Gente otimista, em geral, gosta de citar o ditado segundo o qual a hora mais escura da noite é aquela que vem logo antes de o sol nascer. Levando-se em conta que os problemas do curto prazo têm a tendência desagradável de serem sempre mais incômodos no aqui e no agora, o que atrapalha mesmo é a escuridão de hoje — por mais que haja esperança na luz de amanhã. Ninguém aqui vai negar, portanto, que é duro aguentar a treva da eleição de Hugo Motta para presidente da Câmara e de Davi Alcolumbre para presidente do Senado. Também não se discute que a possível luz ainda está muito longe, só nas eleições de 2026, e esperar pelo futuro não paga os boletos do presente. Mas a questão aqui não é ficar discutindo o que seria o ideal. É conviver com o que é necessário.
Os dois, Alcolumbre e Mota, são exatamente o que o Brasil não precisa para dar certo em alguma coisa. A vida política brasileira, a um momento qualquer, vai ter de se orientar por um conjunto mínimo de princípios – uns três ou quatro, não mais que isso, mas pelo menos esse tantinho. Se continuar sendo uma atividade basicamente criminosa, como é hoje, não há Deus, nem direita e nem esquerda que resolva. Não há registro de que nenhum dos dois seja capaz de reconhecer o que poderia ser um princípio – mesmo se bater de cara com um princípio no meio da rua. Mas eles também não vêm de Marte, nem da Suécia. São Brasil em estado puro, e é preciso conviver com ambos e com aquilo que trazem consigo. Não é opcional.

Alcolumbre e Motta são fruto de um sistema político que tem como efeito inevitável produzir Alcolumbres e Mottas. O Brasil não está organizado para funcionar como um país de leis, e muito menos onde o Estado existe para servir à população. É justamente o oposto. O Estado, a vida pública e as instituições no Brasil, no mundo das realidades, existem apenas para manter a corrupção fora do Código Penal, garantir a impunidade perpétua dos corruptos e considerar que a única função útil dos cidadãos é pagar o máximo de impostos para sustentar uma máquina estatal cada vez mais incompreensível. Essa linha de montagem condena o Brasil a ter o Senado e a Câmara que estão aí. É isso mesmo que eles querem, e é para isso que existe política neste país.
A ordem institucional que manda no Brasil não é uma aberração; é um método. Esqueça por um minuto Lula, o PT e Alexandre de Moraes. Eles são o resultado, e não a causa, da miséria moral, da brutalidade e do bloco de más intenções que são o corpo, a alma e o cérebro da vida política nacional de hoje. Seu oxigênio, desde sempre, é a ignorância sistêmica da população – vítima de um dos piores sistemas de educação pública do mundo, conforme se comprova em todas as avaliações internacionais. Isso forma o bioma dos sonhos de todo vigarista político solto na praça – uns 70%, talvez até mais, dos que você vê aí todo dia. Onde entra a ignorância sai a consciência. Onde não há consciência não há noção de princípios, só de interesses. É tudo o que os Alcolumbres querem.

