Houve interferência do Deep State americano a favor de Lula na eleição de 2022?

J.R. Guzzo
Diplomacao Lula golpe
Diplomação do presidente Lula, em dezembro de 2022. (Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE)

Está em discussão mais uma vez uma questão que teria levantado um senhor escândalo internacional se os papéis dos atores fossem outros – ou seja, se os bandidos fossem as vítimas e os mocinhos fossem os carrascos. Não vai mudar nada, é claro – a não ser no volume da indignação das classes intelectuais contra os que acabaram derrotados. Mas com a mudança no governo nos Estados Unidos, o tema pode causar mais incômodos do que em geral se espera dessas situações.

O problema (os analistas políticos tendem a chamar essas coisas de “desconforto”) é uma pergunta que o regime brasileiro não apenas não responde, como não admite sequer que seja feita: houve interferência a favor de Lula e contra Bolsonaro, inclusive do Deep State americano, na eleição presidencial de 2022?

É evidente que houve, e, justamente por ter havido, a discussão a respeito foi proibida, criminalizada e punida pelo STF, a Polícia Federal e os seus sistemas de apoio na política, na mídia e na elite em geral. Pode não ter havido nos porões do governo do presidente Joe Biden, mas houve na sala de visitas do consórcio Lula-STF – e é isso, naturalmente, que deveria ter sido desde o começo o verdadeiro problema. Não foi: perguntar se tinha sido, só perguntar, foi declarado ilegal e punido, inclusive, com multa de 22 milhões de reais. Mas Estados Unidos é Estados Unidos. Se surge uma faísca lá, aqui já vira dinamite.

Não tente pedir nenhum esclarecimento sobre a eleição de Lula, nadinha de nada – vão lhe acusar de ‘golpe’, ‘ataque ao STF’, acusação ‘sem provas’, o diabo. O tempo dirá o que o Deep State pode ter a ver com a história toda

Numa democracia normal, suspeitas de jogo sujo nas eleições já seriam mais do que suficientes para provocar um terremoto – havendo ou não interferência de governo estrangeiro. Mas o Brasil não é uma democracia, e nem um país normal. Se os fatos em relação a 2022, como a possível ação do Deep State na eleição brasileira, vierem a conhecimento público através dos Estados Unidos, e por meio de investigações do governo de Donald Trump, pode estar vindo uma crise de nervos por aí. E seria bom que viesse. Quem sabe, assim, se poderia pensar numa desinfecção de eleições que jamais tiveram as condições de higiene indispensáveis para se levar a sério os seus resultados. Falar nisso, até hoje, é oficialmente tido como fantasia golpista. E se não for mais?

Tem sido óbvio, desde o começo, com ou sem Deep State americano, que a eleição para presidente em 2022 foi tudo, menos um processo normal. O STF tirou da cadeia, sem apresentar nenhum motivo racional e sem qualquer processo judicial de absolvição, um condenado por corrupção passiva – e o transformou em seu candidato virtual à presidência da República. Aboliu, no seu caso específico, a Lei da Ficha Limpa que impedia sua candidatura. Fez o Congresso abolir a lei que criava o comprovante de voto nas urnas do TSE. Impediu, furiosamente, qualquer aprimoramento nos sistemas eletrônicos de votação, apuração e de segurança. Censurou notícias que incomodavam Lula e o PT durante a campanha; foi proibido, por exemplo, dizer que ele era a favor da ditadura da Nicarágua.

O STF, via a sua milícia eleitoral do TSE, impediu que a campanha de Bolsonaro mostrasse imagens da inédita multidão que foi lhe prestar apoio na festa do Sete de Setembro em Brasília. Perseguiu judicialmente adversários dos candidatos de esquerda. Foi comprovadamente parcial no controle da propaganda eleitoral. Montou uma “comissão de fiscalização” do processo eletrônico, enfeitada pela presença de militares, que não pôde fiscalizar absolutamente nada – mal foi autorizada a entrar nas salas dos computadores. No dia da apuração, a horas tantas, declarou que Lula tinha ganhado. Foi proibido o exame de qualquer número. O partido que esboçou uma petição de conferência de cifras foi multado naqueles R$ 22 milhões, no ato, sem ter tido nem mesmo a oportunidade de se defender com um advogado. 

Na cerimônia de diplomação de Lula, o ministro do TSE que comandou o processo eleitoral disse ao ministro Alexandre Moraes, o maior inimigo político de Jair Bolsonaro: “Missão cumprida”. Antes, o ministro Barroso havia dito em público: “Eleição não se ganha, se toma”. Depois, para fechar a coisa pelos sete lados, decidiram que Bolsonaro não pode disputar eleições até 2030 – embora não tenha sido condenado por nenhum tipo de crime previsto na legislação brasileira.

