Governo Lula está alinhando ao que existe de mais degenerado no cenário internacional

J.R. Guzzo
Soldados do Hamas com lança-mísseis
Soldados do Hamas com lança-mísseis| Foto: Divulgação/Forças de Defesa de Israel

O Brasil vive uma treva diplomática. É também uma treva moral da pior espécie, na qual o governo do presidente Lula vai abandonando de vez qualquer consideração de natureza ética, de valores e de simples decência humana para se aliar a tudo o que existe de mais degenerado no cenário internacional. Diante do ataque mais perverso que Israel já sofreu por parte dos terroristas palestinos que querem a sua extinção, a diplomacia brasileira ficou numa posição de neutralidade hipócrita e materialmente impossível.

Enquanto todos os países democráticos do mundo condenaram com palavras vigorosas, e sem deixar qualquer dúvida, os crimes cometidos contra o Estado e o povo judeus, o Brasil ficou neutro, para todos os efeitos práticos. Lamenta os assassinatos, mas fica a favor dos assassinos. Sugere “a paz”, mas acha compreensíveis um ataque com até 5000 misseis, sequestro de crianças, mulheres e velhos, tortura de reféns e chacina de civis. Essa “isenção” significa cumplicidade com o crime.

O governo do presidente Lula vai abandonando de vez qualquer consideração de natureza ética, de valores e de simples decência humana.

Lula se exibe há nove meses em viagens milionárias com a mulher aos grandes países onde vigoram regimes democráticos – esses mesmos onde os ministros do Supremo vivem fazendo conferências sobre como salvaram a democracia brasileira. Na hora em que deveria estar claramente a seu lado na condenação à selvageria, fica ao lado do agressor. É assim que funciona a política externa de Lula e dos extremistas de seu governo.

Ucrânia é culpada pela invasão que está sofrendo por parte da Rússia. Israel é responsável pelos ataques que sofre de uma ditadura terrorista. O quebra-quebra do dia 8 de janeiro, em que não foi preciso aplicar um band-aid em ninguém, é “terrorismo”. O que está acontecendo em Israel, uma agressão que já tem mais de 1000 mortos, é “resistência contra a ocupação”.

Durante quatro anos, a extrema esquerda, as classes intelectuais e as mentes que descrevem a si próprias como “equilibradas” condenaram o “isolamento do Brasil” no ambiente internacional. Hoje o Brasil não está isolado – entrou, definitivamente, no campo das tiranias. Está a favor do Irã, definido como Estado terrorista por todas as democracias relevantes – abriu, por sinal, o porto do Rio de Janeiro a navios de guerra da Marinha iraniana, que estão proibidos de atracar no mundo democrático. Quer que a Ucrânia entregue à Rússia uma parte do seu território.

Recebe com honras o ditador da Venezuela, que é procurado pela polícia internacional e está com a cabeça a prêmio, a 15 milhões de dólares, por tráfico de drogas. O presidente diz que a culpa da miséria em Cuba, após 60 anos de regime comunista, é do “bloqueio” dos Estados Unidos, e não do governo cubano – nunca se menciona que os 200 outros países do mundo, inclusive o Brasil, não fazem bloqueio nenhum contra Cuba.

Lula, junto com o PT e o PSol – que assinam manifestos em favor da “causa palestina” e apoiam a ditadura do Hamas sobre os territórios árabes que controlam através do crime e do terror – coloca o Brasil, cada vez mais, como inimigo da liberdade.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/governo-lula-esta-alinhando-ao-que-existe-de-mais-degenerado-no-cenario-internacional/?#success=true

Ditadura da Nicarágua prende sexto padre em nove dias

Os ditadores da Nicarágua, Daniel Ortega, e de Cuba, Miguel Díaz-Canel, durante a cúpula G77+China, em Havana, em setembro
Os ditadores da Nicarágua, Daniel Ortega, e de Cuba, Miguel Díaz-Canel, durante a cúpula G77+China, em Havana, em setembro| Foto: EFE/Ernesto Mastrascusa

O padre Ramón Esteban Angulo Reyes foi preso por agentes da Polícia Nacional da Nicarágua, tornando-se o sexto pároco a ser preso no país nos últimos nove dias e o 13º neste ano, denunciaram paroquianos nesta segunda-feira (9).

Os paroquianos disseram à imprensa nicaraguense que Reyes, que dirige a igreja de Nossa Senhora de Fátima, na comunidade de Wapy, na região autônoma da Costa Sul do Caribe, foi preso na tarde de domingo (8) por policiais depois de ser convocado por eles para uma reunião.

A Polícia Nacional – chefiada por Francisco Díaz, consogro do ditador do país, Daniel Ortega – não comentou a denúncia, nem falou sobre as prisões anteriores.

Entre domingo e segunda-feira da semana passada, os padres José Iván Centeno, Julio Ricardo Norori e Cristóbal Gadea foram presos pela Polícia Nacional, que os levou para a capital, Manágua.

