A 30ª edição da Marcha para Jesus foi histórica.
Reuniu uma multidão e seguiu caminhada em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próximo ao Campo de Marte, na zona norte de São Paulo.
No local de chegada, foi montado um palco que recebeu ao longo do dia nomes da música gospel nacional.
Segundo a organização do evento, na edição deste ano, mais de nove mil caravanas de diversas partes do país vieram a São Paulo para participar do evento. O público é o maior registrado na história.
O organizador da marcha no Brasil, Estevam Hernandes, discursou na abertura em carro de som e pediu que este fosse um dia de bençãos e que Deus abençoasse as famílias brasileiras.
“Esta marcha será um divisor de águas, porque nós sabemos que feliz é a nação cujo Deus é o senhor”, disse.
O presidente Jair Bolsonaro compareceu e também discursou. Durante o ato, ele falou sobre aborto, ideologia de gênero e descriminalização das drogas. Em tom crítico, Bolsonaro também comentou sobre a política em outros países da América Latina.
“Vejo como os povos desses outros países [da América do Sul] estão vivendo. Vejam como vivem os nossos irmãos da Venezuela, como estão indo outros países como Argentina, Chile e Colômbia. Nós não queremos isso para o nosso Brasil.
O Brasil é uma potência em todos os aspectos, em especial, no ser humano que habita aqui”, afirmou o presidente.
No momento mais crítico dos últimos anos, cristãos de todo o Brasil saíram às ruas para gritar por liberdade.
O recado foi dado…
Veja a multidão:
Fonte: Jornal da Cidade
Bolsonaro diz que Fachin se intitulou “ditador do Brasil” e fala em inimigos na Praça dos Três Poderes

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou questionar nesta segunda-feira (11) a atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) no processo eleitoral do país, afirmando sobre a importância dessas eleições para o país e que, neste momento, o inimigo está na região da Praça dos Três Poderes. O presidente da República questionou também a atuação do presidente do TSE, ministro Edson Fachin, declarando que ele se intitulou “o ditador do Brasil”.
“O TSE convidou as Forças Armadas para participar de uma comissão de transparência eleitoral. Só que eles não entenderam, não sabiam que o chefe supremo sou eu. E eu determinei que as Forças Armadas, junto com seu comando de defesa cibernética, fizesse o trabalho que tinha que ser feito dentro do TSE. E nós fizemos e apresentamos sugestões. Bem, agora o TSE na pessoa do Fachin, era na pessoa do Barroso, não aceita que o nosso pessoal técnico converse com o pessoal técnico deles”, disse Bolsonaro em conversa com apoiadores.
“Ontem, o Fachin falou que não tem mais conversa com as Forças Armadas. Eu acho que ele já se intitulou o ditador do Brasil. Quem age dessa maneira não tem qualquer compromisso com a democracia. Deixo bem claro: Fachin foi quem tirou o Lula da cadeia. Fachin sempre foi o advogado do MST. Nós sabemos o que está na cabeça dele”, afirmou Bolsonaro para apoiadores em conversa com apoiadores.
“Ao longo dos últimos anos nossa liberdade está sendo açoitada por quem deveria defender a Constituição. Temos eleições pela frente. O voto é importante. Sei o que está em jogo aqui no Brasil. Não queremos que outros poucos países venham mandar aqui, como mandam na Venezuela. Agora, é um momento difícil porque inimigo não é externo, é dentro do Brasil. Está aqui nessa região da Praça dos Três Poderes”, declarou o presidente.
“Essa semana terei reunião, só não sei se vai ser aqui ou outro local, com todos os embaixadores do mundo aqui no Brasil. São mais de 150. Quero explicar para eles o que aconteceu no 2º turno de 2014, documentado, e o que aconteceu no 1º e 2º turno de 2018, documentado. Não adianta eu querer falar com a imprensa, que distorce. Eles têm o candidato deles. O cara fala que vai querer censurar a mídia e ainda estão com ele.”
Ódio e radicalismo ideológico

