Desculpe, mas deixei de confiar no sistema eleitoral brasileiro

Eleitores justificam a ausência na votação em posto montado em shopping de Brasília.

O título desta coluna era para ser “Se deixei de confiar no sistema eleitoral, a culpa é do Barroso”. Mas optei por começar com um pedido de desculpas que, confesso, não é lá muito sincero. Afinal, não vejo culpa alguma em desconfiar da tecnologia e das intenções dos homens que a controlam. Por fim, o pedido de desculpas serve para reconhecer o poder limitado de certa pressão psicológica pelo conformismo.

Voltando ao tema da coluna e recorrendo à memória, reconheço que nunca antes tinha desconfiado do sistema eleitoral brasileiro. Até porque nunca tinha prestado muita atenção a ele. Tenho uma lembrança muito vaga das primeiras urnas eletrônicas, da empolgação que era usar a ponta dos dedos, e não mais o papel, para votar. Lá na longínqua década de 1990, realmente tudo parecia mais eficiente, rápido, moderno e seguro.

Nem eu nem ninguém tínhamos motivo para qualquer tipo de desconfiança. O sistema eleitoral existia como existia e era administrado por pessoas cujo nome e preferências ideológicas desconhecíamos. Além disso, estávamos todos embriagados de confiança na festa da democracia. Confiávamos porque a possibilidade de uma fraude era mesmo risível. Coisa de comunista paranoico. Talvez eu esteja idealizando o passado aqui (só um pouquinho), mas tenho a impressão de que, há não mais de 30 anos, a honra ainda era importante para as pessoas. Até para alguns escroques.

Mas aí o tempo foi passando, a festa da democracia se transformou numa orgia e duas coisas importantes aconteceram. Primeiro, a tecnologia mudou. E, se uma simples torradeira deixou de ser uma simples torradeira, por que pressupor que a urna eletrônica tenha se conformado com sua condição de simples urna eletrônica? O homem comum, mas não totalmente ignorante, foi aos poucos se transformando num semianalfabeto digital. E assim a urna, enquanto máquina, foi naturalmente ganhando contornos frankensteinianos.

Até que eu me lembre da segunda coisa importante que aconteceu, deixe-me explorar um pouquinho mais isso. Claro que há um aspecto ludita nessa rejeição à “simplicidade e pureza” das urnas eletrônicas. Os iluminados gostam de ridicularizar os neoluditas, mas isso é pura arrogância. Faz parte da natureza do homem confiar mais no que seus olhos veem e seus dedos tocam do que naquilo que ele só é capaz de compreender por meio de uma imaginação muitas vezes inalcançável. E não há nada de mau nisso.

Lição de entomologia

Ah, lembrei! A segunda coisa importante que aconteceu foi a ascensão de uma casta que costumava agir discretamente nos bastidores, mas que nas últimas décadas se encantou pelos holofotes. E que agora (ouso dizer apenas pelo efeito literário da coisa) corre o risco de morrer fritada pela luz artificial de sua inteligência suprema. Esses insetos morais são hoje uma praga pior do que a saúva ou o mosquito da dengue. Adivinha de quem estou falando!

Ops. Me empolguei nas referências entomológicas. Onde é que eu estava mesmo? Ah, sim. O sistema eleitoral, antes gerenciado por pessoas cujas orientação política podíamos até pressupor, mas felizmente desconhecíamos, passou a ser administrado por Barrosos, Fachins e Alexandres da vida: militantes não só do inominável-de-nove-dedos como também da tecnologia, da ciência infalível, da eficácia inquestionável, da velocidade e do que é invisível sobre a materialidade que há milênios nos encanta e assusta.

Não dá para negar que o presidente Jair Bolsonaro, juntamente com o deputado Felipe Barros, soube instrumentalizar esse caldo de desconfiança esquentado no fogo alto da arrogância do TSE, adicionando a ele o temperinho amargo da polarização política. Mas como reagiram a isso os insetos hipnotizados pela noção equivocadíssima de autoimportância? Foram mais uma vez arrogantes e autoritários. Mandaram calar a boca dos que expressavam desconfiança e os trataram como “inimigos da democracia”. O que, previsivelmente, só aumentou a desconfiança.