Na noite de quinta-feira, o padre Álvaro Toledo foi preso, e no sábado o mesmo aconteceu com o padre Yesner Cipriano Pineda Meneses.

Esses cinco sacerdotes pertencem à diocese de Estelí, cujo administrador apostólico é o bispo Rolando José Álvarez Lagos, que foi condenado em fevereiro a 26 anos e quatro meses de prisão por crimes considerados traição à pátria.

A pesquisadora religiosa Martha Patricia Molina, autora do estudo intitulado “Nicarágua: Uma Igreja Perseguida?”, que monitora a situação dos padres no país, escreveu em sua conta na rede social X (ex-Twitter) que “a maioria das paróquias onde os padres foram sequestrados não está celebrando missa”.

“As comunidades do interior da Nicarágua que ficaram sem sacerdotes estão celebrando a palavra e rezando pelo pronto retorno de seus sacerdotes”, disse.

De acordo com Molina, agentes do governo de Ortega mantêm vigilância diária sobre vários sacerdotes, inclusive os fotografando.

As relações do governo de Daniel Ortega com a Igreja Católica foram marcadas pela expulsão e prisão de padres, pela proibição de atividades religiosas e pela suspensão das relações com o Vaticano.

O papa Francisco chamou o governo sandinista de “ditadura grosseira” em uma entrevista ao portal Infobae, na qual apontou “um desequilíbrio na pessoa que lidera” o país, em referência a Ortega.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/ditadura-da-nicaragua-prende-sexto-padre-em-nove-dias/

Shani Louk, a alemã morta, despida e vilipendiada pelos terroristas palestinos

Shani Louk, Israel
Shani Nicole Louk: apesar de a família manter um pouco de esperança, é muito improvável que a tatuadora alemã tenha sobrevivido ao ataque do Hamas a um festival de música em Gaza.| Foto: Reprodução/Instagram

Ela era tudo o que o Hamas detesta. Mulher alemã independente de 30 anos, tatuadora, em Israel para participar de um festival de música na faixa de Gaza. Shani Nicole Louk ficou conhecida nas piores circunstâncias imagináveis. Após a maior invasão a Israel em meio século, promovida pelo grupo extremista com patrocínio do regime iraniano no último sábado (7), ela foi uma das centenas de vítimas entre os participantes do “Tribo de Nova”, o “festival de música da paz”. Em vídeo que circulou nas redes sociais, seu corpo foi exibido como um troféu na carroceria de uma picape pelos terroristas, seu cabelo com dreadlocks descoloridos repuxado, sua pele cuspida, suas roupas arrancadas, seus membros dobrados em ângulos estranhos.

A família de Shani disse à revista Der Spiegel que não tem notícias dela desde a manhã de sábado e que seu cartão de crédito foi utilizado de forma suspeita. A mãe, Ricarda Louk, publicou um vídeo no X (Twitter) ainda expressando esperança de a filha estar “inconsciente”, em vez de morta, e atribuindo o “sequestro” ao Hamas. Ela confirma a identidade da filha, dizendo que o vídeo a mostrava “claramente”, com características como os dreadlocks e as tatuagens, apesar de o rosto não ser mostrado. Na entrevista, Ricarda disse que ainda não quer admitir que a filha não está mais viva. Na única ligação bem-sucedida à filha na manhã da tragédia, Shani disse que estava entrando em pânico.

O festival foi feito perto do Kibbutz Urim, uma das comunidades autônomas de Israel que foram famosos experimentos com o socialismo. O público foi atingido por foguetes, depois os militantes abriram fogo contra os civis. Há imagens e múltiplos relatos da multidão correndo pela área desértica, saltando cadáveres pelo caminho.

O primo de Shani, Tom Weintraub Louk, disse ao Washington Post que “ainda temos um pouco de esperança. O Hamas é responsável por ela e pelos outros”. O jornal centro-europeu Visegrád 24 informou que um dos membros do Hamas presentes na picape parecia ser Mahmoud Abourjila. Além da semelhança de rosto, internautas identificaram semelhança da roupa usada pelo terrorista e a usada por Mahmoud em fotos postadas em sua conta no Google. A localização das imagens está em um raio de 15km do local onde Shani teve seu corpo tratado com desrespeito. As autoridades ainda não confirmaram a identidade do militante.

A jovem alemã, que cresceu em Israel, tinha uma conta no Instagram, @shanukkk, que saltou de 30 mil para mais de 50 mil seguidores em 48 horas. A conta foi trancada e clones surgiram para fazer homenagens. Outra conta com menos de dois mil seguidores mostra suas criações como tatuadora. Ela desenhava tatuagens em estilo “tribal”, animais, mandalas e figuras mitológicas do oriente.

