cumpriu as determinações da Justiça brasileira por não contar com representação no país.

A plataforma Rumble se apresenta como um “espaço alternativo às redes sociais tradicionais”, oferece suporte a criadores de conteúdo que enfrentaram restrições em outras mídias. Entre os nomes que migraram para a plataforma estão Paulo Figueiredo, Rodrigo Constantino e Bruno Aiub, mais conhecido como Monark.

Já Allan dos Santos, que é alvo de investigações conduzidas pelo STF no Brasil, é acusado de supostamente disseminar desinformação e fazer declarações ofensivas contra ministros da Corte. Atualmente, há um mandado de prisão preventiva contra ele, porém, como reside nos Estados Unidos, a ordem não pode ser cumprida pelas autoridades brasileiras.

FONTE DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/e07-brasil/moraes-vira-alvo-da-justica-dos-eua-por-infrigir-soberania-americana

STF não pode julgar pessoas comuns, diz Marco Aurélio

Ministro aposentado do STF Marco Aurélio Mello, durante entrevista ao programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes/BandNews TV
Ministro aposentado do STF Marco Aurélio Mello, durante entrevista ao programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes/BandNews TVTiago Vasconcelos

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurelio Mello afirmou nesta quarta-feira (19) que a Corte não tem competência constitucional para julgar pessoas comuns, como tem feito, e nem ex-ocupantes de cargos públicos. Ele explicou que o devido processo legal estabelece que pessoas comuns devem ser julgadas na Justiça de  primeira instância, estadual ou federal, até para a  garantia do direito a defesa e a recorrer contra erros de processo ou de julgamento, em grau de recurso.

O ministro disse que nem mesmo o ex-presidente Jair Bolsonaro pode ser julgado pelo STF porque essa prerrogativa – o “privilégio de foro” – é de autoridades no exercício da função. Assista abaixo a íntegra da entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes/TV BandNews.

“O Supremo deve atuar apenas nos processos-crime em que se tenha envolvida autoridade mencionada na Constituição Federal. Ex-presidente não goza da prerrogativa de ser julgado pelo Supremo. E também os cidadãos envolvidos no 8 de janeiro. Mas estamos vivendo uma época sem igual”, afirmou Marco Aurélio Mello aos jornalistas Pedro Campos, Thays Freitas, Sônia Blota e Cláudio Humberto.

“Se o próprio guardião da Constituição não a respeita, quem a respeitará?” indagou o ministro aposentado. Perguntado sobre se acredita que haverá no STF julgamento justo do caso da suposta tentativa de “golpe”, Mello afirmou que se tivesse de ser julgado por qualquer razão, não gostaria de ser julgado pela atual composição do tribunal.

Assista a íntegra da entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes/TV BandNews.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/cib-brasil/stf-nao-pode-julgar-pessoas-comuns-diz-marco-aurelio

Múcio diz que denúncia da PGR serve para livrar militares de “suspeições equivocadas”

Múcio Monteiro
Ministro afirma que denúncia separa condutas individuais de militares das institucionais das Forças Armadas. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O ministro José Múcio Monteiro, da Defesa, afirmou nesta quarta (19) que a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados buscará a “responsabilização correta” para a suposta tentativa de golpe de Estado.

A denúncia foi apresentada na noite de terça (18) pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e inclui 23 militares das Forças Armadas. Para Múcio, a apresentação vai livrar as “instituições militares” de “suspeições equivocadas”.

“O Ministério da Defesa informa que a denúncia da Procuradoria-Geral da República é importante para distinguir as condutas individuais e a das Forças Armadas. A avaliação do ministro José Múcio Monteiro é de que a apresentação da denúncia é mais um passo para se buscar a responsabilização correta, livrando as instituições militares de suspeições equivocadas”, disse a Defesa em nota enviada à Gazeta do Povo.

Ainda na noite de terça (18), Múcio disse que as havia um “constrangimento” entre os integrantes das Forças Armadas pela denúncia envolvendo militares de alta patente, incluindo generais quatro estrelas que supostamente planejaram a tentativa de golpe de Estado.

“É o que estávamos esperando, há um constrangimento mas o bom é que isso acaba”, disse a jornalistas pouco antes de um jantar no Ministério das Relações Exteriores oferecido ao presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa.

Entre os denunciados estão, além do próprio Bolsonaro, os ex-comandantes da Marinha, Almir Garnier, e do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, além de nomes de alto escalão como os generais Augusto Heleno, Walter Braga Netto, Estevam Theophilo e Mário Fernandes.