As leis, a prática e a realidade estabelecem que esse povo todo, que não sabe fazer direito as quatro operações básicas da aritmética e não consegue entender um texto escrito em português simples, só tem uma oportunidade de abrir a boca sobre o seu país — a cada quatro anos, nas eleições gerais. Todos os cuidados são tomados pelos políticos de todas as naturezas, então, para impedir que eleições criem qualquer risco de se aferir a vontade real da população. Não estão interessados em eleitores. Estão interessados em clientes. O resultado é que o Brasil tem eleição, mas não tem decisão popular, não de verdade, sobre quem governa, e principalmente sobre o que os governantes têm de fazer no governo.
Todos os truques para fraudar as eleições estão em vigor nos sistemas políticos e eleitorais do Brasil de hoje. Fale com qualquer político brasileiro, salvo algumas exceções, e diga que você gostaria de sugerir uma única melhoria, por modesta que seja, nesse almanaque de trapaças – ele vai entrar em estado de choque. Ninguém aceita mexer em nada, é claro, porque melhorar qualquer coisa prejudica a vida deles — a única em que estão interessados. Temos, assim, o voto obrigatório, que anula a vontade dos eleitores conscientes e responsáveis, e abre a política para todo tipo de demagogo, aventureiro e bandido. Não temos o escrutínio público dos votos; temos o computador do TSE. Temos mais de 30 partidos, ou gangues que só representam os seus proprietários.
Os políticos brasileiros fogem do voto distrital, método de escolha vital em qualquer democracia séria do mundo, como o lobisomem foge da prata em noite de lua cheia. O parlamentar, por esse sistema, só pode ser eleito se ficar em primeiro lugar na eleição do distrito em que se candidatou — e só pode se candidatar em um distrito. Somem aí os malfeitores eleitos com votos caçados no Estado inteiro, mas que não seriam ninguém se tivessem de convencer os eleitores de um bairro, uma cidade ou um conjunto de cidades. Com a campanha restrita a uma área geográfica limitada, não haveria mais desculpa para torrar bilhões do Erário a cada eleição. Mais que tudo, o voto distrital traria para o Brasil a noção, até hoje proibida por aqui, de que a cada cidadão cabe um voto — não mais e nem menos.
Nada falsifica mais a vontade popular quanto o estelionato do “voto proporcional” que existe hoje. Com o país dividido em 513 distritos (para ter como base a composição atual da Câmara dos Deputados), todos com o mesmo número aproximado de eleitores, o voto de um cidadão passaria, enfim, a valer exatamente o mesmo que o voto de outro cidadão – independentemente de onde ele mora. O voto distrital, honestamente fixado pela matemática, daria aos eleitores dos Estados onde há mais eleitores direitos iguais aos dos Estados onde há menos eleitores. Hoje o voto da metade norte do Brasil vale mais que o voto da metade sul — é daí que saem, justamente, os Alcolumbres e os Mottas da vida, mais os Liras, os Calheiros, os Severinos e o resto.

Honestamente: pode funcionar com um mínimo de lógica uma democracia em que um político que não tem voto para se eleger, sequer, deputado estadual por São Paulo vira presidente do Senado Federal? Está na cara que não pode. Ou melhor, poder pode – mas aí fica desse jeito que você sabe. Com o seu sistema político atual, o Brasil está programado para dar ruim; não adianta reclamar das moscas se continua no mesmo lugar, para começo de conversa, o objeto de interesse que atrai essas mesmíssimas moscas. É como se tivesse sido introduzido um malware fatal no chip que faz a política brasileira funcionar – você vai gerar um error em qualquer tecla que tocar. O sistema está organizado para produzir escroques. Produz escroques, é claro.
É assim que estamos, ou mais ou menos assim, mas isso não quer dizer que vai ser assim sempre – e, muito menos, que “a única saída é o aeroporto” e outros refrões de losers mal resolvidos que estão sempre atrás da primeira oportunidade de desistir. Ao contrário, há sinais objetivos de que a tendência é de mudança, apesar de todo o oceano de água pesada que impede a vida política brasileira de sair do subdesenvolvimento e entrar no século 21. Não se caminha, com o sistema descrito acima, para um país como ele deveria ser. Mas o Brasil não está condenado a viver para sempre na desgraça do atual regime Lula-STF – uma combinação de inépcia, colapso moral e busca da tirania como provavelmente nunca se viu antes na história da República.
As últimas eleições municipais foram um sinal disso; ficou provado que o governo não tem povo e que, sem uma central do TSE para proclamar a horas tantas “missão cumprida”, Lula não ganha eleição nem para presidente do clube de bocha da Água Rasa. As próximas eleições, quando a população vai escolher não só o presidente, os governadores e os deputados, mas acima de tudo dois terços do Senado, serão outro. O governo Lula não existe: nunca existiu, porque nunca governou, e não dá nenhum sinal de que vá mudar de ideia, porque não tem ideia nenhuma. Sem voto, e com eleição pela frente, o único caminho racional seria cancelar a eleição, ou fazer uma eleição modelo Venezuela – mas isso não é uma questão de querer, e sim de conseguir. Em suma: está duro.
Na falta de alguma definição mais clara, jogam a sua sobrevivência em cima do STF. “O Xandão resolve.” Ou, então, “o Sidônio resolve” – esse que Lula nomeou ministro da Propaganda e já copiou o bonezinho de Donald Trump para Janja e para a militância irem usando enquanto ele pensa em alguma coisa matadora. É pouco. A direita está mais organizada. Está pensando de forma mais articulada para a eleição de 2026, e está trabalhando com os dados da vida real – em vez de ficar perdendo tempo com miragens tipo “só uma guerra civil resolve”, “tem de haver um banho de sangue” etc. etc. (A propósito: quem vai dar o sangue? Não se sabe? Então esquece.) A troca de comando nas duas casas do Congresso é um sinal na direção do realismo e da busca de resultados práticos – algo que o regime Lula-STF não parece capaz de fazer.
Hugo Motta e Davi Alcolumbre são o que se sabe; não poderia haver uma demonstração tão exata do seu caráter quanto a atitude que demonstraram, mais uma vez, em relação à anistia. É uma necessidade elementar do Brasil – um imperativo de ordem moral, legal e política. Motta não foi capaz de dizer “sim” ou “não”, , nem isso, sobre se é a favor da anistia. O homem é presidente da Câmara, mas não tem a coragem de informar sua posição sobre uma questão rudimentar de princípio. Alcolumbre já foi contra, logo de uma vez; disse que a anistia “não ajuda a pacificar o Brasil”, ou seja, é capaz de dizer qualquer coisa para puxar o saco de quem tem a chave da cadeia. Mas o fato é que os candidatos à presidência da Câmara e do Senado, na vida real do Brasil de 2025, não eram Winston Churchill e Ruy Barbosa.
Ou seja: se não tem tu, vai tu mesmo. No caso concreto, a oposição tinha só uma opção que fazia sentido político, e não duas ou três. Ou dava apoio a Motta e Alcolumbre, e ganhava deles a vice-presidência das duas Casas e o comando de várias comissões influentes, ou não ganhava nada – e tanto um como o outro seriam eleitos para os seus cargos do mesmíssimo jeito. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que só pretende dar o jogo por acabado quando o jogo acabar, e enquanto isso continua sendo o nome mais citado da direita para a próxima eleição, foi a favor do acerto. Só mostrou, com isso, maturidade, pragmatismo e respeito às realidades. Não fez um único inimigo com a sua decisão, salvo alguns bocós do seu próprio entorno. Ao contrário, fez o que pôde com um perde-perde.

