Durante a eleição para a presidência do Senado, o senador Marcos Do Val (Podemos-ES) chamou atenção ao fazer um discurso crítico contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em meio à sua fala, o parlamentar surpreendeu os presentes ao desenrolar uma extensa lista física, na qual apontava “violações” cometidas pelo magistrado. Os documentos foram estendidos sobre o púlpito, chamando a atenção dos demais senadores.
“Perseguição política, que é claro que o ministro Alexandre de Moraes está fazendo com a direita, é crime contra a humanidade. O Tribunal Penal Internacional, no momento certo, tornará isso público. O que estamos presenciando hoje é a ditadura da toga, que infelizmente contou com a conivência da atual gestão do Senado Federal. Eu não estou aqui dizendo que vai ter vingança. Nós precisamos seguir a Constituição, ponto”, declarou Do Val.
O senador iniciaria um discurso sobre o “direito ao voto”, mas antes optou por expor a lista de acusações contra Moraes. Assista:
Bolsonaro aciona o STF para acabar com absurdo, mas a resposta é a pior possível

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para anular a investigação relacionada à suposta fraude em seu cartão de vacina. A decisão foi oficializada no sábado (1º).
No parecer, a magistrada destacou que os advogados do ex-presidente não apresentaram elementos que comprovassem qualquer irregularidade na determinação do ministro Alexandre de Moraes, que autorizou a apuração do caso.
“Ausentes os requisitos legais autorizadores desta impetração, na esteira da consolidada jurisprudência deste Supremo Tribunal, indefiro o presente mandado de segurança”, afirmou Cármen Lúcia em sua decisão.
A investigação teve início em 2022, quando a Polícia Federal analisou a quebra do sigilo telemático de Mauro Cid, então ajudante de ordens de Bolsonaro. Ainda naquele ano, surgiram as primeiras suspeitas de irregularidades no cartão de vacina.
Já em 2023, a PF realizou uma operação que resultou na prisão de Mauro Cid e de outras cinco pessoas, além de buscas e apreensões na residência do ex-presidente. O inquérito sobre os cartões de vacinação acabou levando a novas investigações envolvendo um suposto plano de golpe e o desvio de itens do acervo presidencial.
Hugo Motta faz aceno para a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro

Grande dia!
Hugo Motta (Republicanos-PB), novo presidente da Câmara dos Deputados, afirmou neste domingo (2), que a questão da anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro será abordada em reuniões com lideranças políticas nos próximos dias.
“Esse tema é o que mais divide a Casa hoje. Temos um PL que defende a votação da anistia para os presos de 8 de janeiro, enquanto o PT é contra. A pauta será decidida pelo presidente, com participação dos líderes. Com certeza, será levada para as reuniões e vamos conduzir com imparcialidade”, disse.
Motta afirmou que é preciso cautela na condução do tema para evitar o que considera excessos da esquerda e da direita. Também lembrou que o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) já havia criado uma comissão especial para debater a questão.
AO VIVO: Começa a maior batalha da oposição (veja o vídeo)

O primeiro mês de 2025 já passou e mostrou que o ano será repleto de desafios para a oposição.
O impeachment de Lula, sem dúvidas, é o maior dos desafios. Além disso, a luta contra a censura, desastre econômico e as novas taxações não param.
Esse será o tema do programa O Brasil Precisa Saber de hoje! No comando está o deputado federal Luciano Zucco. Assista AO VIVO:

Governo Lula está colhendo o que semeou

O governo tem dito que o começo do terceiro mandato de Lula, quinto mandato do PT na Presidência da República, foi de semeadura, e que agora vem a colheita. Aí a gente olha para saber o que está sendo colhido, e parece que nada foi semeado.
Ou semearam inço, semearam joio, porque é o que estão colhendo. Preços altos, juros altos, déficit, endividamento e, agora, a perda do poder político mais evidente ainda no Congresso Nacional.
Já se viu a perda do poder político após as eleições legislativas, em que a maioria do Congresso virou centro-direita. E agora se confirmou: o centro e a direita estão comandando as duas Casas. Sobrou para o PT uma Segunda Vice-Presidência no Senado e uma Primeira Secretaria na Câmara.
Bolsonaro marcou posição forte com o primeiro-vice do Senado, que já foi seu líder – Eduardo Gomes de Tocantins, do PL – e com comissões importantes. Para o Flávio Bolsonaro, a da Segurança Pública; para Direitos Humanos, a Damares Alves; para a infraestrutura, Marcos Rogério. Todo mundo do grupo mais próximo de Bolsonaro. Na Câmara, o vice-presidente é do PL do Rio de Janeiro.
Então, o governo Lula se enfraquece politicamente dentro do Congresso, e aí vai colher o quê? Como prevê Gilberto Kassab, o PT perdeu o protagonismo e, se entrar para a eleição presidencial, vai ser para ser derrotado.
Argentinos reprovam Lula mais do que Bukele, Meloni ou Trump
Na Argentina, foi feita uma grande pesquisa sobre nomes oferecidos aos pesquisados. O único nome com avaliação negativa entre Bukele, Meloni, Trump, Musk, Zuckerberg e Lula, foi Lula. O único negativo. Os outros tiveram avaliação positiva maior que a negativa. Lula perdeu por 40 a 37 na avaliação negativa.
Supremo desrespeita a Constituição ao contrariar a língua portuguesa
Eu queria falar aqui sobre algo muito importante, que é a Constituição Brasileira, que não está sendo respeitada. Como a gente sabe, o Supremo deveria ser o guardião da Constituição.
Em uma ação movida por um grupo LGBT contra uma lei da Câmara Municipal de Uberlândia que proibiu linguagem neutra nas escolas de Uberlândia, a relatora, ministra Carmen Lúcia, já foi acompanhada por Moraes, Zanin, Fachin, Dino e Toffoli dizendo que a lei não vale.
Só para lembrar: a lei foi aprovada na Câmara Municipal de Uberlândia. De 27 vereadores, só seis foram contra. A relatora citou o inciso 9º do artigo 5º, que fala em liberdade de expressão, e o inciso 4º do artigo 3º, que fala em não ter preconceitos. E se esqueceu do artigo 13 da Constituição.
O artigo 13 da Constituição diz claramente, para quem sabe ler: a língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil. A língua portuguesa não tem linguagem neutra. A língua portuguesa tem dois gêneros. Nós humanos temos dois sexos.
Eu não vejo no respeito à língua portuguesa e no respeito à Constituição nenhum tipo de censura contra a liberdade de expressão e muito menos algum tipo de preconceito. Seria preconceito contra a língua portuguesa? Não deu para entender essa decisão do Supremo que, desculpem, contraria a Constituição e desrespeita a língua portuguesa.
FONTE:GAZEAT DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/governo-lula-esta-colhendo-o-que-semeou/

