O renomado jornalista e colunista J.R. Guzzo, acaba de publicar uma análise com a visão de quem vive e conhece, profundamente, a política brasileira, diante da qual está há décadas.
O tema é atualíssimo, como aponta o título da matéria:
“QUEM APOIA A DITADURA”, publicado assim mesmo, em letras garrafais, pelo autor.
E na frase em que mostra o que será apresentado ao leitor, ele ‘dá nome aos bois’, sem qualquer cerimônia:
“A realidade é que Alexandre de Moraes e seus colegas não tiveram, em nenhum momento, a menor objeção dos militares para tomar qualquer medida que tomaram”
Distante do atual jornalismo de ‘achismos e preferências políticas e ideológicas’, o jornalista relata com clareza o que é uma ditadura, seu modus operandi, como se dá, se fortalece e consolida.
Guzzo apresenta exemplos de censura e autoritarismo, perseguições a pessoas comuns, jornalistas e até a políticos no exercício do poder.

E comprova que a ditadura, no caso do Brasil, parte não dos que são acusados de tentar impô-la ou praticá-la.
Os autoritários e ditadores são, vejam só, os próprios acusadores.
Vale a pena conferir a íntegra do texto de J.R. Guzzo, abaixo:
“Ditaduras, uma vez que são impostas a algum país, não costumam ser biodegradáveis, nem passíveis de reciclagem. Não se tornam mais suaves, racionais ou justas com o passar do tempo, nem se transformam em outro material. Nunca recuam, nem cedem um milímetro do poder que tomaram, nem ficam mais inofensivas.”
Jamais abrem mão da sua violência — ao contrário, a repressão, as punições e a eliminação dos direitos individuais e das liberdades públicas só se tornam piores. É inútil ser tolerante, ou compreensivo, ou “pragmático” com elas, na esperança de satisfazer os ditadores; eles não se satisfazem nunca. São ditaduras, unicamente isso, e a cada dia de vida que ganham ficam com mais cara, corpo e alma de ditadura. É o caso do Brasil de hoje, obviamente.”
Deixaram, cerca de quatro anos atrás, que o Supremo Tribunal Federal começasse a violar abertamente a Constituição e o restante da legislação em vigor no Brasil, num projeto para entregar o controle do país aos ministros e às forças que os apoiam. Hoje a ditadura está operando com todas as turbinas ligadas, e raramente passa um período de 24 horas sem que seus operadores deixem de aprofundar o estado de exceção que criaram. É um golpe de estado em câmara lenta, sem tanques na rua e com golpistas que usam toga de juiz em vez de farda de general — mas é golpe do mesmo jeito. O fato é que a ditadura ganhou, e amanhã vai estar mais destrutiva do que é hoje.
A última prova material, objetiva e indiscutível de que o Brasil vive numa ditadura do Poder Judiciário é a cassação, por parte do ministro Alexandre de Moraes, do direito de palavra da deputada federal Bia Kicis nas redes sociais; também foi punido o seu colega Júnio Amaral, e ambos se juntam à deputada Carla Zambelli, que está silenciada desde o dia 1º de novembro. É, como tantas outras, uma decisão absolutamente ilegal.
A Constituição diz, em português claríssimo e compreensível até para um analfabeto, que os parlamentares brasileiros têm o direito de levar ao público quaisquer opiniões — e esse quaisquer quer dizer todas, sem exceção de nenhuma, para que jamais haja nenhuma dúvida a respeito, nem justificativas para a violação do que foi escrito. Não se trata de um acaso.
Essa palavra foi colocada de propósito no texto da Constituição, justamente para impedir que alguém pudesse fazer o que o ministro Moraes está fazendo: alegar algum motivo de “interesse superior” para confiscar de um deputado federal brasileiro o direito de exercer plenamente o mandato que lhe foi conferido pelos eleitores — mais de 200.000 cidadãos de Brasília, no caso específico de Bia Kicis. Não interessa o que a deputada disse, e menos ainda se o que disse está certo ou errado. A única coisa que deveria valer é a regra escrita na Constituição: ela não pode ser impedida de falar o que quiser. Essa regra não vale mais nada no Brasil de hoje.
