A tragédia que ocorreu em Foz do Iguaçu neste sábado (9) pode ter desdobramentos bem maiores do que a população possa imaginar.
Infelizmente a imprensa, numa atitude maliciosa e irresponsável, não tem divulgado a realidade dos fatos e tem colaborado decisivamente para que ânimos se exaltem.
E nós sabemos que isso pode resultar na polarização entre grupos e de certa forma legitimar agressões.
Há muito desencontro de informação.
O caso também está tendo muitos desdobramentos, como a substituição da delegada por parte do Governo do Estado e algumas situações que ainda provocam certa estranheza, como a adulteração da cena do crime.
E também o fato da arma de Pâmela, esposa do guarda municipal Marcelo Arruda, não ter sido recolhida pela polícia para a devida perícia.
São muitas lacunas, porém o que mais preocupa é o que pode vir desse caso pela irresponsabilidade da Imprensa, buscando politizar e culpar uma parcela da população.
Acredito que esse é o momento de se pensar em amenizar a situação para que mais tragédias não venham a ocorrer na nossa nação, inclusive em proporções maiores, devido ao calor do ano eleitoral.
Veja o vídeo:
Boris Casoy revela ação estranha do PT logo após a morte de Celso Daniel e traz outra morte à tona (veja o vídeo)
Um trecho de uma live do decano do jornalismo paulista, Boris Casoy, volta a assombrar o partido de Lula.
Ele não apenas cita a pressão do PT, no início dos anos 2000, sobre a TV Record com relação a “cobertura” do caso da execução do prefeito petista de Santo André, Celso Daniel, como levanta outra suspeita: o assassinato de um outro prefeito petista, o “Toninho do PT’ prefeito da cidade mais rica do interior de SP, Campinas.
Boris Casoy diz o seguinte:
“Eu acompanhei esse episódio muito bem acompanhado eu estava na TV Record naquela época resolvi acompanhar e as pressões para que a gente parasse de cobrir o caso foram muito grandes por parte do PT.
O PT queria dar essa história por encerrada, porque não tinha nada de nobre para o partido a partir do começo desse crime que algum dia chegará ao público.
Assim como o crime do Toninho do PT, o prefeito de Campinas, etc etc. E tenho dito!”
Quando foi assassinado, em janeiro de 2002, Celso Daniel não era apenas o prefeito de Santo André, mas também o coordenador da campanha de Lula à presidência da República.
Era de se esperar que tanto Lula, como a cúpula do PT, fizesse toda força para manter o assunto na mídia até a prisão dos assassinos e dos mandantes. Mas, aconteceu exatamente o contrário, o PT pressionou para encerrar as investigações o mais rápido possível.
A questão é: Por que?
Na época o governador de São Paulo era o rígido Mario Covas, porém ele estava muito doente – tanto que viria a falecer em março – e quem era o governador interino? Geraldo Alckmin.
É, a história do Brasil é uma sucessão sem fim de coincidências.
Confira:
Caso envolvendo médico anestesista faz luta solitária pela castração química voltar a ser lembrada
As cenas repudiantes do anestesista Giovanni Quintella Bezerra, de 32 anos, estuprando uma paciente sedada em virtude de uma cesárea a que ela seria submetida, voltaram a trazer em pauta uma questão antiga levantada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), então deputado federal.
Na época, o conservador defendia a castração química de abusadores, mas não teve apoio de seus pares.

Esta semana, quando as imagens do flagrante dado pela equipe de enfermagem no médico vieram ao conhecimento do público, vários influenciadores de direita lembraram o projeto do ex-deputado, que tramitou entre 2013 e 2020 e que previa a castração de estupradores.
Bárbara, a respeitada YouTuber do canal “Teatualizei” disse:
“A gente já pode pedir castração química pra estuprador e de fato proteger e fazer justiça pelas vítimas, ou ele deve ter seus direitos humanos preservados?”, ironizou.

Thiago Gagliasso opinou:
“Um Médico Anestesista que estupra uma mulher grávida em pleno trabalho de parto merece castração química e perpétua é o mínimo! Absurdo esse crime pode chegar a no máximo 15 anos de prisão. 15 anos ele merecia em uma solitária pra começar a pena!”

Por conta de grupos ligados aos ‘Direitos Humanos’, a proposta de Bolsonaro nunca saiu do papel e estancou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.
Se tivesse sido aprovada, casos como o do anetesista, talvez, nem tivessem sido consumados.
Vídeo ressurge e demonstra que a opinião de Randolfe sobre o Supremo era bem diferente em 2020 (veja o vídeo)
A ética e a decência de um político pode ser observada pela análise de seus posicionamentos sobre um mesmo assunto, mas em situações diferentes.
