Passados mais de quatro meses desde a última manifestação, a oposição no Congresso Nacional voltou a buscar o respaldo das ruas para avançar no pedido de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O argumento técnico para pedir a queda do presidente são suspeitas de pedaladas fiscais no Pé-de-Meia, um programa de transferência de renda para estudantes. Já o clima político está sendo criado com base nas recentes crises envolvendo o Executivo, como a alta dos preços dos alimentos, do dólar e da taxa de juros, além dos esforços para aumentar a abrangência da taxação da população.
O sentimento dos congressistas é que Lula já possui as condições políticas e jurídicas para um processo de impedimento. Entretanto, isso só se tornaria viável se o Legislativo fosse pressionado pela insatisfação popular. “Com o povo brasileiro indo às ruas para pedir sua saída, acredito que isso será fundamental para avançarmos com o impeachment aqui no Congresso”, disse o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS), autor do pedido de impeachment.
Assim, os esforços de mobilização estão convergindo para uma manifestação de rua marcada para ocorrer no dia 16 de março, na Avenida Paulista, em São Paulo. Cada vez mais parlamentares da oposição estão se organizando para materializar o sentimento de indignação contra o governo em protestos de rua.
“A gente percebe que as pessoas já estão até impacientes, porque o Lula já cansou de dar motivos. Mas agora a coisa ficou muito explícita, muito clara, a ponto de pessoas que anteriormente nem pensavam nessa questão do impeachment já estão falando, apoiando. A popularidade do Lula está despencando, inclusive nos redutos eleitorais dele. Eu acho que já passou da hora mas a gente tem que aproveitar esse momento que parece bem propício”, disse a deputada federal Bia Kicis (PL-DF).
A manifestação está sendo organizada por ativistas de direita pela internet com base em doações para confecção de material publicitário e contratação de carro de som. Uma das articuladoras é a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), que foi cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral e tenta reverter a decisão no Tribunal Superior Eleitoral. Ela disse à coluna Entrelinhas, da Gazeta do Povo, que mais de 100 deputados já aderiram a um pedido de impeachment de Lula por causa das supostas pedaladas do Pé-de-Meia
“Eu vejo o impeachment como sendo mais uma ação de quem realmente detém o poder soberano no país, que é o povo brasileiro. O direito de se manifestar é um direito constitucional e o povo brasileiro não pode abrir mão disso de maneira nenhuma”, afirmou o deputado federal General Girão (PL-RN).
O clima político para o pedido de impeachment começou a se configurar com uma série de crises enfrentadas pelo governo desde o fim do ano passado. Em dezembro o real se desvalorizou e o dólar ultrapassou o valor de R$ 6.
Em janeiro, a Receita Federal instituiu uma nova norma que visava melhorar o monitoramento de operações financeiras, inclusive o Pix. A oposição apontou como a determinação poderia ser usada para aplicar impostos já existentes sobre a parcela da população mais pobre que trabalha na informalidade. A repercussão foi tão grande que o governo teve que cancelar a normativa.
Logo em seguida, o próprio governo jogou luz sobre a crise da alta dos preços dos alimentos. Após ser cobrado por Lula por uma solução para o problema, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse em uma entrevista à estatal de comunicação EBC que o governo faria intervenções para baratear os alimentos. A fala foi interpretada como intervenção no livre mercado e gerou temores de congelamento de preços.
Embora o governo tenha afirmado rapidamente que a declaração foi uma falha de comunicação do ministro, a alta dos alimentos passou a ser discutida no Congresso e nas ruas. O aumento da carne e do café ficou no foco dos debates.
Na abertura dos trabalhos do Congresso na segunda-feira (3), deputados de oposição fizeram um protesto na Câmara usando bonés com uma mensagem exigindo “comida barata novamente”, em uma crítica ao governo Lula.
“Tudo isso que está acontecendo prova que o governo dele é falho na sua capacidade técnica. Para você melhorar em economia você não precisa sobrecarregar de taxa uma população produtora, uma empresa. Você tem que facilitar com que o dinheiro circule. Eles acabaram onerando tanto o produtor rural que a comida ficou mais cara, o café ficou mais caro, a carne está mais cara. Tudo aquilo que ele prometeu, ele não cumpriu”, disse a deputada Sílvia Waiãpi (PL-AP), que participou do protesto.