A cada vez que se aponta qualquer fato desses, a atitude automática da mídia é dizer: “Sem provas”. Ninguém, é claro, pede “provas” das acusações que Lula faz praticamente todos os dias, por mais infantis, absurdas e idiotas que sejam. Mas não tente pedir nenhum esclarecimento sobre a eleição de Lula, nadinha de nada – vão lhe acusar de “golpe”, “ataque ao STF”, acusação “sem provas”, o diabo. O tempo dirá o que o Deep State pode ter a ver com a história toda da eleição brasileira. Enquanto isso, o problema real continua sendo o State brasileiro mesmo – esse que está aí todo dia, e que você conhece tão bem.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/deep-state-eleicap-lula-2022/

Gravatas do STF ultrapassam o limite do código de conduta da alta administração federal  

O presidente do STF, Luís Roberto Barroso com a gravata temática (Foto: ROSINEI COUTINHO/STF)

As 100 gravatas temáticas que o Supremo Tribunal Federal mandou fazer para retribuir os eventuais presentes que os ministros recebem de autoridades ultrapassam o limite estabelecido pelo código de conduta da alta administração federal. O custo total foi de R$ 38.475 – o que dá R$ 384 por peça. O teto para este tipo de presente é R$ 100. 

De acordo com o código, “é vedada à autoridade pública a aceitação de presentes, salvo de autoridades estrangeiras nos casos protocolares em que houver reciprocidade”. Os brindes, que não são considerados presentes, não podem ter valor comercial e podem ser distribuídos por entidades como cortesia, desde que não passem do valor de R$ 100.  

Vinicius Marins, professor de Gestão Pública da Fundação Dom Cabral, explica que a troca de presentes entre representantes de entidades é praxe, e que tem por objetivo fortalecer relações institucionais. Além disso, o Poder Judiciário tem autonomia administrativa e financeira para tal ação, conforme determina o artigo 99 da Constituição Federal.   

A questão é o valor – e, se mesmo legal, é moral. Os regalos, bem como suas trocas, precisam ser equilibrados com o princípio de moralidade, salienta o professor. Ainda mais em um país que passa por uma crise financeira, onde até o café está caro e onde o Supremo se tornou um agente importante no cenário político.   

“A legalidade hoje considera que não é só cumprimento da Lei. Considera princípios que vão além. Por exemplo, é razoável, é moral, atende ao interesse ao público? Isso pode ser discutível diante de uma decisão como esta”, observa Marins. 

“O cidadão critica uma visão de gasto dispendioso. A gente vive num Brasil de crise fiscal, que demanda um Estado mais fiscalista. Em um momento no qual se faz o debate de controle fiscal, o Estado faz sinalização no sentido contrário”.  

Uma solução prática que cumpriria a mesma função de gentileza nesse caso seria um brinde de menor valor, como uma caneta ou um broche. Ou até mesmo uma gravata mais barata. A da marca Calvin Klein, por exemplo, custa a partir de R$ 190. “Uma cortesia que não envolvesse tal valor”, resume. 

Marins explica que o limite do valor pode ter variações nos estados, mas a premissa é de não passar uns R$ 200: “Tem quem entenda que o valor de R$ 100 está defasado, ou que é de natureza personalíssima, que não gera conflito. Mas, querendo ou não, a regra prevê limite de R$ 100 e a gravata custa R$ 384. Ultrapassa significativamente esse limite”.  

Outro ponto sensível é que presentes muito caros podem dar margem interpretações sobre troca de benefícios, como o caso dos veículos da a fábrica de carros elétricos BYD. A montadora chinesa, que está se instalando no país, deu, por meio de comodato (empréstimo), 20 carros por dois anos para o Superior Tribunal de Justiça, no valor de R$ 300 mil cada. 

Marins defende que tais decisões como do STF devem considerar a razoabilidade de economicidade: “É preciso analisar se existe justificativa face ao orçamento do órgão, se o preço está adequado ao valor de mercado, se a escolha do fornecedor foi dentro de um processo competitivo”, analisa. “Esses são aspectos de legalidade que pode discutir em relação a decisão do Supremo”.  

Além das gravatas, o STF mandou fazer lenços para presentear mulheres, e para a ministra Carmem Lúcia, única mulher do colegiado. As gravatas são azul-escuro, com pequenos desenhos dos arcos do prédio do STF em branco. Os lenços têm um tom de azul-claro, com os arcos da Corte em branco e detalhes em dourado.   

Ambos foram desenhados pela estamparia Aragem Rio Comércio e Design de Estamparia. Procurada pela Gazeta do Povo, a Corte informou que a maioria dos lenços e gravatas fabricados será colocada à venda na loja do STF, em Brasília, e os valores retornarão aos cofres da União.

“Foi uma forma que nós encontramos, gentil, de retribuir os eventuais presentes que recebemos com uma gravata que tem o símbolo do Supremo Tribunal Federal e que, se permitirem a imodéstia, ficou muito bonitinho”, disse o presidente do STF, Luís Roberto Barroso no dia que anunciou a criação do “STF fashion”, como ele apelidou.   