Já não existe há bom tempo, por parte de Alexandre de Moraes e de qualquer dos seus colegas, nem mesmo alguma tentativa remota de disfarçar a ilegalidade dos atos que praticam. Disfarce para quê? Uma ditadura, depois que se estabelece, não precisa disfarçar mais nada; faz, no caso brasileiro, uma encenação de que age em defesa da “democracia”, mas na prática toma as decisões que quer e não dá satisfação a ninguém. No episódio com Bia Kicis, não foi dado nem mesmo um motivo para a punição — a deputada foi expulsa das redes, e ponto final. No caso de Carla Zambelli, o ministro decidiu que ela tinha “o nítido propósito” de romper “com o Estado Democrático de Direito”. Que disparate é esse? Como uma autoridade pode determinar qual é o “propósito” de alguém ao dizer isso ou aquilo? Que lei o autoriza a fazer esse tipo de adivinhação — que ainda por cima, como no caso de Bia Kicis, anula um mandamento constitucional?
Moraes fala, também, numa “Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação”. Que diabo vem a ser isso? O órgão, com um desses nomes que encantam ditadores de Cuba à Coreia do Norte, não tem existência legal; foi inventado por Moraes e não poderia, assim, ser acionado para nada. Mas é usado como mais uma polícia do STF, para caçar mensagens “suspeitas” nas redes e aplicar multas de R$ 150.000 por hora. Naturalmente, como Moraes vem fazendo desde que a ditadura começou a ser implantada no Brasil, nenhuma das punições obedeceu a processo legal — uma aberração que só existe em países onde o sistema judicial funciona no estilo do falecido ditador Idi Amin, ou de alguma outra republiqueta africana controlada por gângsters. Assassinos, traficantes de droga e estupradores têm direito a todas as regras estabelecidas em lei quando são acusados de algum crime; os deputados perseguidos pelo STF não têm. São punidos por decisão pessoal de Moraes, sem processo nenhum, sem advogados, sem direito sequer de ser informados do que fizeram. Se isso não é uma ditadura, então o que é?
A discussão a esse respeito, em todo o caso, já ficou para trás — o que importa é a realidade que existe hoje, e essa realidade mostra que a ditadura do judiciário não apenas está aí, mas conta com imensos apoios nas forças que têm influência prática no Brasil. Não poderia ter aparecido, na verdade, se não tivesse tido esse apoio desde os seus primeiros passos; não faz sentido acreditar que seja uma iniciativa individual, isolada e exclusiva de Moraes e do STF. O regime de exceção que manda hoje no Brasil só existe, objetivamente, porque há muita gente querendo que ele exista. A principal fonte de sua força na vida real, até agora, vem da aprovação silenciosa que recebe das Forças Armadas — a única instituição que tem meios materiais efetivos para deter a ação dos ministros. Os comandantes militares não fizeram, e nem era preciso que fizessem, um manifesto a favor do golpe em fatias que levou o país à situação em que se encontra neste momento.
Obviamente, não assinaram um documento dizendo: “Nós, comandantes das três armas, fechamos um acordo com os ministros do STF para impor ao Brasil uma ditadura do Poder Judiciário”. Para que isso? Bastou que ficassem olhando sem fazer nada enquanto o regime de leis e a Constituição eram destruídos dia após dia pelas decisões do STF. A realidade, comprovada pelos fatos e acima de qualquer dúvida permitida pela lógica comum, é que Alexandre de Moraes e seus colegas não tiveram, em nenhum momento, a menor objeção dos militares para tomar qualquer medida que tomaram.
Os ministros do STF agiram, desde a sua primeira agressão ao sistema legal — a proibição para o presidente da República nomear o diretor de sua escolha para a Polícia Federal —, com a certeza de que ninguém iria se opor a nada do que fizessem. De lá para cá não pararam mais. Eliminaram a lei, aprovada legitimamente pelo Congresso Nacional, que estabelecia o cumprimento de pena de prisão para os réus criminais condenados em segunda instância — o que, simplesmente, tirou o ex-presidente Lula da cadeia. Anularam as ações penais existentes contra ele, incluindo sua condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro — o que o livrou da ficha suja e permitiu a sua candidatura à Presidência nas últimas eleições.