O argumento técnico para a articulação pelo impeachment de Lula também veio em janeiro, quando o Tribunal de Contas da União bloqueou em caráter cautelar (provisório) R$ 6 bilhões que tinham sido destinados ao programa de transferência de renda Pé-de-Meia, que paga bolsas de R$ 200 para estudantes. O problema é que a destinação de verbas para o programa teria ocorrido por meio de transferências de recursos entre fundos controlados pelo governo sem passar pelo Tesouro, o que fez com que não fossem submetidos à política de austeridade fiscal nem fosse contabilizados como despesas do governo.
O deputado Zucco (PL-RS), líder da oposição na Câmara, disse ter apresentado uma notícia crime (uma espécie de queixa que pode dar origem a processos) contra os ministros Camilo Santana, da Educação, Fernando Haddad, da Fazenda, Simone Tebet, do Planejamento sobre o caso. “A gente entende que houve uma irregularidade séria. Esperamos que haja um retorno. E sabemos que o impeachment envolve questões políticas. A gente vai dialogar”, disse.
O deputado disse que a ideologia de direita avançou nos últimos dois anos e espera que a mobilização popular também dê impulso ao debate não só de temas econômicos, mas também à luta pela anistia aos presos nas manifestações de 8 de janeiro de 2023.
“Para além das questões econômicas e sociais, estamos muito preocupados com o avanço do autoritarismo e da censura sobre as redes sociais. A oposição também está mobilizada para avançar no projeto da anistia para os presos do 8 de janeiro. A sociedade está com muita coisa presa na garganta e disposta a lutar pelos seus direitos”, disse o parlamentar.
Com enfoque no impeachment de Lula, a manifestação marcada para março terá um caráter diferente dos eventos anteriores. Enquanto o protesto de 25 de fevereiro buscou ressaltar a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e do Estado Democrático de Direito, o ato de 7 de setembro visou pedir o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Apesar de cada vez mais parlamentares da oposição estarem demonstrando apoio à manifestação, outros enxergam o protesto de março como um “teste” para medir o quanto a situação econômica atual do país pode mobilizar a população.
Um parlamentar da oposição que pediu para não ter o nome revelado disse que Lula não se encontra na mesma situação que a ex-presidente Dilma, que foi retirada do poder com uma taxa de apenas 9% de aprovação. No entanto, a expectativa, segundo essa fonte, é que a oposição consiga gerar um marco contra o governo Lula.
O raciocínio segue a lógica do que ocorreu com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que foi alvo de diversos protestos em seus dois mandatos como chefe do Executivo. Na época, o “bolso do trabalhador” teve um papel importante na insatisfação popular, o que gerou cobranças da população junto ao Legislativo.
Protestos de 2015 foram decisivos para impeachment de Dilma
Iniciados nas jornadas de junho de 2013, os protestos contra o governo da então presidente Dilma Rousseff (PT) foram decisivos para que o impeachment protocolado pela oposição tivesse andamento no Congresso. O marco dessas manifestações ocorreu em 15 de março de 2015, na segunda gestão de Dilma, quando mais de 1 milhão de pessoas foram ao protesto realizado na Avenida Paulista.
Outro fato que se destacou foi a Marcha Pela Liberdade, realizada pelo Movimento Brasil Livre (MBL). Na época, o coordenador do movimento, Kim Kataguiri, atual deputado federal pelo União Brasil, e seus apoiadores caminharam de São Paulo até Brasília para entregar o pedido de impeachment no Congresso Nacional. Eles saíram no dia 24 de abril e chegaram à capital federal no dia 27 de maio, percorrendo três estados e mais de mil quilômetros durante 33 dias.
Em dezembro do mesmo ano, após outras manifestações e a piora na avaliação da ex-mandatária, o então presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, autorizou a abertura do processo na Casa.
“As manifestações foram decisivas para fortalecer a pressão popular sobre parlamentares, demonstrando uma insatisfação ampla com o governo à época”, afirma Juan Carlos Arruda, cientista político e CEO do Ranking dos Políticos. Segundo ele, a presença massiva de milhões de pessoas nas ruas deu fôlego à oposição e à sociedade civil organizada, criando um ambiente favorável para o avanço do processo de impedimento.