Comemoração da esquerda

Em vídeo postado no domingo pelo repórter Brendan Gutenschwager, militantes de esquerda se reuniram frente ao Consulado de Israel em Nova York. Aplaudido, um deles diz em um megafone que “houve algum tipo de rave ou festa do deserto em que eles estavam se divertindo, até que a resistência veio em parapentes elétricos e acabou com ao menos várias dezenas de hipsters”. A plateia de manifestantes vibra diante do comentário. “Mas tenho certeza de que estão todos bem, apesar do que alega o jornal New York Post”. A CNN estimou o número de mortos no festival em 260.

Circularam relatos de que o festival de música teria sido realizado por brasileiros. O DJ brasileiro Alok esclareceu no X, no sábado, que o evento tinha produtor israelense. O pai do DJ foi “contratado a se apresentar em um evento que licenciou os direitos de uso do nome do festival” e Alok informou que “ele está seguro em um bunker aguardando direcionamento para retornar ao Brasil”.

Raziel Tamir, um dos presentes no evento, disse a uma rádio local, segundo o Jerusalem Post, que acordou em sua barraca às seis da manhã no sábado com o barulho de explosões e tiros. Além dos parapentes, cerca de 50 terroristas chegaram ao local em vans, uniformizados. Ele testemunhou “um número grande de corpos e terroristas correndo e atirando para todo lado, atirando granadas e bombas de efeito moral nas pessoas”. Ele disse que sobreviveu com 100 outras pessoas porque soldados israelenses atuaram como escudo humano contra a continuidade do massacre. “Os soldados nos protegeram com seus próprios corpos, nós os vimos caindo diante dos nossos olhos”.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/shani-louk-a-alema-morta-despida-e-vilipendiada-pelos-terroristas-palestinos/

Foto de perfil de Diogo Schelp
Diogo Schelp

Ataque do Hamas é tentativa de frear aproximação entre Israel e sauditas

ataque do Hamas
Bombardeio de Israel na Faixa de Gaza em resposta aos ataques terroristas| Foto: EFE/EPA/Mohammed Saber

Há diversas explicações possíveis para a decisão do Hamas de realizar o ataque coordenado contra Israel no fim de semana, misturando táticas militares com métodos terroristas, tendo como alvo tanto integrantes das forças de segurança de Israel quanto civis que foram assassinados ou sequestrados covardemente. O mais recente ataque do Hamas carrega, em primeiro lugar, a mesma justificativa central de todos os anteriores, em 2009, 2012, 2014, e 2021: a de ser uma “resposta” à ocupação israelense dos territórios palestinos. Por trás desse argumento oficial há o motivo verdadeiro, que remete à própria razão da existência do Hamas: a instalação de um estado palestino em todo o território onde hoje fica Israel, não apenas nos territórios palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza (esta controlada pelo Hamas). Ou seja, desde sua fundação, na década de 80, o grupo tem como objetivo a extinção do Estado de Israel, o que tem servido para justificar atrocidades como as cometidas nos últimos dias.

É falso atribuir o último ataque do Hamas a uma insatisfação ou impaciência com a falta de disposição ao diálogo por parte de Israel para uma paz duradoura por meio da solução de dois Estados, um judeu e um palestino, coexistindo lado a lado. Essa não é, como foi dito, a meta do Hamas. O que existe é a oportunidade política que o governo israelense de Benjamin Netanyahu deu ao aliar-se a elementos radicalmente antipalestinos e ao colocá-los em cargos relevantes dentro de sua administração, expandindo ocupações na Cisjordânia, por exemplo. Tudo isso serve de desculpa para o Hamas cometer seus mais recentes crimes.

Uma solução política, negociada, para a causa palestina não é do interesse do Hamas.

O momento também era propício, do ponto de vista do grupo palestino que mantém a população palestina da Faixa de Gaza sob um controle autoritário e violento, por permitir explorar a fragilidade política de Netanyahu, que vinha enfrentando uma forte oposição política interna por causa da sua tentativa de reformar o sistema judiciário com o objetivo de aumentar o próprio poder. Em um primeiro momento, o ataque do Hamas tende a produzir a união das diferentes correntes políticas do país na reação ao inimigo. Mas, no médio prazo, Netanyahu será cobrado pela incapacidade de prever e proteger a nação do ataque.

À parte as razões que sempre serviram ao Hamas para cometer seus atos de terrorismo, existe agora também uma motivação geopolítica. Nas últimas semanas, os movimentos de aproximação diplomática entre Israel e Arábia Saudita se intensificaram, com incentivo do governo dos Estados Unidos. Os dois países do Oriente Médio não possuem relações diplomáticas e os sauditas sequer reconhecem a soberania israelense. O que o governo americano busca é uma normalização da relação entre os dois países. Para os israelenses, a redução da animosidade com um dos principais países da região traz um importante ganho em termos existenciais e de segurança. Para os sauditas, o prêmio virá na forma de concessões na área militar por parte dos americanos, além de ser parte dos esforços de relações públicas da monarquia para suavizar sua imagem internacional, depois do assassinato e de prisões de opositores políticos.