Acabaram com praticamente todas as condenações da Operação Lava Jato — o único momento, em todos os 500 anos de história do Brasil, em que a justiça mandou para a cadeia condenados por corrupção de primeira grandeza. Montaram, em seguida, a eleição mais viciada que o país já teve — num dos seus melhores momentos, proibiram o presidente de exibir em sua campanha eleitoral as manifestações públicas e legais do último Sete de Setembro. Em outra ocasião extrema, o ministro Luís Roberto Barroso, o jurista do “Perdeu, mané”, disse que “eleição não se ganha, se toma”; acharam que estava sendo um homem espirituoso.
Os membros da corte suprema punem cidadãos, e parlamentares, por crimes que não existem no Código Penal e em nenhuma lei brasileira. Bloquearam, sem qualquer vestígio de procedimento legal, contas bancárias de empresários que não cometeram delito algum. Proibiram as pessoas de se manifestarem nas redes sociais. “Desmonetizaram” quem entrou em sua lista negra. Censuraram a imprensa. Acabaram com o direito ao sigilo. Não permitem até hoje que os advogados tenham acesso aos autos nos processos de que seus clientes são vítimas. Cassaram o direito de palavra das deputadas. Acabam de prender um empresário por exercer o direito de convocar uma manifestação pública — no caso, de caçadores e de colecionadores de armas, atividades perfeitamente legítimas neste país. Em nenhum momento, nem no passado e nem agora, as Forças Armadas disseram uma sílaba a respeito de qualquer dessas violações da lei.
Em nenhum momento, nem no passado e nem agora, as Forças Armadas disseram uma sílaba a respeito de qualquer dessas violações da lei. Exército, Marinha e Aeronáutica se comportam hoje, para todos os efeitos práticos, como uma repartição pública sem maior significado. Estão basicamente preocupados com os seus soldos, aposentadorias, benefícios — incluindo os R$ 500 milhões pagos por ano a familiares, a título de pensão. Não ajudam em nada, com os seus tanques de guerra, mísseis de longo alcance ou caças a jato, a segurança do cidadão brasileiro — cada vez mais destruída pelo crime e pelos criminosos. Não defendem o território nacional de nenhuma invasão estrangeira, pois até uma criança com 10 anos de idade sabe perfeitamente bem que nenhum país vai invadir o Brasil. Não conseguem, nem mesmo, a autorização para comprar um lote de 100 novos tanques — o PT não deixa. Também não estão exercendo, com atos concretos, a sua obrigação legal de fazer cumprir a Constituição — ou então acham que nenhum dos fatos expostos acima pode ser descrito como violação constitucional, da ordem e do Estado de Direito. Não têm lideranças. Não parecem interessados em assumir responsabilidades maiores ou diferentes das que já têm; talvez nem consigam fazer isso no mundo de hoje, mesmo que quisessem. A verdade, de qualquer forma, é que os militares não manifestaram nenhuma oposição às ações do STF — e os ministros vêm se sentindo livres, há quatro anos, para fazer tudo o que têm feito.
O outro grande braço que dá força ao STF, e que tem sido essencial para sustentar a sua ditadura, é a classe política brasileira — não toda, é claro, mas a maioria necessária para manter o Congresso Nacional numa postura de submissão absoluta ao Supremo. Um Congresso que se coloca de quatro diante deles — o que mais os ministros poderiam querer? A maior parte dos senadores e deputados apoia histericamente o STF; pedem a punição de colegas com mandato, canonizaram o ministro Moraes como o “salvador” da democracia no Brasil e querem, pela proposta de um dos mais notórios chefes da facção do Senado que reúne refugiados do Código Penal, dar mais poderes ao tribunal e legalizar suas agressões à Constituição. Os dois presidentes são o pior de tudo.