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/gravatas-do-stf-ultrapassam-o-limite-do-codigo-de-conduta-da-alta-administracao-federal/

O dever da discrição

Luís Roberto Barroso, presidente do STF
Em Roma, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, defendeu participação de ministros da corte em eventos bancados por empresas. (Foto: Antonio Augusto/STF)

No último fim de semana, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, esteve em Roma juntamente com seu colega Dias Toffoli para algo que já se tornou uma tradição: a participação de membros da suprema corte brasileira em eventos para discutir o Brasil, normalmente realizados no exterior e bancados por empresas. No caso, o II Fórum Empresarial foi organizado pela Esfera Brasil e patrocinado por várias empresas, como a JBS, dos irmãos Wesley e Joesley Batista. Na ocasião, Barroso defendeu a presença de ministros do STF em tais eventos, afirmando, sob aplausos dos presentes, que as críticas não passavam de “preconceito contra a iniciativa privada”.

A afirmação já seria muito preocupante independentemente dos nomes dos patrocinadores, mas se reveste de especial gravidade quando se sabe que a JBS e pelo menos uma das outras empresas que bancaram o II Fórum Empresarial, o Banco Master, têm ações de seu interesse tramitando no STF – os processos que interessam aos irmãos Batista estão sob relatoria justamente de Barroso e Toffoli; uma ação do Master é relatada por Gilmar Mendes, que não foi a Roma. Curiosamente, o Supremo afirmou, em nota, que “não há nenhum gasto do STF com passagens e diárias de ministros”, como se isso fosse uma atenuante por não envolver dinheiro público nas viagens internacionais dos ministros, quando na verdade é uma agravante, pois esse gasto foi coberto por alguém, cuja identidade até agora é desconhecida.

Participação de ministros em eventos patrocinados por empresas, especialmente as que têm processos no STF, minam a credibilidade da corte

Não há preconceito algum em supor que uma empresa teria segundas intenções ao cobrir de mimos alguém que vai julgar uma demanda de seu interesse. E chega a ser incrível que os próprios ministros não se deem conta da situação, que os coloca em uma situação de perda total de credibilidade. Não importa se eles julgam procedentes as demandas desses patrocinadores – como fez Toffoli ao anular uma multa da J&F, dos irmãos Batista –, ou se negam os pedidos, como fez Barroso liminarmente em casos que ainda dependem de análise do plenário. Em qualquer caso, fica impossível desvincular uma coisa da outra: as decisões favoráveis serão vistas como agradecimento, e as desfavoráveis, como uma possível tentativa de demonstrar independência por parte do magistrado; os argumentos jurídicos ficam em segundo plano.

Atividades muito mais prosaicas que incluam um potencial conflito de interesse já exigem uma série de procedimentos de transparência. Um jornalista que viaja com despesas pagas ou recebe como cortesia produtos e serviços sobre os quais escreverá tem a obrigação de informar esse fato ao leitor, que usará esse dado para decidir livremente se leva a sério ou não quaisquer avaliações publicadas. Essa liberdade já nem existe no caso de uma decisão judicial: ela entra em vigor, gostem todos ou não, ou seja, tem um peso infinitamente maior que uma produção jornalística. Mas os acórdãos ou votos do STF não vêm com disclaimers informando que “o ministro autor deste voto viajou para um evento com despesas pagas pela empresa que é parte nesta ação”.

A discrição é um dever de qualquer magistrado, e ainda mais de um ministro de suprema corte. O artigo 8.º do Código de Ética da Magistratura afirma que “o magistrado imparcial é aquele que (…) evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo (…)”. A participação em eventos com despesas pagas por patrocinadores, como o de Roma e, antes deste, tantos outros; em festinhas privadas, como acabou de ocorrer com Nunes Marques na Grécia; os patrocínios privados a eventos de iniciativa dos próprios ministros, como o “Gilmarpalooza” lisboeta anual; e as inúmeras confraternizações brasilienses com políticos e advogados batem de frente com o que o Conselho Nacional de Justiça pede aos juízes. A Suprema Corte dos Estados Unidos, recentemente sacudida pela descoberta de que um de seus justices teve várias viagens de férias bancadas por um bilionário, precisou rever seu código de ética. O STF podia muito bem seguir o exemplo.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/stf-eventos-empresas-dever-discricao/?ref=veja-tambem

Alexandre Garcia

Índios também merecem o progresso, mas a lei não deixa

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Cultivo de alimentos com maquinário agrícola ocorre há duas décadas entre os índios Paresí. (Foto: Divulgação/Coopihanama)

O artigo 5.º da Constituição é cláusula pétrea, mas nós o desrespeitamos toda hora, inclusive no Congresso Nacional. O artigo 5.º diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Ou seja, não podemos fazer nenhuma distinção pela cor da pele, pelo sexo, pela etnia, por coisa nenhuma. Mas fazemos leis com base em distinções. Digo isso porque, neste momento, duas etnias de brasileiros, os paresís de Mato Grosso e os caingangues dos estados do Sul – em 1971, eu entrei no Jornal do Brasil exatamente graças a uma reportagem que fiz sobre os caingangues –, estão reclamando, dizendo que são discriminados pela lei brasileira.