No entanto, Arruda ressalta que o impacto das manifestações atuais dependerá de diversos fatores, como o tamanho dos atos e a capacidade da oposição em canalizar essa insatisfação para pressionar o Congresso. “A mobilização popular, somada à instabilidade econômica, pode, sim, servir como combustível para aumentar a pressão sobre o Legislativo, mas ainda há variáveis políticas importantes em jogo que influenciam essa dinâmica”, pondera.
Centrão ainda não vê “clima” para impeachment, mas descontentamento é nítido
Apesar do empenho da oposição, parlamentares do Centrão entendem que não há clima para um impeachment de Lula. A avaliação é que o grupo pode se beneficiar mais pressionando o governo para ceder espaços na futura reforma ministerial. Além disso, o tempo que um processo de impeachment leva para se concretizar também é usado como argumento para não apoiar por ora o movimento.
Como o impeachment de Dilma durou cerca de nove meses para se concretizar, contando da instauração do processo por Cunha até o julgamento no Senado, um parlamentar da cúpula do Centrão analisa que, se o mesmo ocorresse com Lula, além da demora, o processo entraria em risco por uma eventual decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Apesar desse cenário, a insatisfação de caciques do Centrão com o governo petista é latente. Participando do Latin America Investment Conference (LAIC), evento realizado pelo UBS e pelo UBS BB na quarta-feira (28), o presidente do PSD, Gilberto Kassab, classificou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como “fraco” e criticou a condução da atual gestão na economia.
“O sucesso da economia precisa de ministros da Economia fortes. Já tivemos FHC, Henrique Meirelles, Paulo Guedes. Eles comandavam. Hoje existe uma dificuldade do ministro Haddad para comandar. Haddad não consegue se impor no governo. Um ministro da Economia fraco é sempre um péssimo indicativo”, disse.
Mesmo que o impeachment não seja iniciado, opositores e centristas apostam que a mobilização popular tem capacidade para enfraquecer o governo Lula na corrida eleitoral para 2026.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/oposicao-testara-aderencia-popular-ao-impeachment-de-lula/

Dívida pública explode e governo finge que nada acontece

Agora se sabe o quanto se expandiu a dívida pública federal. É o que o governo toma emprestado para poder tapar o rombo. Não tapa o rombo, porque o rombo fica, mas para poder gastar. E gastou mais. A dívida pública federal cresceu 12,2%. Está em 7 trilhões e 300 bilhões de reais.
Ao máximo que a gente pode imaginar é de R$1 milhão de reais, R$3 milhões de reais, preço de uma boa casa. 7 trilhões e 300 bilhões de reais. São papéis que o governo põe no mercado e que, para encontrar comprador, tem que oferecer juros, tem que oferecer a remuneração do dinheiro que o sujeito aplicou no banco, o banco comprou o papel do tesouro, etc.
E aí o juro sobe, por isso que a taxa Selic subiu. A taxa Selic é para controlar a expansão da moeda, ou seja, a inflação, a desvalorização da moeda e o crédito também. Só que todo mundo paga juros. Aí, na medida em que o governo faz o discurso populista, “crédito para todos”, “crédito consignado”, é que todo mundo vai pagar mais caro por esse crédito. E vai se endividar, obviamente, tal como o governo.
O governo talvez não se importe, porque é um endividamento para eles de uma abstração, que é o Estado brasileiro. Só que o Estado brasileiro somos nós. Nós é que o sustentamos por nossos impostos.
Por exemplo, segundo eu vi uma comentarista conhecida dizendo que os governos não podem dispensar 30 bilhões do ICMS que passou a valer de novo sobre os combustíveis. Só que são 30 bilhões que são pagos pelas pessoas que abastecem seus veículos. Eu fico do lado de quem abastece os veículos, claro, porque os governos não estão usando bem os nossos impostos.
O jogo das cadeiras no Congresso
Bom, só queria fazer uma observação. Já tem escolhas das comissões, do Senado, dos cargos. Esse acordo que Bolsonaro fez com os presidentes da Câmara e do Senado deu o segundo posto de vice-presidente para o PL nas duas casas. Na presidência ficaram partidos de centro, centro-direita, não centro-esquerda.