O do Senado é um militante aberto do golpe — recusa-se, sem nenhum apoio legal, a permitir que os senadores discutam a conduta do Supremo, e com isso tira de funcionamento o único mecanismo constitucional que poderia controlar a sua conduta. O presidente da Câmara entrará na história pela realização de algo provavelmente jamais ocorrido em qualquer parlamento do mundo — aceitou sem dar um pio a prisão por nove meses de um deputado federal em pleno exercício do seu mandato. O deputado não tinha cometido nenhum crime inafiançável e nem foi preso em flagrante, as únicas hipóteses que permitem a prisão de um parlamentar — o que Alexandre de Moraes e o STF fizeram com ele foi possivelmente a sua ilegalidade mais indiscutível e escandalosa. E daí? A maioria do Congresso ficou a favor da punição ao colega; é a favor de qualquer coisa que o STF decide. Se o ministro Moraes, um dia desses, mandar fuzilar o deputado, ou qualquer outra pessoa, a ordem vai ser cumprida.
Ele não terá a menor dificuldade de achar na Polícia Federal, ou no Exército, ou em alguma das 27 PMs, o pelotão de fuzilamento; o deputado Arthur Lira e o senador Rodrigo Pacheco, presidentes da Câmara e do Senado, mais os componentes da mesa, iriam comparecer à execução e bater palmas no final. É uma sorte para todos, realmente, que o ministro Moraes não esteja querendo fuzilar ninguém, ao menos tanto quanto se saiba, porque não precisa fazer isso. A ditadura do judiciário já ganhou. Tem todo o apoio necessário para ficar de pé e para continuar prosperando.
No afã da “censura”, TSE sai novamente de seu papel e lança cartilha com palavras “proibidas”

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou no dia 30 de novembro, em encontro da corte, uma cartilha com 40 palavras “proibidas”.
Entre os termos que o Tribunal quer excluir da língua portuguesa estão: “esclarecer, “escravo”, “meia-tigela”, “nega maluca” e até “mulata”.
A corte eleitoral alega, no entanto, que a proposta não tem teor político e que a lista com “expressões racistas” tem o objetivo único de desfazer injustiças históricas.
Pode até ser, de qualquer forma, esta não deveria ser uma preocupação do tribunal.
O TSE poderia se preocupar mais com a questão da transparência eleitoral.
Veja a relação das expressões banidas:
A coisa tá preta
Barriga suja
Boçal
Cabelo ruim
Chuta que é macumba!
Cor de pele
Criado-mudo
Crioulo
Da cor do pecado
Denegrir
Dia de branco
Disputar a negra
Esclarecer
Escravo
Estampa étnica
Feito nas coxas
Galinha de macumba
Humor negro
Inhaca
Inveja branca
Lista negra
Macumbeiro
Magia negra
Meia-tigela / de meia-tigela
Mercado negro
Mulata
Mulata tipo exportação
Não sou tuas negas!
Nasceu com um pé na cozinha
Nega maluca
Negra com traços finos
Negra de beleza exótica
Negro de alma branca
Ovelha negra
Preto de alma branca
Quando não está preso está armado
Samba do crioulo doido
Serviço de preto
Teta de nega
Volta pro mar, oferenda!
Daqui a pouco, o TSE se volta pros jornalistas e os impede de citar palavras como: presidiário, condenado, Lava-Jato, corrupção, lavagem de dinheiro, dentre outras que são desagradáveis a algumas autoridades e políticos.
Unesco alerta: “Justiça” tem atacado a liberdade de expressão e penalizado jornalistas com conceitos juridicamente imprecisos

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) tem visto com preocupação a escalada de sistemas judiciais ao redor do mundo contra a liberdade de expressão dos cidadãos.
A Unesco apontou, em relatório divulgado recentemente, que os jornalistas são os que mais têm sofrido com medidas arbitrárias, porque a profissão tem sido cerceada e intimidada.
A Unesco destacou que é válido ficar atento a qualquer tipo de ofensa à reputação das pessoas. Porém, utilizando-se dessa causa legítima, o Poder Judiciário em vários lugares do mundo está manipulando os direitos individuais e aplicando sanções muito mais desproporcionais do que o próprio ato proferido.