Bolsonaro e quem pensa como ele nessa questão podem ser traídos tanto por Alcolumbre como por Motta, é claro, mas a partir de agora o ônus da traição passa a ser deles e, de qualquer maneira, fica difícil fazer política se você conta sempre que vai dar tudo errado. É diferente do que fez o deputado Marcel van Hattem, uma das vozes mais ativas da oposição. Ele lançou sua candidatura, mas com a intenção clara e definida de fazer um protesto público – mesmo porque ele é de um partido tão pequeno que não poderia receber função nenhuma das novas presidências. Mas a história é outra com a direita como um todo. Com um governo cada vez mais fraco, incapaz de mudar sua conduta e que imagina resolver seus problemas com os bonés do Sidônio, nunca se pode perder nada tendo apoio no Congresso.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/revista/edicao-255/viagem-a-vida-real/
A folha de pagamento da Usaid no Brasil

Criada em 1961 para servir de braço humanitário do governo norte-americano, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) acabou se tornando uma das maiores financiadoras de políticas “progressistas” no mundo.
Todos os anos, a instituição distribuía bilhões de dólares a entidades internacionais. Uma parte ia para iniciativas de combate à fome, tratamento de doenças, distribuição de vacinas e envio de mantimentos a países em conflito. Outra parte era destinada a organizações não governamentais (ONGs) que promoviam pautas de esquerda. Inclusive no Brasil.

A lista de órgãos brasileiros que já receberam dólares do governo norte-americano por meio da Usaid vai desde entidades privadas sem fins lucrativos a instituições públicas. Alguns desses órgãos, sobretudo ONGs ambientalistas, têm histórico de militância política. Uma parte delas chegou até a participar de campanhas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na terça-feira 4, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o fechamento da agência. A decisão impactará diretamente o caixa dessas iniciativas brasileiras, podendo até mesmo enfraquecer, ao menos temporariamente, o lobby esquerdista no país.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/a-folha-de-pagamento-da-usaid-no-brasil/
Sleeping Giants Brasil sofre derrota na Justiça para advogados e empresário