Tenho dito aqui e alhures (chique, hein?) que, por mais que o trio Barroso-Fachin-Alexandre bata o pezinho e grite para o mundo ouvir que “as urnas são invioláveis e à prova de fraude!!!”, o sistema como um todo já está contaminado por uma desconfiança que ultrapassou as fronteiras da polarização e hoje atinge até petistas que, caladinhos, assistem à farsa democrática ora em curso.

Porque, por mais onipotentes que se considerem The Supremes, eles não são nem jamais serão capazes de controlar o instinto do homem comum, que rejeita essas formas contemporâneas de escravidão. E que no fundo, e às vezes nem tão no fundo assim, sabe que há algo de muito podre neste reino da Dinamarca (onde, aliás, o voto é de papel) tupiniquim. Só espero que, diferentemente do que acontece no reino inventado da peça shakespeariana, por aqui as coisas não acabem numa carnificina. Nem simbólica e muito menos real.

Fonte: Gazeta do Povo

Tambores de guerra

Por vezes fico imaginando até que ponto levará a inconsequência dessa gente que foi colocada para fora do Planalto como ladrões, corruptos e nocivos ao País. Avalio igualmente até onde estão dispostos a avançar por conta de sua sanha destruidora. O que realmente estão pretendendo? Qual é a sua verdadeira intenção?

Com as eleições gerais de 2018 e com a chegada da “Nova Ordem Brasileira”, o Brasil diagnosticou o câncer vermelho que corroeu nossa economia e deteriorou nosso tecido social por trinta e cinco anos de social-comunismo, sorrateiramente enfiado pela goela abaixo do povão e, o que é mais grave, como é consabido com o incondicional apoio de uma casta de sanguessugas do erário, se pretendia que a doença enraizasse e perenizasse indefinidamente.

Toda ordem constituída por aquela gente do mal visou – e ainda objetiva – em primeiríssimo lugar, a manter e a garantir as benesses e os privilégios dos poderosos que eles homiziaram nos três poderes da República, em flagrante e perverso sacrifício do cidadão que sustenta aqueles seus algozes.

Ao longo dessas últimas três décadas construíram este sistema maldito, porém, em contrapartida, aquele establishment venal que o idealizou teve que permitir o surgimento de algo muito mais nocivo do que ele próprio, qual seja, uma força descomunal a quem atribuíram ilimitados poderes para dispor da liberdade e, por via de consequência da vida, de quem quer que seja. Esta instituição do mal e das trevas está hoje encarnada pelo lado negro da Suprema Corte do Brasil.

Não é por outro motivo que seus integrantes, sentem-se intocáveis, se colocam muito acima do homem comum e até fora do alcance dos poderosos comensais da República, dos quais exigem que se mantenham de joelhos diante deles, isto se quiserem conservar sua vida de fausto e de regalias ou, então, que passem a responder por seus crimes, cujos processos são mantidos como “Espadas de Dâmocles” sob suas cabeças.

O grande propósito desses demônios das profundezas do autoritarismo vermelho, e que a rigor nem mais se encontra escondido ou disfarçado, é destruir a derradeira esperança de nossa gente de viver em um País livre e soberano, começando por eliminar, física ou civilmente, Bolsonaro e seus patriotas.

Fraudando as próximas eleições ou, depois delas, em face da vitória do Capitão, o grande eixo do mal que vai do STF ao Congresso Nacional, não cessará de rufar seus tambores de guerra contra a democracia, a Constituição, a família, a propriedade e a cultura judaico-cristã.

A liberdade e os direitos individuais de nossa gente são o principal alvo da hedionda batalha que travam nesta Terra de Santa Cruz e vêm logrando seus intentos quando, tentam humilhar e desmoralizar o primeiro mandatário do País; quando prendem e aleijam pessoas do bem; quando mantêm presos e exilados políticos; quando exorbitam de suas funções para coagir e amedrontar as vozes que ousam se levantar contra seus atos cruelmente autoritários e tirânicos; quando, enfim, criminalizam a voz do povo que se rebela contra aqueles que lhe usurpa o poder e que emana exatamente deste mesmo povo.