Quem está pagando o preço dos cálculos geopolíticos do Hamas e do Irã são pessoas inocentes.

Para o Hamas, que sempre contou com o respaldo de países árabes para sua causa e para legitimar sua própria existência e suas ações, a normalização das relações entre seu inimigo, Israel, e um de seus amigos mais poderosos, os sauditas, seria um péssimo resultado. A aproximação entre Israel e Arábia Saudita também é ruim para o Irã, o principal financiador do Hamas. Irã e Israel são inimigos existenciais, a ponto de as autoridades em Teerã terem comemorado oficialmente o recente ataque do Hamas. E o Irã e a Arábia Saudita vivem uma disputa de hegemonia na região há décadas, apenas arrefecida recentemente com a intermediação da China. O Irã também é inimigo dos Estados Unidos, mediador das conversas entre israelenses e sauditas. Uma normalização dessa relação, portanto, fortaleceria Israel, Arábia Saudita e Estados Unidos. Tudo o que o Irã não quer.

Vale observar que uma das condições para a normalização das relações com Israel colocadas pelo regime saudita é justamente um avanço na solução da questão palestina, com uma sinalização de boa vontade para a retirada dos territórios ocupados, entre outros pontos.

Isso prova que uma solução política, negociada, para a causa palestina não é do interesse do Hamas. Ao provocar, com seus recentes atos de terror, uma reação militar dos israelenses contra a Faixa de Gaza, que certamente levará à morte não apenas de terroristas, mas também de civis palestinos, o Hamas tenta colocar uma barreira à aproximação entre Israel e Arábia Saudita. Isso porque, a depender da força com que Israel vai responder ao ataque do Hamas e das imagens de destruição e sofrimento de palestinos que isso vai gerar, ficará mais difícil para os sauditas avançarem, pelo menos por ora, nas conversas com os israelenses — entre outros motivos porque isso teria uma repercussão negativa na opinião pública saudita.

Uma pesquisa de opinião feita este ano na Arábia Saudita pelo Washington Institute, uma organização pró-Israel com base nos Estados Unidos, revelou que o apoio dos cidadãos do país a um acordo entre Israel e o regime saudita é baixíssimo, de apenas 20% dos entrevistados. Ainda que, segundo a mesma pesquisa, uma maioria dos sauditas considere que ataques do Hamas a Israel têm efeitos negativos para a região, no momento de escolher um lado não há dúvida de que este será contrário aos israelenses.

Como sempre, quem está pagando o preço dos cálculos geopolíticos do Hamas e do Irã, tentando minar movimentos em direção à coexistência pacífica de velhos adversários e à redução de tensões regionais, são pessoas inocentes tanto entre os israelenses quanto entre os palestinos. Aos líderes do Hamas não interessa a paz.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/diogo-schelp/ataque-do-hamas-e-tentativa-de-frear-aproximacao-entre-israel-e-sauditas/

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Guilherme Macalossi

O abraço do suposto progressismo ao terrorismo do Hamas

Hamas diz que sequestrou “muito mais de várias dezenas” de israelenses. Na imagem: residentes do Iêmen demonstram apoio ao grupo palestino terrorista e pisam na bandeira de Israel.
Hamas diz que sequestrou “muito mais de várias dezenas” de israelenses. Na imagem: residentes do Iêmen demonstram apoio ao grupo palestino terrorista e pisam na bandeira de Israel.| Foto: EFE/EPA/YAHYA ARHAB.


Quantos militares de Israel foram mortos no ataque terrorista deflagrado pelo Hamas no sul do país? Os relatos aterradores, alguns inclusive filmados, denotam uma ação que tinha como alvo qualquer judeu que estivesse pelo caminho. Famílias foram assassinadas. Crianças, mulheres, jovens e idosos sequestrados e levados para o interior da Faixa de Gaza, o território palestino em que o grupo instaurou uma ditadura islâmica perversa a partir de 2006. Esse modus operandi só difere dos atentados anteriores pela escala, pelo preparo e pela audácia dos autores. O objetivo do Hamas é o mesmo desde sua fundação: varrer Israel do mapa. Daí o porquê de matarem a esmo.

Do total de vítimas, 260 foram localizadas numa rave do Universo Paralello, evento organizado por brasileiros na kiburtz de Re’im. Dançando e se divertindo num local aberto, os participantes foram alvejados com facilidade. Não havia onde se esconder. Muitos nem sabiam o que estava acontecendo enquanto os terroristas abriam fogo. O local rapidamente se converteu num campo de morte. De certa forma é simbólico, já que o Hamas também quer a abolição de um modo de vida que ele considera impuro e incompatível com sua interpretação religiosa extremista.

Nossos progressistas fazem a genuflexão moral, abandonando suas supostas causas e abraçando um postulado genocida.