Os advogados Flávia Ferronato e Emerson Grigolette, além do empresário Otávio Fakhoury, venceram o Sleeping Giants Brasil. Isso porque, na sexta-feira 7, a magistrada Heloisa Assunção Pereira Pandini, do Tribunal de Justiça de São Paulo, julgou improcedente o pedido do grupo de esquerda para condenar Flávia, Grigolette e Fakhoury ao pagamento de indenização R$ 60 mil, por suposta fake news.
À Justiça, o Sleeping Giants alegou ter sido associado a um endereço de IP localizado na Câmara dos Deputados, o que seria uma notícia falsa. Conforme o movimento, esse vínculo foi feito depois de Fakhoury obter, por via judicial, dados cadastrais de usuários de 12 contas do X – entre elas, a do perfil do Sleeping Giants – sob a alegação de impossibilidade de identificação de pessoas responsáveis pelas contas que poderiam ter violado a honra objetiva do empresário. A partir daí, Grigolette teria divulgado essas informações, enquanto Flávia “comemorou” supostamente o feito. Sendo assim, os três foram responsabilizados por “ataques” que o Sleeping Giants passou a receber posteriormente.
“Não se verificou nos autos conduta ilícita ou abusiva parte dos corréus Otávio, Emerson ou Flávia capaz de se concluir pela procedência do pedido de remoção de postagens nas redes sociais, o que configuraria censura indevida” constatou a juíza. “Por consequência, de rigor que sejam julgados improcedentes também os pedidos de retratação pública e condenação ao pagamento de indenização a título de danos morais, pelos idênticos motivos, constatado o exercício regular da liberdade de expressão e de manifestação do pensamento pelos corréus.”
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/no-ponto/sleeping-giants-brasil-sofre-derrota-na-justica-para-advogados-e-empresario/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification
Aliados de Lula criticam Motta por desvincular 8/1 de ‘tentativa de golpe’

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticaram nesta sexta-feira, 7, as declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, sobre os atos do 8 de janeiro de 2023.
Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ) afirmou ao jornal Folha de S.Paulo que negar que a manifestação foi uma tentativa de golpe é uma “leitura equivocada sobre os fatos”. “O 8 de janeiro faz parte de uma tentativa de golpe de Estado violenta”, disse. Durante entrevista a uma rádio da Paraíba, Motta disse que os atos de 8 de janeiro foram uma “agressão inimaginável” às instituições, mas que não poderiam ser classificados como tentativa de golpe.
“O que aconteceu não pode ser admitido que aconteça novamente”, disse. “Foi uma agressão às instituições, uma agressão inimaginável, ninguém imaginava que aquilo pudesse acontecer. Agora querer dizer que foi um golpe… Golpe tem que ter um líder, tem que ter pessoa estimulando, apoio de outras instituições interessadas, como as Forças Armadas, e não teve isso.”
A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) afirmou que pode atestar, depois de atuar por cinco meses como relatora da CPI do 8 de Janeiro, que “houve tentativa de golpe e o responsável por liderar esses ataques tem nome e sobrenome”. “É Jair Messias Bolsonaro”, escreveu a parlamentar em uma rede social.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/aliados-de-lula-criticam-motta-por-desvincular-8-1-de-golpe/
Usaid usou fundo para injetar milhões no Brasil, além de financiar a esquerda

Além de bancar ONGs, ativistas picaretas e iniciativas de esquerda no Brasil, o dinheiroduto da Usaid, agência do governo americano cuja extinção foi decretada por Donald Trump, sustentou também interesses bilionários como o Amazon Biodiversity Fund (ex-Althelia Biodiversity Fund, ABF) fundo privado para negócios “sustentáveis”. Esta semana, o pesquisador Mike Benz, ex-Departamento de Estado, revelou que dólares da Usaid interferiram nas eleições presidenciais brasileiras.
Alma francesa
O ABF é ligado ao fundo francês Mirova, gerenciado no Brasil pela Vox Capital, de Antonio de Moraes Neto, herdeiro do Grupo Votorantim.
Ataque à soberania
Não fosse essa interferência da Usaid, disse Benz, o ex-presidente Jair Bolsonaro teria sido reeleito e estaria no cargo, hoje.
Não é segredo
A própria embaixada dos EUA explica o caminho dos US$30 milhões da Usaid. Metade para ABF, metade para a ONG Alliance Bioversity&CIAT.
Chamariz
A grana é usada pelo ABF como garantia de empréstimos com o selo de confiança do governo dos EUA, enorme atrativo para investidores.
Lula vira piada nas redes sobre ‘não comprar comida se estiver cara’; veja