É o caso do senador Randolfe Rodrigues e a sua opinião sobre o Supremo Tribunal Federal (STF).
O parlamentar do Amapá viu no tribunal a possibilidade de satisfazer as suas malignas intenções contra o governo do presidente Jair Bolsonaro. Usa e abusa, sem se importar com a população, visando tão somente o ‘quanto pior, melhor’.
Pois bem, num passado ainda recente, o mesmo Randolfe, numa entrevista a Marco Antonio Villa, dizia o seguinte sobre o STF:
“Nós temos que retomar o Supremo ao canto que lhe cabe na democracia. O Supremo não pode ser o palco central. (…) Eu acho que não vai bem uma democracia em que o palco principal das decisões é o Supremo”.
Quem te viu e quem te vê…
Veja o vídeo:
A violência política e a desumanização do adversário
Dois episódios ocorridos em um espaço de poucas horas neste fim de semana são um tristíssimo alerta de até onde a polarização e as rivalidades políticas exacerbadas podem levar o país. Na madrugada de domingo, a tragédia: o policial Jorge Guaranho, apoiador do presidente Jair Bolsonaro, baleou e matou o guarda municipal e tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu (PR) Marcelo Arruda, durante a própria festa de aniversário do petista. Na véspera, o ex-presidente, ex-presidiário e ex-condenado Lula fazia um agradecimento ao ex-vereador Manoel Eduardo Marinho, o “Maninho do PT”, durante ato em Diadema (SP). O favor prestado? Empurrar um empresário na direção de um caminhão em movimento, causando-lhe um traumatismo craniano que deixou sequelas, depois que a vítima havia gritado ofensas contra o PT diante do Instituto Lula, no dia em que o então juiz Sergio Moro havia ordenado a prisão do ex-presidente, em 2018.
A violência política não é novidade no Brasil; ela é um hábito muito anterior ao “nós contra eles” em que o petismo transformou a vida pública nacional. Atentados e assassinatos de candidatos e políticos em exercício de mandato infelizmente são comuns, especialmente nos rincões mais distantes dos grandes centros, mas não apenas neles, como bem demonstra o assassinato ainda mal esclarecido da vereadora carioca Marielle Franco, em 2018. No entanto, o que vem ocorrendo no Brasil nestes últimos anos é muito pior: um fenômeno que anestesia e dessensibiliza a sociedade, e dá carta branca aos militantes mais propensos à violência.
Se todo o discurso de desumanização do adversário não for enfrentado como se deve, o cenário para novas tragédias como a de Foz do Iguaçu continuará montado
Trata-se da desumanização do adversário político, que já não é apenas alguém que tem convicções políticas diferentes, e que precisam ser combatidas no campo das ideias; alguém que continua merecendo o devido respeito como ser humano, alguém que tem família, amigos, que ama e é amado. Em vez disso, não só os políticos, mas também seus apoiadores tornaram-se “lixo”, “vermes” e outros termos que dariam orgulho aos mestres dessa estratégia: os responsáveis pela propaganda nazista, que conseguiram fazer a sociedade alemã aceitar a ideia de que os judeus eram não pessoas com dignidade, mas pragas. E, como todos sabemos, o que se faz com pragas e vermes é eliminá-los; o que se faz com o lixo é descartá-lo. Assim, Lula e os petistas, ou Bolsonaro e os bolsonaristas – a depender da orientação ideológica de quem tem o megafone na mão – seriam gente que não merece nem sequer o direito à vida.