Por serem de etnia indígena, nem os paresís nem os caingangues podem entrar no Plano Safra. Eles não podem receber juros subsidiados, têm restrições ao plantio de soja, não podem plantar soja transgênica porque é proibido plantar qualquer transgênico em terra indígena. Eles não conseguem vender, porque não se pode vender soja de terra indígena. Eles são grandes plantadores, tão modernos quanto os demais agricultores brasileiros, com máquinas agrícolas modernas, exportadores. Os paresís têm pista de pouso, filhos na universidade, hotel, hospital. Mas têm esse monte de proibições.

Deixem-nos serem brasileiros! O artigo 5.º da Constituição proíbe fazer diferença, mas eles são prejudicados pela diferença. Não são protegidos, são prejudicados. Assim como na Amazônia, onde o café robusta de Rondônia está conquistando os Estados Unidos, onde os indígenas também produzem cacau. E são brasileiros, como todos nós. Que país de doidos, de masoquistas!

Trump está trabalhando para acabar com a guerra na Ucrânia 

Donald Trump já conseguiu enquadrar o México e o Canadá, que agora estão fechando as fronteiras; não entram mais droga nos Estados Unidos, nem imigrantes latinos pelo México. Agora, está chegando a paz: Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky estão dispostos a conversar para fazer a paz e acabar com aquela guerra. Trump ainda falou com o rei Abdullah II, da Jordânia, sobre abrigar os palestinos. Em 1982, quando cobri uma guerra lá, todo mundo me dizia que o verdadeiro território palestino era ali, na Jordânia. Mas os ingleses fizeram a divisão com os franceses na base da régua e não na ocupação real, e a Jordânia não quis receber os palestinos.

Senador americano questiona PGR sobre democracia no Brasil

Um senador americano está reclamando do Brasil o cumprimento de questões básicas de tratados internacionais que o Brasil assinou sobre temas como liberdade de expressão, direitos humanos, abuso do poder, prisões arbitrárias e censura. O Brasil tem o dever de seguir esses tratados; a liberdade de expressão está na Constituição, a vedação à censura está na Constituição, mas não adianta o governo brasileiro dizer que está tudo na Constituição; é preciso aplicar. Agora, o senador Shane David Jett está cobrando do procurador-geral da República o que ele tem feito para preservar a democracia. Ele já tinha feito o mesmo questionamento ao Conselho Federal da OAB. É uma vergonha, não? As notícias chegam lá e os norte-americanos ficam preocupados com a democracia no continente porque, se perdermos a democracia, isso afeta o continente todo, e também a segurança dos Estados Unidos. Tudo isso em meio a essa história da Usaid e seu envolvimento no Brasil. Nós também estamos querendo saber detalhes do que está acontecendo.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/indios-restricoes-plantio/

Incra desapropria fazenda da família Bettim

Realizado na propriedade da família Bettim, que se tornou alvo do Incra, o evento de apoio contou com a presença de parlamentares e produtores rurais

A desapropriação da Fazenda Floresta & Texas, pertencente à família Bettim há mais de 60 anos, em São Mateus, Espírito Santo, culminou na expulsão dos produtores rurais de suas próprias terras pelo governo Lula nesta quinta-feira, 13.

Durante a tarde, a fazenda foi visitada por agentes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que alegavam apenas “cumprir ordens”. Entre eles, esteve presente a superintendente estadual do órgão, a petista Maria da Penha Lopes dos Santos. Neste mês, ela reclamou da demora no desfecho do processo contra a família Bettim. A propriedade é vizinha do assentamento Zumbi dos Palmares, administrado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Maria da Penha é defensora do grupo invasor.

FONTE: REVISTA OESTEhttps://revistaoeste.com/agronegocio/o-pior-aconteceu-incra-desapropria-fazenda-da-familia-bettim/

Comitiva de Janja e Wellington Dias em Roma já custou ao menos R$ 140 mil

Janja discursa na 48ª sessão do conselho de governadores do Fida

A comitiva que acompanha a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, e o ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Wellington Dias (PT), em Roma é composta de pelo menos 12 pessoas. Até o momento, a viagem do grupo já custou pelo menos R$ 140 mil, segundo apuração do jornal O Estado de S. Paulo.

O valor da viagem ainda deve aumentar, já que não estão disponíveis as diárias pagas a Janja, nem os custos das passagens dos demais viajantes, exceto de duas integrantes do Ministério da Fazenda.