Trump e o nocaute identitário

O discurso de Donald Trump na cerimônia de posse despertou algumas reações fortemente emocionais e carregadas de frustração ideológica. Os qualificativos rolaram com a força das tempestades tropicais: fascista, supremacista, antidemocrático, etc. Mas Trump obteve uma grande vitória. É preciso respeitar o fato de que os eleitores dos EUA elegeram Donald Trump. A imprensa não pode brigar com esse fato. Seu discurso, para bem ou para mal, representa o sentimento profundo da sociedade norte-americana. Houve, por óbvio, retórica de impacto e uma certa dose de teatralidade. Mas, a meu ver, reflete o cansaço com agenda identitária, a fadiga de material de uma ideologia que, lá como cá, em nome da democracia, impõe a interdição de um debate aberto e civilizado. A cultura do cancelamento e as recorrentes tentativas de coibir a liberdade de expressão foram fortemente questionadas.
É preciso aguardar para fazer uma avaliação equilibrada do segundo mandato de Donald Trump. Suas consequências na economia e na geopolítica mundial. A diplomacia brasileira, apoiada na sua tradicional competência, precisa trilhar um caminho prudente e pragmático.
Mas não é disso que quero tratar nesta coluna. Desejo aprofundar no impacto cultural de uma América reformatada. O que está claro é que o mundo está dando uma guinada liberal e conservadora. E é disso que quero conversar com você, amigo leitor.
O conservadorismo, frequentemente maltratado e incompreendido, é um fenômeno em ascensão. E não pode ser jogado na catacumba das nossas coberturas ou tratado de modo caricato. Merece uma análise serena. É o que tentarei fazer neste espaço opinativo, saudavelmente aberto e plural.
O jornalismo não pode ficar de costas para o fenômeno conservador. Caso contrário, corre o risco de perder relevância ao não falar adequadamente de temas e assuntos de interesse dos leitores
Impõe-se analisar o fato. O conservadorismo está presente num contingente expressivo da sociedade brasileira, inclusive entre os jovens. É preciso admitir a realidade e entender a razão dos outros, mesmo quando não coincidam com a nossa.
A imensa maioria da população brasileira não se alinha com a história, a ideologia, as práticas e a agenda identitária. Trata-se de um fato. Boa parte dos brasileiros descobriu e se identificou com valores, pensamentos e práticas que podem ser chamadas de conservadoras. O advento das redes sociais, rompendo a hegemonia da agenda pública e cultural, gerou o fenômeno da desintermediação disruptiva. Novos personagens ocuparam o espaço das discussões e das reflexões, disseminando essa perspectiva que se ancora em valores tradicionais e enaltece a vida, o indivíduo e a liberdade responsável.
Na tentativa de desqualificar os anseios e aspirações conservadoras e liberais, partidários da agenda identitária rotulam de bolsonaristas a todos os que não se alinhem com seu campo, tentando reduzir a ascensão dos conservadores a um personagem controverso e conflitivo. O fenômeno do conservadorismo é maior, ultrapassa e independe de Jair Bolsonaro.
Além disso, também se esforçam para que o conservadorismo não seja devidamente difundido e conhecido em suas propostas basilares, pois percebem que a ocupação do espaço político por uma cultura conservadora é o maior e mais poderoso obstáculo às suas pretensões hegemônicas. No entanto, o conservadorismo, não apenas tem o direito de existir como tem se mostrado muito representativo de boa parcela da sociedade brasileira.
O mundo experimenta esta tendência. Até pouco tempo atrás, a leitura e a repercussão dos acontecimentos estavam sempre, ou quase sempre, moduladas e filtradas por um olhar iluminista e marxista. No entanto, as pessoas estão descobrindo a força e o brilho da liberdade.
A reação dos caudilhos do espaço cultural, agressiva e desproporcionada, indica que se tocou em um ponto sensível. A percepção da mudança do pêndulo da História, cada vez mais clara e patente, gerou a estratégia clássica da desqualificação da opinião alheia, dos cancelamentos e da demonização de quem se atreve a pensar fora dos limites impostos pelo totalitarismo ideológico.
O pensamento conservador e liberal – profundo, sério e bem fundamentado – assusta e desestabiliza os detentores de uma hegemonia que começa experimentar o sabor do ocaso. O conservadorismo busca a primazia da vida, do indivíduo, da liberdade de expressão, da igualdade de condições perante leis e direitos, de uma educação sem doutrinação, da limitação da ingerência abusiva do Estado e da defesa da família.
Vivemos tempos surpreendentes. A pandemia sacudiu o mundo. Rompeu esquemas, derrubou projetos, ceifou vidas, apagou sonhos. Pobres e ricos, governantes democráticos e ditatoriais, poderosos e desvalidos -todos- foram algemados pela impotência. O globalismo foi sacudido. Imagens de praças, ruas e avenidas fantasmas e de um mundo vestido de vazio reforçaram a percepção da fragilidade. A Terra ficou de joelhos diante do imponderável. Prenunciou-se o resgate do transcendente, dos valores e o ocaso da arrogância racionalista. É neste caldo de cultura, imerso em uma profunda nostalgia da valores e de liberdade, que o conservadorismo aflorou com vigor.
O jornalismo não pode ficar de costas para o fenômeno conservador. Caso contrário, corre o risco de perder relevância ao não falar adequadamente de temas e assuntos de interesse dos leitores.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/carlos-alberto-di-franco/trump-nocaute-identitario/
União Brasil e MDB disputam indicação do substituto do presidente dos Correios

Com a gestão que catapultou prejuízo dos Correios, saindo de lucro de R$3,7 bilhões (2021) a prejuízo de R$2 bilhões (2024), o presidente da estatal, Fabiano Silva dos Santos, deve ser um dos demitidos na esteira da reforma ministerial que vai mexer em postos estratégicos do governo Lula. A avaliação é que não tem como contornar o prejuízo somado ao escândalo do confisco do 13º de parte dos funcionários. Desde então, Fabiano tem se encontrado com políticos em Brasília tentando se manter.
Nomes ao vento
Um dos cotados para suceder a Fabiano é Paulo Penha, que virou diretor de operações com a simpatia de deputados do União Brasil.
Jantar em Brasília
Nos grupos do zap de funcionários, eles garantem que Fabiano foi à casa do presidente do União, Antonio Rueda, na última semana.
Outro foco
A Lula, o MDB tem dito que não precisa de mais ministérios na reforma. Mas o partido se mexe para crescer no segundo escalão do governo.
Melhor que ministério
Os Correios contam com orçamento bilionário (cerca de R$20 bilhões em 2024) e está em todo o País, uma capilaridade que interessa ao MDB.
Nada é tão ruim que não possa piorar: Gleisi vem aí