O PT ficou com a segunda vice-presidência do Senado, a primeira Secretaria da Câmara e Flávio Bolsonaro na comissão de infraestrutura do Senado. E agora está se falando em Eduardo Bolsonaro para presidir a Comissão de Relações Exteriores, que teria uma relação muito grande, muito próxima, com o Departamento de Estado americano. Com Marco Rubio, no caso, o homem que foi lá para o Panamá e já fez o presidente do Panamá dizer que não vai renovar o contrato com os chineses operando o canal do Panamá.
Isso é a política, é a velha política americana do porrete. Aqui, eu tenho um porrete na mão. Eu gostaria que você fizesse isso ou aquilo. E aí a gente vai criticar o Trump por defender os interesses dos Estados Unidos, dos americanos, dos contribuintes americanos. Por isso ele está cortando um dinheirão dos contribuintes americanos que vão para ONGs, inclusive brasileiras.
Que arranjar dinheiro vire-se, mas não do contribuinte americano, diz Trump.
Brasil paga caro e recebe pouco
E uma outra questão que eu queria mencionar. Como o estado brasileiro é fraco quando toca uma obra! Eu vejo empreiteiras brasileiras construindo estradas maravilhosas na Flórida, por exemplo. Chove e não fica água em cima do asfalto, a água se esvai por uma porosidade do asfalto.
Eu dirijo em Portugal, pelas estradas portuguesas, pelas estradas italianas. E eu dirigi agora nos dois últimos dias na BR-060, Brasília-Goiânia / Goiânia-Brasília. Um amigo meu me disse que a estrada é maravilhosa, só que o padrão de qualidade, de exigência do brasileiro que não conhece os outros padrões é baixíssimo.
O que é péssimo a gente acha ruim e o que é ruim a gente já acha bom. É como a estrada na qual eu transitei ontem e anteontem e paguei R$25 reais na ida e volta de pedágio.
Estou lembrando isso só para sacudir a cabeça da gente, que a gente tem que ser exigente, porque o tamanho dos impostos que a gente paga é muito grande.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/divida-publica-explode-governo-finge-nada-acontece/

A hidra globalista

Elon Musk não para de trabalhar, e o mundo agradece, em especial os pagadores de impostos americanos. O que o D.O.G.E. vem revelando neste trabalho é escandaloso: instituições estatais e paraestatais vêm sendo utilizadas para financiar um enorme aparato de interesses partidários ou comerciais que não devem se confundir com os interesses nacionais ou do povo.
O mais recente alvo é a USAID, que supostamente existe para distribuir ajuda internacional a quem mais necessita. Mas se o mais desavisado pode confundir isso com mantimentos chegando a crianças pobres africanas, um olhar mais atento mostra que não é bem assim – ou melhor, nada assim. Na verdade a USAID vem bancando ONGs ligadas aos interesses da elite democrata acima de tudo.
Mike Benz, que vem investigando isso faz tempo, afirmou com todas as letras: não fossem os recursos da USAID, Bolsonaro ainda seria presidente do Brasil e a internet seria livre no país. Ou seja, o governo Joe Biden interferiu diretamente em nossas eleições, o que muitos já desconfiavam. A esquerda, pelo visto, não condena esse tipo de “imperialismo estadunidense”. Deve ser o “imperialismo do bem”…
O mundo está mudando, dando uma guinada ao bom senso. E sem os fartos recursos americanos, todo esse aparato de ideologia Woke globalista cair por terra. Já era tempo!
Instituições supranacionais como a USAID podem ter nascido com ótimas intenções. Desde a Doutrina Monroe e a visão globalista de Woodrow Wilson, os Estados Unidos buscam “exportar democracia” mundo afora, impor os valores democratas ou “liberais”. Mas o inferno está cheio de boas intenções, e o que começou de um jeito pode acabar capturado por interesses privados e se transformar num monstro.
A elite burocrata quer poder sem voto. Criou-se o Deep State, com muitos interesses obscuros. Falta accountability, ou seja transparência perante o dono do dinheiro e do poder na teoria, o próprio povo. Daí o desespero dessas elites corrompidas com o fenômeno do nacional populismo de direita: Donald Trump e sua turma chegaram para acabar com essa farra, drenar o pântano em Washington.