Em nota enviada ao Estadão, o Ministério da Fazenda informou que as duas servidoras da pasta presentes em Roma ocupam cargos na estrutura do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), entidade responsável pelo evento de que Janja e Wellington Dias participam.

“Assim, trata-se de viagem de rotina no âmbito das atividades da Secretaria de Assuntos Internacionais da Fazenda” declarou a pasta. O Ministério do Desenvolvimento Social afirmou ao jornal que vai fornecer informações posteriormente. A Presidência da República ainda não se manifestou. Além de Wellington Dias e Janja, a delegação inclui a secretária de Assuntos Internacionais da Fazenda, Tatiana Rosito; uma servidora da Fazenda; três assessores do MDS e quatro integrantes da Presidência da República – sendo três deles parte do “gabinete informal” de Janja, conforme revelado pelo Estadão.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/comitiva-de-janja-e-ministro-em-roma-ja-custou-r-140-mil/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification

Deputado coleta assinaturas para CPI das Quentinhas

Coronel Chrisóstomo

O deputado federal Coronel Chrisóstomo (PL-RO) protocolou um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as possíveis fraudes no programa Cozinha Solidária, do governo Lula — a CPI das Quentinhas. Ele anunciou, em discurso na Câmara na quarta-feira 12, que está coletando assinaturas para instaurar a CPI.

“Eu estou buscando assinaturas da CPI das Quentinhas”, declarou. “Temos que saber quem são esses deputados do PT e seus assessores ligados a essas falcatruas das quentinhas.”

As possíveis fraudes no programa de distribuição de marmitas do governo Lula foram reveladas pelo jornal O Globo, que visitou endereços onde deveriam funcionar as cozinhas para preparar as refeições e não encontrou nem sinal de produção de quentinhas.

O programa deveria ser desenvolvido por meio de contratos firmados pelo Ministério do Desenvolvimento Social, comandado pelo petista Wellington Dias, com a ONG Movimento Organizacional Vencer, Educar e Realizar (Mover Helipa). Essa ONG é comandada por um ex-assessor do deputado federal Nilto Tatto (PT-SP), José Renato Varjão A entidade teria recebido aproximadamente R$ 5,6 milhões para distribuir marmitas a pessoas em situação de vulnerabilidade, mas o serviço nunca foi realizado. O programa foi contratado para funcionar em 12 Estados.

Em São Paulo, os casos de possíveis fraudes estão concentrados em uma região da zona sul da capital paulista conhecida como “Tattolândia”, apelido dado por causa da forte influência política da família Tatto, que há décadas domina a política local.

FONTE: RVEISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/deputado-coleta-assinaturas-para-cpi-das-quentinhas/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification

Motta anuncia comissão para discutir voto distrital misto

Motta anuncia comissão para discutir voto distrital misto
Motta informou que colegiado para analisar voto distrital será instalado após definições das comissões permanentes da Casa. (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a criação de uma comissão especial para discutir o projeto que estabelece o voto distrital misto nas eleições para deputados federais, distritais, estaduais e vereadores.

O colegiado será instalado após as definições das comissões permanentes da Casa. O projeto de lei 9212/17 estabelece que o eleitor deve votar diretamente em um candidato para representar seu distrito (sistema distrital) e também em um partido de sua preferência (sistema proporcional).

Hoje, as eleições para deputados federais, estaduais, distritais e vereadores ocorrem na modalidade de voto proporcional. Nesse sistema, não se considera apenas a votação nominal (individual) do candidato, mas também o total de votos dados ao partido ou federação.

As propostas que dependem da avaliação de mais de quatro comissões são encaminhadas à uma comissão especial para facilitar a tramitação. O texto foi aprovado no Senado e enviado à Câmara.

Após se reunir com líderes partidários, Motta afirmou que a instalação das comissões deve acontecer depois do Carnaval, informou a Agência Câmara.

“Os líderes estão começando a discutir internamente, porque sempre tem um conflito. Mais de um partido sempre prioriza as comissões mais importantes. Espero poder resolver isso nos próximos dias e no início de março fazer a instalação”, disse.

FONTE: GAZTA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/motta-anuncia-comissao-para-discutir-voto-distrital-misto/

Lula retoma estratégia do passado e aposta em viagens pelo país para reverter desaprovação

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Lula embarca para o Amapá e para Pará nesta semana, depois faz um tour pelo país com uma série de viagens (Foto: reprodução/Canal Gov)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está intensificando sua agenda de viagens pelo país, em uma tentativa de reverter a queda de popularidade registrada em pesquisas de opinião recentes. Na semana passada, Lula esteve no Rio de Janeiro e em municípios da Bahia e, nesta quinta (13) e sexta-feira (14), participa de eventos no Amapá e no Pará.