Lula (PT) terá de apressar sua reforma tributária para uma “sintonia fina” com a nova situação de poder na Câmara e no Senado, mas principalmente porque as pesquisas indicam seu acentuado declínio. Ele não pode errar nessa reforma, até porque cresce em flecha a reprovação de Lula entre os próprios eleitores e os nordestinos, mas a nomeação de Gleisi Hoffmann para a Secretaria Geral do Planalto faz lembrar uma das mais famosas Leis de Murphy: “Nada é tão ruim que não possa piorar.” A análise é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Ela se alimenta da própria capacidade de gerar antipatias e cizânias. Os desafetos no partido já celebram sua saída da presidência do PT.
Gleisi agrada a Lula porque, como ele, é capaz de contar lorotas em série sem perder o rebolado, nem mesmo quando desmascarados.
Conhecida pelas crises que provocou com aliados, Gleisi lembra outra lei de Murphy: “Tudo o que começa mal, termina ainda pior”.
Câmara torrou mais de R$466 milhões durante o recesso

Sem que os deputados precisassem bater um prego no sabão em janeiro, a Câmara seguiu firme com a gastança, tudo bancado por nós, pagadores de impostos. Só em janeiro, mês de recesso, a Casa gastou quase meio bilhão de reais, R$466,28 milhões, para “funcionar”. Cerca de 6,42% do orçamento para 2025. Deste bolo, R$287,6 mil foram gastos com “auxílio-moradia” para suas excelências em férias. Exatos R$4,1 milhões foram gastos para ressarcir “despesas” variadas dos deputados.
Missão férias
Dois deputados se mandaram em “viagens em missão oficial”. Foram dois belos destinos: Espanha e Arábia Saudita. O preço, R$32,3 mil.
Do bom e do melhor
Entre os dias14 e 16, Danilo Forte (União-CE) foi a um evento em Riade. Vermelho (PL-PR) passou seis dias em uma feira de turismo em Madri.
Mordomia garantida
A maior parte do gasto é com salários. Mas há muitas mordomias, como os R$1,8 milhão em segurança privada para os parlamentares.
Ano novo, casa nova
Reformas e mimos, como troca de armários dos belíssimos imóveis funcionais, também entraram na fatura de janeiro: mais de R$1,3 milhão.
Quaest: Gusttavo Lima bate Marçal, Ciro, Zema e Caiado, e Lula lidera

O levantamento de intenções de votos da Genial/Quaest para sucessão de Lula (PT) na Presidência da República evidenciou, nesta segunda-feira (3), o potencial eleitoral do cantor sertanejo Gusttavo Lima (Sem partido), que supera políticos de renome nacional e tem melhor desempenho em eventual 2º turno contra o presidente petista, líder em todos os cenários para 2026.
No cenário 1 da pesquisa, Lula tem 30%, e o artista de direita obtém 12% da preferência dos eleitores, a um ponto percentual dos 13% do governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (REP). Gusttavo Lima aparece à frente de nomes como do influenciador digital Pablo Marçal (PRTB), com 11%; do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), 9%; e dos governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União), empatados com 3%.
No cenário 2, sem Tarcísio e com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Lula lidera com 28%, seguido de Gusttavo Lima e Pablo Marçal, empatados com 12%. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deputado Eduardo, fica em terceiro com 11%, seguido por Ciro, com 10%; Zema, 5%, e Caiado, com 3%.
O governador de São Paulo e Eduardo Bolsonaro saem do cenário 3, que traz Lula liderando com 32%, seguido por Marçal, com 14%. Gusttavo Lima é o 3º, com 13%, Ciro o 4º, com 12%. Zema pontua 4% e Caiado 3%.
Gusttavo Lima tem o melhor desempenho no cenário 4, obtendo 18% da preferência do eleitorado, sem Tarcísio, Eduardo e Marçal entre as opções de voto. O contexto também é o melhor para Lula, que lidera com 33%. Ciro Gomes pontua 13%, Zema, 8%, e Caiado, 4%.
2º turno
Nas simulações de 2º turno contra Lula, o cantor que apoiou a reeleição frustrada de Jair Bolsonaro (PL), em 2022, aparece com a menor desvantagem, de seis pontos percentuais, nos eventuais embates de 2º turno, pontuando 35% contra 41% do presidente petista. Na mesma simulação, o governador Tarcísio apresenta distância de nove pontos de Lula (34% contra 43%). E o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tem o mesmo desempenho do influenciador Pablo Marçal, com dez pontos de desvantagem contra o atual chefe do Palácio do Planalto (34% contra 44%).
Cenários de 2º turno para 2026
– Lula 41% x 35% Gusttavo Lima
– Lula 43% x 34% Tarcísio
– Lula 44% x 34% Eduardo Bolsonaro
– Lula 44% x 34% Marçal
– Lula 45% x 28% Zema
– Lula 45% x 26% Caiado
A Quaest ouviu 4.500 pessoas, presencialmente, entre os dias 23 e 26 de janeiro. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Nove de cada 10 denúncias da PGR de Gonet são do 8 de janeiro