Única democracia do Oriente Médio, Israel é uma ilha de civilidade e liberdades públicas numa região dominada por ditaduras militares e autocracias em que os direitos humanos são reiteradamente violados e minorias sociais perseguidas e marginalizadas. O espaço reservado aos gays no Irã, país que serve de mecenas para o Hamas, se restringe a ponta de uma corda esticada do alto de um guindaste. Na Síria, professar a fé cristã equivale a um crime capital. Ser mulher, nesses e em outros países, inclusive nos territórios palestinos, representa uma cidadania de segunda classe em que são praticados como direito dos homens todos os tipos de abusos, inclusive os de natureza sexual.

Essa realidade é conhecida em todo o Ocidente livre, mas é deliberadamente desprezada especificamente pelo campo dito progressista e por muitos de seus representantes de esquerda e extrema-esquerda. Desde a eclosão dos ataques, o que se viu foi uma onda de relativismo moral tentando, algumas vezes subjetivamente e outras vezes escancaradamente, justificar o barbarismo perpetrado pelos terroristas como decorrente de uma mera reação. Os integrantes do Hamas estariam apenas respondendo abusos colonialistas de Israel em nome da justa “causa palestina”. Há alguns que até fazem uma condenação protocolar dos atentados, mas na sequência saem a disparar críticas não contra os terroristas, mas contra Israel. Estes apenas exercitam a pusilanimidade de forma sofisticada.

Luciana Genro, que foi candidata à presidência da República e hoje é deputada estadual pelo PSOL do RS chegou a escrever que “tratar a resistência palestina como terrorismo seria equivalente a tratar da mesma forma o levante dos judeus contra os nazistas em Varsóvia, no ano de 1943”. A um só tempo ela negou que a violência inédita praticada pelo Hamas seja terrorismo e comparou o Estado de Israel ao próprio regime nazista de Hitler. Sua postagem asquerosa, indecente e grotesca legitima o banho de sangue, conferindo-lhe até mesmo um caráter nobilitante. Na sua visão despudorada, os autores das mortes na rave de Ra’im são heróis sociais incompreendidos.

Esse tipo de coisa defendida por sedizentes militantes dos direitos humanos diz menos sobre os terroristas e mais sobre eles mesmos. Se é contra os Estados Unidos, Israel ou qualquer resquício de ocidentalidade, então tudo cabe e tudo é válido, já que se trataria de mera reação. Luciana Genro jamais seria deputada na Faixa de Gaza. Tampouco o PSOL teria oportunidade de fazer a defesa das minorias em um país sob a regra da sharia. Ainda assim, do conforto do mundo livre, nossos progressistas fazem a genuflexão moral, abandonando suas supostas causas e abraçando um postulado genocida em nome de seus dogmas ideológicos.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/guilherme-macalossi/abraco-duposto-progressismo-terrorismo-hamas-ataque-israel/

Gilmar Mendes critica Senado por mudanças na Corte e Toffoli defende “democracia militante”

Gilmar Mendes
Magistrados criticaram mudanças no STF que estão sendo gestadas pelo STF, como mandato de ministros e restringir decisões monocráticas.| Foto: Rosinei Coutinho/STF


Os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), saíram em defesa da Corte nesta segunda (9) das mudanças que vêm sendo gestadas pelo Senado para restringir decisões monocráticas e estabelecer mandatos para ministros.

As declarações foram dadas durante um fórum promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pela Universidade Goethe na Alemanha.

Mendes tem sido o mais crítico no fogo cruzado com o Senado, que vê o Judiciário atravessando as competências em cima de matérias legislativas, como descriminalização do aborto, drogas e a derrubada do marco temporal para demarcação de terras indígenas.

O magistrado disse que o momento escolhido para os parlamentares sugerirem propostas de mudança na Corte é inadequado, e que é estranho começar uma reforma constitucional pelo tribunal.

“Como já afirmei, é estranho que se decida começar a reforma constitucional pelo tribunal. Se formos olhar, todos foram quase que compassivos com as investidas do Bolsonaro em respeito à aprovação de todas as medidas – a PEC Kamikaze, redução do preço de combustíveis, e nós na defensiva o tempo todo”, disse Gilmar Mendes em registro da Folha de São Paulo.

Ainda de acordo com o magistrado, a questão das decisões monocráticas e dos pedidos de vista já foi resolvida pela ministra Rosa Weber, e as propostas atuais são simbólicas.

Por sua vez, Dias Toffoli defendeu o que ele classifica como “democracia militante” no Brasil, destacando a atuação do Judiciário, da advocacia, do Ministério Público e da academia contra ameaças às instituições democráticas. Ele mencionou a judicialização de temas como os atos de 8 de janeiro, as tentativas de desestabilizar o processo eleitoral e a distribuição de vacinas durante a pandemia.