Só isso explica que uma rivalidade política tenha sido o pontapé inicial para uma troca de tiros que terminou na morte de Araújo e na hospitalização do próprio agressor – por mais que as circunstâncias concretas em que se iniciou a briga ainda estejam sendo apuradas, com versões conflitantes entre o narrado no boletim de ocorrência e vídeos de câmeras de segurança. Só isso explica que Lula e outros petistas enxerguem como virtude o fato de um apoiador seu ter respondido a um insulto com uma agressão que por pouco não terminou em morte, e ainda por cima distorçam a história como se Maninho do PT tivesse sofrido uma enorme injustiça. “Esse companheiro Maninho ficou preso sete meses por me defender (…) Ficou preso sete meses porque resolveu não permitir que um cara ficasse me xingando na porta do instituto”, disse Lula. Não, muitas vezes não: o ex-vereador ficou preso porque tentou matar uma pessoa que discordava dele em termos de política. Ele não foi julgado até hoje, enquanto sua vítima morreu no fim do ano passado.VEJA TAMBÉM:
- Francisco Razzo: O vírus, o verme e os números – ou em busca da dignidade política
- Polzonoff: Bruno Pereira e Dom Phillips: desaparecem os homens, acaba o bom senso
- Convicções da Gazeta: A dignidade da pessoa humana
E aqueles que têm a maior responsabilidade em desarmar esta bomba ficaram aquém do que se esperaria diante de um caso como o de Foz do Iguaçu. De Lula, o pai do “nós contra eles”, do discurso hostil à imprensa que já levou a vandalismo contra redações e ataques a jornalistas, não se esperava muita coisa; mas ele foi capaz de demonstrar completa hipocrisia ao pedir “diálogo, tolerância e paz” horas depois de tratar como herói – só faltou falar em “guerreiro do povo brasileiro” – um militante petista que por pura sorte não se tornou um homicida. Bolsonaro não desceu ao mesmo nível de Lula: pediu apuração do episódio e repetiu manifestação de 2018 na qual afirmava “dispensar qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores”. No entanto, faltou ao presidente a lembrança mais essencial em momentos como este: a dor por uma morte sem sentido e a solidariedade à família do petista assassinado. Além disso, na capacidade de chefe da nação, não seria absurdo esperar dele um discurso ainda mais enfático de condenação à violência politicamente motivada.
Mas não será apenas com a crítica à violência propriamente dita que os ânimos serão desarmados. Se todo o discurso de desumanização do adversário não for também enfrentado como se deve, o cenário para novas tragédias continuará montado. Se o adversário político mente, que seja confrontado com a verdade; se rouba, que tenha seus crimes devidamente identificados e punidos. Mas mesmo o mentiroso, o corrupto ou o ladrão continuam a ser pessoas, seres humanos, portadores de dignidade (ainda que dela não façam questão), e, por isso, merecedores do direito à vida. Não são “lixo” ou “vermes” com quem só se lida na base do extermínio.
A receita infalível para o abismo econômico no qual a Argentina se afunda

A Argentina está mal; há muito tempo, na verdade, não está tão mal como agora. A dívida externa desabou para aqueles abismos onde se agitam os países falidos e sem meios para pagar o que devem. É, no momento, a pior do mundo, e precisa que o Fundo Monetário Internacional, os credores e órgãos financeiros internacionais entrem em ação – naturalmente, com todo aquele drama ruim que vem com esse tipo de intervenção. A inflação passou dos 60% ao ano – e quando as coisas chegam a esse nível fica difícil consertar com medicação natural. Não há crescimento algum; a economia vive em recessão. Para todos os efeitos práticos, o país não tem mais uma moeda própria. Nem os argentinos querem o peso; a única moeda que faz sentido para eles é o dólar. A capacidade para saldar as dívidas internacionais está próxima ao zero. Vai tudo ladeira abaixo.
É nisso que deu, como não poderia deixar de ser, a política econômica esquerdosa do seu governo peronista – uma mistura mortal de “socialismo”, gasto público sem controle, doação de dinheiro para sindicatos e cartórios de todas as naturezas, “nacionalismo” e tudo o que sobra no repertório do “anticapitalismo”. O governo taxa as exportações agrícolas, a única área firme de toda a economia argentina. Acha que vai resolver problemas metendo imposto nas grandes fortunas. Dificulta em tudo o que pode a atividade produtiva. Pense em alguma coisa errada que um governo possa fazer em sua política econômica – o governo argentino com certeza está fazendo isso. Vive-se, lá, no mundo dos “controles de preços”, dos tabelamentos, das empresas estatais encarregadas de resolver tudo, da perseguição à iniciativa privada, do “Estado” como o Deus diante de quem todos têm de se ajoelhar. Sempre dá num desastre. Está dando em outro, mais uma vez.
Para todos os efeitos práticos, o país não tem mais uma moeda própria. Nem os argentinos querem o peso; a única moeda que faz sentido para eles é o dólar
Quanto mais a economia da Argentina afunda, entretanto, mais o governo se convence que está no caminho certo; vai “aprofundar”, em consequência dessas convicções, o que está fazendo do errado. O problema, para eles, não é o peronismo; na sua opinião, é a falta de mais peronismo. É realmente extraordinário, diante de todas essas realidades, que a Argentina e a sua administração econômica sejam um modelo para Lula e o PT na presente campanha eleitoral. O ex-presidente, inclusive, imagina um “pacto” com a Argentina (e a “América Latina”) para que “todos juntos”, como irmãos de continente e de ideologia, possamos nos transformar na luz que ilumina o mundo. Não ocorre a Lula que a Argentina está dando errado. Também não lhe ocorre que o Brasil, com 360 bilhões de dólares em reservas, está numa situação absolutamente oposta em termos de meios de pagamento; tem, portanto, necessidades e interesses muito diferentes, e deveria tratar da sua própria vida, em vez de abraçar pacientes internados na UTI.