As viagens nacionais são uma estratégia já conhecida do mandatário para se aproximar de aliados e tentar diminuir a resistência política em algumas regiões. Fontes próximas ao governo avaliam que Lula não deve ponderar nos discursos, mesmo com o risco de suas falas de improviso gerarem novas crises políticas.

Pesquisas divulgadas recentemente mostram que a desaprovação do mandatário chegou aos seus piores índices nas últimas semanas, inclusive em regiões que historicamente votam em candidatos do Partido dos Trabalhadores (PT), como é o caso do Nordeste. Levantamento realizado pela Genial/Quaest, divulgado no final de janeiro, mostrou que a avaliação positiva de Lula teve uma queda de sete pontos percentuais no Nordeste e Sul em comparação com dezembro, indicando o pior resultado de popularidade no seu terceiro mandato nessas regiões.

Já a pesquisa realizada pela AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (12), aponta que mais da metade da população desaprova o trabalho realizado por Lula. O levantamento mostrou o maior índice de desaprovação do governo Lula 3, com 51,4%. Já 45,9% dos entrevistados afirmaram que aprovam o governo, e 2,7% não souberam opinar. Agora, a equipe de Lula pretende correr atrás do prejuízo pensando nas eleições de 2026. (Confira no fim da reportagem as metodologias das pesquisas citadas).

Após o período em que ficou impedido de realizar viagens de avião devido ao acidente que lhe causou uma lesão na cabeça, Lula iniciou o segundo mês do ano com agenda em outros estados. O primeiro destino foi a cidade do Rio de Janeiro, governada por um aliado de Lula, o prefeito Eduardo Paes (PSD). Agora, o presidente dá início a um tour pelo país para entregar casas, participar de eventos e lançar obras.

Durante passagem pelo Amapá, Lula participou da inauguração de um condomínio residencial na capital do estado, Macapá, e do lançamento das obras de um campus do Instituto Federal do Amapá. Lula também vai formalizar a entrega de terras da União para o estado do Amapá.

A viagem ao estado também é estratégica, tendo em vista que o novo presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), é do Amapá. Lula usou a ocasião para pressionar órgãos ambientais para liberar a exploração de petróleo no litoral do estado, em um movimento que pode render dividendos políticos a Alcolumbre. Isso pode facilitar a tramitação de projetos do governo no Senado.

Ainda nesta quinta-feira (13), Lula embarca para Belém, no Pará. Na cidade, o mandatário visitará as obras que estão sendo realizadas para o Brasil sediar a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, a COP-30.

“O que o Lula está fazendo agora lembra que ele fez em 2006, depois de estourar o escândalo do Mensalão. Após o fim da CPI que investigava os crimes do Mensalão, Lula aproveitou e fez uma série de viagens pelo Brasil entregando obras, fazendo promessas… E como a economia ia bem naquela época, ele logo conseguiu se recuperar em termos de popularidade. Acredito que a estratégia do Lula agora esteja respaldada nessa experiência anterior”, avalia o cientista político Adriano Cerqueira. 

Em 2005, após as denúncias de corrupção no governo petista, a aprovação de Lula “derreteu” e levou a uma queda de 12 pontos percentuais em um ano, segundo levantamento realizado pelo Datafolha em dezembro daquele ano. Em 2004, a aprovação da gestão petista era de 45%, mas chegou a 28% após o escândalo do Mensalão.

Lula, contudo, conseguiu recuperar sua imagem ao longo de 2006 e foi reeleito naquele ano. Ao fim do seu primeiro mandato, o Datafolha indicava que o petista tinha 52% de aprovação – uma recuperação de 24 pontos percentuais, na comparação com a mesma pesquisa realizada um ano antes.

Lula adota estratégia do passado, mas contexto atual é diferente

Ainda que a estratégia adotada por Lula em seu primeiro mandato tenha surtido efeitos que podem ter colaborado para sua reeleição em 2006, analistas avaliam que o cenário atual não é o mesmo daquela época. Para Cerqueira, que é professor da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), o entorno do petista está tendo uma “uma visão romantizada do passado”. 

O docente explica que a oposição já não é a mesma que a do passado e relembra ainda que a esquerda petista tem um inimigo que ainda não foi dominado: as redes sociais.

“A estratégia de comunicação do Lula funcionou em uma era de predomínio da grande imprensa na formação de opinião. Hoje, a gente sabe que, principalmente para a população brasileira, o vetor de comunicação é cada vez mais as redes sociais, onde o Lula não tem uma boa versatilidade, ao contrário da oposição, que domina esse espaço”, diz Cerqueira.

O analista lembra que, em 2006, o petista raramente encontrava algum tipo de manifestação contrária, mas que hoje precisa ser muito mais cuidadoso.

“Lula agora não tem muita popularidade e nem tanta versatilidade. Ele, inclusive, tem priorizado visitas aos estados onde pode ter menos problemas em termos de enfrentamento de oposição”, analisa Cerqueira.