A entidade lembrou que a Declaração Universal de Direitos Humanos e o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (defendidos pela ONU, OEA e OCDE) ainda está vigorando e deve ser respeitada e que há, no planeta, atualmente, 294 jornalistas presos e acusados, principalmente, por difamação.
O Brasil, por exemplo, já tem os seus casos. O dono do extinto portal de notícias “Terça Livre”, Allan dos Santos, perdeu a empresa, a liberdade, o convívio com a família e toda a renda por medida monocrática de Alexandre de Moraes, do STF. Também foi o mesmo magistrado quem determinou os bloqueios das redes sociais do jornalista investigativo, Oswaldo Eustáquio, que, inclusive, ficou paraplégico na prisão e mantem até hoje a prisão domiciliar de Wellington Macedo.

O relatório da Unesco constatou que a Justiça tem se baseado em conceitos imprecisos para punir os “criminosos” e a organização ressaltou que sanções criminais no campo da expressão devem ser o último recurso aplicado. Ocorre que, em geral, têm sido utilizados prioritariamente para inibir a produção de conteúdo com viés críticos a autoridades e instituições públicas.
Enquanto a solução ao problema não vem, os jornalistas se respaldam como podem e esperam. Eles sabem que não têm a quem recorrer e fazem o possível para continuar trabalhando; mesmo que o terreno seja movediço e arenoso.
Escolhido de Lula para o Ministério da Defesa dá satisfação a Moraes sobre novos comandantes das Forças Armadas

O poder do ministro Alexandre de Moraes está cada vez mais forte.
Algo realmente incompreensível numa verdadeira democracia.
O próprio José Múcio, escolhido do ex-presidiário para o Ministério da Defesa, disse que foi até Moraes, para explicar a escolha dos novos comandantes das Forças Armadas.
“Disse a Moraes que me responsabilizava pela escolha, e tenho absoluta certeza que fiz o certo”, disse Múcio, em entrevista à GloboNews, na sexta-feira 9.
Parece que recebeu o “aval” do magistrado.
Que país é esse?
Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Diante das FFAA, nasce o primeiro ‘bebê patriota’, e seu nome representa a luta dos brasileiros nos últimos 4 anos!

As fotos que já viralizam nas redes sociais e grupos de defensores da democracia e da liberdade, mostram o pequeno João, que acaba de vir ao mundo e precisa ser muito festejado.
O motivo é que ele é o primeiro bebê a nascer entre as muitas famílias que deixaram o conforto de seus lares para se sacrificar e lutar diante dos quartéis das Forças Armadas em todo o país.
João é filho de Regiellen e Jamilton, casal que está acampado no QG do Comando Militar do Planalto, em Brasília, há mais de 30 dias.
Na imagem, em uma maternidade da capital, ele já está vestido com um charmoso macacão amarelo com a bandeira do Brasil.
E sua mantinha, claro, é a própria bandeira brasileira.
João pode ser considerado, portanto, o ‘primeiro bebê patriota’ do país.
Vale destacar também a escolha de seu nome, que não poderia ser mais apropriada.
A frase que tem marcado os últimos quatro anos de Brasil vem justamente do evangelho de João, o mais próximo discípulo de Jesus:
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”
Elon Musk faz revelação estarrecedora sobre o Twitter : “Cena de crime”

Em meio ao escândalo denominado ‘Twitter Files’, o bilionário Elon Musk acaba fazer mais uma revelação estarrecedora sobre o passado sombrio da rede social.
Neste sábado (10), ele afirmou o seguinte sobre o Twitter:
“É uma empresa de mídia social e uma cena de crime”.
A investigação divulgada no decorrer da semana pela jornalista Bari Weiss apontam uma “lista negra” de contas. Os funcionários do twitter restringiam o alcance dos tuítes dessa ‘lista negra’.
Joe Biden foi extremamente beneficiado na campanha presidencial americana.
Documentos já divulgados pelo jornalista Matt Taibbi
relatom eventos anteriores ao bloqueio da conta de Donald Trump no Twitter, em janeiro de 2021. Documentos da rede social publicados pelo jornalista mostram, por exemplo, interações entre executivos da plataforma e membros do FBI.