Em tudo isso o que mais indigna é ver a canalha da velha imprensa órfã dos cofres públicos, bem como os Contras e os “terceiroviistas” dos interesses escusos contrariados traírem a Pátria em que nasceram para mercê de covardes atitudes apoiarem qualquer um e até o tal de “Ogro Descondenado” na vã esperança de que, voltando a roubalheira sistêmica da classe política abjeta, para tais vagabundos incompetentes sobeje algo que para amealhar não precisam fazer esforço algum, nem que necessitem ter mérito para alcançar.

Que outra leitura se tem quando um Mandarim da Corte acusa levianamente as Forças Armadas de terem intenção de atacar o processo eleitoral no País e que, talvez às custas do erário, viaja ao exterior para dizer lá fora que o presidente eleito democraticamente é o maior “inimigo a ser combatido”, pelo que não se deve medir palavras nem esforços para derrotar o Chefe do Poder Executivo?

A que conclusão se pode chegar, quando outro Mandarim do STF – guindado à Corte Suprema por um presidente de má-fama – despudoradamente rasga a Constituição para afrontar e desafiar a graça presidencial concedida não só a um parlamentar por ele vitimado, mas igualmente aos milhares de seus eleitores donos do mandato outorgado ao tal representante, para desmerecer, desautorar e desafiar as prerrogativas constitucionais de um Presidente eleito por mais de 57 milhões de brasileiros?

Impende ainda salientar que no caso específico do Deputado Daniel Silveira – que o Ministro Alexandre de Moraes teme que, eleito senador em outubro do corrente ano, venha liderar no Parlamento a corrente de representantes do povo que vai finalmente ajustar com o petulante servidor público todas as contas e danos causados à liberdade deste povo – as afrontas à graça concedida tomaram, por último, conotações criminosas na medida em que atentam contra sua vida, bem como de sua mulher e filhos, impedindo-os que provejam suas mantenças.   

Como concluir diferente quando um Mandarim de FHC consegue que seus pares aceitem queixas crimes contra um senador da República, por suas opiniões e votos, comprometendo as estabilidades das instituições, a segurança jurídica e flexibilizando as garantias constitucionais de um congressista, em nítida e clara atitude de “retaliação e vingança” por aquele parlamentar ter pedido a abertura da CPI da Lava Toga e o impeachment de ministros? Plagiando um velho brocardo (in claris cessat interpretatio), digo que quando o fato é claro, não é necessário interpretá-lo.

Que diferente exame se pode fazer em relação ao vendido Presidente do Senado quando, por encomenda do lado negro do STF que guarda suas milionárias ações indenizatórias, vem a público para classificar como atos antidemocráticos as estrondosas manifestações dos verdadeiros patriotas em defesa da liberdade em primeiro de maio último, justo aquelas que ocorreram ao lado de um nojento e insignificante showmício da “petralhada”, produzido à margem da legislação eleitoral e regiamente custeado pela Prefeitura de São Paulo?

Tudo isso e muito mais que, no dia a dia, se fez e se faz para escravizar o pensamento e tolher a livre manifestação de um povo que não quer mais ser vitimado pelos poderosos, de certo que configuram contundentes atos de beligerância. Então, aí ocorre uma de duas, ou nas ruas permanecemos para impedir a barbárie ou diante do rufar dos tambores da guerra já declarada contra a Nação Verde e Amarela, fazemos ouvidos de mercador até que “venezuelem” o Brasil.

Fonte: Jornal da Cidade

Pressão local existe, mas maiores “vilões” da inflação brasileira vêm do exterior

Guerra na Ucrânia afeta diretamente a cotação de commodities como o trigo. Neste ano, preço da farinha já aumentou 15,44% para o consumidor brasileiro; o pão francês subiu 9,72% e o macarrão, 15,46%.