O grupo foi denunciado por crimes como tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, organização criminosa, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

“A organização tinha por líderes o próprio Presidente da República e o seu candidato a Vice-Presidente, o General Braga Neto. Ambos aceitaram, estimularam, e realizaram atos tipificados na legislação penal de atentado contra o bem jurídico da existência e independência dos poderes e do Estado de Direito democrático”, disse o procurador-geral.  

As penas máximas dos crimes imputados a Bolsonaro somam 43 anos de prisão, mas o cálculo definitivo dependerá dos crimes pelos quais ele for eventualmente condenado, considerando agravantes e atenuantes. No entanto, há possibilidade de absolvição ou até arquivamento da denúncia antes do julgamento.

A decisão sobre o recebimento da denúncia caberá à Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, relator da investigação, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino. O grupo analisará se há indícios suficientes para tornar Bolsonaro e os demais investigados réus.

Dentro da Polícia Federal, a expectativa é que a denúncia seja aceita até o fim de março. Caso o STF aceite a acusação, será aberta uma ação penal, fase em que os réus poderão se defender formalmente.

No julgamento final, o Supremo decidirá pela absolvição ou condenação dos envolvidos. Durante todo o processo, Moraes seguirá como relator e responsável pela condução do caso.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/mucio-denuncia-pgr-livrar-militares-suspeicoes-equivocadas/

Sob suspeita da PF, marido de ex-ministra de Lula fecha R$ 100 milhões em contratos

Marido da ex-ministra do Turismo do governo Lula, Waguinho segue sob investigação por envolvimento em suposta fraude milionária | Foto: Reprodução/Redes sociais

A maior parte dos contratos para a compra de livros didáticos sob investigação da Polícia Federal (PF) na Operação Errata teve assinatura na gestão de Waguinho (Republicanos) na Prefeitura de Belford Roxo, no Rio de Janeiro.

A PF apura um volume de R$ 100 milhões em contratos firmados de 2017 a 2024. Segundo o site Metrópoles, a maioria dos contratos sob suspeita tem relação direta com a gestão de Waguinho. O político é marido da deputada federal Daniela Carneiro (União-RJ), ex-ministra do Turismo no governo Lula 3.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/sob-suspeita-da-pf-marido-de-ex-ministra-de-lula-fecha-r-100-milhoes-em-contratos/?utm_medium=personalized-push&utm_source=taboola

Moraes levanta sigilo da delação de Cid

bolsonaro é indiciado

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), levantou o sigilo do acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, nesta quarta-feira, 19.

A colaboração entre Cid e a Polícia Federal (PF) foi homologada por Moraes em 9 de setembro de 2023. Cid atuou como ajudante de ordens do então presidente Jair Bolsonaro nos quatro anos do governo. “No presente momento processual, uma vez oferecida a denúncia pelo procurador-geral da República (PGR), para garantia do contraditório e da ampla defesa l…] não há mais necessidade da manutenção desse sigilo, devendo ser garantido aos denunciados e aos seus advogados total e amplo acesso a todos os termos da colaboração premiada”, escreveu Moraes.

Durante o processo de tratativas com STF, áudios vazados de Cid sugeriram contradição a respeito do que seria uma trama golpista. “Os policiais federais queriam que eu falasse coisa que eu não sei, que não aconteceu”, “, disse, no material obtido pela revista Veja. “Você pode falar o que quiser. Eles não aceitavam e discutiam. E discutiam que a minha versão não era a verdadeira, que não podia ter sido assim, que eu estava mentindo.”

FONTE: REVIISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/mauro-cid-tem-sigilo-de-delacao-derrubado/

STF deve julgar Bolsonaro neste ano para evitar impacto nas eleições de 2026

A Estátua da Justiça, na fachada do STF, em Brasília

O Supremo Tribunal Federal (STF) mantém a previsão de julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela suposta tentativa de golpe ainda em 2025.

A intenção é evitar que o processo interfira nas eleições presidenciais de 2026. Dentro da estratégia, parte do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, será destinada à análise da denúncia. Além disso, a agenda da 1ª Turma do Supremo pode sofrer ajustes para acelerar o julgamento dos envolvidos. Os prazos estabelecidos são considerados apertados para a instrução das ações penais, e, para alcançar esse objetivo, o julgamento deve ocorrer no primeiro semestre ou, no máximo, no início do segundo. Isso permitiria que eventuais recursos se estendessem até o final do ano. Dessa forma, o cumprimento das penas começaria antes do processo eleitoral de 2026.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/stf-deve-julgar-bolsonaro-este-ano-para-evitar-impacto-nas-eleicoes-de-2026/

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