Omitem que há manifestações mas falam em forte esquema de segurança para diplomação
Nesta segunda-feira (12), às 14 horas, ocorre a diplomação dos eleitos no último pleito presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB). O ato de diplomação significa que a Justiça Eleitoral atesta aos brasileiros que eles venceram. E aí abre-se um prazo para contestação sobre possíveis ilegalidades cometidas pela coligação, pelo partido ou pelos então candidatos durante a campanha.

Essa diplomação foi antecipada em sete dias, e um grande esquema de segurança está sendo anunciado. Acho divertido que os grandes formadores de opinião omitem que há manifestantes em Brasília há mais de 30 dias, mas agora falam que há um grande esquema de segurança sendo montado para evitar a presença dos manifestantes.
O povo vem antes do Estado e da Constituiçao
Aliás, entre os manifestantes – que são milhares, formando uma cidade de lona em frente ao quartel-general do Exército –, nasceu no fim de semana o primeiro bebê, o João, filho de um casal de Cascavel (PR). Famílias vêm inteiras, deixam tudo para acampar em Brasília.
No domingo (11), milhares de pessoas estavam em frente do Palácio da Alvorada na hora da cerimônia de arriamento da bandeira, de que participou o presidente Jair Bolsonaro (PL). Um pastor conduziu o Pai Nosso, e Bolsonaro só abriu a boca para desejar boa noite para todo mundo. Pediu que um segurança pegasse uma menina que queria falar com ele. O segurança atravessou o fosso, como se fosse São Cristóvão, para levar a menina até o presidente. Bolsonaro, como você sabe, na sexta-feira (9), no fim do dia, falou bastante. Lembrou que não vai sair das “quatro linhas” da Constituição e que todo poder vem do povo.
João Batista foi quem anunciou a chegada do Messias. Acho que esse menino João pode marcar uma nova consciência do povo brasileiro, que precisa saber que é a fonte do poder. O povo é o poder original. O povo vem antes do Estado, vem antes da Constituição. Aliás, eu acho que cada cidadão deveria ler a Constituição, para conhecer como funciona o país em que vive.
STF deve acabar de vez com as esperanças que a Lava Jato nos deu
O Supremo Tribunal Federal (STF) está para libertar o último preso em regime fechado da força-tarefa Lava Jato. Será a desmoralização final daquela nossa esperança de que teria acabado a impunidade no país. A gente vai ver de novo que o crime compensa. Estou falando de Sérgio Cabral, que foi condenado 23 vezes, a 425 anos de prisão, e teve contra si seis mandados de prisão. Cinco já foram cancelados, e o último está na segunda turma do Supremo.
O ministro Edson Fachin votou pela manutenção da prisão, e Ricardo Lewandowski e André Mendonça votaram pela soltura. Está, portanto, 2 a 1. Faltam votar Nunes Marques e Gilmar Mendes. A gente já pode supor que Gilmar Mendes vai votar pela soltura. Vai dar, na melhor hipótese, 3 a 2, e os 425 anos de prisão vão se converter em seis, que é o tempo que ele está preso por tudo o que fez. Isso é o enterro da punição dos corruptos neste país. As nossas esperanças vão indo embora.
Lula vai ter que enfrentar críticas dos próprios aliados
Eu disse outro dia que o principal problema para o presidente Lula serão as críticas de seus próprios aliados. Já está havendo reclamação de que não apareceu nenhuma mulher entre os cinco ministros anunciados na última sexta-feira (9). O movimento LGBT também está reclamando.
Eu disse que a reclamação viria principalmente da esquerda raiz, do Movimento dos Sem-Terra (MST), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na hora que ele começar a negociar – e não tem como não negociar – com o Centrão e com a direita, com esse novo Congresso que saiu da última eleição.