A inflação brasileira – que atingiu 12,13% no acumulado de 12 meses até abril – tem boa parte de suas raízes no exterior, segundo analistas ouvidos pela Gazeta do Povo.

O economista-sênior do banco MUFG Brasil, Maurício Nakahondo, aponta que uma série de fatores está pesando sobre a alta nos preços: a guerra entre Rússia e Ucrânia; o choque nos preços do petróleo, que aumentaram quase 37% em dólares neste ano e a acentuação de casos da Covid-19 na China.

Um dos principais vilões são os preços das commodities. Os preços delas aumentaram 49,1% no comparativo entre os primeiros trimestres de 2021 e 2022. E, segundo os economistas Thiago Angelis e Myriã Bast, do Bradesco, apenas parte do fenômeno pode ser atribuído aos problemas no Leste Europeu. “A guerra veio para piorar o cenário”, sintetiza o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.

“[O problema] já era visível antes do conflito, com desafios para a recomposição das cadeias globais ainda presentes, quebra de safra de grãos no hemisfério Sul, entre outros problemas de oferta que têm se acumulado nos últimos anos. A forte demanda, impulsionada pela combinação de políticas econômicas de estímulo durante a pandemia, também explica uma parte importante dessa alta de preços”, dizem os economistas do Bradesco.VEJA TAMBÉM:

O peso dos fatores externos na inflação

A guerra tem impacto direto no preço dos alimentos. Entre os mais atingidos são os derivados do trigo. Quase 30% do cereal consumido mundialmente é exportado por Rússia e Ucrânia, aponta o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). Dados do IBGE mostram que neste ano a farinha de trigo já ficou 15,44% mais cara para o consumidor; o pão francês subiu 9,72% e o macarrão, 15,46%.

Outro produto que está sendo afetado é o óleo de soja, apesar de Ucrânia e Rússia não serem importantes fornecedores. Desde janeirohouve um aumento de 20,37%.  Não bastassem os problemas de oferta, com a quebra na produção do Sul do Brasil, Argentina e Paraguai, há dificuldades no fornecimento de outros óleos vegetais: o de girassol, da qual a Ucrânia é o maior fornecedor, e o de palma, por parte da Indonésia.

Quem também está causando reflexos na inflação local é a variação no preço do petróleo. No acumulado dos últimos 12 meses, a gasolina aumentou 31,22%; o óleo diesel subiu 53,58% e o gás de botijão, 32,34%.

Segundo análise da hEDGEpoint Global Markets, os estoques do petróleo estão muito baixos nos Estados Unidos, mesmo com as refinarias funcionando em níveis sazonalmente altos. A Europa, que poderia aliviar essa escassez exportando mais diesel e gasolina para os americanos, também tem estoques pequenos.

“Os preços do petróleo, atualmente, encontram sustentação em um possível embargo energético apoiado pela União Europeia contra a Rússia – no que dependerá da aprovação da Hungria, que é contrária à decisão –, o que limita ainda mais a disponibilidade atual de suprimentos, embora ainda não haja nenhum acordo”, informa a empresa de análise de risco.

Para o futuro, novos impactos nos preços estão a caminho no Brasil. Na segunda-feira, os preços do diesel foram reajustados em 8,86% e, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), ainda há uma defasagem de 11% no preço.

E, também há outro problema que já esta trazendo impactos à economia brasileira. O aumento de casos de Covid-19 na China, principalmente na região de Xangai, de onde sai um quarto do PIB do país, afeta a economia brasileira de duas formas.

De um lado, diz Nakahondo, há um menor consumo de commodities por parte da segunda maior economia global. De outro, as dificuldades no fornecimento de bens e componentes industriais, podem pressionar os custos nas fábricas, que já aumentaram 18,31% nos últimos 12 meses, segundo o IBGE.

O peso dos fatores locais na inflação

Mas, também há fatores locais influenciando na alta dos preços, ressalta o economista do MUFG Brasil. É o caso da alta no preço de alimentos produzidos internamente, como os hortifrutigranjeiros, cuja produção foi afetada por problemas climáticos. Hortaliças e verduras tiveram uma alta de 36,62% nos 12 meses encerrados em abril. Frutas, 17,49%.

