J. K. Rowling é acusada de “transfobia” após criticar decisão policial de tratar estupradores como mulheres

epa07163386 British author and screenwriter JK Rowling arrives at the UK premiere of Fantastic Beats the Crimes of Grindelwald in London, Britain, 13 November 2018. EPA/NEIL HALL

A autora a saga “Harry Potter” voltou a ser cancelada pela militância progressista por se opor à decisão da polícia britânica de registrar homens biológicos acusados de estupro como mulheres, se eles assim se identificassem. Na última segunda-feira (13), a escritora J. K. Rowling usou suas redes sociais para criticar o anúncio compartilhando uma reportagem do jornal The Times com a legenda “Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força. O indivíduo com pênis que te estuprou é uma mulher”.

Rowling já havia sido “cancelada” em 2020, após ironizar uma manchete que pregava um “futuro mais igualitário para pessoas que menstruam”. “Costumava haver uma palavra para isso”, escreveu a autora. Declaradamente progressista, a britânica reiterou que respeita a comunidade transexual e deseja que pessoas trans tenham uma vida feliz e completa, mas que isso não muda o fato de que o sexo é uma realidade concreta.

Nada disso impediu que a criadora de Harry Potter fosse tachada de transfóbica e sumariamente excluída da comemoração de 20 anos da saga produzida pela HBO Max e com estreia agendada para 1º de janeiro de 2022. No último mês de novembro, ativistas LGBT divulgaram o endereço de Rowling na internet e publicaram fotos em frente à casa da escritora.

Confira a matéria na Gazeta do Povo

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