FONTE: GAZETA DO POVO https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/omitem-que-ha-manifestacoes-mas-falam-em-forte-esquema-de-seguranca-para-diplomacao/
Empresas corruptoras fisgadas na Lava Jato agora querem o dinheiro de volta

Com a soltura de quase todos os condenados por ladroagem no âmbito da Lava Jato e até a anulação de sentenças, como a que levou o petista Lula a cumprir pena em regime fechado por corrupção e lavagem de dinheiro, as empresas corruptoras agora “abriram entendimento” com tribunais superiores para receberem de volta, com juros e correção, os valores roubados que devolveram aos cofres públicos através de acordos de leniência firmados com a Justiça, nos quais confessaram seus crimes.
Pressão começou
Advogados que atuaram na Lava Jato agora se dedicam ao lobby pela restituição, às empresas, dos recursos devolvidos aos cofres públicos.
R$12,7 bilhões
Foram 17 acordos de leniência dessas empresas, com devolução, a título de “multa”, de R$12,7 bilhões roubados durante os governos do PT.
Roubaram pra valer
Integrantes do governo do PT devolveram R$4,3 bilhões surrupiados, em acordos de colaboração, mais R$111 milhões em “renúncias voluntárias”.
Vai que cola
A tese malandra vem sendo “costurada” junto a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal de Contas da União (TCU).

PT abre semana contando 280 votos pró-PEC
Nas tabelas que correm no PT, somam 280 os votos favoráveis a pec fura-teto. O alerta é com a votação do orçamento secreto no STF, que pode azedar o clima. Sinalização já foi dada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, ao articulador petista José Guimarães, e ao próprio Lula. Deputados querem que o governo eleito não só não pressione pela proibição do orçamento secreto, como atue pela manutenção.
Contas
São necessários 308 votos para aprovar a PEC. Deputados ameaçam mexer no texto, o que faria o projeto voltar ao Senado e atrasar.
Sinal amarelo
Petistas contavam com a articulação de Lira em Brasília para garantir a aprovação da pec. Lira deu de ombros e na quinta já estava em Alagoas.
Protelação
Proibição ou manutenção, o desejo de Lira é que a decisão fique para depois de fevereiro, portanto, após a eleição da Presidência da Câmara.
Tic-tac
A PEC Fura-Teto, a da Gastança, tem poucos dias para ser votada e aprovada na Câmara. O tempo ruge: é que o recesso parlamentar começa na próxima semana.
Celebridade
Mais uma celebridade saiu de casa e foi protestar contra a eleição de Lula. O ator Maurício Mattar foi flagrado em ato em frente ao Palácio Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.
Turma da boquinha
Ainda circulam em Brasília muitos carros com adesivos de Bolsonaro, onde ele venceu com folga, mas aumenta o número de veículos com adesivos de Lula, antes raros. É a turma do “me dá uma boquinha aí?”
Faca no pescoço
Com o aperto para que o PT cesse a pressão sobre ministros do STF para proibir o orçamento secreto, o articulador do partido, José Guimarães, mandou recado para Arthur Lira: vai “buscar entendimento”.
Ministério ‘tipo B’
Celso Amorim também é cotado para a sonolenta Secretaria de Assuntos Estratégicos, criada no primeiro governo do PT como Secretaria de Assuntos a Longo Prazo (a SeAlopra) para acomodar Mangabeira Unger.
Jogada cantada
Quem percebeu a presença do embaixador Mauro Vieira no Egito para acompanhar a viagem do presidente eleito Lula (PT) à COP-27 já apostava na sua nomeação para chefiar o Itamaraty.
Real e imediato
A Polícia Federal estranhou a afirmação de Lula de que a primeira missão de Flávio Dino na Justiça será “consertar o funcionamento da PF”. Mas o temor do petista é outro: uma PF que investigue.
Interesse explicado
O custo do Auxílio Brasil de R$600 (além do adicional de R$150 por criança) custará R$70 bilhões. Mas outros R$75 bilhões foram aprovados pela PEC Fura-Teto do PT para parlamentares gastarem como quiserem.
Pensando bem…
… já, já 2026 começa. Na política e no futebol.
FONTE: DIÁRIO DO PODER https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/empresas-corruptoras-fisgadas-na-lava-jato-agora-querem-o-dinheiro-de-volta

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