“Isso suscitou a comparação com democracia combativa – mas própria democracia, pelo excesso de tolerância, permite a líderes miná-la. Trata-se de uma democracia defensiva, de resistência ou combativa, uma atuação reativa pró democracia como resposta a ataques”, citou.

Toffoli também ressaltou ações durante as eleições, como o bloqueio de contas em redes sociais e de monetização de canais, além das medidas contra plataformas que se opuseram ao PL das fake news. Ele enfatizou que essa atuação reativa é essencial para a democracia.

FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/republica/stf-senado-mendes-toffoli-mudancas-corte-democracia-militante/

Ataque do Hamas a aeroporto de Israel pode transformar guerra em evento sem precedentes na história

Divulgação / Aeroporto Internacional de Telavive
Divulgação / Aeroporto Internacional de Telavive

Um foguete caiu a poucos metros da pista do principal aeroporto de Israel, onde ocorrem dezenas de pousos e decolagens diários, incluindo aviões de carga e de passageiros provenientes de todas as partes do mundo.

Segundo testemunhas, que gravaram as cenas logo após o ataque, não resta dúvida de que foi mais um ato do movimento terrorista Hamas, pois o projétil partiu de uma área sob domínio dos terroristas.

Mas neste caso, não se trata apenas de destruir prédios e causar mortes de civis e há um outro ingrediente que pode tornar a guerra recém-iniciada com apenas dois lados, em um evento internacional sem precedentes.

Clique para ler e veja o vídeo:

https://www.orepublicano.com.br/noticias/5951/foguete-cai-proximo-a-principal-aeroporto-de-israel-vi…

FONTE: JCO https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/52347/ataque-do-hamas-a-aeroporto-de-israel-pode-transformar-guerra-em-evento-sem-precedentes-na-historia

Helicópteros da Polícia são atingidos em tiroteio no RJ (veja o vídeo)

Foto Reprodução/Internet
Foto Reprodução/Internet

Na manhã desta segunda-feira (9), dois helicópteros das forças policiais do Rio de Janeiro foram atingidos por tiros durante uma operação.

O objetivo da ação era prender os principais líderes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), como resposta ao assassinato de três médicos na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na semana passada.

Os disparos contra as aeronaves ocorreram quando elas sobrevoavam a Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio. Devido aos tiros, os helicópteros foram forçados a retornar ao solo, mas nenhum agente ficou ferido. A operação envolveu cerca de mil agentes das forças de segurança do Rio de Janeiro.

As autoridades saíram para cumprir aproximadamente 100 mandados de prisão, com foco em figuras como Wilton Carlos Rabelho Quintanilha, conhecido como Abelha, e Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca. Até as 9h da manhã desta segunda-feira, quatro indivíduos haviam sido detidos na Maré, Zona Norte do Rio.

Além da Maré, as operações se estenderam para a Penha, Zona Norte da capital, e para a Cidade de Deus, Zona Oeste, todas áreas sob domínio do Comando Vermelho. Moradores relataram tiroteios intensos durante as primeiras horas da manhã.

A Secretaria Municipal de Educação informou que 58 escolas foram impactadas, afetando 21 mil alunos.

Este não é o primeiro incidente envolvendo tiros contra helicópteros da polícia no Rio de Janeiro. Em outubro de 2009, traficantes derrubaram um helicóptero da PM durante uma operação no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, Zona Norte. A aeronave foi atingida por tiros e caiu no campo da Vila Olímpica do Sampaio, resultando na morte de três agentes e ferindo outros três.

FONTE: JCO https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/52338/helicopteros-da-policia-sao-atingidos-em-tiroteio-no-rj-veja-o-video

Encontrado corpo de brasileiro de 24 anos executado por terroristas do Hamas

Ranani Glazer, brasileiro assassinado covardemente em Israel pelos terroristas do Hamas.

Autoridades militares israelenses encontraram o corpo do brasileiro Ranani Glazer, um dos 260 executados pelos terroristas do Hamas em uma festa rave onde centenas de jovens como ele se divertiam.

Ranani estava no mesmo evento onde outro brasileiro, Rafael Zimmerman, foi ferido pelos terroristas do Hamas que invadiram o bunker onde tentava se proteger junto a dezenas de outras pessoas.

O a vítima do terrorismo que ataca o país desde sábado (7) morava em Israel e dividia apartamento com outros dois brasileiros, um israelense e um colombiano, segundo registra suas redes sociais.

A festa rave onde houve a chacina era organizada por brasileiros  criadores do movimento Universo Paralelo, entre os quais o pai do DJ Alok. A família do artista é de Brasília.

Em suas redes sociais, Ranani mostra que ele gostava de viajar, e neste flagrante monta um camelo.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/exteriores/ttc-internacional/encontrado-corpo-de-brasileiro-de-24-anos-executado-por-terroristas-do-hamas

Políticos cobram posicionamento de Silvio Almeida

Ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeira, não se manifestou sobre ataques contra Israel (Ft: ABr).