Há também, segundo o coordenador de preços da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz, uma pressão vinda do setor elétrico que pode anular os benefícios obtidos com o fim da bandeira tarifária de escassez hídrica e a volta da bandeira verde. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, em abril, reajustes entre 17% e 20% para algumas concessionárias. A medida vale para distribuidoras do Ceará, Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte.

“Por serem estados com participação pequena no IPCA, o impacto não foi muito relevante para a inflação anual [em março]”, apontam analistas da XP Investimentos.

Um projeto, do deputado federal Domingos Neto (PSD-CE), que tramita em regime de urgência, prevê a suspensão dos reajustes na conta da distribuidora cearense, mas já se fala em alterar o texto em plenário para que a medida se estenda aos demais reajustes autorizados pela Aneel.

Todos os aumentos autorizados pela agência reguladora neste ano tendem a ser influenciados pelo uso intenso de termelétricas em boa parte de 2021, o que encareceu os custos das distribuidoras. Eles não foram totalmente cobertos pelas bandeiras mais caras.

O autor do projeto justifica que os reajustes concedidos revelam “acentuado descompasso” com a situação socioeconômica da população brasileira. O parlamentar considera que “o setor elétrico brasileiro vem sendo impactado por sistemáticas de revisões e reajustes que muito extrapolam os índices oficiais de inflação” e excedem a capacidade de pagamento do consumidor.

A Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee) aponta que os reajustes mais altos observados em 2022 são fruto de questões financeiras não realizadas, que remontam a anos anteriores nos quais os aumentos foram represados, deixando de ir para as contas de luz.

Inflação deve voltar para o patamar de um dígito até agosto, dizem analistas

A expectativa dos analistas ouvidos pela Gazeta do Povo é de que a inflação anualizada volte ao patamar de um dígito até agosto. Mas, segundo o coordenador de preços da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz, este cenário não é o ideal. “Inflação boa é quando está na meta.”

A mediana das projeções para o IPCA em 2022, divulgada no dia 2, está em 7,89% e está aumentando há 16 semanas, segundo o Banco Central.

Segundo Nakahondo, o pico da inflação foi o IPCA-15 de abril. Para abril e maio é esperado um refresco, por causa da mudança de bandeira tarifária da energia elétrica, e da recomposição dos reservatórios das hidrelétricas.

E mesmo com o Índice de Preços no Atacado (IPA-M), calculado pela FGV, nos últimos 12 meses, batendo em 16,09%, o economista prevê dificuldades no repasse de preços ao consumidor, por causa da atividade econômica fragilizada.

O economista-chefe da Suno Research, Gustavo Sung, espera uma pressão menor para o preço das commodities e conta com a normalização das cadeias produtivas para o ano que vem. “Com a desaceleração da China e um possível fim da guerra na Ucrânia, as matérias-primas tendem a ficar mais em conta.”


Fonte: Gazeta do Povo

Tarcísio dá show em entrevista com Bial e destrói todas as narrativas da velha mídia (veja o vídeo)

Sem a menor dúvida, Tarcísio de Freitas é um pré-candidato extremamente bem preparado.

Além de um currículo invejável e um trabalho magnífico na chefia do Ministério da Infraestrutura, Tarcísio está sempre preparado para o confronto de ideias.

Em recente entrevista ao jornalista da Rede Globo Pedro Bial, o ex-ministro deu um ‘show’.

Com Bial visivelmente incomodado e tentando impor sua narrativas com perguntas tendenciosas, Tarcísio acabou com todas elas.

O jornalista bateu na tecla de um “confronto” entre o STF e o presidente Jair Bolsonaro e Tarcísio tratou de dar uma ‘aula’ de democracia.

Confira:

https://www.youtube.com/lucianohangoficial?fbclid=IwAR0D3v9yJMiFo79BkJt0_AL78as7b_LzAtHB9-GcUqMTnJBpZosd7jnzZhs

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