Depois de chocar o Brasil invadindo uma igreja em Curitiba, agredindo e intimidando idosos. Numa clara ação de preconceito religioso – que o PT tanto diz combater – o vereador Renato Freitas (PT) protocolou na última quarta-feira (16) um pedido de afastamento dos trabalhos na Câmara por um período de cinco dias.
Junto ao pedido, o vereador anexou um atestado médico assinado pela Dra. Luisa de Castro Ostoja Roguski, emitido no dia anterior.
O documento não traz mais detalhes sobre quais seriam os problemas de saúde pelos quais o vereador estaria passando. Em nota encaminhada à RPC, porém, a equipe do vereador alegou que Freitas estaria sofrendo ameaças de morte.
AO SE LICENCIAR, SEM ESTAR DOENTE, NOVA QUEBRA DE DECORO.
“O vereador tem sido alvo de ameaças constantes e cada vez mais violentas, como ameaças de morte e injúrias raciais. Por isso precisou de repouso para se recuperar de tamanha violência”, diz a nota.
Bom, ‘necessidade de repouso’ não é doença, então a própria nota já ratifica outra contravenção do vereador a segunda quebra de decoro parlamentar na medida que ele apresenta um atestado médico e simultaneamente solta uma nota que implicitamente diz que ele não está doente.
É muito cinismo alegar que o vereador precisa ‘se recuperar de tamanha violência’ quando ele foi o agressor que deve ter gerado uma reação, claro.
Mas, o vereador Renato Freitas pode ficar tranquilo, o chefe dele, Lula, prometeu que “o PT vai trabalhar para que Freitas não seja cassado pela Câmara de Vereadores de Curitiba”.

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