Governo prega união no combate à pandemia. Mais três empresas a caminho da privatização

O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, e o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falam à imprensa no Ministério da Saúde.

Para começar este resumo de notícias. Em seu primeiro pronunciamento após ser anunciado como ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga defendeu a “união da nação” no enfrentamento à pandemia da Covid-19, pediu que a população use máscaras e disse que o Sistema Único de Saúde (SUS) é a “grande arma” para enfrentar os problemas da saúde pública nacional. Ao lado de Eduardo Pazuello, ele irá para o Rio de Janeiro nesta quarta-feira (17) para fazer o encaminhamento das primeiras doses de vacina produzidas pela Fiocruz. Antes, Queiroga disse a jornalistas que “o ministro da Saúde executa a política do governo” e que “não pode ser política do governo fazer lockdown”.

Novo recorde. Marcelo Queiroga assume em um momento crítico da pandemia. Nesta terça-feira (16), o Brasil voltou a registrar recorde no número de mortes por Covid-19. Foram 2.841 óbitos, chegando a 282.127 desde o início da pandemia. Ainda segundo o boletim do Ministério da Saúde, foram registrados 83.926 novos casos, totalizando 1.116.867 registros.

Desafios. Garantir a vacinação em massa é o principal desafio do novo ministro. Mas existem outros, como dar suporte para que estados e municípios promovam o atendimento às vítimas do coronavírus. Confira.

Utilidade pública  

Geração de empregos. Mesmo com a pandemia, janeiro de 2021 registrou o melhor resultado em geração de empregos para o primeiro mês do ano desde que teve início a série histórica, em 1992. Segundo os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Brasil gerou 260.353 empregos com carteira assinada no mês, resultado da diferença entre 1.527.083 admissões e 1.266.730 demissões. Jéssica Sant’Ana explica o que contribuiu para esse registro recorde.

Vacinação suspensa. Itália e França informaram que voltarão a imunizar suas populações com a vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 caso haja um julgamento favorável da Agência Reguladora de Medicamentos da União Europeia (EMA). Vários países da União Europeia suspenderam o uso do imunizante por suspeitas de que ele estaria causando coágulos sanguíneos nos pacientes. A EMA, por sua vez, se disse “firmemente convencida” de que os benefícios da vacina superam os efeitos colaterais.

Política e economia

Privatizações. Correios, Eletrobras e Empresa Brasil de Comunicação (EBC) passaram a fazer parte do Programa Nacional de Desestatização (PND) do governo federal. A inclusão foi aprovada pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) e deverá ser oficializada em um decreto presidencial. Jéssica Sant’Ana explica que a previsão do governo é que a privatização da Eletrobras seja concluída até fevereiro de 2022 e a dos Correios até dezembro de 2021. Confira os detalhes do processo.

Eleições 2022. Pesquisas eleitorais mostram que o Nordeste deverá ser o principal foco da campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Wesley Oliveira analisa os números dos últimos levantamentos por região e como eles devem orientar os planos do atual presidente. Uma possível volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao cenário eleitoral também mexe com os planos de uma candidatura unificada do centro, que agora tendem a se acentuar.

Giro pelo mundo. O presidente da Argentina, Alberto Fernández, escolheu seu novo ministro da Justiça, que dará mais visibilidade à agenda da vice, Cristina Kirchner. Isabella Mayer de Moura explica por quê. Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, criticou exercícios militares na Coreia do Sul e mandou um recado aos Estados Unidos. Em Israel, um manuscrito bíblico de 2 mil anos foi descoberto no deserto da Judeia e, em Moçambique, crianças estão sendo decapitadas por extremistas do Estado Islâmico.

Confira a matéria na Gazeta do Povo

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