O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, mantém o silencio sobre o ataque terrorista contra o território israelense pelo Hamas mesmo após confirmação da morte de um brasileiro. Ranani Glazer, de 24 anos, estava em uma festa e foi executado com outros 260 jovens.

Nas redes sociais, o ministro fez apenas algumas republicações do Itamaraty e da FAB, mas nenhuma publicação com condenação veemente do ocorrido. A última postagem autoral do ministro se refere ao assassinato dos médicos na orla do Rio de Janeiro, onde sugere a possibilidade de motivação política, já que uma das vítimas tinha parentesco com a deputada federal Sâmia Bomfim (Psol-SP).

O perfil do Partido Novo no X, ex-Twitter, classificou o silêncio do ministro como “A Síndrome Sílvio Almeida”, que é um “estranho fenômeno faz líderes de esquerda se calarem diante de atentados terroristas”.

A pergunta que fica é: o ministro dos Direitos Humanos continuará calado diante de uma das maiores violações de direitos humanos de nosso tempo, que afeta inclusive cidadãos brasileiros?”, destaca o perfil do partido.

O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) também cobrou o ministro de Lula.

Políticos estão perplexos com o silêncio de Silvio Almeida (Foto: reprodução/X/Kim Kataguiri)

Mais uma vez o Ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, silencia-se sobre direitos humanos sendo violados pelo mundo. A desgraça humanitária que a organização terrorista do Hamas está fazendo em Israel precisa ser condenada de forma contundente por qualquer um que se diga defensor dos direitos humanos.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) também se questiona por onde anda Silvio Almeira.

“O Brasil ainda tem Ministro de Direitos Humanos? Por onde anda Silvio Almeida? Renunciou? Foi exonerado? Até agora não fez uma ÚNICA declaração repudiando os criminosos ataques terroristas do Hamas enquanto brasileiros seguem desaparecidos em Israel em meio a notícias de centenas de pessoas mortas, mulheres estupradas, crianças e idosos sequestrados mantidos cativos na Faixa de Gaza. Repito: por onde anda Silvio Almeida?”

O deputado estadual, eleito por São Paulo, Guto Zacarias (União) também destacou que há brasileiros entre mortos e desaparecidos.

“É perturbador que o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, sequer tenha condenado os ataques. O governo federal tem lado: o lado do terror.”

Filipe Barros (PL-PR) também notou o sumiço do ministro.

“PROCURA-SE O MINISTRO O silêncio do Silvio Almeida (ministro dos direitos humanos) sobre o ataque terrorista do Hamas, mesmo após a confirmação da morte de um brasileiro, é um dos episódios mais vergonhosos desse governo. Além de mostrar as reais prioridades de Lula 3: gastam mais tempo com banheiro unissex do que com os brasileiros vítimas do terrorismo.”

Na página do Ministério dos Direitos Humanos, até a publicação desta reportagem, não há nenhuma nota ou posicionamento sobre o conflito ou sobre o jovem brasileiro executado no ataque terrorista.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/politicos-cobram-posicionamento-do-ministro-silvio-almeida

Diplomatas passam vergonha explicando ligação Lula-Hamas

À coluna, diplomatas brasileiros que chefiam postos no exterior até se esforçam, mas encontram dificuldade para conter o desgaste do petista. (Foto: Xenia Antunes/Creative Commons. )

Diplomatas brasileiros estão passando vergonha, no exterior, chamados a explicar eventual “ligação” do presidente Lula (PT) ao grupo terrorista Hamas. Em declaração que, além de relativizar o ataque terrorista, nem sequer cita o Hamas como autor das atrocidades, Lula colocou o Brasil novamente no lado errado do conflito, a exemplo do que já havia ocorrido em relação à invasão e ataque da Rússia na Ucrânia. As relações entre Lula e o Hamas surpreenderam aqueles que conhecem pouco o petista.

Ligações perigosas

O senador Sergio Moro (União-PR) destacou, domingo, a mensagem em que o grupo terrorista cumprimentou Lula pela vitória, em 2022.

Elogio é cumplicidade

Aliados, PT e Psol deram apoio “à causa palestina” e evitaram críticas aos terroristas que executaram e sequestraram jovens e até crianças.

Imagem em declínio

À coluna, diplomatas brasileiros que chefiam postos no exterior até se esforçam, mas encontram dificuldade para conter o desgaste do petista.

Acabou-se o que era doce

E Europa desistindo de Lula: “ainda prevalecem suspeitas de corrupção, mas o episódio da Ucrânia foi letal”, explica um experiente embaixador.

Ives Gandra Martins, um dos mais admirados juristas brasileiros.