Ele acrescenta que, ao tentar recuperar apoio fazendo o “corpo a corpo” com a população, Lula já está no “modo Eleição 2026”.

Retomada das viagens ocorre após troca no comando da Secom

O desempenho ruim do governo nas redes sociais e na comunicação motivou uma mudança no Palácio do Planalto no início deste ano. Lula demitiu o então ministro Paulo Pimenta da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência para nomear o marqueteiro Sidônio Palmeira para o cargo. A mudança foi tomada com a intenção de melhorar o diálogo do governo com a população e tentar alavancar a popularidade de Lula. 

Apesar dos índices negativos na economia, com a alta do preço dos alimentos e dos combustíveis, a avaliação interna do governo é de que os resultados da gestão petista não têm chegado à população por má comunicação do Planalto e dos ministérios. Membros do governo vêm repetindo que os dois primeiros anos deste mandato de Lula foram um período de “plantação” e agora seria o momento da “colheita”, mas a população não estaria vendo os resultados do trabalho. 

A mudança na comunicação intermediada por Sidônio tem a intenção de deixar Lula mais ativo nas redes sociais, com a imprensa e seus eleitores. Entre as iniciativas adotadas, a recomendação é que Lula faça mais viagens, assim como seus ministros e a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja. O mandatário também tem se mostrado mais ativo nas redes ao aparecer em vídeos adotando uma comunicação direta com o internauta.  

Para o cientista político e diretor da consultoria Dominium, Leandro Gabiati, as iniciativas demonstram um reconhecimento de erro no seu trato com o eleitor.

“Lula falou que os ministros têm que sair mais de Brasília e estar mais nos estados, ou seja, veio uma tentativa de mudança na comunicação e ao mesmo tempo vem também essa intenção de colocar os ministros mais ativos e dialogando mais com prefeitos, governadores, empresários, sociedade. Se vai dar certo ou não, obviamente não tem como saber. Mas é lógico que o governo pelo menos reconhece que há um problema”, avalia.

Lula não deve ponderar discursos, ainda que a repercussão seja negativa 

A estratégia de uma comunicação mais ativa e direta com a população, contudo, é vista com receio por especialistas. Ao longo deste terceiro mandato, Lula acumulou declarações polêmicas que culminaram em repercussões negativas com seu eleitorado e até mesmo em ruídos com outros países. Apesar dos estragos já causados com discursos improvisados de Lula, a Gazeta do Povo apurou com membros do governo que a atual recomendação é que o mandatário continue falando sobre projetos e realizações do governo. 

Essa seria uma forma, avalia o Planalto, do presidente “dominar o discurso” e não ser “pautado” pelo que é dito pela oposição. Adriano Cerqueira, porém, avalia que a tática não deve ter um bom desempenho para além daqueles que já apoiam Lula.

Na última semana, uma declaração de Lula sobre o preço dos alimentos causou ampla repercussão negativa para o petista, que entrou na mira de parlamentares da oposição. Em entrevista que deu para uma rádio da Bahia, o presidente sugeriu que a população evite comprar alimentos caros para ajudar no controle da inflação.  

“Uma das coisas mais importantes para que a gente possa controlar o preço é o próprio povo. Se você vai no supermercado aí em Salvador e você desconfia que tal produto está caro, você não compra. Ora, se todo mundo tiver essa consciência e não comprar aquilo que ele acha que está caro, quem está vendendo vai ter que baixar [o preço] para vender, porque se não vai estragar”, afirmou. 

A declaração rapidamente inundou as redes sociais de críticas ao petista. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) foi um dos primeiros a ironizar Lula.

“Se a água tá cara, é só não tomar banho. Se você está com fome, é só não comer. Se a conta de luz está cara, é só não ligar. Se a gasolina tá cara, é só não andar de carro. Se a passagem tá cara, é só ficar em casa. Se o presidente tá ruim, é só tirar”, disse o parlamentar em um vídeo publicado nas redes sociais.  

Metodologia das pesquisas citadas

AtlasIntel/Bloomberg: A pesquisa foi realizada pela internet e ouviu 3.125 pessoas entre os dias 27 a 31 de janeiro. O nível de confiança é de 95%, com 2 pontos de margem de erro, para mais ou para menos.

Genial/Quaest: O levantamento ouviu 4.500 pessoas presencialmente entre os dias 23 e 26 de janeiro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Datafolha de 2006: Foram ouvidas 2.178 pessoas em 111 municípios do país, no dia 13 de dezembro de 2006. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/lula-retoma-estrategia-passado-aposta-viagens-pais-reverter-queda-popularidade/

O Globo questiona tamanho das penas impostas aos condenados do 8 de janeiro

barroso 8 de janeiro

Até mesmo o jornal O Globo, um defensor de “punição rigorosa” aos atos de vandalismo do 8 de janeiro, questionou o tamanho das penas impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos condenados e defende uma elucidação de divergências jurídicas sobre quais crimes teriam sido cometidos pelos acusados de “tentativa de golpe”. Os questionamentos estão em editorial – texto que reflete a opinião de um jornal – publicado na edição desta sexta-feira, 14.