Mas Lula se imagina como o homem mais importante do mundo; tem sonhos confusos de comando, achando que pode usar a excelente situação das contas públicas brasileiras que receberá, caso seja eleito, para doar dinheiro à Cuba, Venezuela e outras economias em colapso. O Brasil, à essa altura, é muito pouco para a sua mania de grandeza cada vez mais agressiva. Em nenhum momento lhe passa pela cabeça que o desastre econômico da Argentina é um sinal do tipo; “Não tente nada parecido”. Ele se considera acima desse tipo de consideração, mesmo porque sabe muito bem que ele, seus amigos bilionários e a companheirada não vão sofrer consequência nenhuma pelo desastre que causarem; vão se dar muitíssimo bem, ao contrário.
Elite anestesiada
Um médico anestesista foi preso e autuado em flagrante, na madrugada desta segunda-feira (11), por estupro. Segundo investigadores e imagens chocantes, Giovanni Quintella Bezerra, 32 anos, abusou de uma paciente enquanto ela estava dopada e fazia uma cesariana no Hospital da Mulher Heloneida Studart em Vilar dos Teles, São João de Meriti, município na Baixada Fluminense.
Funcionários do hospital filmaram o anestesista colocando o pênis na boca de uma paciente quando Giovanni Bezerra participava do parto dela. O médico demonstrou surpresa ao receber voz de prisãoe ao tomar conhecimento de que tinha sido gravado abusando da paciente. Que tipo de monstro faz uma coisa dessas?!
O presidente Jair Bolsonaro subiu o tom em seu tweet sobre o caso: “É extremamente lamentável que a nossa Constituição não permita sequer que o maldito estuprador que abusou de uma paciente grávida anestesiada no RJ apodreça para sempre na cadeia, sem nenhum tipo de privilégio. Direitos humanos é para a vítima, esse vagabundo que se exploda!”
O presidente está certo, claro! O estuprador pode pegar de 8 a 15 anos de prisão, lembrando que, no Brasil, costuma-se cumprir somente um sexto da pena. Isso além de visitas íntimas, saidinhas, audiência de custódia etc. O Brasil é o país da impunidade, da leniência com a bandidagem, onde marginais são tratados como “vítimas da sociedade”. E quem se coloca no lugar das verdadeiras vítimas?
No clima político atual, a esquerda, sem qualquer limite ético, tenta explorar qualquer coisa contra o atual presidente. Por isso que a comunista Jandira Feghali conseguiu forçar um elo bizarro entre o abusador e o presidente, ignorando que o monstro em questão é um simpatizante… da própria esquerda – informação que a imprensa fez de tudo para ocultar. Jandira escreveu: “Um médico foi preso no Rio ao estuprar uma mulher grávida. Ser mulher não é nada fácil, ainda mais nesses tristes tempos em que o machismo é política de estado. Nunca estamos seguras, nem mesmo dentro do hospital. Minha solidariedade à vítima. Que o crime seja apurado e punido”.
Deixando de lado a bizarrice da “política de estado”, folgo em saber que a comunista finalmente prega punição para criminosos. É exatamente o que defende desde sempre a direita, não importa quem cometa o crime, ou em nome de qual ideologia ou causa. Já a esquerda costuma considerar até assassinato justificável, dependendo de quem é o assassino ou o alvo. Defendem terroristas, sequestradores, “meninos” assaltantes, compreendem a “lógica do assalto”.
O ex-presidiário Lula chegou, esta semana, a agradecer ao “companheiro” Maninho, ex-vereador do PT, por “defende-lo” de um crítico. No caso, Maninho jogou o sujeito contra um ônibus, e o deixou jogado no chão, com sangue escorrendo de sua cabeça. Ele teve traumatismo craniano e quase morreu, e até hoje sofre sequelas pelo atentado sofrido – o mesmo que Lula aplaude, incitando a violência.
Enquanto isso, a “filósofa” Anitta declarou voto em Lula, tornando-se conivente com a bandidagem pregada pelo PT e praticada pela quadrilha em sua passagem recente pelo poder. Anitta rebate as críticas alegando que a prisão pode servir para a “ressocialização” do criminoso. Lula já havia sido preso no passado, e isso nunca o impediu de roubar no governo. A esquerda, no fundo, aplaude o crime. E nossa elite está anestesiada, pronta para ser “estuprada” pelos comunistas. Não aprendeu nada com o passado, ou mesmo com o presente de nossos vizinhos argentinos.

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