Os poderosos democratas estão “dando bandeira”, reagindo de forma insana contra a simples auditoria nas contas da USAID. O que temem? Fica claro que buscam preservar esquemas sombrios. Os Estados Unidos já anunciaram a saída da OMS, que virou puxadinho chinês e globalista nas mãos de um revolucionário marxista, e podem sair do Conselho de Direitos Humanos da ONU, uma palhaçada comunista.
As coisas estão acontecendo, e rápido. Trump e Musk não estão de brincadeira. Acabou a palhaçada. O mundo está mudando, dando uma guinada ao bom senso. E sem os fartos recursos americanos, todo esse aparato de ideologia Woke globalista cair por terra. Já era tempo!
Se pararmos para pensar, eu paguei pesados impostos nos Estados Unidos para financiar minha própria censura no Brasil, enquanto Barroso, presidente do STF, diz que é importante dar poder para quem não foi eleito, justificando esse ativismo bizarro e ilegal. Chega!
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/usaid-hidra-globalista/
Mulheres acusadas de serem ‘fantasmas’ de Alcolumbre recebem Bolsa-Família

Ex-funcionárias de Davi Alcolumbre (União-AP), apontadas pela revista Veja como partícipes de rachadinha no gabinete do atual presidente do Senado, estão cadastradas Bolsa-Família. Das seis citadas, mulheres pobres que emprestaram nome e CPF ao suposto esquema, quatro são beneficiárias do programa. Marina Ramos chegou a “ganhar” R$14,7 mil, ficava com R$1.350 como fantasma e devolvia o restante, confirmou ela à época. No programa social recebeu R$1.302 em novembro, conforme última atualização dos dados disponíveis no Portal da Transparência.
Uma merreca
Lilian Alves tinha o segundo maior salário, R$8,3 mil. Ficava com R$800. Também está no Bolsa Família, o último pagamento foi de R$425.
Fantasma pago
Jessyca Priscylla é outra que foi apontada como fantasma do gabinete. Ganhava R$5,7 mil, ficava com R$800. Ganha R$1.202 no programa.
Rende mais
Adriana Souza ficava com R$800 dos R$4 mil de salário, diz a denúncia. No Bolsa-Família ganha mais do que no suposto esquema, R$1.002.
Esquema milionário
A rachadinha teria movimentado mais de R$2 milhões entre janeiro de 2016 e março de 2021, quando denunciado. Deu em nada até hoje.
Motta cobra estabilidade fiscal do governo Lula

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a revisão dos gastos públicos e destacou a dificuldade do Executivo em lidar com o tema.
Em entrevista à GloboNews nesta terça-feira (4), Motta afirmou que o governo Lula precisa reconhecer a gravidade da situação econômica do país e priorizar a estabilidade fiscal.
O presidente da Câmara ressaltou que um bom relacionamento com o Congresso pode ajudar o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a convencer o governo da importância do equilíbrio fiscal. Segundo ele, o Congresso tem sido um guardião das contas públicas e alertou que aumentar a arrecadação não é a solução para o problema.
“Estamos vendo que o aumento da arrecadação não resolverá se não fechar a torneira. O problema é o que está saindo do caixa do governo. A discussão é sobre redução das despesas. O governo precisa rever aquilo que está gastando. Precisa controlar melhor o seus gastos”, disse.
Lula diz que se Bolsonaro concorrer ‘vai perder outra vez’

As pesquisas de opinião que registram queda na popularidade do presidente Lula parecem não ter abalado a confiança do petista, que disse que venceria Jair Bolsonaro caso o ex-presidente seja liberado para concorrer à Presidência da República.
“Se a Justiça disser que ele pode concorrer às eleições, ele pode concorrer. E se for comigo, vai perder outra vez”, disse o presidente em entrevista às rádios Itatiaia, BandNews BH e Mundo Melhor.
Apesar da fala de Lula, pesquisa Quaest divulgada na última segunda-feira (3) não é tão favorável para o petista. No cenário espontâneo, Bolsonaro e Lula aparecem empatados, com 9% das intenções de voto.
No cenário estimulado, sem a presença de Jair Bolsonaro, Lula soma menos pontos (30%) do que a somatória de nomes da direita, que atingem 42% das intenções de votos.