O Globo começa o texto com uma defesa da punição aos “golpistas”, considerando uma eventual anistia “um acinte à democracia”. , e assegura que os acusados tiveram “amplo direito de defesa” (o que é refutado de maneira categórica pelos advogados e defensores públicos dos réus, que nem sequer concordam que o foro de julgamento seria o STF). Porém, ao longo do editorial, pondera que as penas são desproporcionais e que as teses jurídicas divergentes dos ministros do STF precisam ser explicadas.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/imprensa/o-globo-questiona-tamanho-das-penas-impostas-aos-condenados-do-8-de-janeiro/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification

Enviado da OEA ao Brasil recebe ONG em defesa de ‘crianças trans’

Pedro Vaca, da OEA, se encontrou com representantes da ONG Minha Criança Trans | Foto: Reprodução/Instagram

O representante da Organização dos Estados Americanos (OEA) enviado ao Brasil, Pedro Vaca, se encontrou nesta quinta-feira, 13, com a ONG Minha Criança Trans, que atua na defesa de crianças e adolescentes transgêneros. Em uma foto publicada no Instagram oficial da entidade, a ONG afirmou ter sido convidada para um encontro da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão (Rede), da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), na qual Vaca atua como relator.

FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/enviado-da-oea-recebe-ong-em-defesa-de-criancas-trans/

URGENTE: Depois de ouvir relatos assustadores, OEA procura Bolsonaro e Moraes é denunciado

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Informações que acabam de surgir dão conta de que o ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniu pessoalmente com integrantes da Organização dos Estados Americanos, na manhã dessa quinta-feira (13/2), para denunciar Alexandre de Moraes. Liderada pelo advogado colombiano Pedro Vaca Villarreal, a comitiva da OEA procurou o ex-presidente, em Brasília, depois de ouvir tanto críticos do ministro do STF quanto o próprio magistrado.

Bolsonaro saiu confiante do encontro.

“Conversamos por cerca de 50 minutos. Ele [Pedro Vaca Villarreal] se mostrou interessado no que eu falava e disse que vai fazer um relatório sincero sobre o que está acontecendo aqui no Brasil”, afirmou o ex-presidente.

No relato a Pedro Vaca, Bolsonaro afirmou que Alexandre de Moraes ajustaria depoimentos, faria pesca probatória e prenderia suspeitos sem que haja denúncia formalizada. O ex-presidente argumentou que haveria “perseguição política” a opositores do governo, concretizada por meio de inquéritos no STF.

O portal Metrópoles afirmou com todas as letras:

“Alguns sinais concretos apontam que o ministro Alexandre de Moraes terá, pela primeira vez, dores de cabeça com potencial de deixá-lo em situação desconfortável. A visita da OEA ao Brasil culminará na produção de um relatório robusto sobre a atuação do ministro do Supremo. Um indicativo dessa robustez é de ordem econômica.”

Pelo visto a chegada de Donald Trump já está fazendo efeito. De fato, o presidente americano, segundo fontes próximas, considera algumas decisões do STF uma afronta diplomática séria. Há sinais de que sanções contra o Brasil estão sendo analisadas, tanto como forma de pressionar o governo brasileiro, quanto para reafirmar o compromisso de Trump com a liberdade política de aliados estratégicos.

FONTE: JCO https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/67366/urgente-depois-de-ouvir-relatos-assustadores-oea-procura-bolsonaro-e-moraes-e-denunciado

Lula já não disfarça perda de autoridade sobre o Ibama; ONGs é que mandam

Redação

Na visita ao Amapá, nesta quarta (13), o petista Lula deixou claro que seu discurso envelheceu com ele, recorrendo a velhos chavões, tentando jogar pobres contra ricos, para tentar se reconectar com o eleitor que o rejeita, e esconder sua falência de autoridade na área de meio ambiente do próprio governo. Hoje, o Brasil tem governo oficial, chefiado por Lula, e outro paralelo, no qual ele não manda, segundo resumiu o ex-ministro Aldo Rebelo no Jornal Gente, da rádio Bandeirantes e TV BandNews. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Ibama dá banana a Lula e não autoriza nem mesmo estudos sobre as fantástica reserva 10 bilhões de barris de petróleo na Margem Equatorial.

O Brasil e seu presidente estão reféns dos ambientalóides, ignorando a riqueza inexplorada que poderia garantir a prosperidade da população.

Rebelo lembrou que o burocrata nomeado presidente do Ibama diz defender o “paraíso da Amazônia”, mas nem sequer conhece a região.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/politica/ttc-politica/lula-ja-nao-disfarca-perda-de-autoridade-sobre-o-ibama-ongs-e-que-mandam

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