A imagem do presidente Lula (PT) foi associada à diversos memes nas redes sociais como protesto após o petista sugerir que a população não compre alimentos que estejam “muito caros”.
Em um dos memes, Lula foi associado ao personagem Julius Rock, da série de TV estadunidense “Todo mundo odeia o Chris”. O personagem que é interpretado pelo ator Terry Crews, ficou famoso pelas ideias radicais de economia.
Veja abaixo os memes envolvendo o petista:





O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), também fez uma publicação com referência a declaração do petista. Veja abaixo:

A TORMENTA SE AVIZINHA

FONTE: JBF https://luizberto.com/a-tormenta-se-avizinha/
CEO da Rumble se manifesta sobre reativação da plataforma no Brasil

Chris Pavlovski, presidente da Rumble, plataforma norteamericana de vídeos, se manifestou sobre o retorno da operação no Brasil. Desde o último sábado, 8, a plataforma foi reativada no país.
Pavlovski atribuiu o retorno da Rumble no país à vitória de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos. “A Rumble, empresa norte-americana, agora está totalmente operacional no Brasil. Dou crédito a Donald Trump por vencer em novembro”, escreveu o CEO. “A decisão do Brasil de revogar a censura ao Rumble é prova de que o mundo está mudando. O presidente Trump está tornando o mundo grande novamente. Obrigado, presidente Trump.”
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/tecnologia/ceo-da-rumble-se-manifesta-sobre-retorno-da-plataforma-no-brasil/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification
Piora da economia: mercado projeta alta da inflação e queda do PIB em 2025 e 2026

O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 10, pelo Banco Central, indica uma deterioração da economia neste ano e no próximo, os dois últimos do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Os analistas de mercado que participam do boletim estimam, pela 17ª semana seguida, uma alta da inflação.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2025 em 5,58%, ante a projeção de 5,51% na semana passada. Para o ano que vem, a projeção é de inflação a 4,3%, ante 4,28% na semana anterior.
Já para o crescimento da economia, a projeção é de queda, o que corrobora as análises do mercado de que o Brasil, no governo Lula, pode passar por uma recessão técnica.
O Boletim Focus estima que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 2,03% em 2025, resultado inferior ao da semana passada, de 2,06%. Para 2026, a projeção agora é de 1,7%, ante 1,72% na semana anterior.
FONTE: REVISTA EOSTE https://revistaoeste.com/economia/mercado-projeta-piora-da-economia-em-2025-e-2026/
TST: ações trabalhistas em 2024 superam 2 milhões, o maior aumento desde a reforma

O número de processos ajuizados no Tribunal Superior Eleitoral (TST) em 2024 ultrapassou 2 milhões. Esse patamar não era alcançado desde a implementação da reforma trabalhista em 2017. 0 volume representa um recorde no período posterior às mudanças na legislação.
Foram registrados 2,1 milhões novos processos ao longo do ano. O aumento foi de 14,1% em relação a Os dados históricos revelam que, com a reforma, as ações sofreram uma redução inicial. As novas regras passaram a validar acordos diretos entre empregadores e empregados. No entanto, essa tendência se reverteu, e os números voltaram a crescer.
Rogério Neiva, juiz do Trabalho e ex-auxiliar da vice-presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST), atribui esse crescimento à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de outubro de 2021, que ampliou a gratuidade no acesso à Justiça. O benefício é concedido a quem não possui condições de arcar com as custas do processo e necessita do suporte judicial.
“É possível considerar que a decisão do STF é um fator que influencie e explique esse movimento. Essa é uma questão relevante, porque o custo é zero”, disse Neiva ao jornal O Estado de S. Paulo. “Hoje, podemos afirmar que a situação voltou ao cenário anterior à reforma trabalhista de almoço grátis.” Além disso, outro fator impulsionou o número de processos.
Diferentemente da Justiça comum, em que o requerente precisa comprovar insuficiência financeira para obter gratuidade, na Justiça do Trabalho a responsabilidade de contestar essa condição recai sobre a parte contrária. Esse detalhe favorece o ingresso de novas ações.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/economia/mercado-projeta-piora-da-economia-em-2025-e-2026/
Mais de duas dezenas de ONGs brasileiras receberam R$ 267 milhões da Usaid

A agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) destinou a dezenas de organizações não governamentais, instituições e projetos no Brasil, incluindo ações envolvendo o governo federal, ao menos US$ 44,8 milhões – cerca de R$ 267 milhões considerando a cotação atual da moeda americana – nos anos de 2023 e 2024, segundo dados do governo americano.
A Usaid está no centro de uma polêmica internacional e pode ser reestruturada pelo presidente Donald Trump. O governo americano está cancelando programas da agência que financiam políticas progressistas que são consideradas desperdício de dinheiro pela nova administração e podem ter contribuído para enfraquecer governos e partidos de direita pelo mundo. No Brasil, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro acusam a Usaid de prejudicar sua campanha de reeleição em 2022.
A quantidade de recursos usados pela Usaid e pelo Departamento de Estado americano no Brasil está listada em um site oficial do governo destinado a dar transparência para as políticas americanas de ajuda internacional. Ele mostra que em 2023 foram destinados US$ 20 milhões (cerca de R$ 120 milhões na cotação atual do dólar) a ações no Brasil. Em 2024 foram aplicados ao menos US$ 24,7 milhões (R$ 147 milhões), mas a soma é parcial, pois a contabilidade do ano passado ainda não foi concluída.
A soma totaliza US$ 44,8 milhões no Brasil. Nesse mesmo período de dois anos, a Usaid destinou US$ 77 bilhões para mais de 100 países, de acordo com o site de transparência americano.
O governo americano não detalha em quais ações específicas esse dinheiro foi gasto nem quantas organizações foram beneficiadas no Brasil. Um levantamento da Gazeta do Povo mostra que ao menos 25 entidades brasileiras foram beneficiadas, mas esse número pode ser muito maior.
A Usaid realiza ações internacionais em uma grande quantidade de áreas. Elas vão desde a distribuição de comida e insumos médicos em áreas de desastres e em nações pobres até o financiamento de programas, estudos acadêmicos e ONG voltados para ações de diversidade, equidade, inclusão e políticas LGBTQ+.
No Brasil, a Usaid e o Tribunal Superior Eleitoral realizaram ao menos duas ações conjuntas no ano de 2021 alegadamente para combater o que consideravam ser “desinformação” e “notícias falsas” no período eleitoral. O tribunal disse na época que as ações não visavam o controle de conteúdos nas redes sociais.
No ano passado, o Brasil passou a se destacar na mídia internacional pelo papel do Judiciário na censura nas redes sociais de conteúdos que considera “antidemocráticos”, especialmente após o ministro Alexandre de Moraes suspender a rede social X temporariamente em todo o país. O dono do X, Elon Musk, hoje faz parte do governo Trump e descreveu a Usaid como “um ninho de víboras”.
As ações da parceria entre a Usaid e o TSE são duas entre dezenas de projetos e iniciativas financiadas pela agência que juntos naquele ano receberam mais de US$ 31 milhões do governo americano.
Gastos da Usaid no Brasil financiaram ações na Amazônia, pautas de gênero e combate a “fake news”
A reportagem cruzou dados disponibilizados no site da Usaid e do Departamento de Estado americano com informações em páginas oficiais de 25 das instituições brasileiras beneficiadas pela verba americana. O levantamento mostrou que essas entidades atuam em setores que vão desde projetos de preservação ambiental a defesa de pautas de gênero e combate a alegadas “fake news”.
Parte das organizações atua com foco na Amazônia e mantém contato com indígenas que estão em áreas invadidas, em busca ou em processo de demarcação de terras. Outras organizações atuam em projetos em defesa ao aborto, promoção de pautas LGBTQ+, mídias independentes e ativismo digital ligado à política partidária, especialmente com viés de esquerda e projetos de enfrentamento à “desinformação” e às “fake news“.
Somente uma das ONGs que atua em territórios indígenas e espaços de conservação ambiental no Brasil recebeu no último ano cerca US$ 4 milhões (cerca de R$ 24 milhões).
Constam ainda na relação o financiamento de projetos de acolhida a imigrantes, sobretudo na fronteira com a Venezuela, e ações para redução da fome e combate à pobreza.
O cruzamento de dados feito pela Gazeta do Povo com base em sites do governo americano e de organizações brasileiras também mostrou uma possível diferença na soma de recursos destinados ao Brasil entre os anos de 2023 e 2024 em relação ao site de transparência da ajuda externa americana.
O valor investido no Brasil no período pode ultrapassar US$ 100 milhões (cerca de R$ 595 milhões). A diferença pode ocorrer devido ao fato de que algumas organizações computam verbas de convênios que se estendem por períodos anteriores e posteriores aos anos de 2023 e 2024 e porque o levantamento do órgão de transparência americano ainda não fechou os valores do ano passado.
Na semana passada, o presidente americano Donald Trump afirmou que o governo está preparando uma relação detalhada, com nomes das ONGs e valores repassados a cada uma delas. Trump disse que a lista “será divulgada em momento oportuno”. A declaração ocorre em um cenário em que integrantes do governo americano têm reclamado da falta de transparência e má gestão na agência e opositores de Trump e a mídia apontam evidências de inconsistências nas acusações feitas pela equipe do presidente contra a Usaid.
Polêmica envolvendo a Usaid mexeu com a cena política brasileira