Lula mente sobre ‘queda de 30%’ no preço da carne, em 2023

Lula (PT) voltou a mencionar números fantasiosos, ao afirmar na manhã desta quarta-feira (5) que o preço da carne “caiu 30% em 2023”. O presidente mentiu: no primeiro ano do atual governo, foi de 11,9% a redução nos preços da carne bovina, quase um monopólio dos irmãos Wasley e Joesley Batista, amigos do petista, que também andaram presos por corrupção.
A declaração de Lula ocorreu durante entrevista a diversas emissoras de Belo Horizonte, quando voltou a recorrer a números que não encontram respaldo em qualquer levantamento, oficial ou não.
Lula já se jactou várias vezes desse tipo de mentira ou do seu “talento” de usar dados falsos para impressionar plateias. “Todo mundo acredita”, disse, durante encontro com blogueiros petistas, anos atrás. Em Paris, certa vez, com o ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner ao lado, ele disse que haveria no Brasil “30 milhões de menores abandonados na rua”, no que foi corrigido discretamente pelo político paranaense. Ele deu risada.Estimativa da LCA Consultores, com baase em números do IBGE, mostrou que os bovinos registraram redução de preço de -11,9% em 2023. O preço do frango (-9,2%) teve a 2ª maior retração.
Ainda não há decisão tomada sobre pautar anistia, diz Hugo Motta

O novo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (04) que ainda “não há uma decisão tomada sobre pautar ou não pautar” a anistia aos presos pelos atos de vandalismo às sedes dos Três Poderes, em Brasília, no dia 08 de janeiro de 2023.
O parlamentar afirmou ainda que tanto o PL quanto o PT, possuem interesse no tema.
“Ela é uma prioridade de votação para o PL, que é o maior partido da Casa. O PL quer votar a anistia e nós temos o PT do outro lado, sem querer votar a anistia. Então, nós vamos colocar o assunto sobre a mesa e, conjuntamente, decidirmos”, afirmou Motta em entrevista à CNN.
O presidente da Câmara destacou ainda que a anistia é um tema que será tratado com “cuidado”.
“Esse será um tema com certeza a ser enfrentado. Nós vamos com muito cuidado, com muito zelo, procurar tratar um tema que inclusive ajuda na minha avaliação a trazer mais tensão para esse momento com os demais poderes, então tudo isso na minha avaliação que traz mais tensão nesse momento não é bom para o Brasil, então eu penso que agora é termos cautela”, concluiu.
Trump anuncia que EUA vão assumir controle da Faixa de Gaza

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira, 4, que os Estados Unidos vão assumir o controle da Faixa de Gaza. A declaração foi dada pelo republicano durante uma entrevista coletiva com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
“Os EUA vão tomar conta da Faixa de Gaza, e nós faremos um trabalho nela também”, disse Trump. “Nós a teremos e seremos responsáveis por desmantelar todas as bombas perigosas e inexploradas e outras armas no local.”
“Nivele o local e livre-se dos prédios destruídos, nivele-o, crie um desenvolvimento econômico que fornecerá um número ilimitado de empregos e moradias para as pessoas da área”, disse o republicano. “Faça um trabalho de verdade. Faça algo diferente.
Simplesmente não dá para voltar atrás. Se você voltar, vai acabar do mesmo jeito que tem sido por cem anos.”
Netanyahu é o primeiro líder mundial a se reunir com Trump na Casa Branca desde que o presidente norte-americano assumiu o mandato. Durante a coletiva, o republicano disse que via os Estados Unidos em uma “posição de propriedade de longo prazo” da área, o que provavelmente traria estabilidade ao Oriente Médio.
“Vejo isso trazendo grande estabilidade para aquela parte do Oriente Médio e talvez para todo o Oriente Médio”, disse Trump. “E todos com quem falei – esta não foi uma decisão tomada levianamente amam a ideia de os Estados Unidos possuírem aquele pedaço de terra, desenvolvendo e criando milhares de empregos. Ninguém pode imaginar isso, porque tudo o que eles veem é morte, destruição e escombros.”
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/mundo/trump-anuncia-que-eua-vao-assumir-controle-da-faixa-de-gaza/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification
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