Ives Gandra diz que ‘guardião do Supremo’ faz falta

O jurista Ives Gandra Martins considera que o Supremo Tribunal Federal (STF) precisa voltar ao período de Moreira Alves, referindo-se a um dos mais respeitáveis ministros da História da Corte, segundo nota divulgada nesta segunda-feira (9). Ele lembra que era comum se afirmar na época que “o Supremo é o guardião da Constituição e Moreira Alves é o guardião do Supremo”. Martins avalia que “no dia que o STF for só Poder Judiciário, haverá mais harmonia entre os Poderes e paz política”.

Ativismo inexistente

Alves foi um dos ministros mais qualificados e um líder do STF que inspirava e praticava independência e bom senso, afastando o ativismo.

Critério de escolha

Ives Gandra é contra mandato no STF, para evitar contaminação política ainda maior na Corte. “A solução é mudar o critério de escolha”, defende.

Respeito à Constituição

Ele não critica a qualidade dos ministros. E pede o STF refluindo para o que a Constituição ordena sobre independência e respeito entre poderes.

Plínio tinha razão?

Voltou a circular com simpatia no Senado proposta do constituinte Plínio de Arruda Sampaio que limitava a composição do STF a 9 ministros e o STJ a 15, escolhidos entre magistrados ao menos com 20 anos de experiência, todos para mandato de 12 anos, sem direito a recondução.

Posição

Parlamentares exigem do governo brasileiro que reconheça o Hamas como grupo terrorista. “Matar e sequestrar civis indefesos são atos terroristas e criminosos. Horror e barbárie”, diz Sérgio Moro (União-PR).

Internet implacável

O canal apagou, mas a internet não perdoa e viralizou vídeo em que o jornalista Marcos Sussekind deu indignada aula de História a colegas ignorantes que usaram mentiras como “genocídio contra palestinos”. Ele mostrou a essa gente atrasada que vítimas de genocídio são os judeus.

Apoiou, dançou

Projeto na Câmara criminaliza apoio a grupos terroristas como o Hamas, com pena de até 5 anos de cadeia. O autor, Abilio Brunini (PL-MT), diz que a ideia é marcar a repulsa do Brasil ao terror, no plano internacional.

Boa iniciativa

A projeção da bandeira de Israel na cúpula do Senado ocorreu após solicitação do presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). O senador é de família judia.

Viralizou

O ataque covarde do Hamas impulsionou publicação do grupo terrorista parabenizando Lula pela eleição. O artigo, publicado no site do Hamas, é intitulado “Hamas congratula Lula da Silva pela vitória eleitoral”.

Câmara Tour

Em semana curta no Congresso, o presidente da Câmara, Arthur Lira, embarca nesta terça (10) para dez dias no exterior. Lira e vários outros deputados irão à Índia e China. Retornam somente no dia 20.

Delícias do poder

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, também deixam o Brasil. Senador e ministro cumprem agenda na Europa em semana de Brasília esvaziada.

Pensando bem…

…não se faz política com terrorismo.

FONTE: DP https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/diplomatas-passam-vergonha-explicando-ligacao-lula-hamas

URGENTE: Dino se acovarda, falta a audiência e deve responder pelo crime de responsabilidade

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

O ministro da Justiça Flávio Dino não compareceu a uma audiência agendada pela Comissão de Segurança Pública da Câmara nesta terça-feira (10).

Dino é alvo de 19 requerimentos de convocação – quando a presença é obrigatória – no colegiado.

Diante disso, deputados afirmam que a ausência, sem justificação adequada, pode ser considerada crime de responsabilidade.

O presidente da comissão, deputado Sanderson (PL-RS), classificou a conduta de Dino como uma “covardia”. O presidente da comissão avaliou, ainda, que justificativa do ministro não apresentou “justa causa” e que adotará as “medidas pertinentes”.

“Nós, com as nossas responsabilidades no Congresso Nacional, precisamos mudar esse cenário. Cabe a nós, já que o Poder Executivo — notadamente, Palácio do Planalto e Palácio da Justiça — estão fazendo vistas grossas, se omitindo de forma leviana e covarde. A ausência do ministro aqui é prova dessa covardia, prova material dessa covardia”, disse.

“[Ele] descumpre a lei, descumpre a Constituição. Ninguém está acima da lei em uma República. Ele agindo contrário à lei. Não há uma justa causa a explicar a sua ausência. Na minha observação, uma espécie de deboche à comissão. Essa irresponsabilidade será objeto de responsabilização. Nós adotaremos as medidas pertinentes. Adotaremos as providências”, acrescentou Sanderson.

O deputado federal Nikolas Ferreira afirmou em suas redes sociais:

“O grande ministro Dino mandou um e-mail às 09:27h, dizendo que não viria pra comissão, marcada para às 09h, onde ele iria explicar as imagens do dia 08 e outros temas. Grande covardia… grande.”

FONTE: JCO https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/52357/urgente-dino-se-acovarda-falta-a-audiencia-e-deve-responder-pelo-crime-de-responsabilidade

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