A Usaid entrou na mira de Donald Trump desde que o republicano assumiu a presidência no mês passado. Trump suspendeu as atividades da Usaid para uma revisão dos projetos financiados por ela, sob a justificativa que a agência estaria fazendo “coisas erradas” e desperdiçando bilhões de dólares dos Estados Unidos. “A Usaid é administrada por um bando de lunáticos radicais. E estamos tirando todos de lá… e então tomaremos uma decisão [sobre seu futuro]”, disse Trump no domingo (2).
Desde então a situação envolvendo a Usaid escalou e chegou ao debate político brasileiro. Na segunda-feira (3), Michael Benz, ex-chefe de informática do Departamento de Estado dos EUA no primeiro governo de Donald Trump, disse em entrevista ao programa The War Room, de Steve Bannon, que a Usaid foi um mecanismo para prejudicar a eleição presidencial em 2022 no Brasil, contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo Benz, a Usaid enxergava Bolsonaro como um “Trump tropical” e que sem a Usaid, Bolsonaro “ainda seria presidente”, alegando que a agência desempenhou um papel fundamental nas eleições de 2022 ao financiar iniciativas para monitorar informações e restringir conteúdos favoráveis ao ex-presidente, inclusive em ações envolvendo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele não apresentou evidências concretas para fundamentar as afirmações.
“As recentes denúncias do pesquisador e ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Michael Benz, sobre a atuação da Usaid como ferramenta de influência política e interferência eleitoral em países soberanos, incluindo o Brasil, são alarmantes e requerem atenção imediata. Diante dessas revelações, é fundamental que o Congresso Nacional e demais instituições competentes investiguem o financiamento e a atuação dessas organizações em território brasileiro. Transparência e soberania não podem ser negociadas”, escreveu em nota o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
Eduardo Bolsonaro e o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) passaram então a coordenar uma ação para coleta de assinaturas. Eles pedem a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as supostas interferências da Usaid nas eleições brasileiras de 2022.
Benz comparou a atuação da Usaid no Brasil com um “polvo da censura”, alegando que a organização teria financiado legislações contra a desinformação dentro do TSE para restringir conteúdos pró-Bolsonaro. O TSE foi procurado pela reportagem sobre as alegações de Benz, mas não se manifestou sobre o assunto.
As declarações de Benz ocorreram no contexto de um debate sobre a atuação da Usaid em diferentes países e associou a situação a um programa da CIA nas décadas de 1950 e 1960, conhecido como operação Mockingbird. A operação pretendia influenciar a mídia internacional sobre um programa secreto da CIA, iniciado na Guerra Fria, para influenciar veículos de comunicação e jornalistas a divulgar informações favoráveis aos interesses dos Estados Unidos. A agência financiava e recrutava repórteres, editores e meios de comunicação para moldar a opinião pública e combater a propaganda soviética. O esquema foi revelado nos anos 1970 durante investigações do Congresso, gerando debates sobre manipulação da imprensa e ética jornalística.
Elon Musk, Trump e Rubio estão empenhados em investigar as atividades da Usaid
A crise envolvendo a Usaid avançou ainda mais depois que Elon Musk, bilionário e membro do governo Trump que comanda o Departamento de Eficiência Governamental (Doge) disse que a agência é um “ninho de víboras”, que encerraria as atividades dela e que tinha o consentimento de Trump para isso. A Usaid é responsável por 42% dos financiamentos de ONGs, entidades e instituições ligadas à ajuda humanitária no mundo. Somente no ano passado ela teria destinado, segundo o próprio governo americano, US$ 35,4 bilhões a projetos pelo planeta.
O presidente americano Donald Trump disse no início da semana que a Usaid tem um “bom conceito”, mas que estaria tomada por “radicais de esquerda”. A Casa Branca analisa a integração da agência ao Departamento de Estado e não descarta a possibilidade de encerrar as atividades da Usaid, que está com os repasses de recursos congelados pelos próximos meses.
A fala de Trump também foi embasada pela informação vinda do secretário de Estado, Marco Rubio, que anunciou ter assumido a administração da agência, consolidando maior controle da gestão republicana sobre a instituição. Rubio afirmou que a agência deve priorizar os interesses americanos e criticou sua atuação recente, alegando falta de transparência.
Na sexta-feira (7), a administração de Trump sofreu uma derrota. A Justiça Federal dos Estados Unidos suspendeu uma ordem do presidente que colocava cerca de 2.200 funcionários da Usaid em licença remunerada. A Corte atendeu a um pedido feito pelos servidores baseado na tese de que Trump não pode fechar a agência sem autorização do Congresso.
A Usaid foi criada na década de 1960 sob o governo de John F. Kennedy. Ela conta com mais de 10 mil funcionários administrando bilhões de dólares em programas pelo mundo, abrangendo desde saúde pública até combate à corrupção, porém, com um histórico controverso, sendo frequentemente associada a operações políticas e intervenções em outros países.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/mais-de-duas-dezenas-de-ongs-brasileiras-receberam-r-267-milhoes-da-usaid/
Presidência torrou R$26 milhões no cartão corporativo, em 2024, e segue gastando

