Vamos analisar a carta enviada por Bolsonaro ao presidente americano Joe Biden, por ocasião da posse, no dia 20 de janeiro de 2021.
O governo brasileiro se posicionou, diplomaticamente, de forma correta e no momento certo ao cumprimentar o presidente eleito Joe Biden.
Ao contrário de todas as tentativas da própria imprensa brasileira de tentar azedar a relação entre Brasil e Estados Unidos, numa torcida contra o próprio país, Bolsonaro foi, diplomaticamente, perfeito ao estender a mão a Biden e se colocar ao lado do governo americano como parceiro.
Pelo Twitter, Bolsonaro destacou a carta a Biden. Alguns pontos merecem destaque:
– O Brasil e os EUA são as duas maiores democracias do mundo ocidental;
– Nossos povos são unidos pela democracia e pela liberdade;
– Bolsonaro é um profundo admirador dos EUA;
– Bolsonaro passou a corrigir equívocos de governos brasileiros anteriores, que afastaram o Brasil dos Estados Unidos.

O presidente brasileiro ainda citou todas as parcerias entre os dois países, nas mais diversas áreas: Ciência e Tecnologia, Defesa e Organizações Econômicas Internacionais; colocando o país ao lado dos americanos na defesa do desenvolvimento sustentável e na proteção do meio ambiente, em especial, da Amazônia. E, por fim, ratificou o compromisso do Brasil com o Acordo de Paris.
Bingo!!! (exatamente, o que Biden fez, ao assumir: voltar para o Acordo de Paris!!!).
Pois é, para azar dos pessimistas de plantão, a relação Brasil-EUA tem tudo para continuar firme, forte e sólida. Os EUA foi o primeiro país do mundo a reconhecer a nossa independência e desde então, já se vão, quase 200 anos.
“Diga-me com quem andas, que te direi quem és!”
Andar ao lado dos EUA, com certeza, é muito melhor do que andar com ditaduras como Cuba e a Venezuela.
Be the first to comment on "A carta de Bolsonaro para Joe Biden"