Em pouco mais de um ano à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR), Paulo Gonet já apresentou 256 denúncias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Dessas, 237 denúncias – o equivalente a 92,5% – estão relacionadas às investigações dos atos de 8 de janeiro de 2023.
As demais acusações envolvem parlamentares e políticos da oposição. Entre os denunciados estão:
- Chiquinho Brazão (Sem partido), acusado de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle
Franco (PSOL); - Carla Zambelli (PL-SP), denunciada por suposta invasão ao site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o auxílio de Walter Delgatti Neto;
- Nikolas Ferreira (PL-MG), acusado de injúria contra o presidente Lula, por chamá-lo de “ladrão” nas redes sociais.
Por outro lado, no caso da rachadinha no gabinete do deputado André Janones (Avante- MG), aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a PGR concluiu que havia indícios de peculato, mas propôs um acordo de não persecução penal em vez de apresentar uma denúncia formal.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/politica/pgr-9-em-cada-10-denuncias-sao-do-8-de-janeiro/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification#google_vignette
Janja almeja bônus da função pública sem transparência, diz Estadão

Não existe o cargo de “primeira-dama” na administração pública brasileira. Trata-se apenas de um título informal de designação do cônjuge do chefe do Executivo. No entanto, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem atribuído à primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, um papel institucional que não tem lugar na estrutura formal do Estado.
Em outras palavras: Lula posicionou sua mulher em uma espécie de limbo funcional, o que é muito conveniente para o governo e para a própria Janja. É o que destaca o jornal O Estado de S. Paulo em editorial desta segunda-feira, 3. Sempre que é questionado pela imprensa, não raro por meio da Lei de Acesso à Informação, sobre a agenda e as despesas públicas de Janja, o Palácio do Planalto, sistematicamente, as sonega sob a justificativa de que a primeira-dama “não exerce função pública” nos termos da Lei 8.112/90, razão pela qual ela estaria isenta de prestar contas à sociedade.
“Contudo, quando interessa ao governo ou à própria Janja, a primeira-dama assume uma posição de destaque, quando não de protagonismo, em eventos oficiais no Brasil e no exterior, representando o governo do marido ou até mesmo o Estado em eventos e instâncias nos quais, a rigor, só servidores ou mandatários investidos do múnus público teriam legitimidade para atuar em nome do país”, afirma o Estadão.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/imprensa/estadao-janja-almeja-bonus-da-funcao-publica-sem-transparencia/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification
OMS quer que países pressionem os EUA a permanecerem no grupo

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, está incentivando nações a pressionarem Washington para reconsiderar a decisão de Donald Trump de retirar os Estados Unidos da organização.
Em uma reunião privada recente, Adhanom destacou que a retirada dos Estados Unidos resultaria na perda de informações essenciais sobre doenças globais. Durante outra reunião, representantes pediram esclarecimentos sobre como a Organização Mundial da Saúde enfrentaria a saída de seu maior financiador.
Para o biênio 2024-2025, os Estados Unidos devem contribuir com cerca de US$ 988 milhões, representando 14% do orçamento de US$ 6,9 bilhões da OMS.
Um documento apresentado ressaltou que os fundos norteamericanos são cruciais para operações emergenciais em larga escala, cobrindo até 40% dessas atividades. A saída dos Estados Unidos ameaça as respostas a crises no Oriente Médio, na Ucrânia e no Sudão, além de prejudicar programas de erradicação da pólio e do HIV.
FONTE: REVISTA OESTE https://revistaoeste.com/mundo/oms-quer-que-paises-pressionem-os-eua-a-permanecerem-no-grupo/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification
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