Com a maior parte dos valores escondida por decreto de sigilo, a gastança com cartões corporativos da Presidência da República ultrapassou os R$26,2 milhões em 2024, mas segue de vento em popa e já nos primeiros dias de 2025 torraram R$1,4 milhão. A CGU diz que o uso do cartão deve observar “princípios” da Administração como a “publicidade”. Lorota desmentida pelo sigilo. Ficam expostas apenas pequenas despesas, como R$7 gastos em uma loja de tinta de Brasília.
Esconde, esconde
De toda grana gasta usando cartão corporativo em 2025, o governo Lula mandou esconder do pagador de impostos misteriosos R$1.396.933,44.
Sem satisfação
Totalizou R$166.750,00 uma das compras intrigantes da Presidência. Ninguém poderá saber o que motivou a despesa, colocada sob sigilo.
Tudo no sigilo
São muitas as compras de valor elevado, como uma de R$116.425,74. Mas o contribuinte está proibido de saber o que pagou.
Por nossa conta
Os petista não têm piedade de dinheiro público. Já no primeiro governo Lula, o cartão foi usado até para pagar tapioca para ministro.
Lula chama de ‘extraordinário’ ministro-problema

Entre as lorotas de Lula a emissoras de rádio de Belo Horizonte, esta semana, poucas mereceram tantas reações de deboche quanto os elogios ao “trabalho extraordinário” do ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia). Nada mais falso. A gestão do ministro tem sido marcada por conflitos com operadoras e a agência reguladora Aneel, e atitudes suspeitas, como a sequência de 17 visitas da turma de Joesley e Wesley Batista, empresários favoritos do PT, ao local de trabalho de Silveira. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Lula não sabe ou não se importa com a dificuldade de Silveira para lidar com a Aneel, cujo poder regulador provoca crises de ciúmes no ministro.
Silveira é criador de problemas com o Congresso. Até parlamentares do PSD, seu partido, reclamam de “clara falta de diálogo” com o ministro.
O ministro também é acusado no Congresso de “extrema agressividade” contra parlamentares e sua intrigante preferência pela “agenda do gás”.
FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/politica/ttc-politica/lula-chama-de-extraordinario-ministro-problema
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