Infelizmente o assunto hoje é ódio. É radicalismo ideológico, político.
Na sexta-feira, mataram o ex-primeiro-ministro do Japão, um homem muito querido lá. Aliás, no domingo o partido dele ganhou a eleição. Ele foi morto por um sujeito que construiu a arma em casa, porque lá é proibido vender armas.
No dia seguinte, o ex-presidente Lula agradeceu a um vereador que cumpriu pena de sete meses por ter empurrado um empresário adversário contra um caminhão e ele foi ferido gravemente na cabeça.
Um dia depois, numa associação que era ser recreativa e esportiva do pessoal da segurança de Itaipu, dois policiais se confrontam por motivos políticos. Um deles fez lá na associação sua festa de 50 anos e cobriu o cenário da festa com propaganda para Lula. O outro chegou lá, um agente penal federal, viu aquilo, se irritou, bateram boca e acabaram trocando tiros. O guarda municipal, aniversariante, morreu e o outro está na UTI.
Além das cenas chocantes do tiroteio – que é uma explosão de ira, de raiva -, a cena que se seguiu é uma cena de brutalidade, de horror, mas pensada. A gente vê nas imagens. O policial penal, que agora está na UTI, estava no chão e vem um sujeito de bermuda e chuta a cabeça dele várias vezes. Aí vai até o outro, constata que ele está baleado, e volta acompanhado de dois, que ficam chutando o corpo deste homem. Ele está na UTI, talvez pelos tiros que recebeu, mas talvez também pelos chutes.
Um horror. E tudo isso é consequência desta ideologia que vende o ódio.
Na própria sexta-feira, o presidente Bolsonaro estava na formatura da Academia da Força Aérea, em Pirassununga, quando disse “corneteiro prossiga” e o corneteiro deu sentido e um toque de silêncio, que é um toque emocionante. A gente via o rosto de Bolsonaro com lágrimas saindo dos olhos, engolindo em seco, certamente ele estava lembrando da tentativa de matá-lo no 6 de setembro de 2018 pelo Adélio. Teve outro “Adélio” lá no Japão que foi bem sucedido. E esse caso do Adélio até hoje não foi ainda esclarecido. Só não matou porque estava perto da Santa Casa de Juiz de Fora – se estivesse em um local sem socorro, a história seria outra.
Fica aqui um registro das violências que a gente teme, e a gente até de certa forma até prevê pelo jeito que as coisas estão aqui no Brasil. As fontes de ódio.
Transparência
Está marcada para esta semana, para quinta-feira, uma conversa no Senado sobre transparência da apuração exigida pelo artigo 37 da Constituição. A presença do presidente do TSE, ministro Fachin, ainda não está confirmada porque ele estava em Washington. O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio, já confirmou. O relator da PEC que estava aprovando o comprovante de voto e depois derrubou, o deputado Filipe Barros, e o chefe da Polícia Federal Márcio Oliveira também estão convidados.
Tomara que o ministro Fachin participe, porque eu soube que os dois ministros do STF convidados para falar na semana passada sobre ativismo judicial e independência de poderes, Barroso e Moraes, nem responderam ao convite. O senador Espiridião Amin se irritou com isso. Disse que quando precisaram dos senadores para serem aprovados como ministros eles iam lá com frequência. Mas agora dão as costas para aqueles que os conduziram ao Supremo.
“Que as autoridades apurem o ocorrido”, diz Bolsonaro após crime com tesoureiro do PT

O presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu “que as autoridades apurem seriamente o ocorrido e tomem todas as providências cabíveis, assim como contra caluniadores que agem como urubus para tentar nos prejudicar 24 horas por dia”. A declaração ocorreu nas redes sociais neste domingo (10) depois da morte do tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu, no Paraná.
No Twitter, o presidente republicou uma postagem de 2018, dizendo que dispensa “qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores”. “A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos”, acrescentou.
“É o lado de lá que dá facada, que cospe, que destrói patrimônio, que solta rojão em cinegrafista, que protege terroristas internacionais, que desumaniza pessoas com rótulos e pede fogo nelas, que invade fazendas e mata animais, que empurra um senhor num caminhão em movimento”, continuou Bolsonaro.
Além de Bolsonaro, os outros pré-candidatos à Presidência da República neste ano também se manifestaram pelas redes sociais lamentando o crime contra Marcelo Aloizio de Arruda. Veja a repercussão do caso entre os políticos do Brasil.
Lula agradece petista criminoso e claramente incentiva a violência contra seus críticos (veja o vídeo)

Essa foi demais, até mesmo para uma pessoa que já demonstrou ser completamente sem humanidade como o ex-presidiário Lula.
O descondenado pelo STF aproveitou a oportunidade de estar presente junto com sua militância para agradecer a um ex-vereador petista que empurrou um homem pra baixo de um caminhão.
O empresário agredido bateu a cabeça no para-choque do veículo e por pura sorte não morreu com a agressão.
Mas, para o ex-criminoso Lula, a tentativa de homicídio perpetrada por Maninho do PT na verdade foi uma defesa que este fez do ex-presidiário, que na época havia acabado se ser condenado à prisão.
É incrível que algumas pessoas ainda consigam enxergar qualquer traço de humanidade na figura deste ex-condenado, que abusa da cobertura vergonhosa que recebe da imprensa para tentar reescrever a história e esconder a intolerância criminosa de seu partido.
Veja o vídeo:
Deputado perde a paciência, expõe a velha imprensa e revela algo terrível (veja o vídeo)

O deputado Júlio Lopes (PP-RJ) se revoltou depois de rodar mais de 640 km por todo o estado do Rio de Janeiro.
Na viagem, o parlamentar constatou algo terrível para o povo fluminense: a baixa do ICMS não está sendo repassada aos consumidores.
Ele afirma:
“O governo federal, goste você ou não do Bolsonaro, fez o maior programa de desoneração de impostos do mundo!”
E ele vai além, em seu desabafo ele apontando o dedo para a grande imprensa não está fazendo seu trabalho.
O bom jornalismo tem o dever de ir a todos os postos e informar onde estão os melhores preços de combustíveis.
“A imprensa está fazendo uma oposição contra o Brasil.”
Acompanhe o vídeo:

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